PRÓLOGO - Purin Bastet

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PRÓLOGO - Purin Bastet

Mensagem por Bastie em Sab 8 Ago - 13:28


Prólogo
A manhã do dia 17 de novembro de 2009 estava escaldante. Era um daqueles dias no qual você poderia suar mesmo sem se mexer e baforar exausto em frente a um ventilador, na tentativa de se refrescar. Purin também estava tentando aliviar o calor em um riacho nas proximidades de Petalburg.

Em um mergulho veloz, como se fosse uma bala de revolver disparada contra as águas frias do rio, o garoto com então 12 anos chegou ao fundo do riacho. Ele observou, então, que havia uma considerável quantidade de itens submersos naquelas águas.

Em meio à uma variedade de poké bolas, poções e barras de ferro espalhadas pelo riacho, algo lhe chamou a atenção. Uma pequena incubadora portava algo metálico em seu interior. Purin levou o objeto misterioso até a superfície e analisou-o com cuidados, até que abriu-o acidentalmente.

Era um ovo pokémon. A aparência esverdeada e brilhosa da casca que refletia o sol chamou a atenção do jovem, que decidiu levá-lo para a casa.

No outro dia, Purin voltou para o riacho, agora com óculos de mergulho, disposto a analisar melhor o interior do rio. Às margens das águas, porém, o jovem encontrou vários Rangers comentando sobre Rockets que estavam assaltando pessoas nas redondezas. Os rapazes de vermelho mergulhavam e levavam à superfície vários itens usados por treinadores, como bonés, Pokédex e insígnias de ginásios.

O garoto voltou para a casa às pressas, na intenção de trazer o ovo de volta para a o lago, porém, ao entrar em seu quarto, subir em seu armário e tomar em suas mãos a "caixa proibida", onde ele guardava todos os seus itens secretos, teve uma surpresa: o ovo não estava mais lá!

Purin desceu do armário e, em baixo de sua cama, encontrou uma criatura intrigante. Era amarela em algumas partes e possuía uma boca consideravelmente grande mas sem nem um único dente. Alguns teriam fugido assustados, mas não Purin. O jovem estendeu as mãos para a pequena e tomou-a em seus braços.

Purin levou o pokémon até seus pais e pediu para ficar com ele, já que ela não tinha para onde ir. Seus pais aceitaram, contentes em saber que o jovem estava interessado na tradição da família.

Purin tornou-se, então, algo como a mãe do monstrinho. Ele treinou-o bem e logo o pequeno já estava ajudando nos afazeres da casa e da floricultura. Não demorou para que conquistasse o amor de todos os familiares e clientes.

Mais alguns anos se passaram e Purin nunca soube como o ovo de seu Bellsprout foi parar no fundo daquele lago, porém, ele era muito grato por ter encontrado-o.

Já com dezoito anos, Purin pediu autorização de seus pais para viajar até Littleroot Town, para conversar com o Professor Birch e descobrir mais sobre o tipo Grama. A família autorizou a viagem, contentes com o interesse do filho em pesquisar mais sobre o tipo de pokémons tradicionalmente treinados pela família Bastet. E, assim, Purin partiu em viagem.

O trajeto até Littleroot Town demorou menos de uma hora e, em um piscar de olhos, Purin deixou para traz sua família, sua floricultura e o Bellsprout que um dia treinara.

Purin caminhou até encontrar o laboratório do Professor Birch e entrou pela grande porta prateada que estava aberta, caminhando até o homem de jaleco branco parado bem no centro do salão.

— Com licença — disse o jovem — eu estou procurando o Professor Birch.

— Ah, claro! Você pode escolher entre umMudkip, ou Torchic e um Trekko. Escolha com sabedoria, pois não poderá trocar depois — respondeu o cientista.

— Na verdade, eu vim até aqui para saber mais sobre o tipo Grama. Gostaria de me especializar nestes — interrompeu Purin.

— Ah.. — disse o Professor, claramente envergonhado por não ter ouvido a história até o fim — Sendo assim, vou entregar-lhe um livro muito interessante sobre essas criaturas.

O homem, então, abriu um armário cheio de livros de páginas amareladas e tirou de lá um livreto cuja capa estampava a frase "Tudo sobre: tipo Grama (Versão de bolso)", em seguida, entregando-o para o jovem Purin, que guardou-o no bolso do casaco.

— Mais uma coisa, leve este kit de treinador com você — disse o cientista, enquanto entregava uma compacta maleta vermelha para o jovem aventureiro.

O homem, então, deu as costas para o garoto e sentou-se em uma cadeira branca em frente à um computador.

— Acontece que eu ainda não tenho um pokémon  — anunciou Purin.

Birch, ao ouvir isso, levantou-se e abriu uma de suas gavetas. Esta estava repleta de esferas idênticas, mas com pequenas etiquetas coloridas que diferenciavam umas das outras.

— Aqui. Cuide bem dele, tem um temperamento forte mas é muito amável — disse o cientista, jogando uma esfera nas mãos do monotreinador.

A paciência nunca foi uma das virtudes de Purin. O jovem, ansioso como era, pressionou o botão no centro da esfera, fazendo com que ela expandisse seu tamanho e, então, jogou-a no ar, fazendo com que esta se partisse e liberasse uma névoa luminosa que logo tomou a forma de uma criatura realmente intrigante. Esta, porém, já é outra história.

Observações:
>> O texto começa de verdade após o parágrafo "O trajeto até [...]". Tudo antes disso é apenas para relembrar a história do personagem.
>> Lembrando que o Bellsprout não é meu de verdade, ele apenas aparece na história por motivos de Role Play.
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Re: PRÓLOGO - Purin Bastet

Mensagem por Nerkon em Dom 9 Ago - 20:29

Inicial entregue, pode iniciar sua jornada em Littleroot.
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