Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

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Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Dom Abr 05 2015, 15:46

Paluwski estava com sua pequena mini-equipe de topetes e blackpowers, aqueles 3 seres extremamente estranhos caminhando lado a lado, um era uma espécie de greaser dos anos oitenta ou setenta chamado Dandy, o segundo era um homem de topete colossal ainda maior que o primeiro, loiro e com braços e peitoral super-fortes porém pernas pequenas e um tanto quanto fracas, era incrível como no mínimo conseguia ficar em pé e mais incrível como conseguia andar normalmente, seu nome? Johnny, apenas Johnny. Por último, tínhamos um homem pintado de dourado com roupas nada comuns, quase parecendo um palhaço com o blackpower mais gay da face do universo, e claro, como sempre um nome tão estranho quanto sua aparência, Ton Jravolta.


Perdidos naquela imensidão de árvores, o trio iniciava uma conversa simples, ou uma briga simples no caso.


- PORRA, PALUWSKI! A GENTE TÁ PERDIDO POR SUA CAUSA, SUA CRIATURA BURRA!
- Disse Johnny, gritando tão alto quanto podia, partindo para cima de Dandy, apesar de que era impedido por Jravolta, que em um tom manso falava.


- Calma ai, mano brow, broder, brother, a parada é louca bicho, mas tá fixa que a gente vai achar o caminho pros trambolho de Rustboro, unkéi? - Com seu jeitão todo calmo, o homem que era mais alto que Bravuwski, o segurava pelos braços, impedindo de chegar mais perto do terceiro homem - Agora, Dandy, responsa ai e mostra o caminho pá nois, que depois faço uma sopa.


- Ah, ern... Ok, meu bem. Vamos botar em prática, o meu ultra-mega-plano-de-ação!
- Gritou o topetudo, dando uma pausa dramática que atraia a atenção dos outros dois por um tempo, antes de finalizar a frase - O plano é... ANDAR!


- CACETE, ME DEIXA BATER NESSA CRIATURA, TON! ME DEIXA BATER NELE! -
Gritava novamente Johnny, mexendo os pés, tentando dar chutes no homem, porém sem sucesso, uma vez que sua força não era o suficiente para se livrar do palhação brutamontes.






Depois de um breve tempo caminhando normalmente pela floresta, despreocupadamente após a raiva do loiro se esvair, apesar de que este se mantinha atrás dos outros dois homens que conversavam alegremente, bufando de irritação. Ainda um pouco perdidos, haviam colocado alguns de seus pokémons para fora da pokébola, entre eles, o Bonsly de Jravolta, a Vulpix, Sewaddle e Pawniard de Dandy, sendo este último um desocupado que ia na frente de todos, bebendo alguma garrafa de Doctor Pepper, e por fim, a Darumaka de Johnny.


Enquanto o trio andava naquela formação, aonde Dandy e Ton ia na frente, Johnny atrás, Bonsly e Mr.K brincavam alegremente com as sedas da pokémon inseto, enquanto Honey passava colada sempre ao lado de seu dono, e já Sugar, tentava dar em cima do Pepper, o que só resultava em frustração, uma vez que o metálico a ignorava completamente, ainda fascinado pela garrafinha de seu refrigerante.


[OFF] Ao meu narrador, olá, tudo bem, sim, eu te amo também, vamos nos divertir. Nome do Pawniard > Doctor Pepper
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Dom Abr 05 2015, 18:48


A tarde parecia promissora e a travessia pela floresta não seria nem um pouco difícil muito mesmo entediante na companhia de amigos... Se eles parassem de brigar e se não se perdessem por entre as árvores. provavelmente alguns ali num tinha feito trilha.

O grupo se acalmava e arrumava alguma treta apenas para poder interagir, ao que parecia. Os Pokémon se divertiam caminhando pela floresta. Eles pareciam bem relaxados, bem... distraídos.

Enquanto conversavam, uma neblina fina passava pelos pés dos treinadores. Os Pokémon que estavam na frente de Ton e Dandy se divertiam nunca. Quando a neblina se tornou densa os Pokémon pararam de andar e Bonsly, assustado, correu procurando seu treinador. Dandy só percebeu que tinha algo errado quando, ao olhar para trás, não via seu primo. Procurou também a Pawniard e Darumaka. Parecia que eles também não estavam ali. Eles tinham se desencontrado. Ton pegou o celular para ver se tinha serviço, mas não achou sinal. Eles teriam que voltar. Ou talvez continuar andando e encontrar o final da floresta. Quem sabe por quanto tempo andaram sem sentir a falta? Era escolha deles.

off:
HELLO, tenha uma boa morte ^^
Ta, isso não faz meu gênero -q Se divirta o7
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Dom Abr 05 2015, 19:10

DOCTOR PEPPER & SUGAR & JOHNNY


Darumaka estava tão entretida em tentar seduzir o metálico badass, que apenas a ignorava, fascinado em sua garrafinha de refrigerante a qual abraçava com força, que ambos não percebiam que haviam se perdido, notavam apenas uma névoa em seus pés, ao olharem para trás, notavam que apenas Johnny estava com eles, o loiro, sendo o mais normal entre os três humanos daquele grupo, primeiramente olhava seu celular, sem sinal assim como o de Dandy, olhou para os pokémons e disse.

- Vamos seguir em frente, quando tivermos sinal tentarei ligar para aqueles dois fanfarrões inúteis, entenderam? - Disse o homem, continuando a andar, agora acompanhado dos dois pokémons que andavam em linha reta para o norte, ou pelo menos assim acreditam.


DANDY & TON: SEWADDLE, BONSLY AND VULPIX


Ao notarem estarem perdidos e agora sem a companhia de um de seus pokémons mais importantes, o Pawniard que tanto batalhou para encontrar e capturar havia desaparecido, isso levava Dandy a ficar nervoso, seus pokémons, Sewaddle e Vulpix, consequentemente também ficavam, não conseguindo pensar direito, olhavam de um lado para o outro tentado procurar algo para poderem se indicar.

Enquanto isso, Ton Jravolta e seu Bonsly desesperado que estava em seu colo, afinal o homem tinha porte físico o suficiente carrega-lo com facilidade, tentavam acalmar o topetudo, uma vez que o palhação era bem calmo, apesar de doido na maioria das vezes, segurando o pokémon com o braço esquerdo, deu alguns tapinhas no ombro de Paluwski com a mão livre.

- Ei, amigo, se acalma, fio. Vamos ir pra Rustboro, Johnny deve estar có aqueles dois e ele provavelmente vai ir pra lá também, só vamos continuar andando, ok? -
Falou, enquanto voltava a caminhar.

- Ah, oo-ook, ok -
Disse Dandy, gaguejando, não queria demonstrar que além de preocupado, também era um medroso e não costumava lidar bem com lugares um pouco tenebrosos, já não tendo boas experiência com lugares enevoados, seguiu Jravolta, com suas canelas tremendo.

[OFF] Na boa, acha mesmo que sou eu quem vai morrer? q
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Dom Abr 05 2015, 19:40


Com um plano formado, Dandy e Ton rumaram na direção que mantinham antes. Sempre reto.

A neblina ameaçou passar, pois ficou mais fina, só para então alcançar os olhos e logo fechar sua visão. A floresta logo se tornou densa e já estava escurecendo. Bonsly se sentia seguro com seu treinador, o mesmo estava indiferente com a situação apresentada. Não era a mesma coisa com Dandy que acabou esbarrando numa raiz exposta e se desequilibrou, caindo no chão. Ainda de joelhos, ele sentiu algo em sua cabeça. Podia ser um de seus Pokémon, mas então viu Sewaddle e Vulpix bem na sua frente. Sentiu calafrios e uma coisa branca e rosa pousava na sua cabeça e descia para o rosto.

Ton estava parado esperando Dandy se levantar para prosseguir. Disse que estava vendo alguma coisa.

off:
Ih carai... Achei ofensivo, deleta.
Acho que não precisa mais narrar Johnny e os outros, só aparecerão no final ;)
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Dom Abr 05 2015, 19:57

O homem sentiu algo escorrer de cima de sua cabeça até seu rosto, era algo provavelmente pequeno, pois parecia não tê-lo machucado, pela coloração que via, o treinador presumia ser um Wurmple, então levou suas mãos para sua face, esperando pegar o pokémon com uma de suas mãos gentilmente, pois tinha medo de ser veneno, claro.

Enquanto isso levantava-se vagarosamente, ou assim pelo menos tentando, para seguir em frente com seus amigos, porém estava claro que se fosse um pokémon fêmea, notavelmente Sewaddle e Vulpix sentiriam um certo ciúmes ao ver seu treinador com ''outra'', por isso, logo tratava de verificar que tipo de criatura era, enquanto colocava ou tentava colocar aquilo no chão, sem ter que joga-lo.

- Ei, ei, esperem ai, cambada, algo caiu na minha cabeça -
Disse Dandy, um pouco atordoado com a queda ainda.

[OFF] Ok, não narro mais eles. Q
E post pequeno porque não se tem muito a fazer, eu acho.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Ter Abr 07 2015, 21:59


O Pokémon nas mãos de Dandy parecia meio idiota. Ele não reagia aos movimentos chaqualantes do treinador na frustrada tentativa de descobrir se o inseto era macho ou fêmea. Ele teria que ter um conhecimento melhor sobre o tipo para saber distinguir sem nunca ter visto duas espécies como aquela juntas. O Wurmple abriu a boca e bocejou. De repente Dandy sentiu algo quente nas mãos... Era seda.

Ton aguardava pelo amigo, de braços cruzado com Bonsly no ombro. Ele ainda encarava o que dizia ter visto com medo de que a coisa fugisse.

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Qua Abr 08 2015, 12:59

Paluwski então resolveu deixar ali o pokémon inseto, a principio não tinha muito interesse na criaturinha, por isso deixa-lo no chão com cuidado, porém não demorava muito até que o tal do Wurmple começava produzir seda nas mãos do pobre homem.

Resultando no fato de Dandy provavelmente ficar preso com o inseto em mãos, o que de início o irritou, mas apesar de tudo, já estava em jornada a tempos o que dd certa forma o ensinou a ser mais paciente que o usual, levando-o a tratar a situação com mais cuidado.

- EI! Ton, traga a sua bunda dourada até aqui e me ajude
- Gritou o topetudo.



[OFF] Postei pelo celular então qualquer erro né.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Qua Abr 08 2015, 19:37


O homem se virou para Dandy e ao chegar perto arrancou de seus mãos o Bug e o jogou pelos ombros ouvindo o som ele cair em um matinho qualquer.

- Pronto amigo, já ajudei. Agora vamos dar uma olhada naquilo ali. - Ton ofereceu uma das mãos para suspender o amigo e o levou até onde se podia ver um casebre de madeira construído no meio da floresta.

A sinistra neblina agora tocava apenas seus pés. Dandy escutaria o amigo ou continuaria seguindo até encontrar a saída?
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Sex Abr 10 2015, 12:24

Mesmo em que algum ponto de sanidade, Dandy pensasse em sair dali o mais rápido possível, enquanto suas canelas estavam mais moles que pamonha fresquinha, o topetudo havia decidido manter-se ali e dar uma olhada na casa aparentemente ''abandonada'', ou pelo menos assim acreditava.

Querendo se pagar de tremendo machão em frente a seu amigo e seus pokémons, decidia seguir em direção ao casebre, um pouco curioso também, apesar de que nem a neblina conseguiria esconder seu medo evidente a qual suas pernas demonstravam com tanto fervor.

Seguindo, corajosamente ou não, rumo a seu destino macabro, Dandy, Ton, Sewaddle, Vulpix e Bonsly aproximavam-se da casa de madeira, ou pelo menos, assim tentavam.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Sex Abr 10 2015, 16:14


Tentando não parecer covarde, mesmo tremendo em suas bases, Dandy e Ton, juntos com seus parceiros Pokémon, seguiram na direção da construção que tanto lhes chamava atenção.

- PARADOS AI SEUS VERMES - uma voz agudo e irritante soou pela floresta como se fosse própria do lugar - Quem ousa perturbar minha morada? Violentar as madeiras? E ignorar meus avisos?

Provavelmente surgiria dúvidas quanto aos tais avisos. Eis então que a porta da casa se abrir num súbito suspiro e sugou, literalmente, toda a névoa para dentro da macabra morada. Em instantes uma silhueta era vista, mas não permitia que fosse contemplada. Ela esperava a resposta dos intrusos. Ao menos assim pensava.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Seg Abr 27 2015, 11:26

Assim que avistava uma casa, o grupo se aproximava, feliz da vida por ter achado um lugar que poderiam pedir informação ou algo do tipo, porém toda era felicidade era tão passageira que sequer era possível aproveita-la, vez que uma voz ecoava daquele lugar, mandando-os parar.

Bem, Dandy não era do tipo que gostava que falassem assim com seus amigos, e principalmente com ele, baixando então seu típico espirito barraqueiro, o topetudo se aproximou cada vez mais do casebre, ainda tremendo na base, gritava.

- Tá achando o que pra falar assim comigo, criatura? Quer apanhar é? -
Exclamava o homem, bastante puto com a situação, uma parte por estar com medo e outra por, bem, ser um barraqueiro de sangue, assim como não tinha ideia se aquela pessoa, se fosse uma pessoa claro, era mulher ou homem, tratava-a como se fosse um marmanjo, repetindo - Pode vir que eu te encaro, frangolete, vem pro papai, te sento a porrada.

Ton e os pokémons apenas ficavam para trás, sabiam que não seria uma boa tentar segurar Paluwski em seus acessos de pelanca, observando de uma distância segura, se aproximavam também, mas de forma bem lenta e cautelosa.

[OFF] EU VOLTEI PELO SANGUE.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Seg Abr 27 2015, 21:26


Aquela agitação toda não era boa coisa. Fazer mais caos ainda era pior. Ton até teria avisado, mas ele sabia como Dandy era, então eles tiveram que pagar as consequências de seus atos.

De repente a floresta escureceu e a voz que antes era apenas aguada se tornou estridente e rasgante aos ouvidos.

- EU PERGUNTEI... - e uma forma negra com os olhos vermelhos saiu do casebre - QUEM OUSA PERTURBAR MINHA MORADA? VIOLAR A MADEIRA E IGNORAR MEUS AVISOOOOOOOOS?!

Então um vento assombroso passou por entre o grupo com violência, machucando aquele que estava mais perto, Dandy. Todos sentiram calafrios pela ventania e o grito irritado que parecia ser de uma mulher de idade. Assim que o vento cessou houve silêncio. Tudo ainda permanecia escuro. Aquela presença queria nomes. Queria que se identificassem. Dandy diria a verdade diante daquilo? Não sabia ainda o que enfrentava.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Seg Abr 27 2015, 21:35

Dandy apesar de a primeira vista querer mentir naquela situação, tomou a decisão de falar a verdade, uma vez que seu rosto era de certa forma famoso, vide lembrar que anteriormente como um aventureiro veterano, já havia dado entrevistas na TV aberta e até feitos vídeos para o YouPube, então ignorar a possibilidade da possível mulher de lhe reconhecer não seria uma boa ideia, uma decisão até bem elaborada por este homem.

- Eu sou Dandy Paluwski, meu bem, e to aqui pra embelezar esse lugar!
- Disse o homem, jogando o topetão para o alto, se achando, claramente esperava ser reconhecido afinal de contas, apenas para alimentar seu próprio ego.

Enquanto isso mais atrás, Ton e os pokémons apenas mantinha-se quietos, sabiam, ou pelo menos acreditavam, que deveriam ter medo, ao invés de se entregar ao momento comparado as ações de Paluwski. O coordenador falava em um tom mais baixo, e muito mais educado do que de seu parceiro, apresentando-se de forma um pouco mais formal.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Mathito em Seg Abr 27 2015, 21:53


Quando Dandy foi franco, até demais, a sombra que antes assustava alguns sobrevoou suas cabeças, revelando ser um Pokémon Fantasma.

- Eu sou Maggy, jovem esquisito. - uma mulher velha e de feições feias com cabelos pior aparecia na porta - Seu nome não me é estranho... Acho que eu estava a sua espera. Por favor, entre!

O convite fora feito. O Pokémon da anciã era um Haunter e este mexia as mãos fora do corpo e rodopiava de cabeça para baixo como se não tivessem outra escolha senão entrar na casa de madeira estranha e assustadora. Mas que mal uma velha fraca como aquela poderia fazer a jovens como eles? Seria ridículo ter medo agora. Não?

TÓPICO TRANCADO POR INATIVIDADE
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Qua Ago 05 2015, 23:41

É, mais uma vez condenado pelo seu destino tarado, Dandy era o tipo de homem que ao ver uma mulher, apenas bastava que ela estivesse acima dos 18 e o macho ômega já caia com o... Bonsly em cima, por quê? Bem, porque ele é o Dandy Paluwski, claro.

- Ei, ei, meu bem, mal me viu e já esta me chamando pra dentro da sua casa, sua linda? -
Disse o topetudo, naquela seu tom galanteador de sempre. Puxando seus pokémons para dentro da pokébola novamente, enquanto Ton Jravolta repetia o ato também, seguindo seu companheiro de viagem, porém calado.


- Hey, Dandy, meu bródi, não esta suspeito isso não? -
Sussurrou Ton para Paluwski.


- Ah, por favor, meu bem, você sabe como sou gatinho e as cocotas se amarram em mim, não é? -
Exclamou, dando aquela piscadela básica com o olho direito e colocando sua mão destra abaixo do queixo, com o indicador esticado.
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