Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Qui Jun 15 2017, 15:23

Blake já estava conformado que sua Bounsweet não iria conseguir vencer o confronto, mas os eventos que levaram ao desfecho da batalha o deixaram surpreso. A pequena pokémon fruta demonstrava toda sua valentia e não desistia em momento algum. Tal coragem provavelmente foi o suficiente para que ela atingisse um novo patamar de força, causando assim sua evolução!

Toda a equipe de Blake ficou boquiaberta com aquela evolução repentina. A pequena Peach mal havia se juntado a equipe e já havia conseguido uma nova forma? Que surpreendente! Com isso, a batalha acabou ficando com um gosto de vitória, apesar de ter sido uma derrota. Foi possível perceber também que a interação entre os dois garotos mudou completamente. Ambos viam vantagens em seus monstrinhos e agora agiam como aliados.

McBride então retornou Peach para sua pokébola e foi até os garotos, oferecendo sua mão para trocar um firme aperto de mãos com eles. Sorridente,
os parabenizou e falou de uma forma que o fez se sentir como se fosse irmão mais velho deles:


- Parabéns pela vitória! Estou orgulhoso de vocês! Acho que agora vocês conseguem ver que os pokémons de vocês são fortes, mas são ainda mais fortes quando estão juntos!

O treinador então se despediu da dupla e decidiu ir até o Centro Pokémon, onde deixaria Yuffie e Peach descansando. Assim que elas estivessem 100%, ele pensaria o que mais poderia ser feito em seu dia de folga.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Qui Jun 15 2017, 16:09

Blake e os garotos haviam terminado aquela batalha, e assim, todas as relações ruins que haviam entre eles, haviam se acabado. Peach e Yuffie haviam se entendido, e os dois garotos pararam de brigar, o que deixou Blake bastante orgulhoso.

- Obrigado moço. E pode deixar que de agora em diante, vamos parar de brigar. Não importa muito quem é o mais forte, o que importa é que somos mais fortes juntos. – Dizia o garoto do Shiinotic enquanto retribuía o cumprimento do oponente.

- Tá bom, tá bom, vamos trabalhar juntos então. Ai podemos formar a dupla mais forte. – O outro garoto tentava concordar, e saia andando depois de apertar a mão de Blake. - Vamos logo! Temos que começar a treinar então.

Os dois garotos então foram na direção oposta à que Blake ia, já que o jovem treinador de Hoenn voltava para a cidade. Blake decidia ir até o Centro Pokémon, para poder recuperar a energia das duas pokémons que haviam participado da batalha. Ele teve que andar bastante, já que o Centro Pokémon ficava na extremidade oposta da cidade.

Depois de alguns minutos de caminhada, ele finalmente chegava no estabelecimento. Os Centros Pokémons de Alola, eram bastante diferentes dos de Hoenn, além de terem o balcão de recuperação onde a enfermeira Joy fazia seu trabalho, havia também uma pequena lojinha de um lado e uma pequena cafeteria do outro. Talvez fosse por ser uma região bastante tropical, e ali sempre haviam bastante turistas. Blake entrou pela porta principal, e foi direto ao balcão de recuperação, já que foi por esse motivo que chegou ali.

- Ei garoto! Você não é daqui não, né? – Dizia uma voz masculina que vinha do canto perto da cafeteria. Mas era meio obvio que Blake não era dali, já que ele estava vestido como um turista de férias.
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Qui Jun 15 2017, 17:21

Após muito tempo de caminhada, enfim adentrei o Centro Pokémon. Para evitar tumultos, deixei todos os meus pokémons dentro de suas pokébolas e logo entreguei as esferas de Yuffie e Peach para a Enfermeira Joy, pedindo para que cuidasse bem delas. Enquanto aguardava, olhei os arredores e percebi que o Centro Pokémon de Alola era um pouco diferente.

Seu hall de entrada possuía uma área maior e além da tradicional lojinha, havia também uma cafeteria. Achei que seria uma boa ideia tomar uma xícara de chá enquanto meus pokémons descansavam, então me aproximei do balcão. Porém, antes que eu chegasse lá, um homem me chamou e perguntou se eu era um turista. Ao observar minhas roupas, percebi que isso estava explícito. Fato que pra mim foi um pouco constrangedor, afinal, morei por anos em uma cidade litorânea e nunca havia me vestido e me portado daquele jeito.

Um pouco constrangido, aproximei-me do dono da voz e me apresentei. Como todas as pessoas de Alola pareciam ser cordiais, tentei ser o mesmo. Fui educado e sorridente.


- Olá! Me chamo Blake e sou da região de Hoenn! E você?

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Qui Jun 15 2017, 18:33

Depois de deixar seus pokémons com a enfermeira, Blake se virou em direção a cafeteria, e como o estranho chamou sua atenção, ele se aproximou para conversar. Tentando ser tão cordial quanto os habitantes de Alola, Blake se apresentou.

- Sou Fred. – Respondeu o homem retribuindo o sorriso. - Também não sou daqui, mas já moro aqui a uns dez anos. – O homem não tinha os mesmos traços dos habitantes da região e isso era bastante nítido, mas por causa do tempo que vivia ali, sua pele já havia adquirido uma coloração bastante natural. Seu cabelo loiro acabava causando um contraste com a pele morena, ainda mais com seus olhos azuis, mas não o deixava com uma aparência estranha. - Não sei se você já conhece as outras ilhas... Mas eu costumo fazer umas viagens de barco entre elas. E de vez em quando, levo passageiros para visita-las. – O homem mexeu em uma bolsa ao seu lado, e tirou um panfleto. - Aqui. – Disse estendendo o panfleto para Blake. - Se estiver interessado em fazer um passeio, daqui a meia hora eu estou zarpando ali do cais. E não preocupa com dinheiro, não vou te cobrar muito.

Assim que o homem terminou de falar, a enfermeira chamou a atenção do jovem para que buscasse suas pokébolas. Agora ele teria um tempo para pensar na proposta que acabara de receber.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Sex Jun 16 2017, 12:52

O homem logo se apresentou para Blake. Ele se chamava Fred e, para a surpresa do treinador, ele não era nativo de Alola. Mas o que ele falou era verdade: sua pele era bem bronzeada e ele já tinha o modo de falar e gesticular dos nativos, apesar de haver resquícios um sotaque desconhecido em sua fala. Seria ele da região de Kalos? Unova?

Não importava. O fato mais interessante era de que o homem havia feito uma proposta interessante para Blake: um passeio de barco aonde ele poderia conhecer as outras ilhas! No plano turístico que ele havia recebido havia ficado restrito dele conhecer uma ilha só, então McBride ficou em dúvida se aceitaria ou não. Mas como ele estava de férias, decidiu aceitar a aventura. Ele agradeceu a proposta de Fred e aguardou Yuffie e Peach ficarem prontas.

Assim que Joy devolveu as pokébolas das duas fêmeas, Blake não perdeu tempo e foi logo procurar Fred. O passeio iria começar em poucos minutos, então era melhor ele não perder tempo.


- Esse passeio costuma durar quanto tempo? Tenho poucos dias em Alola e ainda pretendo desafiar o Trial. - Foi o último questionamento feito. Se a resposta fosse favorável, o jovem entraria no barco sem pensar duas vezes.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Sab Jun 17 2017, 18:15

Logo depois que Blake pegou suas pokébolas com a enfermeira Joy, ele se virou e viu que o homem já havia saído dali. Assim ele saiu do Centro Pokémon e foi até o local indicado para encontra-lo, já que havia gostado da ideia de visitar as outras ilhas, mesmo que fosse por um curto tempo. Assim que chegou no cais, viu um barco branco ancorado lá, não era muito grande parecia ser de porte médio. Fred estava bem à frente do barco, conversando com outros dois homens, esses pareciam ser habitantes locais, e um grupo de turistas esperava ali próximo. Blake se aproximou dos homens que conversavam e fez uma pergunta à Fred.

- Oi.. Então... – Disse Fred em um tom suspeito, respondendo a pergunta. - Não vai demorar muito. Uma hora em cada ilha, mais uma hora no trajeto entre elas... Umas quatro horas no total. - Ele olhou no relógio, e fez sinal para os outros dois homens. - Então, vamos partir? Pode entregar o dinheiro a um dos dois ali. Pk$100.

Os dois homens foram até os outros turistas, e começaram a recolher o dinheiro. Entre os turistas haviam adultos e crianças, homens e mulheres, e todos começaram a subir no barco. Um por um, pegavam um colete salva vidas, e se sentavam em uma das dez cadeiras. Se Blake fosse participar da excursão, ele deveria fazer o mesmo.
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Dom Jun 18 2017, 04:28

A explicação de Fred foi como música para os ouvidos de Blake. O rapaz teria uma oportunidade de conhecer todas as quatro ilhas de Alola em um único dia! Infelizmente uma hora em cada local não seria o suficiente para satisfazer todas as suas curiosidades, mas aquela era uma oportunidade única e não deveria ser desperdiçada.

Sem questionar, o rapaz pagou sua passagem e seguiu todas as instruções. Logo colocou seu colete salva-vidas e sentou num acento que estava vago. Olhou ao redor e foi cordial, sorrindo para os outros turistas ali. Eles também seriam seus colegas de passeio! Infelizmente o barco parecia ser pequeno, então ele não poderia chamar nenhum de seus parceiros para assistirem o passeio.

Com tudo pronto para iniciar a excursão, Blake simplesmente esperou. Torcia para que houvesse algum guia que pudesse contar detalhes para eles. Não que o biólogo de Slateport fosse precisar - ele de fato estudou sobre a região de Alola durante uma semana inteira antes de sua viagem. Velhos hábitos nunca mudam.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Seg Jun 19 2017, 11:12

Blake passou o dinheiro para um dos homens que estava ao lado da rampa de acesso ao barco, e logo depois embarcou, pegando também um dos coletes e o colocando. As cadeiras eram todas posicionadas nas laterais do barco, deixando os passageiros sentados uns de frente para os outros. O espaço central ficava livre para passagem, mas também havia um alçapão ali, que dava acesso a um deposito. O jovem escolheu o acento mais próximo e se sentou, sorrindo para os outros passageiros.

Depois de todos os passageiros terem embarcado, Fred finalmente subia no barco, e aproveitava para desamarrar a corda que prendia o barco à doca. Depois de alguns poucos minutos de preparação, o barco finalmente começou a se mover. Haviam oito passageiros além de Blake, e todos pareciam empolgados quando o barco começou a se afastar da doca. Os dois homens que não foram apresentados, ficaram no fundo do barco, um de cada lado, e Fred estava nos controles, na parte da frente.

Depois de se afastar o suficiente, o barco começou a seguir para a esquerda, passando pela praia onde Blake havia estado anteriormente. O barco não ia muito rápido, e assim era possível os passageiros poderem admirar a ilha à distância, mesmo sem que nenhum dos três homens da excursão dissesse uma palavra. Blake estava sentado do lado direito do barco, e assim ficava bem de frente para a visão da ilha, as duas mulheres e o casal que estavam à sua frente, precisaram se virar para verem o que ele via. As duas mulheres pareciam incomodadas com a situação, já que nenhum dos dois homens que trabalhavam para Fred, diziam alguma coisa. A família que estava sentada do lado de Blake, conversava entre si, e comentava sobre como a ilha era bonita vista dali.

A vista era realmente bastante bonita. No fundo da ilha, as partes mais elevadas eram cobertas por vegetação, e um pouco mais à frente, na direção em que o barco seguia, era possível ver uma grande montanha de pedra, sem nenhuma vegetação. Um pouco mais à frente, na água, se encontravam pequenos bancos de areia, que eram cercados por um lado por uma extensa parede de corais, e pelo outro lado a ilha.

Fred guiava o barco na direção do conjunto de bancos de areia, sem sair da parede de corais. Ele diminuía a velocidade enquanto manobrava o barco entre eles, até que se aproximou de um grande banco de areia, que mais parecia uma pequena ilha, e atracou ali. - Pessoal! Vamos descer ali. – Dizia em tom autoritário. - Vamos fazer uma pequena pausa para conhecer a fauna local. E aconselho que deixem seus pertences no barco, já que podem molhar, e não nos responsabilizamos por perdas. E também não será permitido que liberem seus pokémons, se vocês tiverem. Podem deixá-los no barco também.

Os dois homens desceram primeiro, e logo depois o casal desceu carregando apenas uma máquina fotográfica, deixando o resto de seus pertences em cima dos bancos onde estavam. As duas mulheres que pareciam amigas, não gostaram muito da ideia de deixar suas coisas ali, mas depois de uma pequena discussão entre elas, resolveram deixar e descer. A família que estava ao lado de Blake, estava tendo problemas, já que uma das crianças queria levar os seus brinquedos com ele, e os pais insistiam para que ele deixasse ali. O que Blake faria?
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Ter Jun 20 2017, 09:43

Off:
Estou sentindo uma treta! -qqq


A princípio o passeio de barco estava parecendo maravilhoso. A vista era agradável, os turistas eram amigáveis e o ar tropical deixava qualquer um animado.

Mas aos poucos a ilusão de perfeição começou a desaparecer. Blake percebeu que havia algo de estranho ali. Além de Fred, haviam dois indivíduos trabalhando na embarcação e eles tinham atitudes e aparência suspeitas. Quando o barco finalmente parou, a situação ficou ainda mais estranha. Foi recomendado a todos deixar não só seus pertences como também seus pokémons no barco.

Blake não foi o único a ficar relutante com tudo aquilo. Percebeu que duas garotas deixaram suas coisas ali sem sentir segurança e logo notou que um garotinho chorava porque queria levar seus brinquedos. Blake gentilmente aproximou-se do garotinho e lhe deu uma sugestão:


- Vai ser complicado levar todos os seus brinquedos. Por que você não escolhe só um deles pra levar com você? Eu vou fazer a mesma coisa!

Após dizer aquilo para o garoto, Blake deixou sua mochila na embarcação e então seguiu em frente. Porém, em sua cintura, seu cinto de pokébolas ainda estava preso firme e forte. Nunca que ele deixaria seus pokémons sozinhos num local desconhecido.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Qua Jun 21 2017, 09:25

Blake se aproximou do garoto que insistia em levar todos os seus brinquedos, e dizia para ele escolher apenas um, e assim não teria problemas. O garoto olhou para o desconhecido e limpou suas lagrimas dizendo: - Tá bom! Vou levar só o meu barquinho. Aí eu vou poder ir atrás dos pokémons. - Em seguida Blake se afastou novamente e deixou sua mochila no barco assim como os outros, mas ficando com seus pokémons, e depois desceu. A família agradeceu ao jovem pela ajuda com o garoto, e também saíram do barco. Apenas Fred havia ficado sentado no barco, no mesmo lugar em que estava.

Ao descer do barco, todos acabaram molhando um pouco os pés, já que o barco não podia se aproximar tanto da areia. Blake olhou em volta, e percebeu que não era possível ver a ilha dali, já que uma grande rocha estava na frente, e provavelmente, ninguém que estivesse na ilha, poderia vê-los ali. O casal parecia não se preocupar com nada além de tirar fotos da paisagem, que apesar de não ter nada ali além da pedra, ainda assim era bastante bonita. A grande rocha era coberta de musgo, a deixando com uma aparência bastante peculiar, e impossibilitando que alguém tentasse escala-la. Bem de frente ao banco de areia, a grande parede de corais passava, e ali era possível ver que havia uma grande quantidade de pokémons selvagens ali. As duas mulheres que antes estavam desconfiadas, agora pareciam mais relaxadas, e observavam um bando de Mareanies se alimentando dos corais (Corsolas mortos...). A família também parecia bastante animada agora, os dois garotos começaram a brincas na água, e os pais ficaram observando o contorno de uma das outras ilhas da região, que era possível ver a uma certa distância dali.

Sem perceber, todos haviam se afastado do barco, menos os dois homens que trabalhavam para Fred. E enquanto todos estavam distraídos, eles subiram no barco despistadamente, esperando não serem vistos. Era uma atitude bem suspeita.

Off: Oia a treta... rsrs
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Dom Jun 25 2017, 23:54

Off:
Treta foi tanta que até desisti do fórum por uns dias. -n

Tive uns dias super cheios, trabalhei horrores, mas acho que agora minha rotina segue normal.
Vamos lá, estou curioso pelo plot. o/


A conversa de Blake com o garoto deu certo. Ele logo parou de chorar e levou apenas um de seus brinquedos para a caminhada pela ilha. Aquele simples gesto e resolução de impasse fez com que Blake se sentisse ótimo. Quem sabe ele teria vocação para ser pai um dia?

Mas logo ele deixou essa cena de lado e desceu do barco com seu cinto de pokébolas bem firme em sua cintura. Eles teriam que andar um pouco no mar para chegar na areia, pois se a embarcação atracasse numa parte mais rasa, ela ficaria presa ali. Fazia sentido, então Blake não desconfiou de nada.

O jovem então começou a admirar a paisagem, que se resumia a uma pedra enorme coberta de musgo. Provavelmente seria perigoso demais escalar a mesma, pois um simples descuido poderia ocorrer num escorregão. Foi possível ver também a fauna local, com Corsolas fugindo e Mareanies aproveitando de um banquete um pouco fatal... Era difícil para o biólogo ver aquela cena, mas ele se conformava, pois era o ciclo da vida.

Mas logo McBride ficou com uma dúvida: qual das ilhas era aquela? Ula'ula? Akala? Ele decidiu então perguntar para um dos guias ou para Fred, mas, ao olhar ao redor, percebeu que nenhum deles estava por perto. O que havia acontecido? O jovem então decidiu caminhar em direção ao barco, na esperança de encontrar um deles para falar mais sobre aquele local.

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Seg Jun 26 2017, 08:15

O jovem parecia não haver percebido, que o local que eles estavam no momento, era apenas um banco de areia que ficava ao redor de Melemele. Já que estava com dúvida em sua localização, ele resolveu perguntar aos guias. Ao se virar para perguntar, percebeu que eles não estavam por perto, mas sim de volta ao barco. Blake então seguiu para lá, para tentar falar com algum deles.

Assim que o jovem se aproximou do barco, já na parte do mar, uma coisa inesperada aconteceu. Um ronco no motor do barco, indicou que ele havia acabado de ser acionado, e logo depois a voz de Fred ressoou em um tom debochado. - Vamos, peguem logo as coisas daqueles trouxas, e vamos embora. Não vai demorar pra eles perceberem que foram roubados e deixados à deriva. Há há há... – De onde Blake estava, ele pôde ver que os dois homens começaram a pegar as bolsas que foram deixadas no barco, mas eles estavam tão distraídos que não perceberam que ele estava ali. Mas ele precisava fazer alguma coisa logo, já que o barco acabava de começar a se mover.
Off: Não deve ficar muito bom, pq estou um pouco sem criatividade esses dias... Mas espero que se divirta.
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Ter Jun 27 2017, 00:34

Off:
Não desmereça sua criatividade. Eu pelo menos achei essa ideia da pegadinha de turistas muito boa. Alola é um lugar tão deboísta que ninguém desconfiaria desse golpe mesmo. lol


Quando Blake aproximou-se do barco, não conseguiu acreditar no que estava acontecendo: era tudo um golpe! Os homens simplesmente iriam deixar todos os turistas à deriva e roubar os pertences deles que ficariam no barco! Estava explicado porque o passeio era tão interessante e custando tão pouco.

Felizmente a presença dele não havia sido notada. Decidiu então recuar e pensar em uma estratégia. Sua primeira ação foi chamar para fora da pokébola Skylar,
sua Pidgeotto. A ave logo ameaçou berrar de alegria ao sair, mas Blake fez um sinal e ela se segurou por alguns instantes.


- Não podemos fazer barulho agora, ok? Aqueles homens estão tentando roubar a minha mochila e os pertences de várias pessoas inocentes.
Quero que você siga naquela direção e faça o possível para chamar os turistas de volta pra cá!


Blake apontou para a direção no qual ele havia vindo, onde as outras vítimas provavelmente estavam. Seria bom trazer eles de volta, pois caso algum deles estivesse com um pokémon, poderia ajudar.

A segunda criaturinha convocada por Blake foi Yuffie, a Frogradier. Ela era rápida e tinha excelentes habilidades de camuflagem. No improviso, McBride teve uma ideia para ganhar tempo:


- Yuffie, faça o possível para não ser notada! Mostre a verdadeira ninja que você é! Vá até aquele barco e use seu Ice Beam para congelar a água em torno do barco. Mas cuidado para não destruí-lo, precisamos dele para voltar!

Como Blake não sabia quanto tempo Yuffie demoraria para imobilizar o barco, decidiu fazer algo arriscado: se expor. O jovem logo empunhou a pokébola de Poncho e então foi na direção dos golpistas.

- Já estão indo embora? Mas e nós, pobres turistas indefesos,
como ficamos?

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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Andros em Ter Jun 27 2017, 10:50

Aproveitando que sua presença ainda não havia sido notada, Blake se aproveitou para executar um rápido plano que teve. Chamando sua Pidgeotto, ele a pediu que chamasse a atenção dos outros turistas, para que eles também pudessem ajudar de alguma forma. Assim a ave partiu rapidamente em direção a família que estava mais próxima.

- Olha papai, um Pidgeotto! – Gritou a criança que brincava com seu barquinho, chamando a atenção de sua família e da dupla de amigas que estavam próximas a eles.

Quando todos se viraram para olhar, uma das amigas acabou vendo o que acontecia. - Gente, o barco está indo embora! – Gritou espantada, e assim chamou a atenção do restante do grupo. Todos começaram a gritar e correr na direção do barco. “Ei!? Não nos deixe aqui!”

Nesse momento, Frogadier pulava na água e nadava rapidamente para alcançar o barco que não estava muito longe, já que ia devagar para não fazer barulho. Mas o plano de Blake acabava não dando muito certo, já que a gritaria dos outros turistas, acabou chamando a atenção da tripulação de Fred. Os homens avisaram o capitão, e ele começou a acelerar o barco para aumentar a distância. Blake que ia na direção do barco com a pokébola de seu Lombre em sua mão, não tinha muito o que fazer ali, agora que o barco começava a se afastar com mais velocidade. Mas ele ainda tinha o elemento surpresa de Yuffie, que ainda não havia sido vista e estava quase chegando.

Mesmo tendo aumentado a velocidade, o barco ainda não podia seguir muito mais rápido, já que a água ali era mais rasa e haviam muitos corais envolta. Assim não foi difícil para a eximia nadadora os alcançar. Com um grande salto, Yuffie saiu da água e lançou um poderoso raio de gelo, que acertou a água envolta do barco deixando-a congelada. A Frogadier aterrissou na camada de gelo e encarou os bandidos sem saber o que fazer depois. O gelo havia chegado até o motor do barco e em suas laterais, assim o barco não teve mais como se mover e encalhou.

- Sua des********! – Xingou um deles furioso. Em seguida pegando um remo de debaixo do banco, e começando a bater no gelo para tentar soltar o motor do barco. O outro também xingou um palavrão, mas esse pegou uma pokébola e a lançou na direção de Yuffie. - Vai Raichu, Thunderbolt! – O roedor saiu da esfera surfando no ar, como se estivesse passando por dentro de um tubo. Frogadier deu um salto para trás no momento em que uma poderosa descarga elétrica saiu das bochechas de Raichu, acertando o local exato onde ela estava anteriormente.


- Que droga! Quantas vezes eu falei pra vocês conferirem se algum deles levou os pokémons... Isso sempre tem que acontecer? Seus retardados! – Fred saía finalmente de seu acento. Ele também estava furioso, mas era com seus colegas. Ele encarava Blake de longe e dava um sorriso sarcástico. - Você se acha esperto? Vamos ver então!

Blake e os outros turistas estavam um pouco distantes, precisariam nadar para alcançar o barco. Os turistas ainda gritavam, e Skylar aproveitava para gritar junto com eles, do jeito que ela gostava, se balançando e gritando para chamar atenção. Fred se aproximava da beirada do barco e saltava para o gelo. O estrangeiro andava devagar até um coral que estava próximo e liberava um pokémon.


- Chame seus amigos e ataque aqueles trouxas. - Disse apontando para os turistas. - Não quero que sobre nada deles. - O Toxapex começou a emitir seus sons característicos, e assim pulou para dentro da água, sumindo da vista de todos. O que aconteceria em seguida era um mistério.
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Re: Capítulo 18.1 - No balanço da rede, no balanço do mar

Mensagem por Artie em Qua Jun 28 2017, 02:58

Off:
Vish, a treta vai ser pior do que eu pensava. q


O plano não seguiu 100% conforme o planejado por Blake, mas os resultados acabaram sendo satisfatórios. Yuffie conseguiu imobilizar o barco e a farsa foi descoberta pelos demais turistas. Porém, as ações de Blake trouxeram consequências: os bandidos logo reagiram e chamaram pokémons para atrapalhar.

Curiosamente um deles era um Raichu. Mas não era um Raichu igual ao Zappy, espécime pertencente ao time de Blake. Aquele roedor elétrico tinha uma pelagem mais escura, olhos azuis e flutuava. Claramente uma Alola Form! Mas Blake não poderia se aprofundar: sua pokédex havia ficado no barco... Mas, devido ao uso do Thunderbolt, era evidente que ele também era do tipo elétrico, então Blake solicitou para Yuffie atacar com golpes diferentes:


- Yuffie, ataque esse Raichu com seu Ice Beam e depois use seu Dark Pulse!

Enquanto Yuffie batalhava, Blake viu aquele Toxapex ser chamado e sumir na água. Aquilo não era nada bom... Sem saber como agir, Blake simplesmente torceu para que Skylar conseguisse proteger os turistas caso uma ameaça surgisse. Enquanto isso, ele tentava dialogar com os bandidos. Seu único objetivo com aquele ato era distraí-los.

- Por que vocês agem com tanta covardia? Atacar pessoas que apenas queriam se divertir com suas famílias e amigos é um golpe muito baixo!

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