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#003? - Na trilha do ouro.

OFF: Desculpa pelo troço com a Pokédex. Eu comecei a fazer, ficou MUITO feio, e eu fiquei com preguiça de fazer outra coisa qqqq e... Pelo post enorme também kkkk me empolguei.


Assim que Cadu se apresentava, Marconi também introduzia a si, para o rapaz, como Daniel. Entendia assim, que preferia que optássemos por utilizar seu primeiro nome. Um pedido justo, já que, no fim das contas, estávamos nos tornando mais próximos, o que me deixava feliz. É sempre bom ter mais amigos por perto. E, assim que o advogado terminava de se introduzir, eu fazia o mesmo.

- Eu sou Daisuke Fernandez. É uma prazer, Cadu! - Dizia, com um modesto sorriso em meu rosto.

A seguir, Kathryne fazia sua proposta de irmos para um lugar mais aberto, e eu dizia para que eles fossem a frente, afinal, a narradora em questão falou tanto sobre higiene que acabava ficando incomodado com a ideia de ir para fora sem escovar os dentes. Fui até o banheiro e descartei a máscara, em seguida, lavava as mãos como bem orientava o folheto informativo, lavava o rosto, e, por fim, escovava os dentes. Tendo guardado tudo, eu lavava as mãos mais uma vez e ia de encontro aos outros no pátio.

Quando cheguei ao pátio, pude observar Kathryne sentada em um banco com seu Slakoth e seu Kadabra, vi Cadu, um pouco distante, com um Spinda, e, bem mais afastado, estava Marco... Daniel! Fumando um cigarro e acompanhado de um Pawniard. Eram muitos Pokémon diferentes e eu tomei a liberdade de usar minha Pokédex em todos eles. Algo meio incomodo, talvez, principalmente porque já havia me metido em problemas por ser treinador, mas que a narradora tenha dó de minha alma, era mais forte do que eu!

Peguei a enciclopédia eletrônica, reduzi seu volume a uma altura que só fosse audível a mim os seus dizeres, e apontei, primeiramente para o Kadabra de Kathryne, depois, para seu Slakoth, em seguida ao Spinda e finalizei com o Pawniard, fazendo ela entoar as características de cada um dos quatro Pokémon.


Tópicos com a tag 327 em Pokémon Mythology RPG Kadabra
#064 - Kadabra
Um Pokémon Psiquico
O Kadabra emite ondas alfa fortes o suficiente para induzir dores de cabeça e pode até fazer com que os relógios funcionem para trás, as máquinas com mau funcionamento e os dispositivos delicados deixem de funcionar por completo. As ondas aumentam ainda mais a força, quanto mais perigo o Kadabra enfrenta. Ao fechar os olhos, pode dobrar o número de partículas alfa que emite. Quando está com dor de cabeça, as ondas alfa se tornam incomuns. Todas as células cerebrais de Kadabra trabalham em uníssono enquanto ele usa seus poderes.






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#287 - Slakoth
Um Pokémon Preguiçoso
Slakoth vagueia e dorme por mais de vinte horas por dia, o que pode deixar quem está a sua volta um pouco sonolento. Como não se move muito, não precisa de muita comida e come apenas três folhas por dia. Seu coração bate apenas uma vez por minuto. É capaz de recuperar a energia perdida através do uso de seu antigo movimento de assinatura, o Slack Off. Faz seu ninho em florestas tropicais e mantém o mesmo durante toda a sua vida. No entanto, ele pode viajar para longe nadando em rios.




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#327 - Spinda
Um Pokémon Panda Manchado
Possui movimentos vertiginosos, confusos e dispersos, como dança, que podem ser usados para o seu movimento de assinatura anterior, o Teeter Dance, embora ache que está caminhando em linha reta. Esses movimentos confundem seus oponentes e dificultam sua mira. Ele mora nas montanhas.




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#624 - Pawniard
Um Pokémon Lâmina Afiada
Tem braços vermelhos que terminam com lâminas semelhantes a facas em vez de mãos, que afiam regularmente com pedras encontradas pelos rios. Ao caçar, Pawniard imobiliza a presa por facadas repetidas com essas lâminas. Suas pernas são vermelhas com pés de dois dedos. Na natureza, Pawniard vive em bandos governados por Bisharp.



Fiquei empolgado com o que vi, e, em seguida, fui até Kathryne e fiquei razoavelmente distante para dizer oi a seus Pokémon.

- Ah! Eu não sabia que você tinha um Slakoth também. Legal! - Disse ao entoar leve surpresa e em seguida mudar para um sorriso. - Do Kadabra eu lembro. E ai, cara? Lembra de mim? Ficou com saudade? - Disse sorrindo levemente para ele. Não sabia se ia entender a brincadeira, mas esperava que ele levasse numa boa. - Bem, acho que é minha vez. Então, podem sair. - Dizia, colocando meus parceiros para fora um a um.

De primeiro, Zhár, em seguida, Sunshine, depois Brave, Raijin, Bunnelby, e, por fim Dawn. Havia um certo tempo que não via Zhár, então, ela não entendeu quando me viu de cabelo cortado. Assim como Sunshine. Ambas estranharam muito de início, mas logo em seguida se acostumaram e vieram até mim para um afago.

- Ei, meninas! Há quanto tempo, né? - Dizia, enquanto lhes acariciava. - Então, pessoal. Quero lhes apresentar a Kathryne. A gente tem passado por umas confusões juntos, mas ela é nossa amiga, então a tratem bem, por favor! - Lhes dizia, em súplica.

Minha Bulbasaur era meio ciumenta e meio antipática com estranhos, então tudo o que fez foi cumprimentá-la de longe, fazendo um leve aceno com a cabeça. Já Sunshine, talvez por todos estarmos de máscara, preferiu apenas lhe enviar um aceno simpático. Brave, que foi meio diferente, foi até ela e a lhe fez uma leve reverência. Não entendi muito bem o porquê de tudo aquilo, mas acho que foi só um jeito brincalhão de dizer oi, como se lhe indicasse bom tratamento e... Zoava com a minha cara? Sei lá. Raijin foi... Bem, ele só ignorou tudo o que eu disse e foi perambular pelo pátio, mais especificamente, foi dar uma boa olhada na Spinda e observá-la de perto. Teria ele ficado curioso ou só queria perturbar o pobre coitado? Já Bunnelby estava meio sem graça por mais cedo, mas tratou de cumprimentar Kathryne de mais perto, e, Dawn ela só... Fez um pru e pousou na minha cabeça.

Eram muitas reações distintas, eu não sabia exatamente o que eles fariam a seguir. Mas ficava de olho em Raijin, para que não fizesse nenhuma bobagem. Em seguida, me diria a Kath.

- Bem, aqui tem bastante gente, né? Então... O que acha da gente chamar o Cadu e o Daniel pra uma batalha? Talvez seja bom para nos distrairmos. - Dizia enquanto mantinha os olhos fixos em Raijin, que, tudo o que fizera, foi virar a cabeça e tentar arquear uma sobrancelha imaginária para o movimento do Spinda. Por fim, pude respirar, já que ele cansou de assisti-lo e veio para perto de mim, se deitar.
por Cunha
em Seg 30 Mar 2020, 00:57
 
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