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#00 - Inicío

#00 - Inicío


Jamie chegou ao aeroporto de Lumiose por volta das seis horas da tarde. Era um dia quente, a cada cinco minutos ele retirava um pano para limpar a testa úmida de suor. Um clima anormal para esta época do ano, que é marcada por chuvas violentas e dias frios, mas isso não o incomodava o suficiente. O calor não usual significava pro jovem que aquele era um dia atípico, e boas coisas acontecem quando tudo vai diferente do esperado, ele acreditava fielmente nisso.  Enquanto caminhava em direção à plataforma de embarque, seus pensamentos flutuavam dentre as expectativas que tinha sobre a sua viagem, sua vida não seria mais a mesma, ele iria conhecer o mundo e experienciar novas coisas, bastava estar aberto a todas essas possibilidades.

Já dentro do avião, não tardou até que o rapaz adormecesse, seu ronco podia ser ouvido por todos no veículo. Por ter dormido durante boa parte da viagem, não sentiu passarem-se as horas. 23 horas de voo passaram num piscar de olhos e antes que percebesse, já era possível ver do alto as luzes da cidade de Mauville. A paisagem certamente era encantadora, Lumiose era bastante bonita, mas o lado rústico e ainda assim bastante tecnológico de Mauville era algo a se notar. Tudo isso o fez repensar no que tinha feito, não havia voltas. Ele havia desistido de tudo que construiu em Kalos para fazer algo novo aqui, e não sabia bem o quê. Desembarcou, retirou suas malas e ao olhar para as ruas da cidade, respirou bem fundo e disse para si mesmo:

- Que p***a que eu fiz?? Vim parar em outro lugar distante, sem ideia para onde ir, sem ninguém conhecido e nenhuma pista do que devo fazer em seguida!

Sm saber para onde ir, ele decidiu vagar pelas ruas da cidade em busca de que o universo pudesse responder suas preces. Precisava encontrar um lugar legal e barato para ficar durante uns dias, colocar sua cabeça no lugar e depois seguir em frente. Mesmo que tenha se decidido sobre esta viagem, suas inseguranças ainda o perseguiam e Jamie não havia planejado exatamente o que fazer quando chegasse em Hoenn. As ruas de uma cidade nunca pareceram tão confusas, nada do que ele via era parecido com aquilo que conhecia.

Enquanto caminhava confuso, uma placa em particular chamou sua atenção. Haveria um concurso de dança mais tarde aquela noite, em um bar local, e o prêmio seria um Pokémon raro! Um estalo veio em sua cabeça: Ele poderia ganhar dinheiro fazendo performances com Pokémon, assim poderia ter uma fonte de renda em todo lugar que fosse e ainda poderia viajar tranquilamente.

Jamie adentrou no bar com ar de confiança, mostrou para o rapaz atrás do balcão o seu melhor sorriso e disse para que todos pudessem ouvir:

- Pode anotar aí, Jamie Franssoá é o concorrente de última hora que vai vencer esse concurso! - Ao terminar de se pronunciar, se virou aos clientes sentados nas mesas e fez uma reverência, junto com uma pequena dança.

- Er...senhor? - Disse o balconista, confuso com a cena - "Franssoá" é com s ou ç?

Algumas horas se passaram e a lua cheia trouxe um ar misterioso à esta noite. Jamie ensaiava seus passos de dança num beco ao lado do bar, rezando para que seu plano desse certo hoje. O bar estava lotado, ele conseguia ver o movimento na porta e murmúrios de conversas, quando anunciaram seu nome para apresentar, o jovem fez questão de fazer daquele seu maior show. O público agradeceu sua apresentação com uma grande salva de palmas.

Finalmente a hora de anunciar o vencedor chegou e ao descobrir que tinha ganhado, chorou intensamente. Seu primeiro dia em Hoenn havia sido um sucesso, Madame Creudozete estava certa, ele estava seguido um caminho para coisas grandes acontecerem. O público gritava seu nome, lágrimas caíam de seus olhos e ele segurava na mão seu prêmio: uma pokébola que continha seu mais novo parceiro de palco.
por Chloéthe
em Sab Jun 06 2020, 01:55
 
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Tópico: #00 - Inicío
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#00 - Prólogo - I'm good enough?


#00 - Prólogo - I'm good enough?
O começo de uma jornada de auto-conhecimento.
Littleroot é uma cidade pequena, conhecida por sua agricultura, mas principalmente por ser localidade do laboratório do professor Birch. O professor raramente está pela cidade, sua assistente lida com os treinadores iniciantes e eu sou um deles, finalmente chegou o dia de começar minha jornada, Medidite, meu pokémon e companheiro de infância e treinos está comigo, pretendo continuar com ele como amigo pelo resto da minha vida.

Finalmente chegamos ao laboratório, são mais ou menos 10h da manhã, o horário marcado para a entrega dos pokémons iniciais, eu vejo diversos jovens que, assim como eu, estão preparados para desbravar o mundo. A assistente do professor finalmente aparece, é uma moça bonita, com cabelos pretos e veste roupas comuns a quem trabalha em um laboratório, ela da as boas vindas e pede para fazermos uma fila, depois de algum tempo chega minha vez, ela então pergunta meu nome.

- Olá, me chamo Edward Walker, mas pode me chamar de Eddy! E este é meu amigo Medidite!

Medidite é um pokémon muito simpático, ele estende a mão para um high-five, ao qual a moça prontamente complementa. Ela então entrega os equipamentos necessários para o inicio de minha jornada, assim como explica o funcionamento da Pokédex, imediatamente aponto para Medidite, para gravar seus dados, talvez nem fosse necessário, mas foi para testar a funcionalidade do equipamento, a moça então me deseja boa sorte em minha jornada, mas eu não quero sorte, começa agora o momento de minha provação, nós vamos mostrar que somos forte, mas por onde começar?

Considerações:
-Meu pokémon inicial é o Medidite e minha região inicial é Hoenn, mais precisamente na cidade de Littleroot Town.
por 'Kaen
em Sab Jan 18 2020, 20:44
 
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Tópico: #00 - Prólogo - I'm good enough?
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Pokémon - The Hall of Masters

[size=16]Olá, querido leitor![/size]

[size=16]Você está pronto para mergulhar em um mundo completamente novo (nem tanto assim) cheio de histórias emocionantes?
[/size]
[size=16]Bom, espero que sim. [/size]


[size=16]Antes de começar a história, me sinto na obrigação de situá-lo no mundo de [/size][size=16]“Pokémon - The Hall of Masters”[/size][size=16]. Antecipo que, [/size][size=16]“Pokémon - The Hall of Masters”[/size][size=16],[/size][size=16] [/size][size=16]se passa em um mundo em que se faz um paralelo entre o anime de Pokémon e os jogos. [/size][size=16]Antes de você desistir de começar a ler[/size][size=16], eu reconheço que é difícil até mesmo de juntar alguns pontos, devido a isso, existem informações que vocês verão no anime que serão diferentes nessa história, assim como existem informações que vocês irão ver nos jogos e que também serão diferentes por aqui, logo, não serei perfeitamente fiel a nenhum dos dois mundos, vou construir um novo em que irei aproveitar tanto elementos do anime quanto do jogo. É isso. Espero que gostem da história. =D[/size]


[size=16]Nota rápida: Assim como no nosso mundo, os meses foram nomeados em homenagem a rituais e deuses da mitologia pagã, no mundo de [/size][size=16]“Pokémon - The Hall of Masters”[/size][size=16] não é diferente, porém, os meses são nomeados de acordo com as divindades de seu mundo. Sendo assim:[/size]

Janeiro
Archnesis
Fevereiro
Weatrio
Março
Azett
Abril
Anthordia
Maio
Shayma
Junho
Creatrio
Julho
Eduon
Agosto
Oneme
Setembro
Birtrio
Outubro
Beatrio
Novembro
Letitan
Dezembro
Finaos


[size=16]A origem do nome dos meses são associados a grupos de Pokémon Lendário ou a simplesmente a um Lendário somente, sendo esses:[/size]


Archnesis
Arch (Por causa de Arceus) + Genesis (Gênese).
Weatrio
Vem de weather trio, o trio do tempo.
Azett
É o nome do AZ na Alemanha.
Anthordia
Anthea + Concordia.
Receberam a homenagem porque em Japonês são chamadas como Deusa do Amor e Deusa da Paz, por isso, deduzi que receberam esses nomes em homenagem a deuses do Mundo Pokémon.
Shayma
Homenagem ao Shaymin.
Creatrio
Vem de creation trio, o trio da criação.
Eduon
Duo eon, nome dado a Latias e Latios como grupo.
Oneme
One Mew, trocadilho com Mewtwo e homenagem a Mew.
Birtrio
Vem de Bird trio, homenagem ao trio de pássaros de Kanto.
Beatrio
Vem de Beast trio, homenagem ao trio dos cães de Johto.
Letitan
Vem de Legendary titans, os chamados “Regis”.
Finaos
O último mês, derivado da palavra “final”.


 
Pokémon - The Hall of Masters
Capítulo #00
Despedida e começo

[size=16]9 de Archnesis de [/size][size=16]23[/size][size=16]8[/size][size=16]19[/size][size=16].[/size]
[size=16]Continente Hoenn, Mossdeep City.[/size]
[size=16]4h30min.[/size]

 
[size=16]Durante a madrugada, a cidade de Mossdeep City, sempre tão movimentada, parecia uma vila pacata. As luzes dos postes insistiam em clarear as ruas preguiçosas, e a única movimentação eram provenientes do porto e da estação espacial. Policiais faziam a patrulha das ruas com Houndour e Houndoom, uma vez que a essa hora, os Growlithes e Arcanines ainda dormiam. Ao oeste da cidade, no lado oposto a estação espacial, havia uma casa diferente. Ela era um pouco maior do que as outras de Mossdeep. Não era uma mansão, pode-se dizer apenas que ela foi feita com um pouco mais de espaço. Sua frente era composta por um pequeno jardim, onde os pequenos arbustos que levavam a entrada do terreno à porta pareciam serem podados e regados com muito cuidado. A direita da porta se encontrava um modesto jardim de pedras, e a sua esquerda, uma grande árvore muito bem cuidada e que, nessa época do ano, estava carregada de Sitrus Berries. A frente da casa era levemente iluminada pela lua que já começava a se esconder, o que acabava por ressaltar as janelas da casa e seu telhado vermelho. Ela possuía janelas de madeira, que pela frente da casa, se podiam ver duas em baixo, e, na parte superior do imóvel, somente uma, com uma varanda que levava a um quarto.[/size]


[size=16]Nesse quarto, um despertador inquietante com o rugido de um Garchomp já começava a soar e despertava um garoto cujo cabelo preto estava extremamente bagunçado. Seus olhos, que se abriam com dificuldade, o guiavam a despertar o seu pequeno Chimchar, com o qual havia divido a cama durante a noite. Ao levantar da cama, ele caminhava vagarosamente em direção ao banheiro de sua suíte e pôde notar que seu Absol e seu Rhyhorn dormiram juntos, dividindo o tapete redondo que se encontrava ao lado de sua cama. Ao entrar no banheiro, lavou o rosto e se olhou no espelho. A expressão de quem havia acabado de acordar não escondiam a empolgação em seus olhos azuis. O dia havia chegado. Kay Stone iria iniciar sua jornada. Ao se lembrar disso, Kay rapidamente se dirigiu ao banho e, em menos de 10 minutos, já estava pronto. Antes de sair do banheiro, procurou suas roupas que havia separado na noite anterior. Vestiu o seu jeans novo, calçou as meias brancas e seu par de tênis azuis em seguida penteou o cabelo e saiu do banheiro, acordando de uma vez seus Pokémon que dormiam no tapete. Absol bocejou ainda sonolento, e Rhyhorn tentava inutilmente tapar seus olhos com suas patas dianteiras, num claro sinal de que ainda estava com sono. [/size]


[size=16]Antes de terminar de se arrumar, o garoto de cabelos negros fez uma pausa para agachar e acariciar seu Pokémon acinzentado, o deixando com um sorriso no rosto, e, ao passar na frente de Absol, fechou a mão como um soquinho e recebeu uma leve cabeçada no punho como um cumprimento amistoso.[/size]


[size=16]Ao passar por eles, foi até seu guarda-roupa e vestiu sua blusa preta de mangas curtas. O garoto havia adorado a blusa logo que a viu, uma vez que ela tinha um capuz branco e ele achava isso no mínimo interessante, para se proteger da chuva e afins. Vestiu suas pulseiras pretas e colocou seu cinto com suas três Pokéballs na calça, após isso, retirou três vasilhas para comida Pokémon de uma pequena porta do guarda-roupa, e colocou comidas especiais para seu Chimchar, Absol e Rhyhorn, e, após três palmas, os três foram comer.[/size]


[size=16]Terminada a refeição, Kay colocou Absol e Rhyhorn em suas Ultraball e Safariball, respectivamente, apenas para Chimchar pular em seu ombro em seguida. Após todo esse procedimento, buscou sua mochila, também dentro do guarda-roupa, e checou se estava tudo em ordem de forma muito metódica.[/size]


[size=16]- Comida instantânea, ok. Cápsula para estoque de comida Pokémon, ok. Cápsula para guardar roupas reservas, ok. – Dizia o adolescente enquanto checava o que precisava – Ah! E com todas as cápsulas estocadas. Ótimo. De quebra, um mapa detalhado de Kanto, [/size][size=16]meu caderno de anotações para pesquisas, meu diário, um carregador de Poképhone, [/size][size=16]dois protetores solares, cinco desodorantes, um pente, uma escova, três pastas de dente, uma cápsula de itens utilitários com... – Disse ele ao abrir a cápsula para conferir os itens e ela praticamente explodir com as coisas em cima da cama – Cinco Potions, três Super Potions, dez Full Heals, e... Aproximadamente, sessenta e duas Pokéballs... Ok. Vou colocar cinco no bolso da frente para ficar mais fácil de sacá-las. – Ao terminar de dizer isso, guardou as cinco Pokéballs na mochila como havia dito e utilizou a cápsula de itens utilitários para guardar os demais itens, em seguida, seu Chimchar desceu de seu ombro e pulou na cama, ficando na sua frente e lançando para ele um olhar empolgado.[/size]


[size=16]- Chim! Chim! – Gritava de empolgação o pequeno macaco enquanto pulava na cama. A cena fez Kay esboçar um sorriso. Era óbvio que seus Pokémon também estariam empolgados. O garoto pegou o pequeno Chimchar e o colocou em seu ombro.[/size]


[size=16]- Vamos dar tudo de nós! – Disse Kay determinado. O pequeno monstro laranja assentiu com a cabeça.[/size]
[size=16]Após o pequeno diálogo, a dupla saiu do quarto e se deparou no corredor do 2º andar, do qual tinham três portas, sendo duas dispostas do lado esquerdo, e outra do lado direito, a uns dois metros da escada que descia para o segundo andar. Como havia se despedido de seus pais no dia anterior, Kay desceu as escadas com pressa, abriu a porta da casa com sua chave, saiu e trancou a porta em seguida. Puxou seu Poképhone do bolso e olhou a hora. Ainda eram 5h15min. Seu barco só saía às 7h, logo, ele teria tempo para fazer o que precisava. Ele virou de costas para sua casa e observou o portão da frente junto de seu enorme muro, que contornava completamente todo o terreno da casa. Antes de procurar embarcar no navio, Kay precisava se despedir de seus amigos, os Pokémon de seus pais. Para isso, ele deu a volta no terreno por dentro, contornando a casa entre um espaço entre ela e o muro que a cercava e chegando aos seus fundos, onde uma pequena reserva abrigava cerca de trinta Pokémon em seu interior. Ao chegar lá, não conseguiu ver ninguém a um primeiro moment[/size][size=16]o, mas aos poucos, ele foram aparecendo. Os biomas se baseavam basicamente em uma floresta com um pequeno lago e uma réplica de encosta de montanha. [/size][size=16]O [/size][size=16]terreno da casa[/size][size=16] dos Stones era enorme. [/size]


[size=16]Os primeiros a darem as caras foram o Sceptile de sua mãe, e o Aggron de seu pai. O jovem Stone percebera que muito provavelmente os outros não apareceriam, estava muito cedo. Mas Aggron e Sceptile foram sempre muito presentes durante a infância de Kay, muito mais que os outros. Kay trocou olhares determinados com a dupla de Pokémon.[/size]


[size=16]- Não irei falhar. Juro que vou vingá-los. - Disse Kay, extremamente motivado. Seguidamente, ele foi respondido com o sinal afirmativo de cabeça e um rapido abraço dos dois grandes Pokémon, algo meio desconfortável e perigoso normalmente, principalmente devido ao corpo rígido e aspero de Aggron, mas ele estava acostumado, então não se machucava. Até mesmo Chimchar participara. Após o abraço eles se despediram, e Kay partira pro porto, com a promessa de um dia, voltar [/size][size=16]como um treinador completo, e preparado para vingar o nome dos Stone. Ao entrar no porto, rapidamente fez o check-in e seguiu caminho para a sua suíte. O destino era Pallet City. O tempo de viagem eram dezoito horas.[/size]


[size=16]Ao entrar na suíte, percebera que economizou bastante ao pegar aquele quarto. Ela era modesta e lembrava bastante um quarto de hotel, com uma cama de solteiro, uma televisão, um banheiro e uma mesa para estudos. Ao entrar no quarto, Chimchar pulou na cama e voltou a dormir, rapidamente o garoto tirou Rhyhorn e Absol de suas capsulas de bolso e eles voltaram a dormir, em seguida, Kay se sentou na mesa para estudos e começou a reler seu diário para se inspirar, se relembrando do que ocorrera dez anos atrás. E então começou…:[/size]


[size=16]- “Meu nome é Kay. Kay Stone. Na verdade, eu não queria estar escrevendo toda essa besteira, mas me convenceram de que ia me ajudar a lidar com tudo isso. Eu não estou convencido, só estou fazendo para não dizerem que não estou tentando lidar com tudo isso da melhor maneira possível. O que eu não expliquei ainda é que meu pai perdeu o título de campeão para o Wallace. Mas não apenas perdeu. Foi completamente massacrado, e sequer tentou reagir. Eu não tinha percebido nada de errado, mas as coisas ficaram muito esquisitas quando a Cradily foi nocauteada com tanta facilidade pelo Tentacruel, ainda mais se tratando do fato de que ela era pelo menos duas vezes mais forte que ele. Depois disso, o Swampert deu conta do Tentacruel com apenas um golpe, apenas pra ser nocauteado pelo Freeze-Dry do Walrein. O esquisito? A proporção de forças era a mesma da anterior. Nada daquilo fazia sentido. Meu pai nocautearia todo o time do Wallace com apenas um Pokémon. E aquilo tudo me perturbava profundamente, quando fui estudar as expressões dos seus colegas da Elite 4, eu só via tristeza e arrependimento. A pior de todas foi a do vovô Drake. Ele parecia que choraria a qualquer hora.[/size]


[size=16]Durante a batalha, eu estava em um camarote, onde estavam apenas os membros da Elite 4 e a família do campeão, no caso, eu, minha mãe, Amber White, a tia Jade, e o vovô Joseph, ou como todo mundo conhece, o Sr. Stone. No camarote, podíamos ver a batalha através de uma sala, com ar-condicionado, poltronas acolchoadas, e uma visão privilegiada do campo de batalha. Durante o confronto, todo o ambiente estava triste. Quando eu perguntava o que estava acontecendo, as pessoas mudavam o assunto da conversa. Foi ridículo. Quando perguntei à tia Jade o que estava acontecendo, ela apenas disse que o Walrein do Wallace era muito forte, com uma expressão facial que dizia justamente o oposto. Sidney mentia melhor. Ele apenas dizia com uma expressão de indiferença que Wallace parecia ter se preparado melhor. Mas ele não podia esconder as pupilas dilatando, um claro sinal de mentira. Phoebe não disse uma única palavra. O máximo que posso dizer, é que ela ficou pelo menos surpresa ao ver Tentacruel entrar em campo, mas com certeza não foi uma surpresa de agrado. Foi mais como desprezo. Glacea gostou de ver Walrein em ação, mas claramente não foi convencida por todo aquele lixo. Drake se sentou ao meu lado, e a cada vez que um dos Pokémon do pai ficava fora de combate, o velho me abraçava forte, como se segurasse um choro profundo. Mamãe estava claramente abalada. E não foi pouco, para que eu não a visse chorar, ela foi ao banheiro. Tia Jade parecia enojada. Já o meu vô, eu conseguiria descrever. Ele estava muito triste e chateado, mas ainda assim, eu conseguia sentir um ar de orgulho. Estaria ele iludido com o fato de meu pai dar tudo de si?[/size]


[size=16]Ao término, eu não sabia descrever o que sentia. Vi um Tentacruel mal preparado, um Walrein arrogante, uma Ludicolo estúpida, um Seismitoad que mal respeitava seu treinador, um Poliwrath debilitado e uma Milotic egocêntrica ganharem de um dos melhores treinadores do mundo. Nunca vou engolir isso. Saí daquele estádio com uma única certeza. Uma promessa. Cradily, Swampert. Empoleon. Magnezone. Torterra. Metagross. Vou vingar vocês. E ainda que eu não consiga, jamais farei um Pokémon meu provar de uma derrota tão amarga. Eu juro.”[/size]


[size=16]Ao terminar sua leitura, ele foi para a cama e desligou a luz enquanto ficava com suas últimas palavras lidas ressoando em sua mente…[/size]

Eu juro.”

Eu juro.”

- Eu juro…

[size=16]Pokémon – The Hall of Masters[/size]
[size=16]Capítulo #00 – Fim.[/size]
por Cunha
em Qui Set 12 2019, 11:20
 
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Tópico: Pokémon - The Hall of Masters
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