Diário de Blake McBride

Ir em baixo

Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Dom Mar 30 2014, 20:15

Hey, povo! ^^

Depois de mais de um ano, finalmente estou começando a escrever o diário de meu personagem!
Já escrevi praticamente todos os acontecimentos que meu personagem fez no RPG e vou postá-los aos poucos.

Espero que gostem. Very Happy

Capítulo 1

Localização: Pallet Town.




Olá, diário. Não sei muito bem por onde começar, já que nunca vi a necessidade de fazer um diário. Mas minha vida passou por umas reviravoltas e comecei a pensar diferente. Começar a registrar detalhes do meu dia-a-dia pode ser uma boa recordação, já que pelos próximos meses, talvez anos, eu não tenha um lar fixo.

Antes de contar detalhes, acho melhor me apresentar. Me chamo Blake McBride, tenho 20 anos e nasci em Hoenn. Eu sempre gostei de pokémons, sou apaixonado pela ciência e me formei como técnico em biologia marinha em Slateport. Hoenn sempre foi um bom lar para mim e o oceano foi minha paixão. Durante minhas folgas das aulas e dos empregos, eu adorava surfar pelas praias de Hoenn e assim aprendi a conviver com pokémons aquáticos.


Essa é a última foto que tiraram de mim antes de viajar para Kanto.

Depois dessa apresentação, você deve estar questionando porque eu decidi largar minha vida tranquila em Hoenn para me mudar para Kanto. Acontece que 6 meses antes de vir para cá, eu comecei a trabalhar no laboratório do Professor Birch, auxiliando ele e seus assistentes em algumas pesquisas relacionadas aos pokémons aquáticos de Littleroot.

Eis que, no dia do meu aniversário, eu recebo uma ligação do meu maior ídolo: Professor Oak! Ele me disse que havia lido alguns artigos que publiquei e comentou que tinha um presente de aniversário para mim. Fiquei curioso e perguntei o que era. Ele me respondeu que o presente era algo grandioso, mas que só poderia pegá-lo se eu fosse para Kanto.

Conversei com Professor Birch, terminei alguns afazeres importantes e viajei para cá. A viagem foi um pouco cansativa, mas deu tudo certo. Quando cheguei ao laboratório do meu ídolo, uma surpresa: ele queria me dar um pokémon! Acontece que Oak, em conjunto com Birch e Elm, desenvolveu um aplicativo conhecido por muitos, a Pokédex. Ele pediu para que eu circulasse por Kanto e Johto realizando pesquisas e procurando por possibilidades para ampliar a base de dados da pokédex. Não pensei duas vezes e aceitei a proposta na hora!

Como de costume, o professor me ofereceu três opções de pokémons para iniciar minha jornada: Charmander, Squirtle e Bulbassaur. Como já citei antes, tenho uma forte paixão por pokémons aquáticos. Sendo assim, optei por iniciar minha jornada com o Squirtle. Nosso primeiro contato foi agradável, mas o achei um pouco assustado. Ansiedade ou medo de encarar um mundo completamente diferente? Talvez...


Eu e Sheldon, prontos para iniciar nossa jornada!

Ainda estou processando essa mudança brusca na minha vida. Por isso que comecei a escrever você, Diário. Espero desabafar todos os problemas e também comemorar todas minhas conquistas daqui pra frente. Passarei meu primeiro dia aqui em Pallet descansando e me enturmando com Sheldon. Talvez escreva algo mais aqui hoje ou amanhã!

Até!

Blake.

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Ter Maio 20 2014, 14:19

Capítulo 2

Localização: Pallet Town

Boa noite, diário!

Estava me preparando para dormir, mas me vi obrigado a escrever um pouquinho em você antes. Hoje foi o primeiro dia oficial da minha jornada e também estou completando uma semana longe de Hoenn.

Já estou sentindo falta de algumas coisas de Hoenn, como a vida corrida no laboratório do Professor Birch. Apesar de raramente ter contato direto com ele, lá eu sempre tinha alguma pesquisa para fazer e os equipamentos de lá eram ótimos pra realizar qualquer tipo de coisa! Já aqui em Kanto, ainda estou me sentindo um pouco perdido e o único equipamento que tenho é a Pokédex que ganhei do Professor Oak.

Ah? Como foi meu primeiro dia de jornada? Para falar a verdade, mais parado impossível. Eu achei necessário criar um vínculo com Sheldon antes de partir nessa longa viagem juntos, então passamos o dia em Pallet passeando.

Assim que saí do laboratório do Professor Oak, liberei o meu pequeno quelônio de sua pokébola e conversei um pouco com ele. Para minha sorte, o temperamento dele é parecido com o meu e imediatamente nos demos bem.

Conforme caminhávamos pela cidade, não parava de olhar para meu pequenino com um brilho nos olhos. Nunca havia visto um Squirtle pessoalmente e logo minha mente de cientista já traçou um perfil de suas características, o que me fazia admirar ainda mais meu parceiro. O que mais chama a atenção em sua  anotomia obviamente é a carapaça dura e provavelmente pesada, o que caracteriza um pokémon de movimentos lentos, porém altamente defensivo. Mas o mais surpreendente para mim era o fato dele ser bípede. Com um casco daqueles, seus membros inferiores precisam ser fortes para aguentar todo o peso!



Bípede, corpo protegido por uma carapaça dura, membros resistentes para aguentar o peso do casco. Algumas características de Sheldon.


… Acho que entrei demais no papo científico, né? Como biólogo marinho, gosto de observar cada detalhe dos pokémons marinhos para entendê-los melhor! Prometo me controlar mais nas próximas vezes!

Enfim, no final das contas eu e Sheldon acabamos chegando num local chamado “Centro de Descanso”. Lá nós fomos bem recebidos e desfrutamos de uma tarde cheia dos mimos. Tomamos um banho relaxante nas águas termais de Pallet, fizemos uma deliciosa refeição a base de alimentos naturais da região e ainda ganhamos presentes! Eu recebi um mapa da região, perfeito para me orientar.

E ainda ensinaram um movimento novo para Sheldon: Headbutt! Nós nunca participamos de uma batalha se quer e ele já está aprendendo golpes novos! E isso me assusta um pouco. Minha nova realidade como treinador é essa: batalhas pokémon. Participei de algumas quando estava na escola, mas eu nunca fui muito bom nisso. Será que agora que farei batalhas usando meu pokémon, meu desempenho vai melhorar? Espero que sim! Farei questão de escrever sobre nossa primeira batalha assim que ela acontecer, não importa se a gente vencer ou perder!

Acho que por hoje é só. Amanhã sairei de Pallet e tomarei meu caminho pela Rota 1. Minha primeira parada será Viridian. Ouvi dizer que lá tem uma biblioteca cheia de informações úteis. Espero utilizá-los para encaminhar minha pesquisa na Pokédex e talvez aprender um truque ou dois para minha jornada.

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 1/719
Pokémons capturados - 1/719

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Seg Jun 02 2014, 01:32

Capítulo 3

Localização: Rota 1

Olá, diário!

Diferente de ontem, hoje o meu dia foi agitado e um pouco bizarro. Neste exato momento estou escrevendo em você diretamente da cidade de Viridian, após ter tomado um banho quentinho e ter desfrutado de uma ótima janta do Centro Pokémon. E olha que eu mereço, hein? A caminhada não foi fácil e eu peguei muita chuva!

Depois de fazer amizade com Sheldon e ter passeado por Pallet, criei coragem e comecei minha caminhada pela Rota 1! É uma pequena rota que liga as cidades de Pallet e Viridian e é ponto de partida da jornada de vários treinadores. Diziam para mim que não era difícil de transitar por lá e a paisagem em sua grande parte é bonita, com diversos tipos de árvores por todos os lados. Não sei se foi azar meu, mas acho que me enganaram.

O início da caminhada foi tranquilo e rapidamente liberei Sheldon de sua pokébola para me acompanhar. Ele demonstrou estar tão animado quanto eu, mas poucos minutos se passaram e imediatamente fomos surpreendidos por um som estridente, ensurdecedor. Ficamos atordoados por alguns segundos, mas não fomos os únicos! Um pequeno e indefeso Pidgey se assustou também e caiu. Como achei que ele estava ferido, fui prestar socorro ao pássaro, mas tudo que ele queria era uma batalha.

Sheldon estava animado com a idéia e então tivemos nossa primeira batalha. Saímos vitoriosos, mas o combate foi um fiasco! Eu não sabia como funcionavam os movimentos de Sheldon e o coloquei em risco algumas vezes. Acredito que vou precisar melhorar muito nesse aspecto se eu quiser me tornar um bom treinador.

Como acabamos nocauteando aquele Pidgey, o coloquei num lugar seguro e continuamos nossa caminhada. Até que fomos surpreendidos com uma forte chuva! Sheldon parecia curtir o temporal, mas eu não gostei nem um pouco e logo fiquei todo molhado! Foi então quando fomos surpreendidos por mais uma Pidgey e por, coincidência ou não, também aparentava estar ferida no chão. Me aproximei dela e percebi que o que ela queria era uma batalha! E mais: o barulho que haviamos escutado no início da rota fora emitido por ela!

Essa Pidgey era especial e sabia o egg move Uproar! Não sei qual espécie de pokémon era o pai dessa linda Pidgey, mas tenho certeza que ela herdou as cordas vocais dele, já que seu movimento sonoro era forte demais! Vi muito potencial dela e com a ajuda de Sheldon consegui capturá-la com sucesso! Dei para ela o nome de Skylar, pois acho que é um nome legal para uma pokémon voadora que nem ela. Após a captura, ela demonstrou ser uma pokémon simpática e brincalhona, porém não conhece os próprios limites. Ela grita o tempo todo e me enche de bicadas! Sorte dela que tenho muita paciência, mas tenho para mim que logo Sheldon vai dar uma bronca nela...



Skylar e Sheldon têm personalidades diferentes demais. Mas acho que com o tempo eles vão se tornar amigos!


Sem mais Pidgeys caindo misteriosamente do céu e com a chuva mais fraca, não demorou muito para que eu chegasse na cidade de Viridian. A cidade não é grande, mas com certeza é maior que Pallet. As casinhas são super simples e quase não há prédios, além da população ser super animada e simpática, o que me fez lembrar do meu último lar em Hoenn, Littleroot.

Como eu estava cansado da caminhada e julguei que Skylar e Sheldon precisavam de um descanso, fui diretamente para o Centro Pokémon. E preciso confessar, esse lugar é perfeito! Boa hospedagem, assistência para nossos pokémons, alimentação boa e até telefone de graça! Se realmente tem um desse em cada cidade, não deve ser tão difícil seguir uma jornada.

Enfim, acho que por hoje é só. Passarei alguns dias por aqui, já que pretendo conhecer a tal Academia Pokémon, além de dar uma explorada na Rota 22. Quando eu tiver novidades, eu conto para você!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 2/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey
Pokémons capturados - 2/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Qua Jun 18 2014, 02:06

Capítulo 4

Localização: Viridian City

Olá, diário!

Já se passaram três dias desde que cheguei na cidade de Viridian. E vou te confessar que apesar de minhas espectativas altas em relação ao início da minha jornada, ficar um tempo parado nessa cidade me fez bem. O local é maravilhoso, as pessoas me acolheram super bem e a cidade é super arborizada, garantindo paisagens lindas, apesar do meio urbano.

O motivo para que eu tenha ficado aqui por tanto tempo se chama "Academia Pokémon". Esse incrível espaço nada mais é que uma incrível biblioteca com livros dos mais diversos assuntos! Eu, como cientista, acredito que é necessário um bom conhecimento teórico antes de arriscar qualquer coisa na prática. Por tal motivo, minha rotina nos últimos dias tornou-se basicamente dar uma caminhada com Skylar e Sheldon pela manhã, estudar a tarde inteira e descansar durante a noite.


A Academia Pokémon fica localizada logo atrás do Centro Pokémon, super conveniente!


A respeito dos livros que tenho lido, eu comecei com um dando dicas de como se deve conduzir uma batalha pokémon. Em minhas primeiras batalhas com Sheldon, percebi que o nervosismo me deixa levar e que as vezes eu precisava de maior domínio no assunto. Aprendi algumas estratégias simples, como combinações de golpes.

Como o livro de batalha dizia que era importante conhecer as características de seu pokémon na hora da batalha, eu resolvi que seria uma boa idéia ler alguns livros falando sobre Squirtle e Pidgey. Sobre Pidgey não encontrei muita coisa a respeito, mas sobre o Squirtle, o assunto rendeu! Acredito que por ser interessado em biologia marinha, acabei escapando do assunto e lendo livros não muito relacionados ao assunto... Mas aprendi coisas interessantes sobre Sheldon. Você sabia que o casco do Squirtle não serve apenas para proteção? O formato do casco favorece o movimento da espécie na água, o que permite que ele atinja altíssimas velocidades nadando! Impressionante, não?


Essa sessão inteira era sobre batalhas! Pena que não tive tempo para ler tudo...


Por fim, agora que estava bem entendido sobre batalhas, decidi pesquisar sobre a região que havia me mudado. Kanto é um local interessante e diferente da minha terra natal, é uma região com predomínio de terra e não do mar, apesar de possuir uma porção respeitável de oceano em seu território. Li a respeito da geografia e biodiversidade do local em um livro mais teórico, fazendo assim uma lista dos pokémons que espero encontrar e capturar na minha jornada. Obviamente o destaque foi para as milhares de espécies aquáticas da região, já que o tipo aquático é o meu favorito. Fiquei simplesmente encantado pela linha evolutiva do Slowpoke e espero conseguir um para mim algum dia.

Para conhecer Kanto ainda melhor, hoje foi meu terceiro dia de estudos e o que mais li foram guias de turismo, nada de cientifíco! Como Johto é uma região próxima, fiz questão de ler guias sobre ela também. Como não sei bem por onde vou começar minha pesquisa, decidi que as cidades de Vermilion, Goldenrod e Olivine serão meus próximos destinos, cidades litorâneas aonde poderia realizar pesquisas e de sobra, aproveitar umas boas ondas...  Já te falei que eu surfava em Hoenn? Acho que não, né? Mas já faz um tempo que não surfo, já que antes de sair de Hoenn eu estava morando em Littleroot, cidade de mar calmo, longe do ideal para o esporte.

Amanhã eu acho que vou variar a rotina. Esse tempo parado fez bem para mim, mas Sheldon e Skylar parecem ansiosos para alguma sessão de treinamento ou batalha. Como pretendo ficar mais uns dias na Academia Pokémon, decidi que amanhã vou passear com eles na Rota 22. Parece ser um local calmo e há vários pokémons por lá. Espero que quando eu volte a escrever em você, seja para contar sobre alguma aventura divertida por lá!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 2/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey
Pokémons capturados - 2/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Qui Ago 21 2014, 18:59

Capítulo 4

Localização: Rota 22

Olá, diário!

Como eu havia contado no meu último relato, eu fiquei parado por tempo demais na cidade de Viridian. Hoje eu decidi dar uma volta pela rota 22 para ver o que eu, Sheldon e Skylar poderiamos encontrar e adivinha? Isso mesmo, agora temos mais um membro na família!

O passeio começou bem. A rota era um lugar realmente tranquilo e bem bonito, com uma vegetação bem diferente da de Hoenn. Logo decidi chamar Sheldon e Skylar para passear comigo e pra variar, a voadora já começou a fazer barulho! Definitivamente Uproar é um golpe muito útil em batalha, mas eu não vejo necessidade dela ficar gritando tanto, sabe? Eu e Sheldon já estamos nos acostumando com todo esse barulho que ela costuma fazer, mas logo ela chamou a atenção de um pokémon!

Um pequeno Nidoran surgiu na nossa frente e parecia incomodado com o barulho. Eu logo me interessei por ele, pois sei que a linha evolutiva dele é bem forte e com certeza um pokémon venenoso é uma boa adição a qualquer time. Eu não pretendia fazer com que fosse uma luta 2x1, mas logo Sheldon e Skylar tomaram posição de batalha e facilmente abateram o pequenino. Apesar da luta injusta, percebi que os dois formam uma ótima combinação. Durante a batalha, Sheldon defendia sua colega alada, enquanto ela atacava com golpes fortes!


Mesmo sozinho, Nidoran foi um grande adversário!

A captura foi um sucesso e agora Duke faz parte da família! Já tive meu primeiro contato com ele hoje no Centro Pokémon de Viridian e percebi que ele é muito tímido e arisco. Ele me respeita, mas acho que a batalha dele contra Sheldon e Skylar abalaram a auto-estima dele.

Além do Nidoran, acabamos sendo surpreendidos por um Mankey também! Ele era um pouco agressivo e foi logo comprando briga com Skylar, que pra variar, começou a gritar loucamente. Mais uma vez Sheldon e Skylar formaram uma ótima dupla e venceram, mas quase que mataram o coitado do Mankey afogado! A investida final de Sheldon o empurrou dentro de um lago e sobrou pro meu aquático ter que nadar até ele e puxar de volta pra superfície.

Até passou pela minha cabeça capturá-lo também, mas logo uma chuva torrencial começou e eu fui obrigado a retornar para Viridian. Skylar e Sheldon gostaram do passei e acredito que meus estudos por aqui foram satisfatórios. Amanhã finalmente vou tomar meu caminho para a cidade de Pewter. Lá tem um ginásio pokémon, mas não decidi ainda se vou enfrentar o desafio de lá. Enfim... Espero conversar com você novamente assim que eu atravessar a floresta!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 4/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey
#032 - Nidoran ♂
#056 - Mankey
Pokémons capturados - 3/719:
#007 - Squirtle
#016 - Pidgey
#032 - Nidoran ♂

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Sab Out 18 2014, 08:14

Capítulo 5

Localização: Viridian Forest

Olá, diário!

Por mais que eu seja otimista, eu sabia que chegaria um dia em que eu teria que compartilhar com você algumas experiências ruins. Só não esperava que esse dia iria chegar tão cedo. Retornei há pouco de Viridian Forest e minha situação não está nada bem. Quando eu finalmente acredito que vou poder sair de Viridian e tomar meu rumo até a cidade de Pewter, sofro um pequeno acidente e tenho que ficar de observação por uns dias.

Ao adentrar na floresta, me deparei com um garoto acompanhado de seu avô capturando o seu primeiro pokémon: um pequeno Weedle. Ver uma cena daquelas era de fato emocionante, me trazendo memórias de quando eu ainda morava na região de Hoenn. Sei que até hoje o máximo que contei para você sobre Hoenn foi um breve resumo do que eu fazia lá antes de me tornar um treinador, então espero que se prepare. Em breve vou contar algumas histórias sobre lá para você!

Após ver aquela cena, adentrei a vegetação e acabei descobrindo que aquele local era muito mais quente do que eu imaginava! Não sei se é por causa da vegetação densa ou se nessa época do ano é assim mesmo. Mas bastaram alguns minutos de caminhada naquela imensidão verde para que eu estivesse suando e exausto. Decidi então parar um pouco para descansar. E foi aí que meus problemas começaram!

O silêncio absoluto tomou forma de um zumbido. Quando eu percebi que um pokémon estava se aproximando de mim, era tarde demais: acabei sendo acertado de raspão pelo ferrão de uma furiosa Beedrill! Eu ainda não conhecia a espécie muito bem, mas ao verificar na pokédex, descobri que ela costumava atacar em bandos. Com medo de mais um ataque e do resto do bando da vespa surgir, convoquei Duke para nossa primeira batalha em conjunto.

O pequeno Nidoran deixou transparecer muito de sua personalidade em batalha e isso quase nos custou uma derrota. Duke é um pokémon cheio de potencial, mas ele se assusta facilmente, o que permitiu que Beedrill o atacasse com força total diversas vezes. Minha sorte foi o fato do golpe principal de meu Nidoran ser super efetivo contra sua adversária.


Eu e Duke passamos por um sufoco juntos! Mas saímos vitoriosos!


Com medo do resto do bando surgir, retornei Duke imediatamente para sua capsula e adentrei a floresta correndo, sem um rumo certo. Eu queria fugir das Beedrills antes de qualquer coisa. A partir desse momento você deve estar pensando que o responsável por todos os meus problemas foi o enxame de abelhas, certo? Errado!

Conforme adentrei a floresta, fui surpreendido por alguns clarões de luz. Isso acabou despertando minha curiosidade e eu logo me esqueci das abelhas selvagens e fui atrás de uma nova aventura. Um pouco mais prevenido, convoquei Sheldon para me acompanhar pela trilha e acabamos nos encontrando com um pequeno Pikachu que demonstrava possuir um temperamento amigável. Tentei uma aproximação amigável dele e esse foi um dos maiores erros que cometi. O maldito não pensou duas vezes e descarregou uma grande carga elétrica em mim!

A partir daí, minha mente ficou embaralhada e confusa por muitas horas. Não sei até que ponto o que foi realidade e o que foi desvaneio da minha mente. Mas só sei que várias lembranças minhas de Hoenn ficaram mais fortes do que nunca. As saudades de casa e o fato de ter deixado coisas pendentes lá realmente me incomodam.

Porém, o desvaneio mais bizarro de todos, foi o fato de eu me lembrar vagamente de Skylar batalhando contra um Weedle que misteriosamente se transformou num Caterpie! Mas não era um Caterpie comum: ele lançava seu String Shot para se movimentar pelas árvores, parecendo um super herói aracnídeo da televisão! Sei que, assim como Duke, Skylar passou por sufoco, mas venceu o tal aracnídeo!


Pode ter sido delírio meu, mas juro que eu vi isso!


Aos poucos fui me recuperando e me dei conta que fiquei vagando na floresta por horas sem nem saber que eu era! Aquela descarga elétrica que eu havia levado me provocou uma falta de memória e foi por isso que eu fiquei tendo visões estranhas e flashbacks por tanto tempo. Quando voltei a mim, havia me dado conta que Sheldon havia desaparecido!

Logo retornei minha caminhada pela floresta e, para minha surpresa (ou não), meu inicial seguia firme e forte numa intensa batalha contra aquele mesmo Pikachu que me eletrocutou quando adentrei a vegetação! Apesar da desvantagem de tipo, meu amigão foi incrível e conquistamos a vitória, enfim derrubando aquele roedor amarelado mal humorado!


Sheldon e Pikachu travaram uma intensa batalha!


Como não estava me sentindo muito bem e estava mais próximo de Viridian do que de Pewter, fui obrigado a dar meia volta. Com isso, concluí minha primeira rota fracassada de minha jornada. Sei que essa é só a primeira de muitas rotas mal sucedidas, mas espero que da próxima vez eu consiga retornar sem ferimentos ou machucados.

Pelo menos tirei uma experiência agradável de toda essa aventura: acabamos adicionando mais dois parceiros para nossa equipe! O primeiro foi o tal do Caterpie aracnídeo, que acabei dando o nome de Carter e o segundo foi o tal Pikachu mal humorado que me eletrocutou. Devido a forma que nos conhecemos, acabei dando para ele o nome de Zappy.

Enfim, por hoje é só isso mesmo. Sei que dessa vez meu relato ficou maior e um pouco confuso, mas é que minhas memórias ainda estão embaralhadas. Como ficarei alguns dias em Viridian, espero que você esteja pronto. Em breve vou contar para você sobre meu passado em Hoenn!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 8/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#013 - Weedle
#015 - Beedrill
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂
#056 - Mankey
Pokémons capturados - 5/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Qua Dez 03 2014, 23:28

Capítulo 6

Localização: Viridian City

Olá, diário!

Para variar, ainda não saí da cidade de Viridian. Após o ocorrido de ontem, conversei com a simpática Enfermeira Joy do Centro Pokémon de Viridian e ela achou que seria melhor que eu passasse o dia em observação. Por isso estou aqui, deitado tranquilamente na cama de meu dormitório do Centro Pokémon - tecnicamente acho que já posso chamar ele de meu, já que me apoderei dele por mais de uma semana.

Como meus pokémons estão repousando no andar de baixo e nós dois estamos a sós hoje, eu decidi contar para você pela primeira vez sobre algo que aconteceu quando eu ainda morava na região de Hoenn. Como já escrevi em suas primeiras páginas, eu nasci em Slateport e alguns anos depois eu me mudei para Littleroot. Aconteceu que o motivo da minha mudança para Littleroot possui um nome: Miranda Musgraves.

Eu conheci Miranda quando eu tinha 15 ou 16 anos, não lembro ao certo. Nós estudamos juntos por alguns anos. No começo, achava ela um pouco antipática, mas acabei conhecendo ela melhor e descobri que na verdade a forma agressiva dela de agir não passava de uma insegurança. Não demorou muito para que nos tornassemos grandes amigos e quando me dei conta, já estava apaixonado por ela. Por vários momentos eu senti que ela sentia o mesmo, mas sempre que chegavamos perto de transformar nossa amizade em algo sério, ela mudava de ideia e me deixava ainda mais confuso.


Loira baixinha com aparência delicada, mas personalidade forte: essa é Miranda!


Quando eu achei que minha situação com Miranda não poderia ficar mais complicada, ela conseguiu: após nos formarmos no ensino médio, eu decidi que era hora de finalmente decidirmos nossa relação! No nosso baile de formatura, eu dei um belo arranjo de flores para ela e declarei todo o meu amor por ela. E o que aconteceu? Ela simplesmente foi embora e não me deu nenhuma resposta. Após alguns dias, acabei descobrindo por um conhecido que ela havia viajado para Littleroot e lá ela começou sua jornada como treinadora pokémon, viajando por toda Hoenn sozinha. Fiquei feliz pela atitude dela, afinal ela estava realizando o seu maior sonho. Mas, ao mesmo tempo, fiquei extremamente magoado pela forma como ela me... abandonou, digamos assim.

Como eu descobri que não tinha sorte no amor, decidi deixar o romance de lado e me dediquei à ciência. Comecei a estudar na universidade de Slateport, onde acabei me formando em biologia marinha, como você já sabe. Com o tempo fui me interessando cada vez mais pelas criaturas marinhas e não demorou muito para que eu começasse a fazer estágio no museu do oceano, explicando para turistas a respeito da vida marinha de Hoenn.

Mas, um belo dia, Miranda resolveu retornar para casa para visitar sua família. Parecia que a jovem conhecia a minha situação, pois veio acompanhada de um belo Mudkip. Saímos e conversamos normalmente como bons amigos, sem tocar no assunto do ocorrido de anos atrás. O Mudkip dela logo se afeiçoou a mim e nos tornamos grandes amigos. Não preciso nem dizer que logo comecei a pesquisar sobre ele, né?


O Mudkip é um pokémon aquático capaz de viver também em ambientes terrestres, já que se trata de um anfíbio. Sua pele é escamosa e necessita sempre estar úmida, por isso sempre vive próximo de rios e lagoas. Suas patas são bem desenvolvidas tanto para andar em terra firme quanto para nadar. Suas barbatanas também possuem funções em ambos ambientes, já que são capazes de detectar mudanças nas correntes e ar ou água. O que falar desse pokémonzinho que eu mal conheci e já considero pakas?


O problema desse reencontro é que ele trouxe de volta a tona todos os sentimentos que eu sentia pela Miranda. Ela logo retomou sua jornada e eu segui em busca de novos ares, já que Slateport me lembrava demais de Miranda. Acabei parando no laboratório do Professor Birch, aonde realizei algumas pesquisas de campo para conhecer os pokémons aquáticos da região e adivinha? Isso mesmo, acabei convivendo com uma centena de Mudkips!

Poucos meses após meu trabalho lá, o Prof. Oak me chamou para ir para Kanto. O resto da história você já sabe, certo? O problema, porém, é que eu nunca contei para Miranda que eu havia ido embora de Hoenn. As vezes fico me perguntando se ela se importa com isso e se algum dia iremos nos reencontrar. No ocorrido da Viridian Forest, as memórias sobre ela foram as primeiras a retornarem a minha mente, o que me fazem acreditar que por mais que eu fuja dela, não consigo a tirar da minha cabeça. Espero que esse papo de menino apaixonado não lhe incomode, mas acho que é necessário que você conheça cada aspecto de mim.

Foi muito bom desabafar para você, diário. Espero que na nossa próxima conversa eu finalmente esteja fora da cidade de Viridian!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 9/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#013 - Weedle
#015 - Beedrill
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂
#056 - Mankey
#259 - Mudkip
Pokémons capturados - 5/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Artie em Sab Dez 06 2014, 04:59

Capítulo 7

Localização: Viridian Forest/Rota 2

Olá, diário!

Finalmente! Estou na cidade de Pewter! Minha estadia em Viridian foi muito boa e o povo de lá é acolhedor, mas sinto que minha jornada precisava de novos ares. Eu esperava que minha segunda caminhada por Viridian Forest fosse mais tranquila, já que havia me familiarizado parcialmente com o ambiente. Além disso, estava com o pensamento em mente de que após um choque elétrico, nada de pior poderia acontecer comigo.

Felizmente, posso afirmar que saí ileso dessa vez, mas cheio de histórias para contar! Após começar minha caminhada pela Viridian Forest, acabei ficando um pouco perdido, mas aproveitei a oportunidade para me aproximar de meu Cartepie, que dei o nome de Carter. Ele foi guia por boa parte do caminho e, após alguns minutos, acabamos encontrando com mais um Pikachu, acredita? Dessa vez já estava previnido e não quis realizar nenhuma aproximação brusca do ratinho, já que poderia acontecer o mesmo da outra vez. Mas logo mudei de ideia ao perceber uma fita rosada na ponta do rabo do mesmo, que tinha forma de coração, fato que indicava que se tratava de uma fêmea!

Não perdi tempo e tratei de chamar o meu Pikachu também, dando-lhe o nome de Zappy e sugerindo uma aproximação entre os roedores. Zappy adorou a pequena elétrica na mesma hora, mas aquilo claramente não era recíproco, já que ela atacou o seu companheiro de espécie. Logo a dona da Pikachu apareceu, desculpando-se pelo ocorrido e falando que a amarelada estava prestes a procriar, fato que a deixava vulnerável e com temperamente instável. Após uma breve conversa, fiquei sabendo que a treinadora se chamava Marly, enquanto a Pikachu se chamava Melissa.

Obviamente não demorou muito para que Melissa nos colocasse em problema mais uma vez. Após uma breve distração, percebemos que ela estava tentando fugir de Marly mais uma vez. Meu pensamento foi rápido e pedi para que Carter usasse seu String Shot para prender a roedora e evitar a fuga. Felizmente a estratégia funcionou e logo a pequena Pikachu foi detida. Antes que eu pudesse agradecer ao meu parceiro, seu corpo começou a brilha intensamente e, poucos segundos depois, ele havia se transformado em um pokémon diferente!


Não era a primeira vez que eu havia presenciado a evolução de um pokémon, mas o fato de ver seu próprio pokémon evoluir passa a sensação de que é a primeira vez que você presencia tal fenômeno.


Eu não conseguia acreditar que aquela pequeno Caterpie que eu havia capturado dias atrás havia se tranformado tão rapidamente em um Metapod! Eu não consegui conter a alegria do momento, mas tive que deixar a celebração para outra hora, já que a evolução de Carter foi a distração que a pequena Melissa precisava para fugir mais uma vez.

Marly demonstrou preocupação pelo estado de saúde de Marly e reafirmou que a qualquer momento ela poderia ter filhotes, então me comprometi a auxiliar nas buscas. Nós acabamos optando por nos separar para agilizar nas buscas e, para minha felicidade (ou infelicidade), fui o primeiro a encontrar com a roedora. O problema não foi o fato de encontrá-la, mas sim de descobrir que ela estava sendo atacada por uma das espécies mais agressivas que habitam a Viridian Forest: um Scyther! Mais uma vez contei com a ajuda de Zappy e Carter e, com muito esforço, conquistamos a vitória e resgatamos a Pikachu fujona!


Resgatar Melissa daquele Scyther deu muito trabalho para minha equipe, mas felizmente Zappy e Carter provaram ser uma excelente dupla!


Diante de uma espécie tão rara e poderosa como Scyther, não pude resistir e acabei jogando uma pokébola nele. Enquanto a captura se confirmava, Carter conseguiu me surpreender e seu corpo começou a brilhar mais uma vez! Aos poucos, seu casulo se abriu e quando me dei conta, eu estava diante de um Butterfree! Eu já ouvi falar que insetos evoluem rápido, só não esperava que fosse tão rápido assim.

A segunda evolução de Carter foi mais surpreendente do que a primeira!


Com um novo pokémon em minha equipe e Carter evoluído pela segunda vez, minha sorte provou estar em alta e em pouco tempo me reencontrei com Marly. Ela logo encaminhou sua Pikachu até sua casa, aonde ela poderia dar a luz sem grandes problemas. Não demorou muito para que eu enfim chegasse na saída norte da floresta, chegando cada vez mais próximo da Cidade de Pewter.

Agora eu estava na Rota 2, uma pequena estrada que liga a a floresta com a cidade. O céu começava a escurecer, indicando que logo a noite tomaria conta, portanto eu acabei acelerando meus passos até a saída. Mas acabei sendo interrompido por um pequeno Diglett animado, que busca por alguém para brincar com ele. Como Zappy e Carter estavam cansados, chamei Sheldon para cumprir a tarefa e os dois imediatamente se tornaram amigos.

Foi então que minha cota de sorte adquirda em Viridian Forest foi por água abaixo. Acabei sendo abordado por um sujeito estranho de olhar profundo e usando capaz, deixando bem claro que queria meus pertences. Eu estava sendo vítima de um assalto! Mas tudo terminou bem: Sheldon tomou a dianteira para me proteger e conseguiu derrotar o pokémon do bandido: um Nincada, pokémon inseto comum na minha região.

Sheldon tinha vantagem de tipo, então a vitória foi relativamente fácil!


Com Nincada derrotado, consegui fugir acompanhado de meu Squirtle e Diglett sem sofrer algum dano. Agora eu estava diante da cidade e a única coisa que eu conseguia pensar era numa cama quentinha e confortável no Centro Pokémon. Como o pokémon terrestre havia se afeiçoado a mim e a Sheldon, decidi convidá-lo para nos acompanhar em nossa jornada e ele aceitou na hora! Com a captura de meu sétimo pokémon concretizada, cheguei ao Centro Pokémon, desfrutei de uma boa refeição, tomei um banho relaxante e por fim, tive uma boa noite de sono!

Espero que tenha gostado da história de hoje. Comprida, não? Espero que essa seja a primeira de várias histórias compridas que terei para contar! Mas por enquanto vou ficar pela cidade de Pewter, conhecendo o local e sua cultura. Quando eu puder, prometo contar uma história a respeito da cidade da rocha!

Até!

Blake.

Pokédex:
Pokémons vistos - 14/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#011 - Metapod
#012 - Butterfree
#013 - Weedle
#015 - Beedrill
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂
#050 - Diglett
#056 - Mankey
#123 - Scyther
#259 - Mudkip
#290 - Nincada
Pokémons capturados - 9/719:
#007 - Squirtle
#010 - Caterpie
#011 - Metapod
#012 - Butterfree
#016 - Pidgey
#025 - Pikachu
#032 - Nidoran ♂
#050 - Diglett
#123 - Scyther

_________________
avatar
Artie
Administrador Chefe
Administrador Chefe

Alertas :
0 / 100 / 10


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Diário de Blake McBride

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum