Rote 121 - Todos contra o tempo

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Seg Set 07 2015, 22:24

Off: Desenho tudo bem, mas a planta eu não vou dar pra vocês a menos que encontrem um mapa da casa. u_u

Btw, sem desenho agora porque dessa vez considerei desnecessário. Q



Mathito


Quando o treinador olhou para o interior da casa, ele percebeu que a sala ao lado parecia ser uma espécie de quarto. Apesar de seu interior estar visivelmente sucateado, foi possível ver os restos de uma cama de solteiro velha e de cor rosa, suja por poeira, mas ainda assim em estado de conservação bom o bastante para deduzir que havia sido usada por alguém relacionado ao dono daquela mansão. Além da cama, havia uma escrivaninha com um computador, um enorme guarda-roupa, um espelho, decorações destruídas e por fim uma porta no canto nordeste daquela sala. Era bem possível que havia mais naquele quarto do que os olhos do rapaz puderam ver, porém seu campo de visão era limitado e a ideia de botar a cabeça dentro de uma das janelas não parecia ser muito segura, pois o suporte de todas estava danificado.

Ao final da varanda, Mathew não encontrou nada além de uma porta que voltaria ao interior da casa caso desejasse. Estava bastante próxima à porta que havia acabado de ver no quarto ao lado, portanto era possível que ambas levassem à mesma sala.



Kazehaya


A iluminação de Rotom não trouxe nada de interessante ao campo de visão de Daisuke, portanto o rapaz teve de se contentar com abrir a porta. Quando o fez, ele percebeu que estava num quarto empoeirado. Não era tão grande quanto as partes da casa já visitadas por um dos treinadores, porém foi possível notar que haviam várias coisas ali. Uma cama de solteiro estava no canto oposto da sala e ao seu lado havia um criado mudo, enquanto logo ao lado da entrada estava uma cômoda, provavelmente com roupas, e uma escrivaninha existia entre ambos. Todos os móveis estavam empoeirados, mas o mais importante foi que Daisuke enxergou gotas avermelhadas num dos sujos lençóis da cama.
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Seg Set 07 2015, 23:50


Minha respiração foi ficando mais pesada e o suor me consumia por inteiro. Eu poderia esperar levar uma facada a qualquer instante e cair no chão sem nem ao menos ver o rosto do criminoso.

Pela brecha da janela, ao que me pareceu de relance, era apenas um quarto que de momento não era tão acessível sem fazer tanto barulho. Seguindo pelo corredor de nada encontro senão uma porta que queria me levar de volta à casa. Olhei para ambos os Pokémon e pedi atenção, gesticulando com os dedos.

- Os dois, atrás de mim! - então abri a porta devagar esperando não ver ninguém nem nada com vida ali dentro.

Caso eu estivesse certo e não houvesse ninguém por ali, observaria se era a mesma sala que avistei antes pela janela e vasculharia primeiro no computador procurando arquivos ou históricos de pesquisas. Alguma coisa teria que me dar uma dica. Talvez houvesse até mesmo uma planta da mansão e os segredos daquela casa por ali. Pediria para Mr. Pig dar outra vasculhada pelo cômodo enquanto Hércules iluminava nosso caminho.

Quanto tempo eu teria ali? Sentia que não muito, mas por quê?

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Ter Set 08 2015, 23:38




Ao entrar naquele quarto me assustei um pouco com aquilo, não era a minha intenção explorar aquela mansão a fundo, mas, se era isso que eu teria que fazer, eu levaria a sério! Rotom iluminou o lugar um pouco mais, consegui ver todos os móveis empoeirados que enfeitavam o local, a cama estava um pouco desarrumada, contudo, uma coisa me chamou a atenção e me fez quase sair correndo dali.

O lençol estava manchado de vermelho, era provavelmente sangue... Olhei para todos os lados buscando alguma coisa, olhei para o teto com mais medo ainda, afinal, naquela hora todas as cenas de filmes de terror me passaram pela cabeça. Ao me ver um pouco seguro, pelo menos por alguns segundos, resolvi buscar algumas pistas, afinal, aquele quadro das duas jovens ainda me atormentava, seria aquele um dos quartos delas? Abri todas as gavetas daquele móvel, observando tudo com cuidado.

- Chi, fique de olho em tudo, ok?

Após verificar tudo na cômoda, fui para a escrivaninha verificando tudo com cuidado, depois fui para o outro lado e verifiquei o criado mudo, abrindo tudo, tirando todos os pertences do lugar a fim de encontrar alguma pista do paradeiro daquelas garotas. Apesar de estar focado, a todo o momento eu estava olhando para trás vendo as manchas no lençol. O que fez aquilo com a pessoa poderia facilmente fazer o mesmo comigo.
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Qua Set 09 2015, 04:25

Mathito

Com a possível exceção do barulho feito pela abertura da porta, a qual estava mais velha e danificada do que foi possível perceber pelo lado de fora, não houve nada fora do comum que tivesse conseguido fazer Mathew ou seus Pokémon se assustarem, pelo contrário, pois quando voltaram ao interior da casa se depararam com o que parecia ter sido uma sala de estar.

O novo cômodo era retangular, possuía uma lareira velha no centro de sua parede norte, a qual possuía restos de lenha e alguns papéis, ambos aparentemente queimados. À frente da lareira estava um longo sofá, ao lado do qual estava uma poltrona, ambos eram originalmente avermelhados, mas estavam empoeirados e em mal estado de conservação, inclusive foi possível observar que o apoio para as costas da poltrona possuía um arranhão enorme. Abaixo daqueles móveis estava um tapete, também sujo e parcialmente queimado. Entre os móveis e a lareira, existia uma televisão caída, a qual antigamente era apoiada na parede.

Do lado esquerdo daquela sala haviam duas estantes, das quais uma estava lotada de livros velhos e empoeirados, enquanto a segunda possuía bebidas, especialmente vinho caro, além de um armário em sua parte inferior. Por fim, um grande vaso destruído estava entre as duas estantes, enquanto a planta do recipiente estava caída no chão, murcha, destruída e coberta por terra. Outras decorações, como quadros, esculturas pequenas e plantas, estavam em estado similar e com seus pedaços espalhados por toda a área.

Havia ainda uma porte no canto noroeste da sala, entre uma das estantes e a lareira, uma porta no lado direito da sala e por fim uma porta imdiatamente ao lado daquela pela qual Mathew tinha entrado no lugar, a qual ligava a sala com o quarto que foi visto anteriormente.


Kazehaya

A primeira coisa que Daisuke notou quando se aproximou da cama, foi que a mancha era maior que o que ele havia conseguido enxergar de longe, descoberta que apenas serviu para amedontrá-lo ainda mais. No mínimo o rapaz pôde se confortar com o fato de que não havia nada no teto preparando-se para atacá-lo, o que o permitiu investigar melhor o quarto.

A cômoda, como esperado, possuía muita poeira e roupas, as quais - com a exceção da sujeira - estavam em estado aceitável de conservação. Várias camisetas, saias, vestidos, calças e roupas de baixo dos mais variados e esquisitos gostos foram vistos por Daisuke e eram tantos que todas as gavetas estavam super lotadas com tais vestimentas. O criado mudo não tinha tantos objetos, possuindo apenas um despertador em sua gaveta superior, enquanto na inferior havia um diário, um chaveiro com chave torta, uma bíblia, um crucifixo e uma esfera preta. Por último, na escrivaninha foi possível encontrar canetas e pilhas de papéis com escrita incompreensível, além de uma calculadora.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Qua Set 09 2015, 23:25


Aquilo estava tão estranho. Nada fazia tanto sentido... Vez me sentia perto de pistas, ora de charadas e em muitas vezes de coisas sem sentido algum. Aquelas marcas... Aquela raiva. O ambiente carregava tanta energia negativa que mesmo sem ter um Pokémon sensitivo era perceptível. Mas não parecia ódio, poderia ser incompreensão.

Enfim, após observar bem o lugar, já dentro como se tivéssemos recebido convites para entrar, fui ver os papeis perto da lareira na esperança de ter algo legível. Feito isso, vasculharia devagar a partir dali, tirando fotos como documentos. A primeira foi do grande arranhão na poltrona. Era visível que não foram de mãos humanas. Logo depois, nos pés da mobília de sentar, o tapete parecia queimado, mas não encarei como coisa importante.

Então estava já do lado esquerdo da sala observando as estantes. Elekid estava ao meu lado para iluminar e Tepig procurando vestígios de pistas escondidas. Olhava por entre os livros, passando o dedo para tirar a poeira dos títulos, sem mover nenhum do lugar. Logo investia no segundo armário que chegou a me dar água na boca mesmo sem gostar de beber. Aqueles vinhos devem estar com a idade perfeita! Mesmo assim meus olhos me puxaram de volta à realidade ao reparar num armário em sua parte inferior. Tentaria abrir, caso não conseguisse pediria ao Pokémon Hércules.


off:
Como eu narrei bastante coisa, achei melhor terminar po post seguinte, pq dependendo da história posso mudar de opinião.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Qua Set 09 2015, 23:33




Vasculhei todos os móveis com cuidado, a primeira coisa notei era o gosto estranho ou, no mínimo, diferente da dona daquele quarto, eram muitas peças de roupas dos mais variados tamanhos, estilos e estampas. Mimi ou sentiria inveja ou falaria do gosto estranho da dona do quarto. " Será que a dona desse quarto seria uma daquelas jovens?", pensei, me referindo ao quadro visto anteriormente.

Perdi uns minutos vendo as peças de roupa, depois fui até o criado mudo e vi os itens guardados nele, me chamou atenção duas coisas, um diário e uma esfera preta. Peguei ambos na mão, guardando a esfera preta na mochila e comecei a folhear o diário, vendo se encontrava o nome do proprietário ou alguma informação relevante. Uma bíblia e um crucifixo também estavam ali, peguei o crucifixo e fiquei com ele também, seria uma lembrança daquele lugar quando eu saísse dali.

- Rotom, ilumine mais um pouco aqui, por favor.

O elétrico iluminou melhor a escrivaninha onde eu pude ver vários papéis, nada de muito interessante.

- Chi, Rotom. O que acham de irmos ver o próximo cômodo?

Ambos concordaram, mas antes eu dei mais uma olhada no ambiente, ansiando para que nenhum bicho ou fantasma saísse de baixo da cama e tentasse me matar....
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Sex Set 11 2015, 01:43

Mathito

Embora o lugar não fosse lá o mais agradável para se estar, Mathito e seus Pokémon continuaram seguros enquanto vasculhavam a sala. A primeira coisa que descobriu foi que a maioria dos papéis estavam, de fato, queimados, porém havia um par deles com uma espécie de código ou linguagem a qual ele não conseguiu decifrar à primeira vista, o que tornaria necessário o uso de algum dicionário.

Na estante, o treinador usou o dedo para espalhar a poeira dos livros e tentar descobrir que tipo de material havia ali. Muitos livros possuíam as capas rasgadas ou manchadas, o que tornou seus títulos ilegíveis, porém alguns estavam em estado de conservação bom o bastante para permitir a leitura. Tais livros eram, em sua maioria, livros sobre Pokémon míticos, lendas de Kanto, Hoenn e Sinnoh, ou contos de fada, também sobre Pokémon. O que o rapaz conseguiu perceber foi que o antigo dono dos livros era interessado em tal assunto, o que explicaria a grande quantidade de livros ali, porém a ausência de obras acadêmicas ou sobre outros assuntos era de se estranhar.

Já no armário da estante com as garrafas, o adolescente estranhou ao descobrir que não havia nada em seu interior, ao contrário da forma como aquelas estantes estavam lotadas com livros ou bebidas.


Kazehaya

Quando Daisuke pegou a esfera preta, ele descobriu que estava um pouco empoeirada e, após espalhar a sujeira com a mão, se surpreendeu com o fato de que aquele objeto era uma Poké ball e não uma comum, mas sim uma valiosa Luxury Ball que ainda estava em bom estado! Após guardar a cápsula, o rapaz folheou o diário e descobriu que tratava-se de uma mulher chamada "Anabel". Não haviam outras informações sobre a proprietária do objeto na capa, portanto o treinador decidiu começar a ler.


Primeira página escreveu:Me decepciona imaginar que alguém provavelmente está lendo esse diário. Me decepciona ainda mais saber que existem pessoas que claramente não possuem mais o que fazer e que caem a um nível tão baixo como o de espiar um objeto pessoal de uma garota. Aposto que você deve ter rido ao ver minhas roupas, não é? Aposto que é rude e sujo o bastante para ter posto seu nariz imundo nelas.

Mas não importa, gente nojenta como você não entenderia.


E, após aquelas duras palavras, Daisuke chegou ao fim da curta primeira página. O problema de verdade começou quando o rapaz olhou as páginas seguintes e descobriu que estavam todas em branco, o que não ajudou sua busca. Depois de pegar o crucifixo, o adolescente saiu do quarto e seguiu para o cômodo ao lado, onde encontrou um quarto similar ao que havia acabado de investigar. A diferença principal estava no fato de que a cama do segundo aposento estava com os lençóis muito mais bagunçados, embora não possuíssem manchas, além disso logo acima da cama havia um quadro de um casal de idosos e um garoto de aproximadamente treze anos.


Spoiler:

Kazehaya: +1 Luxury Ball

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• Heracross: 0/31 ☻
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• Tropius: 10/28 ☺
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• Penas de Fletchling x3

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Sex Set 11 2015, 14:39





Quando li o que estava escrito no diário não me aguentei, amassei o papel com um pouco de raiva por ter sido tapado o suficiente de cair em uma pegadinha tão boba. Sai daquele quarto agradecendo aos céus por não ter encontrado nenhum bicho, fantasma, assassino ou coisa parecida dentro daquele quarto.

Fui em direção ao segundo quarto daquela imensa mansão e me deparei com exatamente as mesmas coisas que havia no outro quarto. A diferença principal era o fato de um estranho quadro em cima da cama, se tratava de um casal de idosos e uma criança, achei tudo aquilo muito estranho, mas me atentei a buscar pistas do paradeiro do pássaro por ali, tirei tudo do lugar novamente, buscando em todos os móveis que ficavam ali.

Esperava acabar com aquilo logo e me encontrar com Matthew para sairmos dali com o Pokémon e sem nenhum arranhão ou coisa pior...
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Sex Set 11 2015, 19:05


Salvei os papéis que ainda dariam para recuperar alguma coisa. Tinha certeza que aquilo era importante. Papeis comuns não eram jogados no fogo, como queima de arquivo. Talvez houvesse algo na estante para desvendar aquelas palavras.

Ao passar os dedos por entre os livros me assusto com a quantidade repetitiva do mesmo assunto, mas olhando para os papéis me ocorre a inerência estranha entre os objetos e busco por algum livros específico sobre os contos de Hoenn. Talvez mais tarde poderiam me auxiliar.

Enfim, o mais estranho foi ter um espaço como se fosse segredo e ele estar vazio. Me afastei do armário e pensei por dois segundos antes de dizer:

- Certo... me ajudem a empurrar a estante!

Mesmo que minha intensão fosse arrastar apenas o suficiente para enxergar se tinha algo atrás do móvel, com todos aqueles livros e garrafas seria difícil sozinho.

Ao final, tento juntar pouco do que já tinha visto. Poderia ter sido um homem que, na sua lucidez pela bebida, queimou aqueles registros e destruiu o cômodo... ou ele tentou salvar suas pesquisar? Pensei em sacrifício. Minha mente estava tão ocupada por pensamentos que ao olhar para o lado avistei mais imagens e fui conferir.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Dom Set 13 2015, 01:50

Mathito

Empurrar a adega deixou claro para os Pokémon que Mathew acreditava ter algo fora do lugar e eles não tardaram a cooperar com o treinador. Depois de bastante esforço, o grupo conseguiu mover o móvel alguns centímetros para o lado, sendo o bastante para ver que era improvável que tivesse algum tipo de passagem secreta por trás dali. Se realmente havia algo de errado com aquela estante, provavelmente não estava atrás dela, mas sim em seu interior.


Kazehaya

Daisuke novmaente tentou revirar o quarto por pistas, porém desta vez o rapaz não encontrou nada de anormal ou útil. Dentro do criado mudo havia um lenço velho e empoeirado demais para ser usado, enquanto a cômoda daquele quarto possuía roupas masculinas, mas em números massivamente menores que os do quarto de "Anabel". Haviam alguns ternos, roupas de mordomo e outras roupas formais, com a notável ausência de vestimentas casuais, sendo a única do tipo uma espécie de cachecol que o adolescente encontrou escondido abaixo de um dos ternos.

No final das contas o treinador não conseguiu nenhum progresso em sua exploração ali, a menos que se interessasse pelas roupas do proprietário do quarto. Apesar de tudo, a atmosfera do lugar era pesada, mais que a atmosfera quase melancólica do quarto anterior - a qual ele percebeu apenas naquele momento, quando se sentiu desconfortável no segundo quarto.


Spoiler:

Off: É isso mesmo, Kaze.
E foi mal por não ter postado antes/postar esse post mais fraco. >:


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Dom Set 13 2015, 16:25





De todos os cômodos que visitei naquela mansão, de longe aquele quarto era o que tinha o clima mais pesado de toda a mansão. Eu me sentia observado a todo momento, era como se aquele Jigsaw estivesse novamente tentando me matar a qualquer momento, deixando toda a situação ainda mais tensa. Toquei minha coxa buscando a cicatriz, ela havia começado a latejar só de pensar em toda a dor que eu havia passado em Pewter.

Vasculhei todo o quarto em busca de alguma coisa que pudesse ser valioso, ao menos valioso na nossa missão de resgate ao Pokémon pássaro. Como não havia nada o que fazer e aquele quarto estava me dando arrepios resolvi prosseguir para o próximo cômodo junto de Rotom e Wartortle, que a cada momento se mostravam atentos a tudo. Caso o terceiro cômodo fosse igual aos outros, iria vasculhar da mesma forma, buscando alguma coisa que fosse valioso na busca do Flethchling.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Dom Set 13 2015, 19:04


De nada nosso esforço foi útil, mas ainda estava intrigado com aquele segredo vazio.

Cheguei para trás e ordenei:

- Low Kick e Zen Headbutt!

Logo a estante estaria no chão e eu teria pouco tempo para procurar seja lá o que fosse e entrar em um dos cômodos. Temia que despertasse a ira do inquilino da mansão.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Dom Set 13 2015, 19:22

Mathito

A ideia brilhante de Mathito resumiu-se a ordenar que seus Pokémon derrubassem a adega. Era algo simples, que Tepig e Elekid fariam com facilidade, mesmo que às custas de todas aquelas valiosas garrafas de vinho. Os Pokémon lançaram ataques no móvel em sequência na tentativa de derrubá-lo, porém ele se mostrou mais pesado e resistente do que parecia, ao contrário do que a idade do objeto sugeria. Ainda assim, a adega não estava nas melhores condições e após alguns poucos ataques os Pokémon quebraram os suportes do móvel, que separou-se da parede e caiu na direção de Mathito.

Felizmente, o treinador não foi atingido, contudo em segundos o vinho das garrafas se espalhou pelo chão, além de que o barulho havia sido enorme. O rapaz mal percebeu quando, mas o barulho pareceu provocar algo que mudou a atmosfera do lugar para uma de medo. O adolescente sentiu que estava sendo observado, mas após virar-se não viu nada, embora tal sensação tenha sumido. Após mais alguns segundos, ele ouviu um barulho alto vindo do salão principal.


Kazehaya

Assim como o quarto de Anabel e o do retrato, o terceiro quarto possuía uma cama, um criado mudo, uma cômoda e uma escrivaninha. Ao contrário dos dois primeiros quartos, a cama daquele possuía uma altura menor e estava mais arrumada, ainda que, assim como os outros móveis, estivesse empoeirada.

Novamente a busca superficial não ajudou muito. O treinador encontrou alguns objetos, como um espanador e um spray com material de limpeza, no criado mudo, porém a escrivaninha estava vazia e a cômoda possuía apenas algumas roupas de empregada, as quais estavam, por alguma razão, desarrumadas dentro do móvel.


Spoiler:

Off: Kaze, como a parte dos quartos está bem repetitiva, decidi adiantar um pouco na sua narração pois acreditei que você tentaria investigar o local no mínimo do jeito que investigou os outros quartos, ok?


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Dom Set 13 2015, 19:41


Móveis antigos eram duradouros, mas aquele ali estava me dando nos nervos, e parecia que era recíproco, pois o mesmo queria devolver o tanto que meus pequenos bateram-no.

Ao cair no chão, quebrando todas as garrafas de vinho, senti a poeira levantar e logo minha traqueia querendo fechar como à tempos não fazia. Tossi um pouco e então senti àquele arrepio na nuca de quem está sendo vigiado, embora ter procurado e nada avistado. Logo tratei de vasculhar, pedindo para Tepig me ajudar com o faro e Elekid com o que podia.

Durante a procura, um som alto eu ouvi. Esperava que Dai estivesse bem. Eu pensei em ligar, mas levaria muito tempo e até ele atender levaria mais ainda, então me resumi a mandar um sms.

SMS escreveu:Você está bem?
Ouvi um barulho vindo do salão principal.

Esperava encontrar o que buscava, pois já sabia onde seria meu refúgio e próximo lugar de busca. A porta que parecia levar ao quarto antes visto por uma brecha de uma gasta janela.


Última edição por Mathito em Dom Set 13 2015, 19:43, editado 1 vez(es)

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Dom Set 13 2015, 19:42




Novamente as coisas haviam sido repetidas, procurei alguns objetos que pudessem ajudar em alguma coisa, contudo nada era de muita valia. Me assustei um pouco com a quantidade de poeira, felizmente eu não era alérgico. ..

O ambiente era um pouco mais organizado,  possivelmente era o quarto de alguma empregada da casa. Ali não tinha nada demais, portanto me dirigi ao quarto cômodo daquele corredor, eu esperava encontrar alguma pista do paradeiro do pássaro, pois aquela situação estava se tornando meio estranha, afinal, ainda que eu estivesse sozinho, eu me sentia observado em qualquer lugar que fosse. ...
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