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Ficha - Akin Kiriku

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Mensagem por Victoria em Qui Jul 16 2020, 00:02


especie - Ficha - Akin Kiriku FgTWkJq
  • FÍSICO
  • PSICOLÓGICO
  • HISTÓRIA

| 1,85 metros - 80 quilos - 27 anos |
Alto e definido. Não tem lá uma massa muscular exagerada mas consegue delimitar bem onde começa e termina cada um de seus músculo. Acha-se belo, mesmo que tímido. Vê-se o tempo todo refletido nos olhos dos outros como alguém de “beleza excêntrica” o que, para si, é uma ofensa nua e crua. Não é exótico e não aceita ser visto assim; outrora escondeu seus traços, hoje tem os proclamado sem mais problemas.

O cabelo exageradamente liso ainda vive em grande parte preso ao turbante ou keffiyeh, suas madeixas pretas-e-grossas que escapam, escorrem pelo seu rosto fino e bem tracejado, ora ou outra pousando sobre seus lábios volumosos & curtos.

Quando tira seu símbolo religioso da cabeça, revela um rapaz de pele negra-clara, manchada por espinhas não cuidadas na adolescência, barba grossa e fechada - porém quase sempre feita -  e cabelo médio, grosso, liso, opaco e preto; fios tão escuros que se confundem com as linhas grosseiras de suas roupas.

Seu reflexo como imigrante já não é mais devidamente escondido. Hoje o garoto aproveita de sua cultura para se vestir da forma que acha conivente com sua conduta. Carrega consigo um medalhão sem corrente, que sempre mantém no bolso esquerdo. A jóia folheada à ouro traz em si a descrição Akin na fronte e, no verso, Alá. Para além disso, tem um anel em ouro, dado pela sua mãe. O objeto fino tem em seu topo uma pedra azul-escura que não sabe ao certo a gemologia, mas sabe que vale um bom bocado no mercado de jóias.

Carrega todo o restante de seus pertences numa bolsa lateral, que ultrapassa seu corpo com uma alça bem longa, indo do ombro direito até o ápice do quadril, repousando em sua coxa esquerda. O porta-trecos em questão mais parece uma sacola-de-fecho que um acessório, acomodando (e tendo que acomodar) de tudo. O peso fácil de se distribuir - graças a excentricidade do estilo lateral e a longa alça regulável - o faz posicioná-la sempre da maneira que lhe calhar, às vezes dando um nó em seu tronco e carregando-a como um bebê, outras vezes a arrastando com uma das mãos.

Cobre-se de algodão e só. Blusas largas em tons neutros, sempre com manga. Calças - sempre calças - de regulagem na cintura e bastante soltas no restante do corpo, variando entre o preto e branco. Bolsos são necessários em qualquer roupagem que venha a usar, e se sente frio, não muda o repertório, apenas se cobre com uma manta longa, xadrez preta-e-branca, que carrega no saco que chama de bolsa.



| Amin |
Apesar de diferenciarem tanto espiritualidade de religião, Akin não gosta dessa separação. Sabe muito bem que seu clã era o único que refletia sua crença, mas faz de tudo para mantê-la ao ar. Um islã, credor de Ála… poderíamos entrar na variação do espectro islamismo, mas me limitarei a chamá-lo de Beduíno. Vê qualquer outra religião como paganismo e, inclusive, o culto à lendários. Não se vê servo de nada - e nem ninguém - além de seus princípios e suas crenças. Acredita na integridade e dignidade de sua cultura e vê nos objetos grandes cargas de fé.

Akin Kiriku é um homem de simbolismos; se apega à sua moeda, ao seu keffyieh e ao seu mantra. Tem sempre consigo uma oração que tanto gosta; ama acima de tudo suas boas memórias e detesta a colonização do mundo ocidental como um todo. Tem um certo quê anarquista em sua essência; desprestigia líderes, instituições, políticos e figuras públicas. Odeia a burguesia, ama a bohemia e traz em si um sentimento extremamente amargurado; o gosto da vida que passou por seus olhos em instantes e nunca aproveitou.

Saudosista antes dos trinta anos; está certo de que sua vida já passou e o culpado por isso tudo é o governo. Aprecia uma boa leitura, é convicto demais de si. Apesar da autoconfiança, prefere passar por despercebido, mas falha de vez em sempre já que ele é - acima de tudo - um alcoolatra nato. É provável que morra de cirrose ao fim do ano; ainda assim não larga seus vícios e maneirismo, porque nem sequer vê a morte como algo evitável. É honrável morrer seguindo o que acredita; o que não significa que ele seja cegamente fiel, porque se tem algo que Akin tem e ama ter, esse algo é opinião “própria”, se é que isso existe a alguém.

No tempo que viveu na metrópole se viu adquirindo costumes urbanos; entre eles o péssimo vício por Camel’s.


| Como todos os sonhadores confundi o desencanto com a verdade |
Nunca se sabe se o nome - enquanto palavra de ordem - precede o ato ou o sucede. Ainda quando acha-se que sabe, não se sabe. Diferente da cultura ocidental, o pequeno distrito - esquecido ao norte de Seafolk - em questão não tinha o costume de atribuir, batizar e nomear a deus um recém-nascido, Kiriku nasceu sem nome prévio, sem ações de graças, sem benção de divindade. Não era uma oferta a nada e nem a ninguém, nem por isso menos especial.
Saíra do colo da mãe sem vocativo, teve seus primeiros passos, formou suas primeiras frases complexas, adotou para si bichos & bestas sem precisar dele. Brincou com crianças mais velhas, frequentou cabanas de semi-conhecidos e articulou suas primeiras redes. Fizera isso tudo sem nome, mas nunca sem povo. Apelidaram-o com o nome de seu legítimo clã: Akin.

Akin de Akin. Akin dos Akins. Assim como qualquer um de lá. Anyone.

Que seja, era Akin.

Apesar de ter se tornado um vocativo, Akin não nascera como um nome. Só fora batizado de fato quando ficou pronto, e justamente por isso emerge Kiriku. O menino que nasceu sabendo! Para quem vê essa história de longe acha que ela que forjou o nome do rapaz, mas é como dizem: quem vê de longe não sabe de nada. Mal sabem o peso que “Kiriku” deixara, stigmatizara e fadara às costas d’ele.

Tente ser uma criança que já nasce pronta.

Talvez por isso crescerá com a pior das pressões & apertos; a de sempre ter de saber. Mas que óbvio! Não daria certo. Não se diz para alguém que ele nasce pronto e esperasse que isso faça algum sentido. Ainda que soe diferente dos outros, Kiriku só soava mesmo. A insustentabilidade do título vinha a tona ora ou outra, mas o ápice fora nos tempos de guerra ao tráfico. Seu pequeno distrito do oriente-sul (ou sudeste se preferir) foi coagido a entrar numa batalha que nunca fora deles.

Não se sentia representado pela instância-de-ordem em questão, ainda assim, a essa altura nosso protagonista já tinha cerca de desesseis anos e fora convocado à militarização, caso contrário, seria um desertor. Era óbvio que ele não questionaria as ordens do chefe de sua tribo, para si ele era a autoridade máxima. Não ligava muito para os devaneios políticos dos megalomaníacos e muito menos respeitava, porém via-se num cheque-mate: se não lhes obedecesse sobraria para seu Ancião. Numa mistura de ódio, submissão e paradoxos se foi, mas foi-se muito, mas muito, desgostoso. Entrou numa espécie de equipe de estranhos, levada para Tohjo e mandaram-o numa expedição fracassada para investigação Rocket e libertação de espécies “alolan borns” em suas posses ilegais.

O grupo era composto apenas de Alolans mas nenhum da sua região; mal sentia falar a mesma língua. Decidiu obedecer calado até ver o cair das instituições. Talvez este fora o primeiro momento de sua vida que seu nome foi esquecido, até porque, o que diabos Kiriku significaria ao meio de vários metropolitanos? Pois se não sabe, lhe digo: nada. Paradoxalmente fora o momento que mais sentia saber de fato: sabia da imbecilidade que era aquela missão, da inutilidade que era aquela cerimônia e, acima de tudo, que estaria marchando para a mais amarga e horrenda memória que poderia ter.

Três palpites e três acertos. Kiriku provava de seu nome amargo e voltava daquela expedição - que durara um ano e meio - ainda jovem, mas também estilhaçado. A marcha em si não foi um problema; nunca encontraram nada demais. Era um pequeno grupo de jovens que fora formado para sondar as fronteiras de Tohjo e estranhas atividades acerca delas, sempre barrados pela burocracia dos líderes locais. Inclusive ali fora o primeiro lugar que teve de fato um contato com os poderio pokémon; os monstrinhos que o cercavam pareciam ter alguma utilidade mas, em seu clã, isso não era exercitado.
De qualquer forma esta não era a chave da questão: até acharam um ou outro alojamento, sequestraram um ou outro inimigo e, quando o faziam, até se sentiam úteis mas, num balanço geral, em mais de um ano, pouco aconteceu. Tão pouco que os mandaram voltar! O grupo inteiro foi dispensado, até porque, muito dinheiro para pouca ação.
Voltou, mas voltou pra onde? Virara um militar aposentado antes dos vinte; então há de se esperar (ainda) ter casa quando voltar... mas quem nasce pronto já se prepara, porque a vida não funciona assim.

O pequeno vilarejo afastado, sem seus jovens revoltosos, se tornou alvo fácil do empresariado e já não passava de um arado-de-soja. Não tinha mais povo, nem Xeques, muito menos Imã ou seu Aiatolá. Voltou mas não retornou; decidiu vagar. A derrota lhe tornara um ambulante reflexivo que a todo momento remetia ao ódio pelas instituições. Ódio pela cultura de captura, ódio pela ganância dos empresários, ódio pela curiosidade dos políticos, ódio pela morte e ódio pelo próprio patriotismo. Largara mão da civilização e parecia flertar sempre que podia com o caos. Como um ex-militar teve a chance de ser serviente mas não mais se permitia: sabia melhor que ninguém o quão decepcionante as instituições podiam ser.

Vagou, vagou e… chegou? Era entre calçadas & calçadas que pegava o costume dos cidadãos locais. De bar em bar tornou-se uma espécie de beberrão e virou o ápice do clichê pós-exército: o guerrilheiro mau-perdedor. Este era o que mais existia no mundo, até quem ganhava saia com esse modo de vida inusitado, até porque, não há o que se ganhe na guerra... ao menos, não para os soldados.
Fora em um desses bares que decidiu parar. A cidade? Não importa o nome, importa dizer-lhe que era uma metrópole de Johto, povoado por (dã) metropolitanos. Ali absorveu novos hábitos e mais uma vez viveu como se Kiriku não tivesse significado algum. Perdeu suas origens e carregou o nome de sua Tribo como próprio. Bebeu, mas bebeu com força! Brigara por ouro, brigara por outros. Tornava-se mais branco & urbano do que nunca imaginaria ser e, vez ou outra, sentia ódio dos seus próprios traços. Sua cor se tornou um problema, seu dialeto também, seus olhos manchados de melanina... a única coisa que guardava com carinho eram seus costumes, as únicas memórias boas que tinha de um passado nem tão longínquo assim.

Passou a viver pela sombras, ou melhor, com as sombras. Reclamou para si o Keffiyeh comum de seu distrito e começou a esconder seus fenótipo por trás dele e de roupas volumosas. Aos vinte e um anos decidiu viver como um homem qualquer; trabalhar pela cidade e assumir a identidade de Akin Kiriku, um imigrante de Alola. Criou vínculos, passou de indústria em indústria, comércio em comércio até bastar-se e reverter o processo. Já não seria mais demitido em alguns meses e tentaria o próximo emprego; Akin nunca mais voltaria a isso! Fora embora da quitanda em que trabalhava e prometeu a si não voltar nunca mais.

Foi um processo de revolução ver-se como um trabalhador depois de já não saber mais o que se é e, da mesma forma, um processo de involução ocorreu nos anos após, em sua demissão. Não uma involução retrógrada mas o próprio ato de dobrar-se para si e enxergar todas as limitações que se colocava. Lembrou do porque de seu nome completo; do surgimento de Kiriku e do peso que glorificava a cada momento que se apresentava como Akin. Lembrou-se também do menino que sabia que não sabia e, por isso, buscava saber. Rememorou a felicidade de seu povo e entendeu que a humanidade e o trabalho ordenado não era para si: era um Andarilho e, como todo bom nômade, formou-se para ser livre. Trouxe a tona também o respeito por quem é digno e decidiu que este seria seu objetivo: integridade e dignidade dentro do que acredita ser certo.

O problema? Ele já não tinha mais certeza do que era certo ou não.
O menino que nascera pronto hoje tinha consciência de que nada podia saber.




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