Pokémon Mythology RPG
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Ato 05 — Nostalgia.

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Ato 05 — Nostalgia. - Página 6 Empty Re: Ato 05 — Nostalgia.

Mensagem por Karinna Ter 15 Dez - 17:39


nostalgia

E o silêncio permaneceu. Inquieto, traiçoeiro, trazendo consigo lamúrias já adormecidas e perigosas para qualquer âmago em recuperação. As janelas celestes, curiosas, procuravam mais uma vez dentre as imóveis nuvens no céu um porquê de todas provações que foram colocadas em meu caminho. Miséria, perda, solidão, quase-morte, assassinato, fome, quase-morte de novo. A certeza que nem um porcento de pessoas sofrem metade em uma vida inteira só aumenta toda e qualquer raiva que sinto pelo Etéreo ser que tanto me detesta.

Curiosa e encantada com toda cantoria, Dewpider me observava e tudo que consegui fazer foi retribuir com um leve sorriso. Acalentava o machucado coração saber que ao menos minha música conseguiu tocar o coração de todos ali presentes; em algo eu precisava ser boa. Busquei uma Poké Ball dentro da bolsa e, engatinhando, toquei sobre a testa da aquática, que sequer lutou contra sua temporária prisão. Tornei a sentar ao lado de Nicholas, somente para perceber uma pequena criatura cor-de-rosa se aproximar em encanto, também feliz por ter presenciado todo aquele espetáculo. Acariciei sua cabeça, repetindo o feito com Dewpider e capturando-a junto.

— Parece que ganhamos alguns fãs, irmãozinho. — empurrei o ombro do loiro com o meu bem de leve, dando uma leve gargalhada no processo — ... Essa música? — a pergunta de Nicholas cortou como uma flecha pelo despreparado coração; o semblante mudou da água pro vinho, com o sorriso despontando por completo e dando lugar a uma feição séria, quase triste — ... Minha mãe. — tornei a olhar o céu, suspirando profundamente antes de continuar a falar — Ela cantarolava sempre. Principalmente quando estava triste e meu pai... Hm, deixa. — balancei a cabeça negativamente uma única vez, engolindo seco — ... Talvez o amanhecer dela tenha sido ir embora desse mundo, né? — tornei a encostar a cabeça no vegetal, levando os dígitos até as pontas das longas madeixas — Será que o meu precisa ser o mesmo?

E, então, mais uma vez me perdi dentre devaneios. A imagem da infante Karinna abraçada pela avó para que não presenciasse o embriagado pai se formava diante de meus próprios olhos, como mágica reunida por infinitos e microscópios grãos cintilantes. As falanges soltaram os cabelos, indo direto para os braços e apertando-os em medo. Pude sentir o pavor que percorria minha corrente sanguínea tantos anos atrás, o que fez com que juntasse os joelhos próximo ao tórax, escondendo a cabeça dentre eles. As mãos agora seguravam a cabeça, insistindo para que aquela lembrança desaparecesse o mais rápido possível. Como é possível ter dias que não me lembro do que importa e isso se manifestar tão vividamente no consciente?

— ... Hm? — respirei fundo, finalmente erguendo a cabeça e vendo que a memória havia voltado para o cofre de sofrimento de onde nunca deveria ter saído — De-desculpa, não ouvi direito. — as orbes cerúleas amedrontadas encontravam as de Nicholas uma vez mais, tentando disfarçar o que acabara de acontecer — Ah, acho que prefiro continuar andando. — levantei rapidamente, buscando todos meus pertences — Minha cabeça não está em um bom lugar agora, irmãozinho. Não posso deixá-la distraída. — abri um sorriso agridoce para o loiro, puxando-o para mais um abraço — Obrigada, pestinha. — esse último breve, mas apertado; ajeitei a case do violino nas costas e a bolsa nos ombros, caminhando na direção que estávamos indo originalmente — Vamos?


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Mensagem por RafaelLuck Ter 15 Dez - 20:15

Poucos anfiteatros pelo mundo teriam a sorte de comportar uma plateia tão diversa em quantidade e espécies distintas. Com o fim do show, os pokémons voltaram a seus lares a fim de deixar os astros daquela apresentação em paz para um merecido repouso. Com todas as capturas feitas e surpresas da noite, era de se esperar que tudo acalmasse agora certo? Bom, o destino ainda discordava disso. Ambos loiros de olhos azuis. Ambos sabiam a mesma música que era algo velado pela infância. Ambos sofridos pela vida por conta de uma ausência paternal. Seria apenas coincidência? Uma vez poderia ser até um evento isolado, duas? Sorte ou acaso, mas três momentos muito únicos parecidos já começa a se tornar um padrão. Conforme Nico e Karinna passavam mais tempo juntos, mais memórias compartilhadas tinham e mais eu começa a suspeitar que talvez o destino não estive unindo apenas irmãos pelas desgraças, mas quiçá...irmãos de verdade.

Apenas um teste genético poderia confirmar isso (Ou vocês dois :p), mas o fato era que naquela noite tudo parecia estar dando muito certo para a dupla. Teria a maldição agorenta que insistia em trazer desgraça para os dois finalmente chegado ao fim? Apenas o futuro poderá responder essa dúvida.

Karinna foi na frente convidando Nico a segui-la, mesmo sem saber por onde não seria natural depois de tudo que passaram juntos não seguir sua irmã jurada. O pensar sobre o que era o amanhecer pesava na cabeça da moça e talvez fosse algo naquela madrugada que a ajudaria a alcançar uma resposta mais definitiva para seus ferimentos na alma. Mesmo regirock ou zumbis eram ameaças pequenas diante do grande vazio que Karinna deveria sentir. Vazio esse experimentado e rotineiro para Nico. Algo faltava nos dois. A certeza de alguma coisa que talvez não estivesse nem no presente e muito menos no futuro. Precisavam de uma resolução com seus passados.

Caminhando pela noite fresca e muito bem recepcionados pelos pokémons do caminho, nenhum mal aflingia o Duo que encantou o coração dos pokémons. Seguiram andando com a proteção dos seus até uma área onde os pokémons insistiram em não ir mais. Sem perceber, a dupla de treinadores havia passado toda a rota 10 caminhando e finalmente adentravam na rota 12, sendo avisados por uma placa desgastada caida no chão ao longo do caminho de terra molhada. Algumas luzes estavam a frentes e sons motorizados persistiam em quebrar o silêncio da noite do outro lado da grade. Antes de serem vistos, a dupla aproveitou seu refúgio natural pelas arvores e escutou um pouco de uma conversa entre duas vozes, uma feminina e outra masculina.

- Tsk, jurava que iriamos encontrar pelo menos um deles aqui. E agora? O que diremos ao chefe?
- A verdade horas! Que eles se perderam no mato e que vamos precisar de guardas ao redor do perímetro.
- Mas isso pode levar dias?
- Ninguém disse que trabalhar para os melhores seria fácil. Homens dispersar!


Quando o dono da segunda voz partiu a moça dona da primeira começou a falar.

- Era tudo mais fácil quando não precisava lidar com incompetentes...saudades da época da antiga equipe rocket...

Progresso:


Karinna: Vitória de Musubi e Gyoza contra Slowpoke ambos ganharam 1395 de xp;
Musubi subiu do nível 1 para 11 (Santo up) e ganhou rios de felicidade(21 de felicidade!!!!!!) pela sua primeira vitória em Kanto. Gyoza ficou feliz por seu maninho e recebeu +1 ponto de felicidade.
Musubi e Gyoza venceram a batalha contra Crabrawler e receberam 1.233 xp cada um.
Gyoza avançou para o Lv. 30 [547/3227] e recebeu +2 de felicidade ;
Musubi avançou para Lv. 14 [366/480] e recebeu +6 de felicidade ;


Nico: Vitória de Seedot e Shellos contra Slowpoke ambos ganharam 1103 de xp cada e Seedot ganhou + 4 de felicidade (e pode ganhar +10 caso escolha evoluir)
Seedot chegou ao Lv. 15 e pode evoluir.
Pode aprender mega drain e caso evolua pode aprender Razor Leaf: deseja substituir algum Move?
Shellos chegou ao Lv. 29 e ganhou +2 de felicidade;
Shellos ganhou 1876 de xp pela vitória contra Rockruff;
Shellos ganhou +800 de xp via Exp Candy (S)


Capturas:

Karinna: Slowpoke femea nível 25; - 1 Friend Ball;
Crabrawler Macho nível 21; -1 Pokeball;
Dewpider Fêmea nível 21; -1 pokéball ;
Corsola Fêmea nível 21; -1 pokeball ;

Nico:Slowpoke macho nível 25; - 1 Pokeball;
Rockruff femea nível 21; -1 Pokeball;
Dhelmise nível 21 Genderless; - 1 Pokeball;


Bcs:

Karinna:
+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;

Nico:

+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;
+1 BC por evoluir Seedot para Nuzleaf;
+2 bc por evoluir Shellos;
+2 BC por evoluir Slowpoke ;

Informações extras:

Tiozinho amistoso: Willy ;
Sobrinha de Willy: Cindy ;
Avistaram uma dupla de Slowpokes loiros;
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Mensagem por Nico' Qua 16 Dez - 3:35

Memórias. Sempre tão intrínsecas, variadas, e basta uma única faísca para que os pensamentos, sejam positivos ou negativos, possam emergir e a partir daí serem deglutidos por nossos sentidos. Uma única indagação a respeito daquela canção que tanto lhe era terna trouxe à tona todos os tormentos que o destino fê-la passar. Sua mãe a cantava, e prestes a completar sua frase, sua melancolia prendeu em suas cordas vocais o restante da história. O que era um crepúsculo — ao menos para ela própria —, a loura indagava sobre ser o seu amanhecer, sempre repetido ao longo da canção.

Em pavor, os dedos pressionavam os braços dos lados opostos, recolhendo-se. Seu semblante era pávido, com todos os pelos eriçados diante daquela injeção de temor que percorria cada centímetro quadrado do corpo da loura. Sua expressão jazia estática, e até mesmo as lágrimas — sempre uma válvula de escape às tormentas de qualquer tempo — secaram-se, deixando Karinna à mercê de suas memórias agourentas. A canção que deveria trazê-la esperança levou sua alma ao Tártaro, querendo aprisioná-la naquele sádico universo.

E foi em impulso que o kantoniano aproximava-se moroso. Era como se alguma criatura do plano celeste envolta de bonanças tomasse aquela casca oca para si, controlando-o como um avatar. Em ímpeto, Nicholas avançava o braço destro, envolvendo a garota em um terno aconchego, torcendo para que aquele gesto acalentasse, mesmo que por pouca coisa, aquela que já passara por tantas coisas; a missão era ímproba, contudo, possivelmente aquela dor que Nicholas colecionou ao longo desses eventos tão próximos tornaria a ação ainda mais singular à especialista. Por mais extrovertida e estabanada que fosse, ainda assim, o seu emocional — como demonstrado — era uma faca de dois gumes: seu ponto forte e, em contraste, o mais fraco.

Experiências, pessoas, memórias que são degustadas por seu âmago aos poucos, provocando feridas e cicatrizes que dificilmente fechariam. Queria Nicholas que, ao menos naquele ínfimo tempo que passariam juntos, esquecesse das mesmas. Nem que apenas por isso. Não gostaria de ter a sensação de não proteger mais ninguém à sua volta, afinal, era Karinna quem tinha nuances daqueles dois garotos que jazeram em Pallet após sua queda.

Soltou-a assim que sentiu que havia afastado todos os agouros — mesmo que momentaneamente. Naquele oceano tão intrínseco e incomum que a especialista carregava consigo, pôde sentir aquelas tormentas em si mesmo. Por mais que nunca sentira um medo tão profundo quanto esse que Karinna carregava consigo, Nicholas sentia uma leve pontada em determinado ponto de sua alma. Não a sentia com a mesma intensidade com a especialista, contudo, preocupava-se — contrariando a si mesmo, afinal, conhecera-a em poucas horas. Olhou de relance para baixo apenas para desfocar a atenção naquele olhar tão profundo, volvendo a fitá-la a seguir.

Aceitou, taciturno o convite feito pela especialista para que continuassem o trajeto. Se suas condições mentais não a permitiam jazer sã, quiçá, ocupando-se com a caminhada, poderia afastar todos aqueles agouros intrínsecos. Projetou o tronco para cima, erguendo-se, lépido. Sem delongas, recolheu Slowbro para sua esfera bicolor, dando um sinal com a cabeça para que Xatu volvesse com seu ofício de outrora: voar baixo e identificar qualquer tipo de ataque pelos pontos cegos dos dois.

— Aí... não precisa falar nada não, tá? Só... relaxa — balbuciou o treinador, buscando as melhores palavras para que não tocasse naquele ponto delicado que quase fê-la perder a sanidade. Esperava que a especialista entendesse, apesar de não tão compreensível quanto esperava.

O vento, a lua e as estrelas tão singelas adornando o firmamento. Com essa decoração tão rústica e tão bela, a dupla volveu a calcorrear na direção que iam outrora. Não faziam muitos soídos devido ao choque com o tapete verde abaixo do mesmo. Apesar de parecerem estar livres, Nicholas pedia — sempre que houvesse a oportunidade — um ritmo mais lento e cauteloso, afinal, não é apenas de duetos e shows excêntricos que é feita uma floresta no mundo; existiam riscos, perigos à solta, e evitá-los era o melhor caminho.

Tudo para proteger aquela criança de Pallet.

Foi nesse ritmo mais lento que prosseguiram a caminhada. Em um canto mais remoto daquela trilha feita pelos próprios habitantes naturais, coberta por resquícios de lama tal a trilha que seguiram, era notificado que haviam transpassado os limites da rota dez e por fim adentravam a rota doze, próxima à cidade de Fuchsia, não tão distante do primeiro destino de Nicholas, a cidade fantasma de Lavender.

Ademais, a poucos metros dali, um clarão irrompia por aquele trecho que outrora estava escuro, e os mesmos ruídos que os ouvidos se familiarizaram justo no começo de toda aquela aventura retornavam à tona: os motores da motocicleta de quem julgavam ser os guardas florestais, responsáveis por guardar aquele perímetro.

Quem dera fosse apenas isso. Entretanto, Nicholas captou ainda mais algumas conversas que vinham na direção daquele clarão. Guiou a especialista para uma árvore bem escondida, esgueirando-se entre os espaços possíveis para que não fossem descobertos — e por Arceus e sua habilidade em encontrar esconderijos, tudo permaneceu bem.

Não, não eram guardas, e sim Rockets. Nico esperava bandidos quaisquer esgueirando-se entre as árvores para atacar uma dupla forasteira e ficar com seus pertences, e não uma organização criminosa que, apesar de estar longe de seu auge, ostentava uma reputação palatável no mercado do crime.

Ao ouvir a real identificação dos mesmos, um sorriso vingativo adornava o cenho do louro. Com o canto dos olhos, a retina se dirigia entre aquelas brechas ínfimas na direção da fonte sonoras — sem sucesso. O punho esquerdo cerrado encostava no caule da árvore que se esgueirava, pressionando com força incomum o veemente corpo vegetal. Mesmo saindo bem daquelas experiências que teve em Rustboro e nos arredores de Littleroot, o kantoniano ainda guardava o seu desejo por vendeta por todos daquela organização: três sequestradores fajutos e um maldito estuprador — que se arrependia de não ter dado uma surra maior. O pé direito pensou em avançar, quase projetando o seu tronco na direção daquela voz feminina e derramar o cálice da cólera sobre a mesma e seus comandados.

Contudo, relutou.

Volveu para a posição inicial, olhando de relance para a especialista e vendo uma projeção de si mesmo infante. Não, Nico não arriscaria perder aquele espírito apenas por vingança — por mais que suas trevas nos confins de seu âmago bramiam por tal. Balançou a cabeça negativamente, achegando-se de Karinna em passos lentos e silenciosos. Em ímpeto e depressa, as mãos buscaram os ombros da garota, trazendo-a mais perto para si — falava em tom quase inaudível para não causar desconfiança da Rocket em sua frente.

— Estamos cercados por esses vermes. Deve ter alguma saída pelo outro lado que a gente não topa com esses filhos da puta, então fica calma, tá? — trazia a especialista um pouco mais para perto em um abraço trôpego; cerrou as pálpebras e respirava em frequência maior, buscando ocultar todo o seu desejo por vingança para proteger aquele inabalável espírito que Karinna levava consigo. Soltou-a, ainda com as mãos no ombro, jazendo ainda mais próximo. — E se por um acaso eles pegarem a gente, o Xatu te teleporta pra qualquer outro lugar e eu cuido deles. Proteja aquela criança. É a única coisa que eu te peço.

Soltou-a, volvendo lépido na direção do sentido contrário, onde julgava ter uma outra saída. Pedia no seu íntimo para que Karinna apenas assentisse com aquilo que dissera.

O amanhecer que a música dissera não poderia ser tão breve, de jeito nenhum. E que o eterno crepúsculo colérico que o louro carregava consigo mantenha-se em silêncio, afinal, Nico recordava-se do que aconteceu quando resolvera libertar o seu verdadeiro eu.
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Mensagem por Karinna Qua 16 Dez - 10:30


nostalgia

Os passos eram pesados mas protegidos de qualquer forte impacto pelo tapete vegetal de médio tamanho que descansava sobre nossos pés. Somente a lembrança daquele que destruiu e tirou tudo de mim fora suficiente para abalar o emocional, ativando gatilhos que tanto lutei para esconder na parte mais profunda do íntimo; Throh era um deles, Pokémon tão fiel ao meu progenitor que obedecia suas ordens sem sequer pestanejar, ceifando a existência do que eu amava naquela fatídica noite. O mausoléu de Arceus uma vez mais recobria o consciente, com minha fúria tão descontrolada que sequer Natalie ousou interrompê-la. As mãos, antes não marcadas pela enorme cicatriz de Shimmer, ceifaram a vida daquele lutador com toda força que conseguiam conter em seus ossos. Na época, parecia um encerramento da vingança que sempre almejei, mas hoje vejo que não trouxe tranquilidade alguma. Não só sou uma assassina de pessoas, como o fiz na rota cento e um, como também de Pokémon. O arrependimento nunca veio e talvez, e somente talvez, eu seja de fato uma psicopata. Não há remorso algum pelo que precisei fazer para sobreviver.

Nenhum mesmo.

— ...  Tá cansado de escutar minha voz, né, irmãozinho? — respondi, dando uma leve risada para tentar descontrair e afastar as lembranças que me atormentavam — Tudo bem, vou ficar quieta.

Longos foram os minutos que caminhamos dentre a relva até encontrar um sinal que nos indicasse onde estávamos. Em determinado momento até acreditei termos nos perdido: a mata começou a ficar mais fechada, quase inexplorada por humanos há bastante tempo. Uma placa caída e abandonada indicava o começo da rota doze e suspirei aliviada; não me entenda mal, andar por florestas é algo que amo com todo meu coração, mas se perder sem recursos já é outra história. Os motores e luzes amarelas tornaram a cortar o natural breu e o ensurdecedor silêncio que nos cercava, com os estranhos anteriormente escutados surgindo uma vez mais. Para o meu azar, ao ouví-los conversar, se tratavam de Rockets.

Vamos lá. Não me arrependo de maneira alguma por fazer parte da organização: a Equipe Rocket estava ali quando não havia mais ninguém por mim e, sendo bem sincera, serei eternamente grata a eles por isso ou a essa altura eu já estaria enterrada a quatro palmos do chão. A pior parte, sem dúvidas, é manter o juramento de segredo, que tanto me incomodava, principalmente com Daisuke. Com Nicholas não poderia ser diferente, como chamá-lo de irmão e esconder algo dessa magnitude? Mas não tem jeito. Não se eu quiser protegê-los, não se eu quiser o bem estar dos que amo.

Que bom que Natalie colocou um pouco de juízo na minha cabeça.

— Tá tudo bem, Nico. — me atrevi a chamá-lo por outro apelido além do constante "irmãozinho" — Ninguém vai me fazer mal. — segurei em seus ombros de volta, fixando as cerúleas orbes sobre as dele, tão preocupadas que conseguia sentir o medo saltando por sua pupila — Eles são dois. Um deles vai retornar para entrada, onde encontramos a cerca e a outra provavelmente irá investigar o caminho que já passamos. Provavelmente acham que somos dois treinadores desavisados e não que já caminhamos isso tudo sozinhos. Conheço o procedimento. — respirei fundo, abrindo um leve sorriso para o garoto, aproveitando para tentar acalmá-lo apertando de leve seus ombros — Eu disse que sei me cuidar, não disse? Muito tempo andando por aí sozinha, a gente vê de tudo e descobre as mais diversas coisas. Pode ficar tranquilo. — segurei em seu braço, puxando-o na direção contrária a que os Rockets foram, em passos lentos e cuidadosos — E nunca que eu te deixaria aqui sozinho, que ideia. Nunca mais me peça isso.

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Mensagem por RafaelLuck Qua 16 Dez - 13:59

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Espero que estejam gostando da rota, pois estamos prestes a chegar em um clímax importante e aguardado. Podem rolar seus terceiros dados. Lembrem de colocar Hidden, Egg move e Shiny por favor.

Karinna conhecia os padrões de movimentações da organização mais perigosa de Kanto, Nicholas era um dos treinadores mais cautelosos, furtivos e precavidos de toda a Hoenn. Quando a ronda foi feita ambos foram teletransportados por Xatu para o outro lado da cerca e correram pelo piso asfaltado até os fundos de um edifício aparentemente abandonado.

As palavras de Nico mostravam seu posicionamento raivoso pelos Rockets enquanto a frase de Karinna mostrava uma leveza singular: ela tinha certeza que nada de ruim viria a acontecer com ela. Uma mulher forte e sobrevivente de carteirinha não seria parada por apenas dois rockets patrulheiros. Havia algo peculiar nas ações dos treinadores. Sozinhos, talvez nenhum dos dois teria agido da forma como fizeram e nem teriam dado bola para os sentimentos alheios quando a explosão interna clamava pelo agir. Chegava a ser bonito ver os dois juntos como uma equipe.

Um som estático e um chiado sinalizavam uma voz única e profunda vindo de dentro do prédio. Seguida dela, mais duas.

- Mestre H. conseguimos encontrar estes dois e já estão contidos.
- Cumpriram bem com suas obrigações. São espécies raras de Galar e precisam ser transportadas. Tragam até mim. Desligo


Havia algo nostálgico naquele tom de voz. Mesmo com o sintetizador de voz, não era o timbre ou voz das palavras. Mas o modo, a pausa e o jeito que foram ditos. Karinna conhecia o nome H. um dos líderes secretos da equipe rocket e deverás temido por suas punições.

Uma janela quebrada estava entra nossos heróis loiros e os pokémons nativos.Na cena, um projetor acoplado no teto e ao fundo apenas o tecido branco oscilava vez ou outra. Uma mulher e um homem estavam parados e tinham duas pokébolas cada um em seus cintos. Duas celas moveis (Que serão devidamente renderizadas em altura, largura e profundidade no próximo post) continham os pokémons nativos e quando eles tentavam encostar nas barras de ferro, uma corrente elétrica os castigava.

Progresso:


Karinna: Vitória de Musubi e Gyoza contra Slowpoke ambos ganharam 1395 de xp;
Musubi subiu do nível 1 para 11 (Santo up) e ganhou rios de felicidade(21 de felicidade!!!!!!) pela sua primeira vitória em Kanto. Gyoza ficou feliz por seu maninho e recebeu +1 ponto de felicidade.
Musubi e Gyoza venceram a batalha contra Crabrawler e receberam 1.233 xp cada um.
Gyoza avançou para o Lv. 30 [547/3227] e recebeu +2 de felicidade ;
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Nico: Vitória de Seedot e Shellos contra Slowpoke ambos ganharam 1103 de xp cada e Seedot ganhou + 4 de felicidade (e pode ganhar +10 caso escolha evoluir)
Seedot chegou ao Lv. 15 e pode evoluir.
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Shellos chegou ao Lv. 29 e ganhou +2 de felicidade;
Shellos ganhou 1876 de xp pela vitória contra Rockruff;
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Capturas:

Karinna: Slowpoke femea nível 25; - 1 Friend Ball;
Crabrawler Macho nível 21; -1 Pokeball;
Dewpider Fêmea nível 21; -1 pokéball ;
Corsola Fêmea nível 21; -1 pokeball ;

Nico:Slowpoke macho nível 25; - 1 Pokeball;
Rockruff femea nível 21; -1 Pokeball;
Dhelmise nível 21 Genderless; - 1 Pokeball;


Bcs:

Karinna:
+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;

Nico:

+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;
+1 BC por evoluir Seedot para Nuzleaf;
+2 bc por evoluir Shellos;
+2 BC por evoluir Slowpoke ;

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Avistaram uma dupla de Slowpokes loiros;
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Mensagem por Nico' Qua 16 Dez - 16:43

Conhecer o modus operandi dos rockets dava alguma vantagem à dupla. Tendo ciência disso, o pássaro utilizara seus poderes paranormais para levá-los ao outro lado da cerca. Chegaram a uma zona asfaltada, com mais alguns nuances de que, provavelmente, pessoas moravam — presente ou passado — naquela região. Nos fundos de um edifício abandonado, mais precisamente. O louro olhou de um lado para o outro, rapidamente buscando em todo o seu redor qualquer vestígio dos criminosos que tentaram cercá-los pouco tempo atrás.

Por sorte, não havia ninguém — ao menos do lado de fora. Volveu-se rapidamente para a parede de concreto do edifício, de onde um chiado constante e um timbre vocal saíam. Com os ouvidos atentos, o louro constatou de que eram — quiçá — aqueles dois de outrora conversando com um dos líderes via rádio. Aquele sorriso maquiavélico, mesmo que raso, iniciava a tingir os lábios finos do kantoniano.

Doce vingança.

Nem mesmo quando as terras outrora arrasadas pelas tempestades infindáveis pareciam se reerguer, os criminosos aproveitavam aquela ínfima brecha para manter suas atividades contrabandistas. Mas, por Arceus, esses vermes não dão um único descanso para Kanto? Os olhares frios de Nicholas expressavam uma parcela daquele ódio tão crescente em seu âmago: castigavam o seu terno continente, bem como atentaram à vida de alguém que lhe fizera tão bem mesmo em pouco tempo. Como poderia perdoá-los, ou simplesmente esquecer desses acontecimentos tão frescos em sua memória? Ademais, sua perna estava daquele jeito justamente por conta de um dos membros dessa facção.

Contudo, como poderia fazê-lo tendo a especialista ao seu lado e a mesma se negando a partir sem ele? Qual seria a impressão dela ao conhecer o verdadeiro garoto que, aprazivelmente, Karinna chamava por irmãozinho? Um paradoxo eterno dentro da alma do kantoniano.

Balançou a cabeça, buscando — mesmo que em vão — afastar aquelas sombras que já lhe eram ternas e familiares, que o abraçavam quando os desejos mais lúgubres de sua alma estavam para transbordar. Era necessário o autocontrole naquela situação, e sabia disso; porém, apenas ter a ciência não significa que seria, de fato, uma tarefa fácil.

Uma janela quebrada próxima aos dois era o ínfimo obstáculo que separavam os dois das espécies galarianas — ainda não visíveis devido à distância. No teto, um projetor iluminava uma dupla de criminosos brandindo esferas bicolores em suas cinturas, bem como alguns utensílios para transportá-los. Os monstrinhos estrangeiros jaziam sorumbáticos dentro de uma jaula feita para comportá-los de modo justo. Não obstante, era audível a corrente elétrica percorrendo entre a barra de ferro para que, no momento em que os pokémons ousassem golpeá-las, levassem um choque — e dos grandes.

Cerrou os punhos em fúria, recordando-se da simpática figura de Rockruff. Por mais que em zoológicos os monstrinhos não têm um tratamento digno, aquelas feridas tão gritantes poderiam apenas ser fruto de seres com moral alguma, carregados único e simplesmente pela ganância, doa a quem doer. Quiçá, o lupino conseguira escapar das mãos dos rockets junto a Crabrawler, justificando o porquê de serem tão vulneráveis — iniciaram interagindo com a especialista e o treinador através de uma singela brincadeira, e posteriormente, uma aproximação amical ao ouvirem as lamúrias que os dois carregavam consigo.

Até gostaria de resgatar os dois monstrinhos sem uma batalha ser necessária. Ora, se a gaiola fosse alimentada pelo sistema elétrico do edifício, bastava causar um curto circuito ou interromper a circulação de corrente elétrica; o segundo passo seria romper as rígidas barras de ferro que separavam as espécies da liberdade. Mas, sejamos sinceros: pra que dar toda essa volta se enfrentar a gangue parecia tão mais simples? E, provavelmente, os dois portavam as chaves que destravariam a gaiola dos pokémons. Dois contra dois.

Ademais, se Karinna havia de fato vencido Regirock, aqueles dois caras não deveriam ser um obstáculo, não é?

Nicholas aproximava-se da loura com pinceladas de seu intrínseco furor, ostentando seu convencido sorriso. Moroso, aproximava os lábios dos ouvidos da especialista, controlando o volume de sua voz para que, de modo algum, os rockets desconfiavam que estava ali.

— Eles estão em dois, nós somos dois. Já sabe, né? — inquiria em murmúrios, abrindo ainda mais aquele sorriso maquiavélico. Quem sabe, Nicholas também não descobriria um pouco mais sobre o tal Mestre H., a quem tanto aquela dupla reverencia, correto?

Xatu os cobria pelas costas, e não é preciso discorrer muito de que o psíquico estaria pronto para auxiliar em qualquer momento — e em caso de combate, não engajaria, afinal, ele era a válvula de escape da dupla. Seja com seu teleporte ou seus poderes paranormais, a ave não abaixaria sua guarda de modo algum.
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Mensagem por Red Qua 16 Dez - 16:43

O membro 'Nico'' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '[SWARM] Galarian For' :
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#2 'Ability' :
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#3 'Egg Move' :
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#4 'Shiny' :
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Mensagem por Karinna Qua 16 Dez - 18:46


nostalgia

E o dilema, mais uma vez, atingia meu coração como um poderoso golpe que poderia amassá-lo por completo: as janelas voltaram-se para Nicholas, preocupada em esconder de mais uma pessoa meu segredo mais profundo. A expressão no rosto do loiro ao encontrar os malfeitores assim que chegamos à civilização quase que instantaneamente tremeu todo meu corpo. Os dígitos buscaram sua mão esquerda, segurando-a com toda força que consegui projetar. O silêncio perdurou até os lábios tomarem coragem para abrir, mas se acovardarem quase que de imediato; não havia coragem, mais uma vez.

— Por que essa raiva toda? — inocente, perguntei; a mão soltou a dele, com os olhos voltando na direção da dupla criminosa — Se não mexermos com eles, não irão mexer com a gente. — suspirei, preocupada — Eles são perigosos, irmãozinho.

A crescente preocupação não se dava pela nossa segurança, ha, longe disso. Grunts como aqueles não conseguiriam derrubar meu time nem se quisessem, mas o pavor de ser reconhecida corria pelas minhas veias como adrenalina. Não só seria desmacarada na frente de Nicholas como poderia até mesmo sofrer retalhação da organização. Ambos malfeitores mencionavam H, o grande cérebro por trás de uma das divisões da Equipe Rocket, talvez um dos principais que eu queria trabalhar junto futuramente. Voltei meu olhar para o loiro mais uma vez e seu desejo de confrontar a dupla era quase que palpável e aquele sorriso sádico reconhecia bem: era exatamente igual ao meu. Balancei a cabeça negativamente, abrindo a mochila de Nicholas sem qualquer convite e retirando seu blazer molhado de lá:

— Se vamos fazer isso, não quero ser reconhecida. Eles podem vir atrás de mim depois quando eu estiver sozinha. — uma mentira deslavada, mas serviria... pelo menos por enquanto — Vamos salvar aqueles bichinhos. — os olhos voltaram-se imediatamente para a equina colorida, idêntica a que encontrei no mausoléu de Arceus; dessa vez, ao invés de engatilhar algum pensamento negativo, tudo que queria era ela para mim, mas algo me dizia que não seria possível — Calma aí. — suspirei, buscando a esfera de Starmie dentro da bolsa e enrolando o blazer do loiro no meu rosto, deixando somente os olhos de fora — Temos o elemento surpresa aqui... — levantei agoniada, apontando para frente assim que liberei a aquática ao meu lado — Gyoza, acerte um duplo Ice Beam, seja lá no que for que lançarem para se defender.

Respirei fundo, voltando um breve olhar para Nicholas. Se de alguma maneira eles me reconhecessem ou o disfarce não funcionasse, o loiro assistiria uma fachada que jamais gostaria que visse: a Karinna sádica, vil, perigosa e sanguinária. Não ia ter outra saída a não ser impedir os malfeitores de sair dali com vida e me reportar. Espero que não chegue a isso.

Espero.

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Mensagem por Red Qua 16 Dez - 18:46

O membro 'Karinna' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '[SWARM] Galarian For' :
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#2 'Ability' :
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#3 'Egg Move' :
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Mensagem por RafaelLuck Qua 16 Dez - 20:51

Hora da ação.

As vezes a vida te dá uma oportunidade e você precisa agarrar ela com todas as forças. Nico precisava de um valvula de escape em algum momento e Karinna tinha lá sua dose de desgraças para acertar com a vida. Porque não aproveitar o aqueles desconhecidos que aprisionaram dois pokémons então?

Finalmente a origem dos pokémons maltratados era revelada e bom...Karinna sabia que H. tinha uma estratégia bem peculiar de orientar seus liderados: os fins justificam os meios. Seus liderados podiam fazer o que quisessem para capturar os pokémons desde que eles não perdessem performance durante o processo.

Karinna estava "disfarçada" e Nicholas não via necessidade para isso. Com tudo combinado, Gyoza preparou seu raio congelante e disparou.

O fundo que antes era branco bradou alto e apenas a voz de H. retumbou pelo cômodo.

- Ataque inimigo as 06:00 horas! Dispersem e ataquem!

A dupla rocket pulou para trás das gaiolas usando os pokémons como reféns.

- Tolos! Não deveriam enfrentar a organização mais poderosa de Kanto. Felizmente eu sempre mantenho a câmera ligada por mais alguns minutos para ver como meus agentes estão se comportando. Cautela nunca é demais. Prendam eles até os outros agentes chegarem!

- Sim chefe!

Duas esferas giraram no ar Liberando uma Leavanny e um Durant. Enquanto a pokémon folha lançou seus fios de seda sobre a dupla, A formiga metalizada acelerou em direção a parede e iria quebra-la se nada a impedisse.

Progresso:


Karinna: Vitória de Musubi e Gyoza contra Slowpoke ambos ganharam 1395 de xp;
Musubi subiu do nível 1 para 11 (Santo up) e ganhou rios de felicidade(21 de felicidade!!!!!!) pela sua primeira vitória em Kanto. Gyoza ficou feliz por seu maninho e recebeu +1 ponto de felicidade.
Musubi e Gyoza venceram a batalha contra Crabrawler e receberam 1.233 xp cada um.
Gyoza avançou para o Lv. 30 [547/3227] e recebeu +2 de felicidade ;
Musubi avançou para Lv. 14 [366/480] e recebeu +6 de felicidade ;


Nico: Vitória de Seedot e Shellos contra Slowpoke ambos ganharam 1103 de xp cada e Seedot ganhou + 4 de felicidade (e pode ganhar +10 caso escolha evoluir)
Seedot chegou ao Lv. 15 e pode evoluir.
Pode aprender mega drain e caso evolua pode aprender Razor Leaf: deseja substituir algum Move?
Shellos chegou ao Lv. 29 e ganhou +2 de felicidade;
Shellos ganhou 1876 de xp pela vitória contra Rockruff;
Shellos ganhou +800 de xp via Exp Candy (S)


Capturas:

Karinna: Slowpoke femea nível 25; - 1 Friend Ball;
Crabrawler Macho nível 21; -1 Pokeball;
Dewpider Fêmea nível 21; -1 pokéball ;
Corsola Fêmea nível 21; -1 pokeball ;

Nico:Slowpoke macho nível 25; - 1 Pokeball;
Rockruff femea nível 21; -1 Pokeball;
Dhelmise nível 21 Genderless; - 1 Pokeball;


Bcs:

Karinna:
+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;

Nico:

+2 BC por vitória em uma batalha contra pokémon selvagem;
+2 BC por capturar 2 pokemons Selvagens;
+1 BC por evoluir Seedot para Nuzleaf;
+2 bc por evoluir Shellos;
+2 BC por evoluir Slowpoke ;

Informações extras:

Tiozinho amistoso: Willy ;
Sobrinha de Willy: Cindy ;
Avistaram uma dupla de Slowpokes loiros;
RafaelLuck
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