Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Qua Set 16 2015, 17:40

Dandy preparava-se para puxar mais alguns de seus pokémons, junto de Ton e Johnny, porém eis que quando sequer pensava em alguma reação, Luxray já partia com tudo, em um novo Spark carregado com seu corpo.

Uma vez que o robô provavelmente fosse de metal ou tivesse algum circuito elétrico, um choque tremendo daqueles, somado a força do felino elétrica, que provinha de uma espécie com ataque físico bem alto, sem contar seu tamanho colossal comparado a outros, talvez meter um ataque elétrico fosse uma boa ideia.

Paluwski olhava um pouco repressivo para seu pokémon, não havia gostado das atitudes deste, mas após finalizar o ataque contra a máquina, Dwayne só dava algumas rosnadas e olhava mal-encarando seu treinador, menosprezando-o.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Qua Set 16 2015, 21:30

Exp:
Luxray recebeu 3960 de exp por vencer.

Não foi preciso que mais pokémons fossem colocados em campo para parar aquele monstro robótico, Dwayne por si só avançava e descia uma descarga elétrica poderosa que fazia aquela coisa entrar em curto por todos os cantos e explodir a "barriga", que era onde parecia estar uma espécie de motor.

Em um movimento rápido, Luxray saltava para desviar da queda do robô, deixando com que aquilo fosse ao chão sem machucar ninguém além da garota que estava lá dentro. Logo aquilo tudo começou a se desmontar e a virar restos de sucata.

Um curto tempo se passou e nenhuma reação daquilo vinha, talvez a garota estivesse morta, para a infelicidade de Dandy que ainda queria se vingar dela de uma maneira mais apropriada. Quando estavam se preparando para fazer algo a mais, algo se levanta do meio dos restos do robô, indo em direção a dandy gritando:

-Maldito! Eu acabo com sua raça! - Ela continuava a gritar com o topetudo.

Isso foi se mantendo até chegar nele e continuar a puxá-lo pelo topete. A jovem talvez não estivesse mais dentro, de si depois de tudo aquilo.

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Aggron's Mountain:

All who enter his mountain lair.
From their body, the skin will tear
With his claws, as strong as iron
Even grown men, will be cryin

You will not, leave this place.
Without knowing, what's beneath your face.
You will drown, in your blood.
While he stomps, you in the mud.

There is no way out of here.
Your final wish, will soon be clear.
To die real fast, and take away your fear.
The sounds are louder, he is almost near.

You cannot run, you cannot hide.
All who have come, will surely die.
If you come across his mountain path,
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Qui Set 17 2015, 12:47

Uma vez que, agora, frente-a-frente a garota, era quase impossível ela lhe surpreender com seus movimentos ágeis contra o pélvis divino do Topetudo, prevendo então seus movimentos, o homem já fora chegando-chegando em cima da menina, com todo o seu gingado e ''mojo'' de décadas atrás, desviou das mãos dela dando um pequeno giro para o lado e então colocando sua mão na cintura da jovem, colocando-a corpo-a-corpo com falido treinador.

- Agora você vai me pagar, meu bem
- Disse em um tom mais suave que o normal, um sorriso perspicaz e um olhar tão sereno quanto o mar - Esta preparada?

Enquanto fingia utilizar de suas belas artes da sedução e sua força superior para segurar a jovenzita, a mão que estava na cintura dela, deslizava para cima e para baixo, procurando até mesmo ''naquele lugar'' de forma discreta, tentando achar pokébolas ou dinheiro, talvez até mesmo um item raro.

E claramente, Dandy estava super-concentrado em uma situação com esta, a qual as suas principais habilidades de macho-alfa sedutor vinham a tona, não tendo medo de tentar de tudo para manter a garota concentrada em sua face enquanto vasculhava seu corpo minunciosamente.

- Isso é pedofilia, não é, Ton?
- Disse Johnny para Travolta, a qual estavam longe dali.

- É, eu sei, bro. Mas ele não vai fazer nada
- Ton dava uma pequena risada, sabia das intenções do amigo e que não faria mal algum a garota... Bem, provavelmente não faria, claro -  Deixe ele se divertir um pouco.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Qui Set 17 2015, 16:04

A garota começava a se debater quando Dandy dava uma de abusador e passava a mão onde dava para encontrar algo de valor. Hora ou outra achava, mas não era algo que lhe interessava no momento.

Com seus dedos chegando na calça, ele encontrou algo que parecia uma pequena bolsa em um dos bolsos da garota, segurando bem e puxando com força. Dandy estava com algo precioso em mãos.

Quando ele retirou o objeto do bolso dela, recebeu um soco surpresa em seu estômago e a viu sair correndo enquanto gritava.

-IDIOTA! SEU ABUSADOR SAFADO. DA PRÓXIMA EU TE MATO!

E assim ela sumiu deixando o topetudo gemendo de dor onde estava, por sorte a pequena bolsa ficava. Abrindo ela, encontrava uma boa quantidade em dinheiro. O parceiro da outra garota que Dandy havia chavecado via aquilo tudo e lhe dizia.

-Quatrocentos conto? Puta ladrão você hein, abusador? De qualquer forma, obrigado por salvar agente daquela merda gigante. Que vai fazer agora?

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Ter Jan 05 2016, 23:08

Então, a batalha dava-se por terminada, finalmente acabada após toda aquela confusão, Dandy catou o dinheiro e virou-se para a garota que falava com ele.

-Quatrocentos conto? Puta ladrão você hein, abusador? De qualquer forma, obrigado por salvar agente daquela merda gigante. Que vai fazer agora?


O topetudo virou-se novamente, encarou a garota, caminhou lentamente até ela, com todo aquele seu gingado, seu modo galante de ser, curvando as costas, colocando as mãos bem no fundo de seus bolsos, esboçando aquele seu sorrisinho super-confiante da qual parecia o arrasador de traseiros, seu olhar da velha guarda dos pegadores analisando de cabo-a-rabo a garota novamente.


- Então... - Disse ao se aproximar lentamente da garota, ficando quase cara-a-cara, por um breve momento encarou o garoto, com um olhar desafiador. Como não queria problemas, apenas brincar com o suposto casal, girou para trás e afastou-se, caminhando para longe deles - Agora eu vou embora, meu bem. Você sabe, como é né? O herói sempre sai sem pedir nada não? - Deixou escapar um sorrisinho ao olhar para trás.

Retornou também seus pokémons e olhou para trás, dizendo para seus parceiros.

- Ei, criaturas, vamos lá, temos que ir pra sair desse lugar, todo esse verde tá me deixando enjoado até.

Inicialmente os parceiros, Ton e Johnny o seguiam, junto de QT o único que não era retornado para a pokébola, mas após alguns minutos, o topetudo loiro se separava do grupo, dizendo que tinha que retornar a cidade de Littleroot pra resolver algumas pendências, deixando apenas Paluwski, Jravolta e Tangela caminhando, procurando a saída da floresta.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Qui Jan 07 2016, 20:16

Após a brincadeira com o casal, Dandy resolve procurar pela saída daquela floresta que não lhe deu boas lembranças, somente chutes em áreas desagradáveis onde um homem poderia levar. Com sua dupla, caminhou pela floresta.

Não levou muito tempo para que a dupla desse de frente com a saída. Aquilo parecia ser o fim de tudo o que passaram, a não ser que mudassem de opinião. Qual a decisão do grupo?

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Qui Jan 07 2016, 21:43

- Oh, meu bem, acho que é aqui que iremos continuar, né bródi? - Disse o grande e super alto treinador fantasiado, com aquele seu sorrisão paspalho e alegre de sempre, já dava passos para fora até perceber que seu parceiro havia ficado para trás - Hey, Dandy, desaprendeu a andar?

O topetudo olhou para os lados, para cima e para baixo. Em seguida olhou para QT e então para Ton.

- Vou ficar por aqui mais um tempo, sei lá, sinto cheiro de perseguidas em perigo por aqui
- Paluwski acenou para o amigo, dando um breve tchau.

- Um tarado profissional como sempre, não é? Bons peitos pra você, cara!
- Gritou o amigo.

- Boas bundas pra você também! - Respondeu o topetão.

QT olhou para Dandy, que parecia estar tramando algo ou não, talvez fosse apenas sua cara de safado de sempre que lhe desse aquela impressão.

- Pois bem, vamo caça
- Afirmou, dando meia-volta e voltando a caminhar dentro da floresta, notando que seu companheiro pokémon estava um pouco cansado, decidiu retorna-lo a sua pokébola, trazendo atona duas de suas fêmeas na equipe, Vulpix e Sewaddle, que devido a seus tipos seriam uma escolha melhor para explorar o local.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Sex Jan 08 2016, 17:53

Ao invés de sair daquela floresta, Dandy preferiu ficar naquela floresta, separando-se de seu companheiro de viagem. Estava junto de QT e, agora, de Vulpix e Sewaddle. Voltaram para o interior daquela mata para ver se encontrariam algo que não fosse uma guria retardada que procurava destruir a floresta sem qualquer motivo.

Enquanto estava em sua busca, um uma garota bem jovem de costas, parecia ser uma garota que acabava por entrar em sua adolescência. Antes que tivesse qualquer reação, um grande anel surgiu na frente da garota que deu um passo para trás. Não deu tempo de correr, pois o interior dele se tornou um grande buraco negro que foi em direção a ela e a engoliu.

Antes que pudesse correr, o falido topetudo viu o objeto indo em sua direção e colocando ele e sua equipe para dentro. Em um momento a floresta, em outro... Não sabia dizer onde estava. Parecia ser um local bem grande com um tatame no centro. As luzes estavam apagadas, mas a luminosidade entrava pela janela.

Precisava encontrar uma maneira de sair de lá, ou pelo menos de descobrir onde estava.

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Sex Jan 08 2016, 20:16

O topetudo olhava para um lado, para o outro, olhava para o tatame, olhava para seus pokémons, olhava de novo para o tatame, olhava de novo para seus pokémons, ajoelhava-se, esticava as mãos para perto de sua cabeça, mexendo seus dedos em sinal de frustração enquanto fazia uma cara tremendamente horrível com uma espécie de bico de pato enquanto gritava.

- ARE U FUCKING KIDDING ME, ARCEUS?!
- Berrou Dandy, cada vez mais frustado - PORQUE DIABOS EU NÃO POSSO SIMPLESMENTE TER UMA VIDA NORMAL COM COISAS NORMAIS COMO ANDAR PELA FLORESTA E ENCONTRAR POKÉMONS SEM TER QUE TOMAR NO MEU ORÍFICIO POR CAUSA DE GAROTAS LOUCAS ALEATÓRIAS, HEIN? HEIN? HEIN?

Por fim, Sewaddle tentava acalmar seu treinador, esfregando-se nele, enquanto Vulpix mantinha-se ocupada lambendo sua pata dianteira esquerda, fingindo não estar preocupada com aquela situação.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Sab Jan 09 2016, 15:01

Nosso herói topetudo não sabia para onde olhava. Assim que seu momento de frustração terminou, ouviu um grupo feminino.

-AAAAAAAAHHHHH!

Não havia dúvida de que alguém estava em perigo naquele lugar, apesar de parecer que estava solitário. Naquele salão havia duas portas, ambas em direções opostas. A questão era: De qual delas aquele grito havia vindo?

A atenção dos pokémons de Dandy também haviam sido chamadas. Não só por ter alguém lá, mas por poder ser algo tão ruim quanto a floresta. mas nada disso seria descoberto se ficassem parados. O que fazer?

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Sab Jan 09 2016, 18:11

Assim que ouvia gritos femininos, os átomos topetudos de Dandy vinham a tona sua personalidade, fazendo-o erguer e manter sua postura de sempre, totalmente ereto e com aquele seu sorrisinho de confiança excessiva. Andando com os braços abertos, correu para a porta da onde acreditava vir o som, neste caso a porta que estivesse a sua esquerda.


- Eu estou indo, meu bem! -
Gritou o homem, já imaginando seus prêmios pelos feitos eróticos... Digo, heroicos.


Seus pokémons apenas o seguiam, caminhando lentamente atrás de seu dono e mantendo sua retaguarda segura, pois sabiam do azar do homem ao levar inúmeras estocadas por trás, principalmente em uma certa região preciosa, com certa frequência. Fora o fato de que Sewaddle roçava-se contra o corpo da raposa de fogo, tentando encoxa-la de diversas maneiras enquanto a pokémon tentava se manter longe do inseto mas ainda sim perto de Dandy, sem sucesso, acabava tendo que ser atormentada pelos assédios sexuais implacáveis de Mrs.K até que chegassem ao seu destino.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Sab Jan 09 2016, 19:00

E em busca de seu ato heroico, o qual era realizado pensando apenas em sua recompensa, Paluwski escolheu a porta à sua esquerda. Apesar de ser grande, estava em uma posição à escolha, então não demorou para que a abrisse e encontrasse um grande corredor do outro lado.

Ou nem era tão grande assim. Chegou ao final daquele corredor e encontrou mais uma porta, a qual possuía camarins do outro lado atrás de outra portas, é claro. Novamente, o grito havia sido ouvido, e sem dúvidas Dandy sabia qual era. Um em que estava escrito "Maromba". Precisava ter pressa caso quisesse salvar sua donzela.

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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Lelê em Sab Jan 09 2016, 22:36

Assim que ouviu o segundo grito, Dandy saira saltitando imaginando seus ganhos por salvar sua donzela indefesa, como sempre um homem pequeno com pensamentos pequenos, assim que chegava em frente a porta, estufava o peito, abria os braços fingindo ser o poderoso machão em seu Rapidash branco.

Afastou-se um pouco da porta, decidindo entrar de maneira épica, começara a correr em direção a esta, pronto para dar aquela voadora de dois pés e cair em pé como em um filme de ação genérico de algum dublê que virou ator por acaso - ESTOU INDO, MEU BEEEEEEEEEEEEEEEEEM! - Disse, porém por acidente, escorregava fazendo-o rolar até a porta e dar uma topetada contra aquela entrada, provavelmente quebrando a porta e algumas leis da física ou da realidade devido a resistência imensurável que seu cabelo possuía a ponto de provavelmente ser mais resistente que um Shuckle com sua defesa no máximo.

Suas pokémons mantinham-se apenas atentas aquela situação, mais especificamente a Vulpix que riu da cara de seu treinador, enquanto AINDA era praticamente estuprada por sua companheira inseto.
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Re: Silencio meus lábios, pra cantar uma canção, meu bem - VII

Mensagem por Tyrant em Seg Jan 11 2016, 20:13

E Dandy correu para a sala do tal Maromba e entendeu o que estava realmente ocorrendo. Um ser humanoide segurava uma cadeira prestes a acertar aquela loirinha, talvez fosse a mesma que o topetudo havia visto quando estava na floresta.

Quanto ao ser problemático, era um baixinho vermelho que estava usando um quimono. Assim que percebeu a aproximação do falido, o olhou encarando, querendo comprar briga.


E agora, Paluwski? É hora de salvar a donzela.

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