A aventura começa

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A aventura começa

Mensagem por Aquiles em Qua Jun 06 2018, 01:14

Era a manhã do meu aniversário de 16 anos, provavelmente perto das 7 horas quando um pequeno Poochyena pulou em cima de mim, foi o bom dia mais molhado que havia recebido, interpretei esse ataque como um sinal de que o dia seria muito bom. Ao me levantar me alonguei, escovei meus dentes e desci as escadas para tomar café da manhã, morava em uma casa relativamente grande, tinha dois andares, 3 quartos no andar de cima, dois com banheiros, um banheiro separado, além de uma varanda com vista para o quintal. No andar de baixo, tinha mais um banheiro, uma sala grande, com lareira, televisão, dois sofás, mais a frente tinha uma cozinha e a sala de jantar, onde nós reuníamos para comer e conversar, atrás da casa temos um enorme quintal, tipo, muito grande, o quintal dá acesso a entrada de uma floresta e geralmente meu tio trabalhava por lá, catalogando, estudando hábitos e habitats.  Quando desci percebi que não tinha ninguém, a casa estava quieta, o que não era normal, por a casa sempre estava animada, com minha tia cantando, ou meu tio fazendo piadas. Ao andar pela casa percebi um bilhete na mesa, onde dizia que eles tinham saído para buscar algo, não questionei, eram adultos ocupados, passeando pela casa vi as insígnias que minha tinha conquistado, eram lindas, não apenas pelos seus formatos, mas pelas histórias que cada uma contava, cada batalha, cada experiência que minha tia e seus pokémons passaram estava representadas ali, naquelas insígnias, eu só conseguia admira-las, como eu queria aquilo, acho que meus velhos ficaram cansados de tanto me ouvirem pedindo mais e mais histórias, quando mais novo. Depois de ficar babando aquelas insígnias por alguns minutos decidi ir ficar no quintal, peguei o violão que ficava ao lado da fogueira, adorava dedilhar quando ficava sozinho, o levei para o quintal e fiquei sentado, olhando as árvores, a grama e os pokémons que passavam, como eu adorava ver aquelas criaturinhas, aparentemente ainda estava sonolento, fechei meus olhos e comecei a dedilhar, sem pensar em nada, apenas eu e.. Essa sensação de ter alguém me olhando. Sutilmente abri um dos olhos e percebi que um pequeno Mudkip se aproximava e observava o som que o violão emitia, um sorriso escapou de meu rosto, aparentemente ele estava gostando, voltei a fechar meus olhos e comecei a dedilhar "Aloha Oe", uma das músicas que minha tia cantava para mim quando mais novo, enquanto eu tocava, senti algo muito macio se aninhando embaixo do meu braço, o sorriso ficou ainda maior e eu estava simplesmente adorando, nem percebi o tempo passar, acho que já estava dedilhando "Redemption Song" ou terminando de tocar "Sem pressa", quando ouço a porta para o quintal sendo aberta, meu tio chegara com uma mochila no ombro, uma mochila de uma alça, vermelha e preta, muito legal na minha opinião.

Eduardo: Parece que ele gostou de você, não é mesmo? - Sua expressão era aconchegante e animadora.

Eu respondi com um sorriso, meus tios, são os melhores pais que eu poderia pedir, o pequeno Mudkip parecia reconhecer a voz do meu tio e acabou acordando, eu me levantei e ele parecia estar animado, começara a brincar entre minhas pernas, meu tio começou a sorrir e com um sinal com a cabeça indicou que era para entrar em casa, segui seu comando, entrei em casa, com o Mudkip me seguindo, assim que passei pela porta minha tia pulou em cima de mim com um grande e apertado abraço, meus tios eram completamente diferentes na personalidade, enquanto minha tia era mais energética, meu tio era mais calmo e os dois se divertem juntos e também brigam juntos mas todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz, e eu os amava tanto. Depois do abraço ela bagunçou meu cabelo, cumprimentou o pequeno Mudkip e me desejou um feliz aniversário. Passamos o dia comendo, cantando e assistindo algum concurso pokémon que passava na TV e o pequenino, Mudkip, ficou conosco o dia todo. No final da tarde meu tio me chamou no quintal para conversar, com a mochila nas costas, aparentemente o pokémon estava esgotado e acabou dormindo no tapete da sala, não o culpo, é muito bom, eu mesmo dormi várias vezes lá.

Eduardo: Aquiles, você sabe, essa é sua casa e nós te amamos -sua expressão e voz eram firmes e sérias, poucas vezes o ouvir falar dessa forma- nunca duvide disso, você sempre poderá voltar pra casa, quando quiser e no momento que precisar. -Eu estava um pouco preocupado com o rumo da conversa (será que vão me expulsar?) , mas não o interrompi- Ale, você foi o maior presente que já tivemos, nós o vimos crescer tanto nesses 16 anos e por isso acreditamos que você já é maduro o suficiente para sair do ninho em sua própria jornada. -ele tirou a mochila de uma alça e de lá puxou uma pokédex, e me entregou- Aqui meu filho, com isso, você pode registrar todos os pokémons que encontrar, colete o máximo de informações que puder e algum dia me mostre pokémons que nunca vi, okay?

Quase chorei, eu o abracei forte e ele retribuiu, igualmente forte, o que eu tanto quis, finalmente poderia realizar, mal podia segurar a emoção, quando olho pra porta de casa e vejo minha tia segurando as pokébolas, quase chorei de novo, finalmente iria acontecer, caminhei em direção á ela, ela me deu um abraço e me disse "agora é sua vez de ter sua própria aventura". Acontece que quando meus tios saíram de manhã, eles foram no laboratório pokémon de algum amigo deles e conseguiram o que eu precisaria para começar minha jornada e eu já sabia quem seria meu primeiro companheiro nela. Fui na sala onde o Mudkip havia acordado e perguntei se ele queria se juntar a mim, ele pareceu alegre ao entrar na pokébola, mas não vou chama-lo de Mudkip, para mim, ele é o Elvis. Na manhã seguinte, peguei algumas mudas de roupas, shots moletom, um preto e outro branco, uma calça moletom de estampa militar e algumas camisas, brancas, pretas. Me despedi de meus tios, foi mais difícil do que pensei e partir em minha jornada.
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Re: A aventura começa

Mensagem por Artie em Qua Jun 06 2018, 23:39

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