Pokémon Mythology RPG
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Mensagem por Vincent Moonrose em Qua Set 18 2013, 15:28

Spoiler:




Já deveria ser quase duas horas da tarde, mas o céu estava escuro quase como a noite, fazendo com que os tripulantes da aeronave não tivessem uma vista agradável da paisagem. Vincent tentava esconder a tensão, olhando para os lados e distribuindo alguns risinhos forçados, o outro treinador dormia tranquilamente e Victoria brincava com a Oddish em seu colo.

– Estamos sobrevoando a floresta de Viridian. – Disse o piloto. – Só mais alguns minutos e chegaremos ao nosso destino.

Sua voz parecia firme e segura, de quem sabia o que estava fazendo. Apesar disso, o monotreinador continuou se sentindo desconfortável. Até Pallet, a viagem seguia de um jeito tranquilo mesmo com o dia nublado e a presença de pouca chuva, mas, ao passarem pela rota um, o tempo mudou completamente, apresentando nuvens carregadas e relâmpagos por toda a parte.

– Achei que você já estivesse tranquilo quanto a voar... – Provocou Victoria ao perceber o desconforto do rapaz. – Relaxe. Esses acasos acontecem.

Vincent sorriu, envergonhado. Victoria, apesar de ser mais velha que ele, não parecia ter tanta experiência assim, mas falava como se já tivesse rodado o mundo, o que deixava o jovem de Pallet intrigado.

Eis que um clarão invade toda a aeronave e some quase que um segundo depois. Como conseqüência, o helicóptero começou a rodopiar no ar, acordando o treinador que estava dormindo e deixando o monotreinador ainda mais apavorado. Nem mesmo Victoria, que sempre passou tranquilidade, estava confortável daquela vez. A mesma puxou o pokémon que estava em seu colo contra o seu corpo preso com o sinto de segurança, tentando impedir que ele se soltasse e saísse quicando de um lado a outro. Após quase um minuto de turbulência, o voo voltou a adquirir estabilidade.

– O que está acontecendo!?? Você não falou que estava tudo bem? – Perguntou o treinador ao piloto, ofegante.

– Deve ter sido um raio. – Justificou-se. –Faremos um pouso de emergência.

– Oddish, hora de retornar. – Dizia Victoria de forma carinhosa. – Caso aconteça alguma coisa, você estará mais segura dentro de sua pokébola. – A pequena Oddish contestou, tentando escapar da mão da treinadora que, enfim, conseguiu retorná-la para sua esfera bicolor.

A tranquilidade, porém, não permaneceu por muito tempo. Um novo clarão invadiu o interior do helicóptero e, dessa vez, durou mais que um segundo.







OFF: Portal pra HF/Limbo. Tem muita gente nesse helicoptero e creio que o parceiro não pode acompanhar, né? Mas a intenção é separar todos mesmo. Cada um iria pra um canto e tal e eu só a encontraria depois no centro, caso consiga sair. lol
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Mensagem por Artie em Qui Set 19 2013, 14:00

off:
Yo, Vincent! ^^
Assumirei sua rota. Gostei da forma como você começou a história, acho que vou aproveitar o embalo para preparar você para o Limbo.
Serei malvado dessa vez. Muwahahahaha!



Para o pânico de todos ali presentes, o pior realmente havia acontecido: após passar o clarão, a temperatura dentro do helicóptero subiu bruscamente e ao olhar para os fundos, foi possível perceber que a calda do meio de transporte estava em chamas.

O pânico tomou conta de todos e as reações foram variadas. Desde pessoas chorando até pessoas gritando palavrões de forma desesperada. Não demorou muito para o piloto do transporte tomar uma iniciativa e passar um comunicado para acalmar os ânimos de todos.


– Fomos atingidos, mas podem permanecer calmos. A nave permanece estável e em poucos minutos o pouso de emergência será efetivado.

Tal anúncio acalmou os ânimos de todos os passageiros. Mas apenas por alguns instantes. Um terceiro clarão surgiu e dessa vez durou mais que os anteriores. Segundos depois, o desespero voltou e não haveria piloto capaz de resolver a situação: o helicóptero estava em queda livre.

Sem escapatória, não houve outra solução: o piloto saiu da cabine e foi até a porta do transporte, entregando uma espécie de mochila para todos ali presentes. Em seguida abriu a porta, fazendo sinal para eles pularem.


– Coloquem os paraquedas, contem até três e puxem a cordinha! Rápido!

Rapidamente a grande maioria dos passageiros colocou o equipamento e saltou do helicóptero. Vincent e Victoria foram os últimos a pular e deram as mãos ao saltar. Seguindo a ordem do piloto, contaram até três e puxaram a cordinha que havia na lateral da mochila, fazendo com que o equipamento de segurança inflasse e diminuísse a velocidade da queda.

Tudo parecia tranquilo. A dupla pararia em algum local no meio da Viridian Forest, mas seria melhor do que ficar dentro de um helicóptero em queda livre. Mas a chuva continuava forte e aquele parecia não ser o dia de sorte do monotreinador venenoso. Uma forte onda de vento surgiu de repente e acabou empurrando o paraquedas de Vincent, afastando-o de sua parceira e demais passageiros do transporte.

Apesar de conseguir chegar ao chão em segurança, agora estava solitário na floresta. Durante o dia, ela era dominada pelo verde e tinha um ar amigável. Mas o mesmo não podia ser dito sobre ela durante a noite. Após o sol ir embora parecia que as trevas dominavam o local e tudo parecia macabro, sombrio.

Dentro do possível, o jovem tentou manter a calma. Estava sem a companhia de humanos, mas seus parceiros pokémon ainda estavam ao seu lado. Sem outra opção, começou a trilhar no meio da vegetação em busca dos demais passageiros, mas nada encontrava.

Após horas, sentiu que estava andando em círculos e já cogitava desistir. Foi quando um portal mágico surgiu diante de seus olhos. O rapaz já havia parado na Hapiness Forest antes e tinha a esperança de que o portal para lá o ajudaria a sair em segurança daquele pesadelo.

Mas, ao entrar no portal, se deparou com algo inesperado: em vez de parar na floresta mística que ele já conhecia, acabou sendo transportado para um local completamente diferente.

O macabro e o sombrio da floresta ainda o perseguiam, mas dessa vez, sem vegetação a sua volta. O céu estava completamente negro em contraste com uma enorme lua cheia branca, iluminando um local completamente cinza. Se não fossem as roupas coloridas de Vincent, ele poderia desconfiar que havia perdido a capacidade de ver cores.

Observando o local com mais calma viu que aquele local cinzento era um cemitério, com lápides por todos os lados. A grande maioria sem nome. Em sua frente havia uma grande estrada que levava a uma construção um pouco distante, que não era possível identificar.

Nada poderia ficar pior que aquilo. Pelo menos era o que ele esperava....

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Mensagem por Vincent Moonrose em Sex Set 20 2013, 02:13

Spoiler:
OFF: Artiee, nos encontramos de novo \o/
Já to com medo =x




Vincent achou que as emoções que tivera dentro da mansão abandonada de Cinnabar fora o máximo que lhe poderia acontecer; estava enganado. “Veículos aéreos são os mais seguros do mundo” Costumava ouvir com freqüência e até concordava com tal tese, embora estar dentro de um destes fosse, para um matuto do interior de Kanto como ele, um pesadelo. Sua primeira viagem foi demasiadamente tranquila, deixando-o mais seguro para a segunda – que o tempo ruim transformou em um verdadeiro trauma.

Embora nunca tenha sido supersticioso, o jovem de cabelos dourados não deixou de sentir que aquela tempestade parecia diferente das demais... Como se houvesse uma força maligna por trás daquelas nuvens escuras e carregadas. Sua intuição só viria a se confirmar quando se viu obrigado a saltar do helicóptero como única saída caso quisesse sair vivo daquela tragédia anunciada.

Também nunca foi muito fã de altura, mas o salto foi tão rápido e desesperado que nem deu tempo de sentir medo. Quando se deu por si, já estava em um lado isolado da floresta, longe de Victoria e de todos. Após livrar-se do equipamento que o salvara, marchou floresta adentro a procura dos demais passageiros. Alertavam que a floresta de Viridian era perigosa, que andar por ela sem orientação poderia fazer qualquer explorador ficar perdido por dias até – e se – ser encontrado, Vincent poderia confirmar essa história agora.

Depois de muito caminhar e gritar por pessoas, o que ele encontrou foi um estranho portal. Logo se lembrou da vez em que fora parar em uma floresta maluca onde topou com o seu primeiro Croagunk. Talvez aquilo pudesse levá-lo de volta para lá... Certo que não foi das melhores experiências que teve na vida, mas ao menos seria melhor que ficar ali, sozinho, encharcado e com frio.

Timidamente se moveu até ele e, após respirar fundo, jogou-se em seu interior. Não sabe por quanto tempo ficou desacordado, mas, quando abriu os olhos, teve a impressão de ainda estar com eles fechados. Sentiu-se um tanto zonzo enquanto via as coisas ganharem forma em sua frente. Tudo era tão escuro e... morto. Jamais vira algo tão sem vida como aquele lugar, um contraste claro da floresta vívida que fora parar na outra vez.

– Alguém ai? – Gritou, em vão.

A noite predominava, sendo a lua a única coisa bela que compunha a paisagem. Quando tropeçou em uma das lápides foi que percebeu onde estava: em um cemitério. Sentiu todos os pelos do seu corpo eriçarem enquanto um calafrio percorria o seu corpo. Naquele momento achou que estivesse morto.

Sim, o avião na verdade teria caído e ele, assim como os outros, havia morrido. Estava agora em outro plano, num inferno, talvez.

Olhou por toda a sua volta e o cenário era o mesmo, somado ao incômodo odor de morte que penetrava suas narinas. Eis que teve uma idéia, se estivesse morto, provavelmente não teria seus pokémon consigo! Tirou a mochila das costas e pegou a pokéball de um de seus parceiros, lançando-a para cima.

– Venonat! – Exclamou ao ver sua pequena companheira.

Venonat, ao perceber onde estava, ficou apavorada, correndo na direção do treinador e se escondendo entre suas pernas. A pokémon grunhia uns sons estranhos, de desespero, como se sentisse ou soubesse o local onde viera parar.

– Eu sei, eu sei... – Disse Vincent, agachando-se para ficar na altura da monstrinha assustada. – Também não gosto nada desse lugar. – Afagou-lhe o espaço entre suas antenas. – Mas sei que você é boa em encontrar coisas, certo? – Forçou um riso tentando acalmar a parceira. – Conto com sua ajuda para acharmos uma saída.

Aos poucos a pokémon foi amolecendo, mas ainda hesitava. Vincent então resolveu presenteá-la com algo, o que o levou a fuçar novamente sua mochila.

– Tome isto. – Pegou um ovo prateado e mostrou a inseto, que o analisou com curiosidade. – Dizem que a sorte caminha com aqueles que o carregam. Quero que fique com você, para que nenhum mal lhe aconteça.

Comovida a pokémon recebeu o presente que fora pendurado em seu corpo como um pingente. A camada de pelos que cobre seu corpo quase o encobriu por completo. Vincent sorriu e fez novamente um carinho em sua cabeça.

– E então, vamos?

Venonat sacudiu-se e tentou rastrear alguma coisa. Não parece ter tido sucesso, mas, ainda assim, pôs-se a marchar em frente, na trilha que se estendia aos olhos do treinador. Este seguiu a pokémon, sem se distanciar muito da mesma.





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OFF: Tentei não me estender muito e evitar repetições, mas... =x
O objeto foi o Lucky Egg.

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Mensagem por Artie em Dom Set 22 2013, 22:32

O local aonde Vincent havia parado emanava uma energia tão negativa que até ele, mesmo sem ter a sensibilidade de um pokémon, conseguia sentir. Para sua infelicidade, sua sensação negativa se confirmou ao ver a reação de sua Venonat assim que ela foi liberada de sua pokébola. A mesma se sentia muito assustada e tremia compulsivamente, como se houvesse algum predador por perto. Apenas voltou a si quando seu treinador conversou com ela, fazendo com que ela ficasse mais calma.

Após conseguir acalmar sua pequena parceira roxa, o especialista no tipo poison pediu para que ela usasse seus sentidos aguçados para procurar por algo de diferente naquele local. Venonat deu alguns pulinhos, indicando que havia entendido a ordem e logo seus olhos começaram a brilhar num tom fraco, assumindo uma coloração branca e lembrando de relance aquela enorme lua que brilhava no céu.

Assim que os olhos de Venonat voltaram ao seu tom rubro, o inseto parecia contente, dando mais alguns de seus típicos pulinhos. Em seguida, começou a correr muito rápido por entre as lápides. Por ser pequena e mais ágil, precisou diminuir o seu ritmo para que o seu dono pudesse acompanha-la. Passada a maratona, a pequena roxinha ficou pulando em cima de uma lápide, indicando que havia algo ali.

O mono treinador do tipo venenoso olhou de relance a lápide e percebeu que ela não era igual as demais. Seu material e formato era identico as outras em sua volta, porém, era possível notar que ela estava violada. Venonat, ainda inquieta, balançava suas antenas e as apontava para o solo ao mesmo tempo em que usava suas pequenas mãos para apontar para uma pá que havia jogada ao lado. Parecia pedir para seu dono cavar.

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Mensagem por Vincent Moonrose em Seg Set 23 2013, 00:01

Ao seguir a sua pokémon inseto, Vincent chegou a uma lápide que parecia distinta das tantas outras que havia naquele cemitério. Venonat saltava sobre a mesma, com bastante excitação, como se quisesse que o seu treinador descobrisse o que tinha sob ela.

O monotreinador observou tudo com muita atenção, sem saber o que fazer. Ao bater os olhos sobre a terra que cercava a lápide, percebeu que havia sinais de que o quer que tenha sido enterrado ali, fora há pouco tempo. Venonat apontava para uma par, conduzindo o seu dono.

– Você quer que eu... desenterre? – Indagou, incrédulo.

Venonat assentiu e Vincent ficou ainda mais pensativo. Qual seria o interesse dela naquilo? Ao liberá-la de sua esfera, ela se comportou como sua assustada e inocente parceira, agora tinha certo ar... macabro.

O monotreinador então levou as mãos ao rosto, condenando-se. O que raios está acontecendo comigo? estava tão neurótico que começara a duvidar de sua pobre pokémon. Preciso sair logo daqui!

– Então... acho que você achou alguma coisa, certo? – Perguntou novamente, agora mais calmo. A idéia até que não parecia tão assustadora assim, afinal Venonat era expert em achar coisas e, se apontava que ali havia alguma coisa, provavelmente estava certa.

Convencido, o monotreinador foi até a pá que estava jogada ali e a pegou. Nascera em Pallet e sua mãe costumava plantar coisas, dessa forma, não tinha muita dificuldade com o manuseio de certas ferramentas.

– Veremos o que temos aqui de baixo...

Marchou até o local indicado e pôs-se a cavar.
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Mensagem por Artie em Seg Set 23 2013, 00:59

A idéia de cavar numa cova violada era um tanto perturbadora, o que fez com que Vincent passasse por um breve momento de insanidade e começasse a ver sua própria Venonat como um ser macabro. Após tal impressão desagradável momentânea, o jovem de cabelos dourados voltou a si e começou a cavar. Não teve dificuldades pois desde cedo lidava com o trabalho em plantações.

Após minutos desenterrando, uma surpresa: a pá chegou ao fundo do buraco, colidindo em um material sólido, duro demais para ser algum caixão o algo do tipo. O som metálico deixou Venonat ainda mais animada e a mesma saltitava e fazia grunhidos baixinhos, como se estivesse dando apoio para seu dono continuar a cavar.

Ao tirar o excesso de terra, o mono treinador se surpreendeu com o achado. Ao invés de encontrar algum objeto no fundo da cova, deu de cara com o que parecia ser uma tampa, daquelas de esgoto. A mesma estava um pouco enferrujada e tinha uma imagem de Golbat engravada.

Após o achado, uma neblima começou a surgir no local, dificultando a visão de Vincent. Parecia um sinal da própria natureza indicando para que o rapaz verificasse para onde aquela tampa o levaria.

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Mensagem por Vincent Moonrose em Seg Set 23 2013, 11:53

Quando a pá travou em algo metálico, Vincent não imaginou que encontraria uma estranha tampa que se assemelhava com aquelas que dão acesso aos bueiros das cidades. Venonat ficou empolgada com o achado, desejando que o treinador continuasse explorando por ali.

Ao limpar mais a região, o monotreinador percebeu a figura de um Golbat gravada na tampa, o que era ainda mais estranho. Uma passagem secreta? Seria a saída? Perguntava-se, usando a gravata para limpar o suor de sua testa.

– Então esse é o caminho? – Questionou, ainda ofegante devido ao esforço físico. Venonat assentiu e, convencido, Vincent sorriu para a pokémon.

De qualquer forma, era o único caminho a se seguir já que uma neblina aparecera de repente e ficava mais espessa a cada segundo que passava, deixando o cemitério ainda mais “inexplorável”. Vincent ainda pensou em dar uma volta pelo lugar, gritando por Victoria ou algum outro passageiro da aeronave, mas teve receio de que pudesse atrair alguma criatura indesejável. Em território tão macabro, todo cuidado seria pouco.

Depositou a par na terra, botou sua mochila nas costas, olhou para Venonat e abaixou-se até a tampa, tentando abri-la para explorar o caminho que se escondia sob ela.
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Mensagem por Artie em Seg Set 23 2013, 22:31

Diante daquela névoa adensando, Vincent mais do que nunca se viu obrigado a abrir aquela tampa que Venonat havia encontrado. Apesar de ser metálica, a tampa não era tão pesada e por isso o rapaz não teve dificuldades em abrir a entrada.

Ao abrir, acabou se deparando com uma escada vertical que levava para o que parecia ser um túnel subterrâneo. O treinador desceu com cuidado e a Venonat o acompanhou sem dificuldades, usando a cabeça do dono como apoio para descer.

Ao chegar no final da escadaria, a suspeita do loiro se confirmou: a escada vertical levava para um túnel subterrâneo. Diferente da parte superior, o local era bem iluminado. Porém o padrão sem cor dali permanecia, com chão e as paredes cinzas feitas de um material resistente, provavelmente concreto.

Diante do jovem havia apenas um único caminho e o mesmo parecia estar distante de um fim, por mais que fosse possível perceber que a luz era mais intensa ao fundo do túnel. Ao caminhar por lá, Venonat parecia orgulhosa por ter mostrado um caminho novo para seu dono, porém, parecia ter medo de seguir adiante.

Logo o medo de Venonat cresceu ainda mais quando Vincent foi surpreendido por um vulto negro alguns metros a sua frente. Devido a distância e o contraste forte com as luzes, o máximo que o monotreinador conseguia ver é que logo a sua frente havia um ser humano, por mais que não fosse possível ver com exatidão como eram suas roupas ou seu rosto.

Enfim, um sinal de vida naquele local!

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Mensagem por Vincent Moonrose em Qua Set 25 2013, 15:05

A pequena escada em que descera deu acesso a um ambiente diferente do encontrado lá em cima e, apesar da ausência de cores que dessem um pouco de vida àquele lugar, Vincent estava contente em não estar mais em um cemitério. Venonat também estava satisfeita em ter contribuído com a retirada do seu treinador daquele ambiente tão sombrio, porém voltava a se comportar com desconfiança.

– Ótimo Venonat, acredito que agora estamos mais perto de uma saída. – Disse, agachando-se para fazer um carinho na pokémon. Ainda não estava seguro do que disse, já que um longo caminho se estendia em sua frente, mas quis tranqüilizar sua parceira.

Ao levantar-se, porém, percebeu uma estranha silhueta confundir-se com a luminosidade do túnel à frente. Esforçando-se para ver, concluiu que se tratava de uma pessoa.

– C-Com licença. – Berrou, fazendo o som ecoar pelo túnel. – Quem é você? Onde estamos? – Perguntou, começando a marchar em direção a tal pessoa.
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Mensagem por Artie em Qua Set 25 2013, 23:59

O mono treinador se sentia aliviado ao ter saído daquele cemitério e por ter parado num local menos macabro. Enquanto isso, sua Venonat ainda se sentia intimidada, apesar de ter se tranquilizado após um breve cafuné de seu dono.

Momentos depois, encontraram um outro ser humano, o que trouxe um breve momento de tranquilidade para o garoto. Ele se aproximou com cautela, mas, para seu alívio, não era nenhuma armadilha e aquela pessoa parecia ser mesmo humana. Ao perguntar sobre o local que estavam, o homem respondeu diretamente:


– Estamos no Limbo, o local das almas penadas.

Após receber a resposta do homem, Vincent se aproximou o bastante para ver o rosto do rapaz sem que os reflexos da luz atrapalhando. Era um rapaz alto, de pele morena e com uma enorme cicatriz em seu rosto, provavelmente passando pelo seu olho esquerdo, já que ele utilizava um tapa-olho no mesmo.

Com a aproximação de Vincent e Venonat, o rapaz sinalizou para que eles que deveriam segui-lo e conforme caminhavam, ele foi explicando aos poucos a situação:


– Essa é uma dimensão paralela, assim como uma floresta mística no qual eu acredito que você já deve ter ouvido falar. Acontece que no mundo terreno aconteceu um estranho fenômeno psíquico que fez com que surgissem portais para essa dimensão. Desde então alguns treinadores pararam aqui e outros chegaram até a morrer. Nós acabamos formando um pequeno grupo de sobreviventes e estamos trabalhando juntos para encontrar uma saída.

O tom de seriedade do rapaz deixava claro que ele não estava brincando ou tentando enganar Vincent. Além disso, seu grande porte passava a sensação de confiança e segurança. Seja lá o que o atacara no olho, provavelmente não deve ter sobrevivido.

– Perdão. Acredito que falei demais. Eu me chamo Ace. E você?

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Mensagem por Vincent Moonrose em Sex Set 27 2013, 03:20

Não era ninguém que o monotreinador conhecesse, no entanto foi o suficiente para deixá-lo mais calmo. Um homem chamado Ace, de traços rudes que passava certa amargura no olhar e no tom de voz, capaz de amedrontar com a feia cicatriz ostentada em sua face, mas que, apesar da aparência séria, se comportava com simpatia. Os dois seguiram pelo túnel e Vincent pode ouvir as explicações do desconhecido.

“Limbo” “local das almas penadas”. Aquelas frias palavras fizeram o monotreinador vacilar. “Então realmente estou morto!?” Antes que pudesse pirar, o homem seguiu sua explicação. Tratava-se, então, de uma dimensão paralela. Nunca achou que isso, de fato, existisse, agora aquela ida à floresta maluca começava a fazer sentido em sua cabeça.

Venonat acompanhava os dois, sempre ao lado do seu adorado treinador. As palavras do homem não pareceram surpreendê-la, o que fez Vincent se perguntar se essas várias dimensões era algo que os pokémon tinham ciência ou se sua parceira era apenas uma criatura de muita sensibilidade. Mais um mistério para a lista dos tantos segredos que compõem o universo pokémon.

“Nós acabamos formando um pequeno grupo de sobreviventes e estamos trabalhando juntos para encontrar uma saída.” Tais palavras trouxeram o monotreinador de volta a si, fazendo-o engolir em seco. “Grupo de sobreviventes... que está tentando sair dali?” Então esse homem está preso por muito tempo nessa dimensão, talvez tenha sido aqui que o mesmo tenha conseguido aquela terrível cicatriz.

“Dessa forma... Eu também estou preso nesse lugar.”

– E-Eu me chamo Vincent. Muito prazer.

Vincent sentiu um frio na espinha seguido por uma sensação muito estranha, de angústia. Se esse cara estiver falando a verdade, significa que ele poderá não mais voltar para a sua dimensão.

– Por quanto tempo você está preso nesse local? – Questionou enfim. – Posso me juntar a vocês? – Se queria sobreviver ao Limbo, concluiu que teria que se juntar as outras pessoas.
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Mensagem por Artie em Sex Set 27 2013, 21:56

Após receber as devidas explicações de Ace, Vincent achou que seria vantajoso para ambos os lados ele se aliar aos sobreviventes. O rapaz de cicatriz fez um sinal positivo para a última afirmação do garoto e esboçou o que parecia ser um sorriso desajeitado.

– Não sabemos exatamente a quanto tempo estamos presos aqui. O tempo parece não passar nesse lugar. Ou pelo menos flui de forma diferente. De qualquer forma, você será bem-vindo ao time. Sempre é bom ter mais alguém para auxiliar nas buscas.

Após a formação da aliança, o homem rústico fez um sinal para que o mono treinador e o seu Venonat lhe seguissem. Ele parecia conhecer bem aquela area e demonstrava segurança ao caminhar por aquele vasto túnel. Após alguns metros percorridos, o rapaz parou e checou uma das paredes daquele local. Logo em seguida, deu três batidas parede e pelo som foi possível notar que ela era oca. Segundos depois, um grande bloco que fazia parte da parede se moveu e Vincent percebeu que os responsáveis por aquilo eram duas pessoas que ficavam do outro lado do muro.

Ace explicou a situação para eles, apontou para Vincent e eles acenaram para o garoto. Pareciam felizes por ter mais um aliado. Os dois rapazes acompanhados de Ace passaram a guiar Vincent pelo local, que parecia similar ao túnel anterior, exceto pelo fato do corredor ser mais estreito. Ao chegarem no fim do corredor, encontraram um local tão amplo que parecia até ser um espaço a céu aberto. No centro era possível perceber a presença de aproximadamente dez barracas com uma grande fogueira no centro. Várias pessoas permaneciam encolhidas ali, caladas, apenas se aquecendo.

Ao perceberem a aproximação de Vincent e o trio, a reação mudou totalmente. Todos se levantaram e foram correndo até eles, abraçando-os, vibrando, comemorando.


– Este é Vincent. Nosso novo aliado.– Disse Ace, mantendo seu tom de seriedade.

Todos os sobreviventes foram extremamente prestativos com o rapaz e seu Venonat. Deram alimento, água potável e até uma barraca própria para que ele pudesse dormir. Pareciam tão animados que só faltava fazer uma festa pela chegada dele.

Quando finalmente se sentiu tranquilo e seguro o suficiente, o jovem de cabelos dourados caiu no sono, abraçado em seu Venonat. Ao acordar, se deparou com um contraste da agitação anterior: a fogueira estava apagada e só a barraca em que ele dormiu estava lá. Vincent fora abandonado. Restava saber o motivo...

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Mensagem por Vincent Moonrose em Sex Set 27 2013, 23:24

Não deverá ser fácil cair no sono naquela noite confusa – ou tarde, não se podia definir direito – mas o monotreinador se sentia bastante leve e tranquilo dentro daquela barraca estranha, bem mais do que ele achava que poderia estar. Enquanto tentava dormir, sua cabeça pensava em todas as emoções das últimas horas.

Os refugiados se revelaram boa gente, tratando-o como um visitante ilustre. Talvez ele nunca tenha sido tão bem recebido em algum lugar em toda sua vida. No início chegou a ficar receoso, mas aos poucos se deixou envolver com a energia daquelas pessoas. Trouxeram-lhe comida, água, algumas bebidas e até o deixaram dormir em uma barraca. Por um momento, nem pareciam que eram pessoas que estavam exiladas em uma dimensão paralela e assustadora. Mas Vincent os entendeu... ou acho que os entendeu. “Se tinham que viver naquele lugar, o mais confortante seria fazer daquele ambiente a sua nova casa...” concluiu enquanto assistia uma bela mulher de cabelos vermelhos e pele morena tocar uma música usando uma viola em volta da fogueira. E assim caíra no sono enquanto refletia sobre aquela gente abraçado com sua pokémon inseto.

Como Ace havia mencionado, a percepção de tempo naquele lugar era diferente da do seu mundo. Ao abrir os olhos, Vincent não fazia idéia de quanto tempo permanecera dormindo, se muito ou pouco. Estava descansado, mas sentiu uma pontada na cabeça, algo não muito forte que pudesse se chamar de “dor”, apenas um pequeno incomodo. Venonat o observou ajeitar suas coisas para poder sair da barraca e ele percebeu o intenso silêncio que fazia. “Devo ter dormido muito tempo. Ontem quando vim deitar ainda havia música e vozes do pessoal...” Pensou.

Quando arrumou sua mochila, ajeitou seu cabelo com as mãos e chamou por Venonat para sair dali, o jovem teve uma grande surpresa: não havia mais ninguém ali! O local era exatamente o mesmo, mas tudo que restava do animado acampamento eram as cinzas e alguns pedaços de madeira chamuscados da fogueira.

– Ué... cadê todo mundo!? – Exclamou, olhando para todos os lados.

Venonat fazia o mesmo, dando voltas, mas sem nada encontrar. Esteve feliz por ter guiado seu mestre até aquele lugar aparentemente seguro, agora não sabia o que fazer.

– ACE!? EPONINE!? ALARIK!? – Gritou o treinador, mas nada pode ouvir além do seu próprio eco. – PESSOAL!? ALGUÉM POR AI?

Após alguns minutos, enfim se deu por vencido. “Fomos abandonados...” o desespero em não saber o que fazer voltou a atormentá-lo. “Deveria ter desconfiado... Estava bom demais para ser real”. Se estivesse acordado em casa, acharia que tudo não passara de um sonho, mas permanecia naquele lugar terrível. Aquelas pessoas tão animadas, sumiram tão de repente, “como se fossem... fantasmas”.

– Vamos sair daqui Venonat. Para que direção você acha que devemos seguir? – Perguntou a pokémon, frustrado. O que lhe restava era isso, continuar à procura de uma saída. Ou alimentos e água.

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Mensagem por Artie em Dom Set 29 2013, 23:01

Após ter sido abandonado por todos aqueles sobreviventes que pareciam ser tão gentis, não houve outro sentimento a não ser frustração no coração de Vincent. Havia criado um vínculo com eles e fizeram surgir no coração do garoto o sentimento de esperança de talvez se ver livre daquele pesadelo.

Sem opção, o treinador arrumou suas coisas e, acompanhado de sua parceira do tipo inseto, começaram a caminhar sem rumo, em busca de respostas e talvez de uma saída. Não precisaram caminhar muito para encontrar alguma coisa: Ace estava no chão, ferido. O mono treinador e sua pokémon logo se aproximaram para verificar a situação e perceberam que ele estava com alguns cortes no braço e um grande ferimento em sua perna.


– Vincent... Por favor, se aproxime. Gostaria de dizer minhas últimas palavras antes de partir.

O homem tossia e era perceptível, mesmo que de longe, que ele suava muito. Era chocante ver um homem tão alto, forte e bruto num estado de vulnerabilidade daqueles. Mas será que seria certo atender a um último desejo daquele homem? Por mais que ele estivesse em suas últimas, o rapaz e todos os outros sobreviventes haviam abandonado Vincent sem explicações. Além disso, o que poderia ter deixado aquele rapaz naquele estado?

Seria o orgulho do mono treinador maior do que seu espirito solidário?

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Mensagem por Vincent Moonrose em Seg Set 30 2013, 01:28

Apavorado, foi como o monotreinador se sentiu ao ver Ace bastante ferido no chão. “Quem ou o que seria capaz de fazer uma coisa dessas?” Perguntou-se, com receio de chegar mais perto. Quando o homem de aparência rude pediu para que ele se aproximasse, Vincent sentiu seu corpo gelar e rapidamente trocou um olhar com sua pokémon inseto.

Poderia estar chateado por terem deixado-o para trás, mas não conseguia. Tudo que sentia era pena do sujeito machucado e vontade de ajudá-lo, retribuir a noite confortável que ele e o seu povo os proporcionaram. Sempre fora assim afinal, sendo chamado muitas vezes de “bobo” ou “ingênuo” por outros garotos de Pallet.

– Venonat, fique ai. – Pediu. Não queria expô-la a alguma perigo.

E enfim Vincent deu mais alguns passos até Ace, agachando-se para poder ouvi-lo melhor. Ficou bastante agoniado ao perceber a gravidade dos seus ferimentos. Estendeu as mãos para tocá-lo, mas hesitou. Não sabia o que fazer, nem por onde começar, também tinha medo de causar-lhe ainda mais mal.

– O que houve, Ace? Por que me deixaram para trás? Fiz alguma coisa de errado? – Questionou, um tanto trêmulo. – Onde estão os outros? Me diga para que eu possa encontrá-los e buscar ajuda.

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