Pokémon Mythology RPG
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Pokémon Retrô: 20 anos da franquia!

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Mensagem por Artie em Seg Mar 07 2016, 00:53

Pokémon Retrô: 20 anos da franquia! PFEnb3j

Olá jogadores do RPG!
Para todos os fãs da franquia, a última semana foi de fato muito marcante para o mundo Pokémon. Descobrimos que temos uma nova geração chegando com Sun e Moon, que o lançamento de Pokémon Go está cada vez mais próximo e que  uma infinidade de produtos e novidades foram lançados. Mas o mais importante da última semana foi a comemoração de 20 anos da franquia.

Os primeiros jogos da franquia, Pokémon Red e Pokémon Green foram lançados no dia 27 de fevereiro de 1996 no Japão e foi uma revolução na industria dos jogos. Um jogo de Gameboy onde você tinha 150 opções de personagens jogaveis e customizáveis foi algo único e logo tornou-se uma febre com o surgimento do anime, do manga e de diversos produtos desses monstrinhos de bolso tão cativantes.

Para celebrar esse marco da franquia, teremos um evento único em nosso RPG! Cinco jogadores terão a oportunidade de jogar uma rota em off seguindo os estilos e as mecânicas dos jogos originais, completamente diferentes do nosso sistema atual e do sistema atual dos jogos. Entre as regras diferenciadas, teremos:



  • A rota será em alguma cidade de Kanto;
  • Apenas os 150 pokémons originais poderão aparecer na rota;
  • Pokémons só poderão ter 4 moves;
  • Apenas golpes da Gen I poderão ser usados;
  • Não existem traits;
  • Não existem megas;
  • Special Attack e Special Defense serão um único stat;
  • Os golpes são definidos como físico ou especial de acordo com o tipo do golpe;
  • Não será possível usar Hold Items;
  • Apenas itens da Gen I poderão ser utilizados;
  • Tabela de fraquezas e resistências antigas;
  • Alguns bugs e glitches também serão levados em consideração.




Os jogadores que tiverem o privilégio de jogar a rota especial receberão prêmios diretamente relacionados a Gen I e poderão passar todos esses prêmios para seus personagens no RPG, garantindo assim golpes e previlégios únicos:



  • Um dos iniciais de Kanto: Charmander, Squirtle, Bulbasaur, Eevee ou Pikachu (com Surf) e com sua hidden ability!
  • Um TM de uso único da primeira gen. Só poderão ser utilizados em um dos 151 pokémons originais e terão a mesma compatibilidade que havia na Gen I. (Bulbassaur seria compatível com Reflect, por exemplo) Raticate com Bubblebeam? Magmar com Metronome? Butterfree com Teleport? Blastoise com Mimic? Todos esses golpes serão possíveis! O único TM restrito será Fissure, pois Machop/Machoke/Machamp com No Guard são capazes de aprender.




O evento será divido em três etapas:


Etapa 1 - Inscrição + Sessão nostalgia.

Todos os jogadores que estiverem interessados em participar do evento deverão postar neste tópico uma história a respeito de alguma coisa que aconteceu quando conheceu a franquia pokémon. Para os jogadores mais novos, não precisa ser nada relacionado a primeira geração. Simplesmente contem histórias sobre seu primeiro contato com a franquia. A intenção é trazer a nostalgia à tona e celebrar os 20 anos da franquia com outros jogadores. Essa etapa acontecerá até o dia 20 de março.


Etapa 2 - Votação e seleção dos vencedores

A partir do dia 21 de março, um novo tópico será criado onde os jogadores do RPG poderão escolher as cinco melhores histórias. Buscando a neutralidade e a participação de todos os jogadores, serão escolhidas as cinco melhores histórias:
- Jogadores não-staffers escolherão os dois primeiros vencedores.
- Estagiários, narradores, moderadores e designers escolherão o terceiro vencedor.
- Os gestores escolherão o quarto vencedor.
- Os admins escolherão o último vencedor.

Os detalhes da votação serão postados no mesmo dia que o tópico e a votação será encerrada no dia 28 de março.


Etapa 3 - Postagem das rotas

Assim que os vencedores forem escolhidos, as rotas especiais serão postadas numa área especial. Cada história terá um ponto de partida definido por um dos admins e a nostalgia será o foco da história! Ao final da rota, os vencedores então receberão os prêmios e poderão retirar os mesmos nos correios de qualquer cidade.  
Artie
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Mensagem por Hayto em Seg Mar 07 2016, 01:35

Meu primeiro contato com pokémon foi o anime, ao ver aqueles monstrinhos tão espetaculares na telinha me surpreendi, pois era tão fascinante ao meu olhar que a parti daquele momento me tornei um grande fã de pokémon. E apesar de hoje não gosta tanto do anime, foi assim que eu conheci a franquia que eu tanto amo.

Nunca tive nenhum dos consoles da nintendo, por isso sempre jooguei no pc, e o primeiro jogo da franquia que eu conheci foi o Pokémon Ruby/Sapphire, só tinha começado a jogar pois o Sajin me recomendou, via ele jogando direto, foi aí que comecei a jogar. Naquela tempo que comecei fiquei várias horas jogando, era um verdadeiro vício, até que chegava um ponto que eu parava de jogar, eu não enjoava, pois não tem como enjoa de algo tão bom. Eu simplesmente parava, dava um tempo no jogo para voltar mais tarde. Mas, não tinha parado por aí, já que dias depois eu voltava a jogar. Mas não é como vocês estão pensando, “Ah, ele contínuo o jogo de onde parou”. Por incrível que pareça, não, por algum motivo começava do começo, sempre Quis criar várias equipes diferentes para conhecer melhor cada um deles. Isso sim foi uma infância para mim.

Ah, e eu não podia acaba sem dizer qual pokémon eu escolhia sempre né? Bom, como em toda geração de pokémon eu escolho um dos três inicias, já é até tradição, rsrs. E em Hoenn o inicial que seria meu definitivo era e sempre será o Treecko, não sei por que escolhi ele, mas acho que foi por que não achava Torchic lá essas coisas, aí foi ele. E não só isso por quê nas gerações anteriores eu só escolhia o inicial Water, pois eu os amava. Daí veio o Sajin e quebrou o ciclo escolhendo o Mudkip, como não queria escolher o mesmo que ele resolvi ficar com o Treecko, e não sinto raiva disso, pois Treecko para mim foi o que mais esteve presente na minha infância.

Bom, acho que essa é a história. Não será tão boa quantos as dos outros participantes, mas foi assim que eu conheci a franquia.

_________________



valeu ifood~
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eae:
curioso vc

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Mensagem por Gabrielmolina em Seg Mar 07 2016, 01:47

Eu conheci pokemon pelos jogos de browser estilo pokemon deluge eu ficava fascinado por jogar pokemon eu sempre pedia a minha mãe para me dar 1 real para ir as lan-house que ficava perto da minha casa só para jogar aquele jogo eu ja tive um console da nintendo o super-nintendo aonde eu jogava com o pikachu e ficava pulando por arvores até chegar no objetivo antes era super legal jogar aquele jogo quando criança mais quando fui crescendo fui perdendo a vontade de jogar.

Mais bom é isso sei que não é uma historia muito grande e não muito legal mais não sei mais oque escrever então é isso. Bom eu esqueci de mencionar que eu também ja tive meu forum eu trabalhava junto com um garoto e uma garota mais com o passar do tempo agente foi desanimando e acabou que não terminamos o forum depois disso conheci os jogos estilo pokemon pets por ai na internet era muito legal cuidar do pokemon depois disso conheci o primeiro jogo oficial do pokemon o pokemon fire red depois conheci os outro pokemon red, green, blue, yellow e o crystal depois conheci pokemon emerald, ruby e sapphire depois conheci os jogos de nintendo ds o qual eu jogava no pc conheci heart gold e soul silver, pokemon black e white, diamond e pearl e muito outros depois quis conhecer um pouco mais fora dos jogos foi assim que eu conheci as historias macabras de pokemon o primeiro que conheci foi a do hypno e depois fui conhecendo as teorias do ash  e etc.

depois me aprofundei mais não historias macabras e acabei achando um jogo macabro de pokemon e depois de ver esse jogo nunca mais quis jogar foi assim que conheci o digimon mais isso não interessa depois de alguns anos conheci os hack-roms de pokemon fiquei fascinado pelos jogos joguei light platinum e muito outros depois me interessei tanto em hack-roms que quis fazer o meu mais não deu muito certo e deixamos isso de lado e só depois de tudo isso conheci o anime pokemon junto com ash,brock e misty era muito legal assistir eu lembro que quando eu saia da escola corria rapidinho pra assistir pokemon eu ate imitava a voz dos pokemons eu sei meio loucura enquanto todas as crianças no tempo queria uma bike um cachorro um video-game eu só queria ser um treinador pokemon eu sonhava que eu eu estava em uma jornada junto com eles e pegando varios pokemons eu brincava com meus primos com os bonecos que eu tinha naquele tempo mais agente foi crescendo e parando de brincar mais eu mesmo com meus 17 anos ainda curto brincar com esses pokemons minha familia me chama de criança e falam que eu tenho mentalidade atrasada mais eu não ligo eu continuo gostando muito de pokemon eu tambem ficava brincando de ficar batendo figurinhas de pokemon no intervalo da escola era muito legal mais isso de bater figurinha não era muito legal pra os coordenadores da escola eu lembro que pedia sempre um dinheiro pra minha mãe pra comprar figurinhas e hoje tenho 2 caixas cheias agora não preciso pedir mais.

Porque agora eu tenho um trabalho mais isso não tem nada a ver com a historia então é isso esse foi meu verdadeiro contato com o mundo pokemon.  


Última edição por Gabrielmolina em Seg Mar 07 2016, 11:43, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Raikk em Seg Mar 07 2016, 05:07

Há 17 anos atrás, eu, um jovem gafanhoto de apenas seis aninhos, antes de ir para a escola no turno da tarde. Assisti desenhos. Naquela época, de longe meu programa favorita (depois de Disney Cruj) era sem dúvidas Eliana & Alegria. Quem não lembra da Dona Eliana e do Chiquinho? E os passeios incríveis no Sea World. Que aliás, acho que até hoje que eles fizeram uma viagem só, mas por um ano inteiro eles passavam uma matéria de "viagens" pra lá.

Enfim, nesse ano conheci Pokémon e nossa, foi amor a primeira vista, acompanhar a saga do Ash, desafiando líderes de ginásios, fazendo amizade, capturando novos pokémons, "perdendo" outros. Eu lembro até hoje o episódio do "Adeus Butterfree". A trilha sonora da cena de despedida é fantástica. Me emociono até hoje.

Como esquecer das temporadas seguintes, do Ash com a famosa bola GS, na qual ficamos mais de CEM episódios querendo saber o que tinha dentro, para enfim o Ash deixar a pokebola pra lá e esquece-la para sempre.

Naquele mesmo ano de 99, tive o privilégio de ir ao cinema pela primeira vez e vi esse filme que foi um fenômeno na época e para mim, até hoje é meu filme favorita da franquia. Filme no qual eu conheci Mew e Mewtwo, ambos são meus lendários favoritos, e o pokémon de número 151, é até hoje o meu favorito de todos os quase 800.

No ano de 2001, meu irmão comprou um GameBoy Color e nele veio pokémon Yellow. Então imagina uma criança de quase 10 anos de idade poder jogar esse jogo que é baseado em seu anime/desenho favorito? Foi com Pokémon Yellow que conheci o J-RPG e até hoje é meu gênero favorito de jogos. Tive a oportunidade de jogar por meses esse game no próprio portátil. Gastei muito dinheiro com pilhas hahaha. Depois disso ganhei Pokémon Crystal de presente, que é meu favorito. Poder capturar o Suicune, o pokémon da capa do jogo, foi surreal. Até hoje sou frustrado pois encontrei o Entei e não puder captura-lo pois naquele momento eu não tinha nenhuma pokémon, e por isso, até hoje, eu sempre ando com mais de 10 pokébolas nos jogos hahaha.
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Mensagem por Fons em Seg Mar 07 2016, 20:40

Honestamente não lembro tão claramente como e quando comecei a gostar de pokemon. Lembro de pequenos flashes.

Lembro que assistia pokemon na época que passava em uma das televisões abertas no Brasil. Não lembro exatamente se era sábado animado ou TV globinho, mas lembro que era de lei. Não perdia nenhum episódio que passava e quando perdia por voltar atrasado da escola ou coisa do tipo eu ficava bem chateado. Uma criança entre seus 4/5 anos que tinha um programa favorito chamado pocket monsters.

Lembro que fiz minha festa de 5 anos com o tema de pokemon. Na época não era uma grande febre entre pessoas da minha idade, apenas estava começando a se tornar. E os jogos ainda nem tinha ouvido falar.

Foi então que a família de criação de minha mãe voltava do japão, a terra dos animes e do famoso pokemon. Eu tinha por volta de 8/9 anos quando isso aconteceu. Com a volta deles que tive acesso aos meus primeiros vídeo-games, um game boy color e um playstation 2. Porém nenhum jogo de pokemon havia vindo acompanhando o game, coisa que não liguei na época, já que não sabia da existência dos mesmos.
Alguns membros dessa família  ainda continuaram no japão e voltaram no ano seguinte e junto deles estava meu primo que tinha a mesma idade que eu. Ambos com 10 anos, porém ele vinha com um super Nintendo na mala e um game boy advanced, games que não sabia que existiam e que encantaram meus olhos logo de primeira. Dentre os diversos jogos que ele trouxe com ele o primeiro pokemon que vim a jogar era o Pokemon stadium. Um garoto de 10 anos, encantado com toda aquela magica tecnológica que nunca tinha visto e além disso seu desenho/anime favorito sendo um dos retratados no mesmo.
Aos 10 anos já havia testado game boy advanced e jogado um pouco de pokemon no mesmo. Mas o jogo nunca fora de fato meu, era do meu primo e eu tinha apenas um computador e não sabia usa-lo da melhor forma possível ainda. Então uma garota que chamarei de "namoradinha de infância", mostrou-se muito fã do game e tinha o mesmo no computador. Eu não acreditava que isso era possível, até que ela me mostrou pokemon rubi. Pela primeira vez. Os pokemons de hoenn, a região cuja temporada eu assisti no cartoon network desobedecendo a ordem de meus pais de dormir cedo, apenas para assistir meu tão adorado show. A temporada de hoenn, me cativou mais que outras principalmente por causa do fato de nela terem surgido os iniciais que para mim são os mais interessantes, porém mais que isso foi pelo surgimento dos contests, minha fascinação com os combos feitos pela may foram uma das coisas mais interessantes e que me prendiam ao show.

Minha experiência com o manga foi a mais tardia. Com 14 anos descobri a existência do manga de pokemon por acaso quando decidi jogar as palavras pokemon e manga juntos no google e o nome que me apareceu foi Pokemon special. O primeira coisa que fiz foi matar a minha curiosidade de ver uma história diferente da do Ash, personagem que de certa forma já estava me enchendo o saco. Procurando pelo manga, cheguei a um video no YouTube que continha os capítulos, maior problema? Estava tudo em espanhol, então apostei tudo no meu "portunhol" horrível. Ao mesmo tempo em que me fascinava pelos personagens mais característicos e a história mais interessante a cada capitulo, eu aprendia um novo idioma, mesmo que as vezes aprendesse so palavras.

Hoje aos 18 anos. São um grande fã da saga e sinto o orgulho de já ter tido a oportunidade de jogar quase todos os jogos da franquia.
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Mensagem por Chris Ayusa em Seg Mar 07 2016, 22:37

Pokémon e minha infância são coisas intrínsecas. Então, alerta de textão:

Acredito que como a maioria aqui, conheci Pokémon no programa da Eliana, no final da década de 90, quando eu tinha uns seis anos, por ai. Meus pais nunca se casaram, porém moraram juntos por quase 15 anos, então nessa época eles ganharam em um sorteio uma viagem para a Bahia, e não tinham com quem deixar a mim e minha irmã mais nova, meus avós se prontificaram a ficar cuidando da gente enquanto eles se curtiam na terra do axé.

Tenho um tio que é só uns cinco anos mais velho do que eu. Eu simplesmente desconhecia que passavam desenhos em outros canais fora da Globo (e o inesquecível Bambuluá), aliás, se bem me lembro, a TV aqui de casa não tinha controle remoto, então dificultava um pouco as coisas.

Meu tio era um verdadeiro pentelho, rs. Me bulinava toda hora, junto com um vizinho dele, mas ai um dia eu vi eles assistindo um desenho diferente na TV. Se não me falha a memória, foi o episódio do Tentacruel que sai por ai destruindo uma cidade.

A partir daí começou uma história de amor mais bonita do que Crepúsculo. E como eu sei que é amor? Por que só amor faz você ficar doente assim, literalmente, mas já conto essa história.

Não tenho certeza se fui eu que introduzi Pokémon aos meus coleguinhas da escola, provavelmente não, mas as conversas sobre os monstrinhos de bolso aconteciam naturalmente. Lembro de que todo mundo ficou louco quando o Charmander virou Charmeleon, só se falava nisso. Na época nós não tínhamos tantas informações, e mesmo que elas estivessem presentes, éramos crianças de seis anos, então continuaríamos desinformados, eu acho.

Até então eu desconhecia e existência de pokémons em outras mídias. Como tava aprendendo a ler, minha mãe chegou a comprar um mangá, mas a história não era igual a do anime, e na época me desinteressei. Lembro que uma professora me deu um album de pokémon que era completado com figurinhas que vinham em chicletes. Foi a época que eu mais comi chiclete na minha vida. Foi então que um belo dia, uma menina de outra sala trouxe um gameboy color. Acho que metade da escola, literalmente começou a perseguir a coitada e implorando uma chance pra jogar. A partir daí comecei a infernizar minha mãe para me comprar um gameboy. Save the date: ainda estávamos em 2000. Na época, ela argumentou que não poderia porque estava gastanto muito dinheiro no meu aniversário (que adivinhem: tinha a temática de Pokémon), e eu fiz o compreensível. Porém todo dia eu acessava o site da Nintendo pra ver quanto estava o preço do Game Boy Collor, na época, e em 2001, fui alertado para não comprar o portátil, por que logo viria um novo que o substituiria: o Advance.

E eis que chegou 2002. Aquele era o ano que eu finalmente teria meu gameboy e poderia sair por aí pra cima e pra baixo com meu gameboy capturando monstrinhos de bolso. É importante notar que eu nunca tive muita afinidade com videogames, meu último console foi um Playstation 2 que sumiu misteriosamente. Gosto, me divirto, mas não sou exatamente bom com eles e nunca me liguei tanto nisso também. Então eu não fazia ideia de que existiam duas versões em cada geração (geração? O que era aquilo?) Comprei um Pokémon Red pra jogar num Game Boy Advance, e embora um pouco decepcionado com os gráficos toscos, me apaixonei pelo jogo. Lembro aliás, que na primeira vez que joguei, após capturar um número razoável de Pokémon, descobri que não podia carregar mais do que seis, e então tive meu contato com o sistema de storage. Como eu mal sabia ler português na época, que dirá inglês, acabei dando release em todos os meus Pokémon. Cara, eu literalmente chorei naquele dia. Lembro também que um amigo me deu a fita de Pokémon Blue, porque ele simplesmente tinha perdido o game boy dele. Na época eu me perguntei "Como alguém perde um gameboy?", bem, alerta de spoilers: eu também perdi o meu, alguns anos depois.

Como último episódio triste, eu gosto de lembrar o que minha mãe usa pra me zoar até hoje: lembram que eu disse que só um amor de verdade faz você ficar doente? Era natal, não lembro exatamente o ano, creio que 2004, sim, já existiam Pokémon Ruby e Sapphire, mas meu presente do papai noel seria um cartucho de Pokémon Yellow para jogar no meu GBA. Até cartinha para o Bom Velinho eu escrevi, mesmo que eu já não acreditasse, apenas para dar uma maior carga dramática ao pedido.

Acontece que a tal da fita não se vendia em canto nenhum. Canto nenhum mesmo. Chegou dia 25, fui correndo abrir meu presente e... Não era o Pokémon Yellow. Eu não lembro muito bem disso, então vou contar como minha mãe conta: ela diz que eu fiquei o dia todos cabisbaixo, não saía do quarto, e que tava reclamando de muita dor de cabeça. Ela foi medir minha temperatura: algo perto de 40 graus. Não queria comer nada. Ela entrou em desespero. Ligou pra todas as amigas dela, pra saber se o filho tinha um gameboy e se tinha o tal jogo, falou que comprava delas e tudo mais, até que uma delas deu o contato de um cara no centro da cidade que vendia jogos piratas e ainda vinha deixar em casa. Ela ligou, o cara veio deixar a fita. Ela me entregou a fita. Diz ela que meu rosto até corou. E eu pedi por comida. Já era algo entre 18 e 19h e eu perguntei "Mãe, esse é meu almoço, né?"

Infelizmente, não cheguei jogar as outras gerações no portátil, só em emulador. Ainda comprei aquela versão beta de Pokémon Gold que muitos aqui devem ter jogado, do mesmo cara que vendia fitas piratas, mas o jogo não me cativou muito (quando joguei o Pokémon Gold mesmo, anos depois, essa impressão ruim passou). Em meados de 2005, talvez 2006, meu gameboy sumiu, como eu já alertei acima. Nunca entendi como aconteceu. E o pior de tudo, foi que demorei dias pra sentir falta, já que não jogava mais tanto assim.

Bem, é isso. Espero que o texto não tenha ficado muito sentimentalóide, mas é um assunto que realmente me faz divagar e viajar. Vou aproveitar o espaço e desejar parabéns para a franquia, e que essa sétima geração seja tão inspiradora para todos quanto foi pra mim (falou o cara que não chegou nem na E4 em DP, e não jogou mais nada desde então).
Chris Ayusa
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Mensagem por Peter Holloway em Ter Mar 08 2016, 21:33

Bem... como contar algo que me ocorreu há... dez anos atrás? Não, mais do que isso, pois na época meu irmão não havia nascido (tenho um mais novo e dois mais velhos, apesar de que só um mora comigo. Enfim, assumam que apenas tenho um mais velho). Naquela época, dinheiro era algo complicado... por mais que estejamos em crise, muita gente aqui não chegou a pegar REALMENTE uma dificuldade financeira, ainda mais porque minha família, na época, era pobre. Ah, não confundam, quando digo pobre, me refiro a não ter dinheiro para comer direito, até (situação difícil, a explicação para isso não cabe ao evento, mas para fins de curiosidade, eu to de boas, tranquilo e favorável, hoje em dia).

Acredito, eu, que meu primeiro contato tenha sido com uma fita de GBC do Pokemon Red, mas foi tão próximo da época do anime e eu era tão pequeno que minha memória confunde os fatos, então eu peço desculpas caso eu me equivoque com isso. De qualquer forma, o importante é, eu e meu irmão estávamos em um aniversário de uma amiga da família, irmã de consideração de nossa avó. Lembro bem como foi a sensação de ver, pela primeira vez, aquele portátil. A luz brilhando para avisar da bateria, a cor verde característica (era o mais comum) e aquela telinha preta e branca com leves tons coloridos apenas para demonstrar diferenciação entre os jogos (coisa que aprendi só quando era mais velho). Eu e meu irmão ficamos fissurados e enchemos muito o saco da criança que tinha aquele brinquedo, aqueles sons (certo, comentário desnecessário mas que eu quero ressaltar. Meu irmão é surdo, então só eu escutava os barulinhos hipinotizantes do game boy color na fita do pokemon red).

Desde esse dia, toda vez que íamos veranear (não sei se todos conhecem essa expressão, pois no nordeste nos referimos às férias de verão como veraneio, e sempre que íamos à praia dizíamos que estávamos indo veranear) na casa de praia de meus avós eu brincava de pokemon, ou o que eu compreendia com os poucos minutos que presenciei e da rápida explicação daquele garoto sobre como funcionava o jogo. Pulava na areia, nos matos, nas árvores... até mesmo casas abandonadas (saudades da "casa mal assombrada") eram locais maravilhosos para se capturar algum bicho diferente, brincadeira essa que, à medida que ia fazendo novos amigos no lugar, todos entravam na brincadeira e adicionávamos as gerações que foram aparecendo com o tempo. Não me lembro quando, mas meu irmão conseguiu um GBC e com ele uma fita do Pokemon Crystal. Aquela fita... tantas memórias... não é atoa que é minha geração/continente favorito. Joguei esse mesmo jogo por anos, sem zerar pois só na adolescência que fui aprender inglês e compreender o que deveria fazer no jogo. Cada mico que já fiz por causa dessa fita...

Junto com meu irmão, isso quando conseguimos mais dinheiro para podermos subir de vida e comprar uma casa nova, pegávamos várias folhas A4 brancas e ficávamos desenhando várias criaturas diferentes, e devo dizer que, agora enquanto escrevo, alguns daqueles viraram realidade! Lembro de um pokemon cadeado e outro chave, que quando juntos evoluíam para outro pokemon... enfim. Toda semana criávamos novos pokemons para brincar e batalhar, mas os dele sempre eram mais legais pois ele sabia desenhar muito bem (trágico). Até mesmo no paint brincávamos com isso. A brincadeira puxou até mesmo as caçulinhas, onde vinha a promoção das mães treinadoras (bons tempos, pena que perdi um pedaço de minha coleção ainda no ensino fundamental e me obrigaram a dar o resto no ensino médio) onde cada garrafinha de guaraná vinha uma pokebola na tampa com algum pokemon aleatório. Maiores alegrias do mundo, amava cada um deles, até mesmo os de máquina, onde você colocava aquela moedinha de sei lá quantos centavos para cair uma bola de plástico com um pokemon dentro.

Para finalizar esse meu conto nostálgico, vou contar sobre uma história tragicômica. Houve uma época no qual meu pai comprou um carregador de tomada para não ficar gastando pilha direto, todavia, o GBC era tão velho e surrado, que, somado a um carregador que também estava bem lascado, tínhamos um portátil no qual não podia se mexer por problemas de contato e reiniciava o jogo. Certo, era só salvar, MAS, a fita tinha levado uma queda e não salvava mais o jogo. Ou seja... já devem estar imaginando. Ela passava 24/7 ligada na tomada, no quarto do meu irmão. Se desligasse, o jogo não salvava, mas se fizéssemos um movimento brusco dava mal contato e desligava da tomada. Resultado? Meus pais enlouquecidos com a conta alta de energia, quase sem dinheiro pra pagar, mas chegamos perto de zerar! =D
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Mensagem por Mouse em Ter Mar 08 2016, 23:17

POKÉMON
veni, vidi, vici


Penso em pokémon e afloram as boas lembranças da minha vida.

São memórias, excertos de um tempo agridoce: de quando se é feliz e não sabe; de quando se é muito novo para conhecer a tristeza. Lembro de crianças e sorrisos... de como chegávamos mais cedo da escola, correndo a tirar os tênis e a abandonar as mochilas e sentávamos a frente da TV. De quando ouvíamos a música que até hoje me traz lágrimas, que faz meu coração virar manteiga e que me deixa assim, saudosa, caindo num túnel do tempo até os dias felizes da minha jornada. Quantas vezes não brinquei com meu irmão e amigos que éramos como Ash, Misty e Brock e que desbravávamos o mundo pokémon? Em quantas batalhas não estivemos? Quantos pokémon não capturamos, quantos sorrisos não trocamos, quantas alegrias não vivemos?

Pokémon foi a porta, a janela: me mostrou um universo cheio de criaturas amáveis, de alegria e de aventura. Me abriu frestas a possibilidades; me guiou pela mão no caminho que não sabia, então, ser o do futuro. Enquanto eu crescia, Ash permanecia imutável: seu sorriso ainda era o mesmo de que me lembrava; sua vivacidade, perseverança, iguais. Quis que o tempo parasse, também, para mim. Quis ficar para sempre criança. Mas todos crescemos e deixamos nossos sonhos para trás: em algum lugar do caminho esquecemos de quem somos. Vamos nos tornando imagens apagadas do que éramos; mera cópia da cópia da cópia. Nossas fantasias se perdem nisso que chamamos de vida e enterramos a infância junto com tudo aquilo que queríamos para nós. Resignamo-nos, pois, ao nosso destino; àquilo que esperam que façamos, àquilo que querem nos tornar.

Cresci longe de tudo que conhecia e amava.

Encontrei a vida como ela era, despida de sonhos e de eufemismos; de palavras bonitas e de morfina. Andei na companhia das sombras, envolta em tristeza. Vi o mundo desprezar tudo aquilo que um dia fui. Vi portas se fecharem diante de mim. Me vi deixada na escuridão. Quando pensei que não havia mais volta, por acaso do destino reencontrei-me com o que era sonhar.

Um gameboy. Um jogo. E a nostalgia.

Encerrei-me — longe de tudo, de todos, longe de mim — e me vi de novo em Kanto, como quando era criança, procurando pokémon na companhia de Red. Ele deu-me a mão e me levou por este continente, sempre sob o olhar vigilante do Professor Oak, sob o ciúme e a pirraça de Blue, para a Liga Pokémon e além. Os dias que passei enfurnada foram, também, os dias em que me libertei na fantasia e achei outra vez alegria para sorrir; para sonhar. Para me deixar perder nos milagres das coisas simples, das afeições, dos amigos e das risadas. Fui abandonando a tristeza e fazendo meu caminho de volta das trevas que me engoliam.

Renasci.

Pokémon é mais do que um jogo, um anime, uma franquia: é o símbolo dos meus sonhos; de uma infância perdida, enterrada, mas reconciliada e em cujos braços me envolvo para reaprender a caminhar. É a fantasia precisa para enfrentar a aspereza da vida. Fora a mudança necessária para me reinventar. Pokémon me manteve aqui. Por ele vim, vi e venci.
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Mensagem por Ame em Sex Mar 11 2016, 18:00

Ame quer participar!

Eu não tenho memorias super emocionantes relacionadas a pokemon, eu tenho mesmo é lembranças de ser muito chata com a minha família porque eu queria que todos conhecessem pokémon e falassem de pokemon e brincassem de ser treinadores pokémon comigo. Eu fazia minha mãe e meu pai e minhas tias e minhas primas assistirem os episódios comigo quando passavam no cartoon, eu lembro de pedir para minha mãe fazer meu aniversario de cinco anos ser com tema de clefairy (clefairy era o pokémon mais fofo do mundo até eu conhecer o Flareon), também fiz um trabalho de artes com tema de pokémon na sexta série, e isso tudo apenas por causa do desenho, eu não tinha conhecido que havia jogos até passar por uma banca e ver uma revista que vinha com um poster enorme que tinha centenas de pokémon que eu nunca vi antes. A partir desse ponto eu quis ter meu próprio DS para jogar o remake de Johto que era o mais recente na época, mas isso demorou muito para acontecer e quando eu enfim consegui um DS foi quando BW era o jogo atual, eu ainda lembro de ter comprado o DS junto com um R4 que vinha com a rom de Soul Silver e White (300 reais tudo, ainda lembro bem de contar o dinheiro na hora e entregar para o vendedor!) eu nem esperei chegar em casa, comecei a jogar no trem e cheguei até o terceiro ginásio de Unova até perceber que tinha passado da minha parada. Bem, agora eu tenho um 3DS com as versões originais de Pearl, White 2, X e Alpha Sapphire. Hoje o meu DS esta guardado no fundo do meu armário junto com muitas velharias como álbuns de figurinhas e revistas do Pokémon Club, eu nem assisto mais o desenho no cartoon, mas o gosto pela franquia ainda é o mesmo de sempre e vai continuar porque eu vou acrescentar Pokémon Moon a minha coleção e, num futuro distante, foi introduzir Pokémon seja para minhas filhas ou sobrinhas e eu ficar igual uma velha chata contando para elas como era ter só quase 800 monstrinhos para capturar na época quando Pokémon tinha acabado de completar 20 anos.
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Mensagem por Just Norman em Sex Mar 11 2016, 21:05

Sinceramente vou participar só pra contar Very Happy

Como boa parte da galera mais jovem, eu não fui aquele jogador First Gen. Eu conhecia o pokémon pelo desenho, Tv Globinho, Cartoon Network, entre outros canais que tinham animações. Era incrível para mim, ver aquelas batalhas super legais, aquelas histórias "super bem desenvolvidas" que só Pokémon conseguia trazer.
Eu era aquela criança que gostava daquele pokémon que parecia mais "machão", Charizard, Sceptile, Infernape, sempre aquele mais protagonista, não tinha nem conhecimento da existência dos jogos, basicamente aquela criança que jogava Bomba Patch no Ps2 e assistia desenho antes da escola.
Mais ou menos depois do filme do Lucario, eu acabei ganhando um DS e encontrei uma fita peculiar: Pokémon Platinum. "Nossa, um jogo do desenho do pokémon, deve ser muito bom, provavelmente vai ter muita ação e batalhas épicas", imaginei. Obvio que quando liguei o jogo eu não fazia ideia do que estava acontecendo, e quando escolhi meu primeiro pokémon, Chimchar, entrei em uma batalha passando pelo arbusto. É claro que assim que vi o sistema de batalha eu fiquei revoltado, o desenho tinha tantas batalhas rápidas e o jogo era tão parado, mas eu havia gasto dinheiro para esse jogo, agora eu teria que jogar.

Consegui jogar até chegar na primeira grande cidade do jogo, aonde havia um puzzle com palhaços que eu nem sabia que existia. Obviamente eu não desisti e fiz o que toda criança pelos anos 2000 faria diante de um problema: procurei na internet. Acabei encontrando um detonado, exatamente este aqui: Detonado. Mas eu não queria usar o detonado todo, só utilizava na hora de dúvidas. O problema foi o seguinte: eu não contava que a E4 seria tão difícil, e literalmente fui massacrado com meus pokémons underlevel. Desisti.

Só voltei a jogar outro pokémon com HeartGold, mas um problema: ele estava totalmente em japonês, inglês eu poderia improvisar ou entender um pouco, mas JAPONÊS? isso era pra acabar com qualquer um, novamente usei outro detonado, esse eu segui estritamente até dado momento que venci a E4 de Johto, sendo a primeira vez que zerei. Daquele dia em diante meu amor pela franquia ficou maior, comecei a pesquisar mais jogos e a zerar cada um, primeiro foi pokémon Fire Red, aonde peguei meu primeiro shiny: um tauros, depois pokémon Yellow e Emerald, todos por emuladores. Meu objetivo era ter a experiência suprema de cada geração, poder zerar cada geração na sua melhor versão.
Então, depois de muito treinar, voltei para pokémon Platinum, talvez eu estivesse muito rancoroso a respeito das minhas primeiras tentativas, porque eu upei tanto meus pokémons que devo ter usado somente 2 ou 3 em todas as batalhas, nem deu tempo de suar.
Porém é aí que a história acaba, não joguei a 6ª geração porque 3DS ta caro e nem a 5ª porque não aguento black and white(pelo menos o primeiro porque dizem que o 2 é bem melhor, mas esse nunca tive a chance de jogar). Hoje em dia eu gosto de jogar desafios como nuzlocke challenge, monotrainer challenge, para manter a chama acesa, porque o bom amor tem que ser cultivado, e meu amor por essa franquia é enorme.
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Mensagem por Artie em Qua Mar 16 2016, 14:50

Muitas pessoas da minha idade costumam se lembrar de Pokémon apenas com uma certa nostalgia, mas para mim, a franquia sempre foi muito mais do que um anime e um jogo. A série dos monstrinhos de bolso foram uma parte marcante da minha infância e foi graças a franquia que eu acabei abrindo meus horizontes.

Tudo começou quando eu tinha apenas 7 anos de idade. Acabei conhecendo por um acaso o desenho por causa de amigos meus na escola, que todo dia comentavam a respeito dele. Logo comecei a assistir o programa da Eliana todas as manhãs (eu preferia o da Angélica, mas isso não vem ao caso) e simplesmente me tornei fanático por Pokémon. Vivia pedindo para minha mãe comprar revistas e derivados, mas na época era difícil encontrar qualquer coisa relacionada a pokémon aqui no Brasil. Foi então que após alguns meses, uma tia minha que morava em Porto Alegre veio nos visitar e trouxe para mim uma revista que falava sobre Pokémon. Ainda me lembro quando levei a revista para a escola e o povo ficou tudo aglomerado querendo ver e a professora brigando com a gente e querendo que a gente prestasse atenção na aula! Hahaha

A franquia foi se popularizando cada vez mais e eu e meus amigos viviamos comentando o anime. Permaneceu assim por um bom tempo até que, no ano seguinte, no meu aniversário de 8 anos, ganhei um dos maiores presentes da minha vida: meu tio (marido da minha tia que mora em Porto Alegre) havia viajado para a Espanha e trouxe de presente para mim um Gameboy Color e um cartucho do Pokémon Rojo (ou seja: Pokémon Red em espanhol). Eu prontamente comeceia jogar e entendi várias falas, já que o jogo era em espanhol. Mas logo eu comecei a notar algumas coisas estranhas, como o fato de todas as garotas do jogo se chamarem "Chica" (só fui descobrir que chica é garota em espanhol muito tempo depois) e isso me deixou com vontade de aprender espanhol. Dito e feito: em poucos anos eu já estava com um nível de espanhol intermediário, quase avançado. E tudo isso graças ao Pokémon.

Mais dois anos se passaram, a Eliana já estava passando o Pokémon Master Quest, em Johto e eu ganhei no meu aniversário de 10 anos o meu Pokémon Silver. Dessa vez o jogo era em inglês e eu quase não entendia nada. O que acabei apredendo dos jogos foi através da falecida "Pokémon Club", que inclusive me introduziu ao competitivo de Pokémon. Assim como no caso do Pokémon Rojo, o Silver me fez querer aprender inglês e, acreditem, se hoje em dia eu sou fluente em inglês, foi por causa da iniciativa que eu tomei graças a pokémon!

A terceira geração não demorou para chegar. Economizei e comprei para mim um Gameboy Advance SP e um cartucho do Pokémon Ruby. Quando comprei o cartucho, o vendedor disse para mim que pretendia organizar um campeonato de Pokémon e pegou meu número de telefone para avisar quando aconteceria. Nesse campeonato conheci várias pessoas que jogam Pokémon até hoje, inclusive um deles sendo um dos integrantes da Elite dos 4 da LOP-BR. E o melhor de tudo: vários deles ainda são meus amigos que tenho contato até hoje.

Por isso sou eternamente grato a franquia. Aprendi 2 idiomas por causa dela, fiz várias amizades que duram já faz mais de 10 anos e, de sobra, nos trouxe esse lindo RPG. <3

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Mensagem por Yay em Qua Mar 16 2016, 18:29

Bom... O que dizer sobre Pokémon? Para mim, atualmente não é apenas um jogo qualquer no tédio, um anime com animação e protagonista duvidosos ou uma série que só me remete coisas do passado. Pokémon para mim é meio que um estilo de vida. E sim, é super estranho e engraçado dizer isso. Querendo ou não, Pokémon para mim é a minha forma de me deslocar um pouco do mundo, esquecer dos meus problemas(Pra lembrar de outros problemas), competir com as pessoas, viver outras histórias e fazer a minha pouca criatividade funcionar.

Posso dizer que tudo começou bem de repente. Eu não lembro exatamente de quando eu vi algo sobre Pokémon pela primeira vez - Talvez porque eu era muito novo e quando eu vi pela primeira vez não estava no "boom" da primeira e segunda gerações -, mas... É, me interessou pra caramba. As lutas animadas e os personagens vibrantes talvez seriam capazes de atrair de forma super efetiva qualquer criança que visse, mas foi inevitável; quando eu vi, eu gostava demais de Ash, Brock e a "garota-que-sempre-muda" e suas aventuras. Falava sobre o anime com os meus amigos, meus pais, meu irmão mais novo que não devia ter nem quatro anos. Tudo sobre aquele universo de monstrinhos me impressionava.

Pouco tempo passou para que eu recebesse o meu primeiro computador, de aniversário, não lembro bem de quantos anos. Como eu ainda era uma criança, passava pelos sites de jogos e entretenimento mais corriqueiros na época, Cartoon Network, Click Jogos, sites de personagens infantis no geral, afins. Até que eu encontrei um site peculiar; que tinha bastante jogos antigos, cuja maioria por alguma razão era em preto e branco. Movido pela curiosidade, com alguns scrolls reparei que aquele site possuía um jogo de Pokémon; Pokémon Blue, para ser mais exato. Quando eu comecei a jogar estranhei tudo em geral; os sprites, o sistema das coisas, o idioma que até então me era desconhecido. Todavia, a curiosidade gritou na minha cabeça, e lá estava um garoto de oito ou nove anos jogando um jogo cheio de pixels com um dicionário de inglês e várias guias pra entender o que as coisas do jogo faziam. Acabou que atualmente, eu tenho um bom nível na língua americana, sem nenhum tipo de curso, instrução ou algo do tipo.

Me mudei para outro lado do país alguns anos depois, e após descobrir várias outras coisas, havia esquecido um pouco de Pokémon em geral. Até que apareceu na minha frente um site que eu não conhecia; um site de notícias sobre os monstrinhos, o tal Pokémon Mythology. Coincidentemente, ele estava falando sobre um outro site, este em formato de fórum: O Pokémon Mythology RPG. Quando vi o conceito do fórum, me encantei - Não escrevia bem e sequer falava com as pessoas pela internet, mas foi tudo tão natural que quando eu vi, já estava me esforçando para interpretar um personagem qualquer, inventado em poucos minutos, talvez a minha própria semelhança. Aos poucos, fiz várias amizades que se estendem até os dias atuais, independente das relações dentro do jogo; aprendi as normas padrão do meu idioma nativo, e criei um dos meus personagens favoritos até os dias atuais, talvez mais humano e mais "eu" do que o xará anterior.

Mas algo no RPG me instigava, o sistema de combates do jogo. Lembrei na hora dos jogos da série - Já havia tido outras experiências em Unova, Hoenn e Johto - e comecei a pesquisar mais sobre tal. Quando vi, estava em um site até então desconhecido, o Pokémon Showdown. Aquele jogo era bem diferente, não simulava de fato a história. Por outro lado, o seu foco era a competitividade e o profissionalismo ao mesmo tempo que estimulava a comunicação entre os usuários. Ah, maldito Koffing que ainda causa tantas discussões entre aqueles que não aceitam outra forma de jogar... Mesmo assim, o Smogon atualmente é uma das maiores razões de eu me interessar tanto por Pokémon.

Atualmente, eu estudo em tempo integral, e obviamente não tenho mais todo o tempo que tinha quando conheci o RPG, o Smogon, os meus amigos aqui e em outras ondas pela Internet. Mesmo assim, ainda dedico o tempo livre que possuo a essa franquia, por tudo que ela me trouxe e continua me trazendo: Diversão, conhecimento, foco e pessoas que compartilham suas opiniões comigo e desfrutam deste entretenimento comigo. Por essas e outras eu ainda acompanho esta série maravilhosa, e pretendo passar ela para os meus filhos, netos e outras pessoas que toparem comigo pela longa estrada da vida.
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Mensagem por Tyrant em Sex Mar 18 2016, 16:17

Tudo começou com a série animada quando começou a passar no Cartoon. Comecei a assistir apenas por assistir, igual quando você via um desenho novo na TV quando criança, mas o primeiro episódio já me atraiu de uma maneira que não deixaria de acompanhar por um bom tempo. Era todo dia em frente à TV esperando por um novo episódio para fazer companhia a Ash em sua jornada por Kanto. Após algum tempo já ganhava meu primeiro brinquedo da série: Uma pokébola com um Venonath dentro, enquanto isso meu irmão ganhava uma com um Poliwag(Eu queria o Poliwag :<).

Daí pra frente foi só alegria. De natal, ganhei um Game Boy color com o jogo Pokémon Yellow, foi meu primeiro contato com os jogos da franquia, para nunca mais largar. Horas incontáveis passando pelo jogo, semanas gastas para eu, não sei por qual motivo, começo tudo de novo desde o começo. Bem, não deixei o jogo de lado, continuei até chegar na Elite 4. E que Elite 4, hein? Lance estava me ando problemas, principalmente pelo fato de eu não saber quase nada sobre fraquezas e resistências dos pokémons, foram muitas batalhas antes de conseguir derrotar aquele mestre dos dragões apenas para descobrir o que viria a seguir.

Meus pokémons estavam fracos, não tinha salvo e a bateria estava em seu fim. Passei pela porta e encontro Gary me esperando para a última batalha. Ele não foi mais difícil que o Lance, talvez o problemas tivesse sido que eu não tinha uma party totalmente treinada, e isso que foi o interessante. Eu já havia derrotado 5 de seus pokémons, restando apenas o Vaporeon com uma pequena quantidade de vida. Foi então que restou-me apenas um pokémon recém capturado na Safari Zone, o meu amado Scyther. Sério, esse pokémon já era foda para mim desde essa época por ter feito aquilo que salvou minha vida. Quando eu pensei que tudo estava perdido, eu arrisco no Quick Attack daquele pokémon de level 25 e ele me presenteia com um belo crítico. Vaporeon caía e a batalha era vencida.

Eu quase chorei, mas fiquei apenas feliz mesmo, não conseguia conter a alegria, principalmente quando vi meus pokémons aparecendo na tela após entrar no Hall of Fame. Mais feliz ainda fiquei quando vi os créditos passando. Feliz e tenso. A luz vermelha do Game Boy estava tão fraca que eu fiquei com medo de ela acabar antes de os créditos passarem, talvez eu precisasse fazer tudo de novo caso acontecesse, talvez não, não sei, mas não importa. O importante é que tudo ocorreu bem e a tela de menu apareceu após o The End.

Após isso vieram outros jogos, Gold & Silver foi o próximo. A experiência desse foi mais desafiadora ainda, já que o cartucho era pirata e estava em japonês. Cheguei até o 7º Gym(ou foi o 6º? Não lembro), após isso encontrei as entradas dos edifícios da cidade bloqueadas, não sabia o que fazer, então deixei o jogo de lado para voltar anos depois em RBE, depois parti para DPPt. Acabei dando uma pausa na franquia após tudo isso, voltando a jogar BW e B2W2 em meu DS. Encerrei tudo com XY e ORAS no 3DS. Nesse meio tempo fiquei jogando Conquest, que é um jogo que me agrada até hoje devido ao seu post-game extenso, mas que acaba cansando de tão repetitivo.

O que não poderia faltar é falar um pouco sobre esse RPG, um lugar que eu me interessei assim que cheguei e que saberia que precisaria ser paciente, algo que eu não era, se quisesse ficar por aqui, e deu muito certo <3 Fiz amigos e conheci pessoas bem legais, algumas até sumiram e nunca mais vi(D:). Resolvi entrar na Staff para ajudar com as narrações e estou nela até hoje, e sempre torci para que pudesse ficar aqui por um bom tempo.

Continuo esperando pela continuação da franquia e tenho grande expectativas para com Sun&Moon(S&M ( ͡° ͜ʖ ͡°) ). E que a vida pokémonesca se espalhe por todo o mundo.

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All who enter his mountain lair.
From their body, the skin will tear
With his claws, as strong as iron
Even grown men, will be cryin

You will not, leave this place.
Without knowing, what's beneath your face.
You will drown, in your blood.
While he stomps, you in the mud.

There is no way out of here.
Your final wish, will soon be clear.
To die real fast, and take away your fear.
The sounds are louder, he is almost near.

You cannot run, you cannot hide.
All who have come, will surely die.
If you come across his mountain path,
there is no escape from Aggron's wrath.


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Mensagem por Matt em Sab Mar 19 2016, 16:41

Então é isso... Um evento para se falar de nostalgia... De nosso primeiro encontro com estas criaturazinhas que, estranhamente, ao serem "aprisionados" em esferas, cabem em bolsos. Então, vamos lá. Eu poderia muito bem começar a falar sobre qual foi o meu primeiro contato com eles, mas isso acabaria completamente com a emoção do texto, e também desvalorizaria meus sentimentos, os quais valorizo muito, então, vou começar pelo Background, para então contar do dado momento...

Nasci em 1996, já meu irmão, nascera em 1991. Desde pequeno sempre fui um tanto quanto solitário, seja por esta ser minha personalidade natural ou ocasionado pelo meio ao qual vivi. Meu pai, até meus 7 ~8 anos era um alcoólatra, oque já tornava o clima em casa um caos. Minha mãe, como ela mesmo já assumiu para mim, pedindo desculpa, nunca me teve como o foco de suas atenções, enquanto na verdade, isso era parcialmente minha culpa, e o por que de achar isso logo explicarei.

Meu irmão sempre fora o mais agitado entre nós dois, ele era quem pulava muros para jogar futebol com o pessoal da rua, que ia mal nos estudos, que sonhava em ser um jogador e bla bla bla. Enquanto eu, sempre fui o mais emotivo, frágil psicologicamente, o que passava o dia à beira da tv, desenhando coisas aleatórias. Então, mesmo com pouca idade, eu já sabia que minha mãe havia muitos problemas, tanto com meu pai, quanto com meu irmão, que sempre tratava de desaparecer de casa, e vendo isso, decidi que não deveria causar mais problemas a ela, e isso, como minha professora de psicologia, já na faculdade, me disse, fez com que eu me retraísse tanto que acabei perdendo minha auto confiança no meio do caminho. E chega, isso já está ficando muito chato, vamos à parte que interessa.

Como sempre fui o completo oposto do meu irmão, isso dificultava e muito nossa relação, encontrar algo que satisfazesse os dois, e já que, com a bebida do meu pai deixando muitas marcas em nossa relação pai e filho, assim como a minha necessidade em não dar trabalho pra minha mãe, só restava a presença de meu irmão.

É claro, eu já havia assistido pokémon na tv, porém não era algo que realmente me importava, só lembro de ter visto um episódio centrado em um Cubone, em que havia também Marill. Mas, meu irmão nunca suportou ficar parado em frente à tv, então, isso não ajudou em nada.. Não que não nos dávamos bem, gostávamos um do outro, apesar de eu já ter atirado uma tesoura contra ele e ter corrido com uma faca atrás dele, a questão era basicamente que não tínhamos muito oque fazer juntos. Eis então, que certo dia, surgiu um casa, um garoto, que estudava com meu irmão, que morava na esquina de baixo da casa. Ele trouxe uma caixa, que ele deu para meu irmão, sim, simplesmente deu, e no interior haviam todas suas coleções de cartinhas, daquelas que vinham nos "caçulinhas" ou nos Chips da ElmaChips.

Entre as coleções, antigas, que eu mesmo não lembro das promoções, estavam as de pokémon, eram tazos, eram figurinhas, e etc. Então, com estas coisinhas nas posses de meu irmão, encontramos algo para fazer, separávamos as cartas, espalhadas pelo chão, para então, de olhos fechados, procurar pelas cartas - apesar de achar que aqui eu era trapaceado, pois ele sempre ficava com as melhores cartas - e depois de pegas todas as cartas, finalmente jogávamos, comparando as informações como velocidade, força e etc que as cartas demonstravam na parte de trás.

Bom, era um momento bom, algo que me tirava da sala, algo que me alegrava, mas como tudo para ele era de impulso, logo enjoava da brincadeira. Eu guardei as cartas, e sempre guardarei, apesar de termos perdido boa parte das cartas nessa brincadeira... As cartas estão abaixo.

Anos depois, surgiu meu primo em casa, falando sobre pokémon VerdeHoja, sim, a versão espanhola, que havia baixado em seu computador, assim como Ruby. Então, vai meu irmão baixar também estes jogos, os quais em um acordo, jogávamos juntos, X quantia de tempo cada um. E ai mais uma vez recuperei a animação com a franquia.

Enfim... É isso, é essa a nostalgia que pokémon me trás. Me traz lembranças sobre os momentos que tive com meu irmão, um gosto que compartilhamos, para então nos divertirmos... Essa é minha história. ^^

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Mensagem por Sckar em Dom Mar 20 2016, 02:18

Como tantos outros, conheci pokémon através do anime que estreou no extinto programa da Eliana na Record. Porém, não foi ali que a franquia me fisgou, não. Eu até assistia, mas só quando não tinha nada melhor para fazer ou assistir. Mas tudo mudou quando um par de amigos meus (os quais são irmãos um do outro), foram na minha casa com um disquete (sim, um DISQUETE) com emulador de Game Boy e uma room de Pokémon Red.

O gráfico era tosco porque além da tecnologia da época ser bem inferior à atual e nos consoles ser ainda pior (assim como continua sendo até hoje), o fato de ser projetado para uma tela de portátil e estar num pc com monitor de cerca de 20 polegadas e com tela cheia, fez tudo parecer um monte de borrões. Mas isso era o de menos, o importante era o jogo e mesmo com aquele gráfio o jogo era maravilhoso.

Foi assim que comecei à assistir ao anime fielmente, pois acreditava que conseguiria aprender algumas coisas sobre o jogo. Realmente aprendi muito, mas também percebi que o anime não fazia questão de ser fiel, pois tinha coisas muito bizarras, como um Onix ser derrotado por um ataque elétrico. Ok que disseram que ele fora molhado antes, mas... WTF? ¬¬

Quando lançou aqui no Br o manga Tales of Pikachu pela editora Conrad, eu comecei à gostar ainda mais da franquia, pois o anime as vezes me entediava com suas repetições. Infelizmente a Conrad nunca concluiu a publicação desse manga curto e tão bacana. O que foi uma pena.

Eu jogava tanto as roms de pokémon Red & Blue, que uma vez cheguei à zerar em menos de 23 horas o Blue, como um monotreinador aquático. E isso porque eu segurava o botão " + ", que fazia o jogo rodar sei lá quantas vezes mais rápido. Portanto, o horário passou numa velocidade maior e eu não faço nem ideia de quantas horas eu precisei para zerá-lo. Fiquei tão contente com aquilo que precisei mostrar o save para todo mundo, todos meus amigos e primos que curtiam pokémon e também já haviam se viciado com as roms. Se bem me lembro a Team era formada por Blastoise, Vaporeon, Tentacruel, Poliwrath, Slowbro e Cloyster (ou Starmie - eu não lembro direito).

Eu gostava tanto de pokémon que comecei à trampar em casa e no escritório do meu pai, assim consegui dinheiro para comprar um Game Boy. Mas demorou tanto, que já tinham acabado de lançar Pokémon Crystal da 2º Gen, então comprei um Game Boy Color púrpura translúcido e uma Pokémon Crystal original, pois eu queria participar dos campeonatos e para isso, precisava ter cartucho original. Comprei também um Cabo Game Link para poder fazer trocas e batalhas.

Na época soube que teria um torneio de monotreinadores, naquela época era assim, ao menos aquele campeonato em questão. Eu me inscrevi como mono venenoso, pois era o tipo mais versátil do jogo, em que se diz respeito às combinações de tipos. Isso é, ignorando os Water que na minha visão, tinham muitas desvantagens naquela época. E essa equipe era formada por Nidoking, Gengar, Venusaur, Crobat, Ariados e Qwilfish (se bem me lembro).

Treinei muito com vários colegas e primos, vencia quase todas as lutas. Meu Gengar era alvo de desejos de quase todos que tinham os jogos originais. Mas eu não aceitava trocá-lo. Quando chegou o dia do campeonato, eu adoeci e não pude ir, aí não consegui mais participar de nenhum outro campeonato por diversos outros problemas. Cada vez acontecia uma coisa.

Quando inventaram EVs, Natures e Traits, eu demorei um séc. para me reabituar às estratégias da franquia e acho que nunca mais cheguei aos pés do que eu conseguia naquela época.

Voltando mais um pouco, enquanto eu ainda não havia comprado meu GBC e o PK Crystal, eu colecionava TUDO de pokémon. Tazos da Elma Chips, Álbum de figurinhas da Panini (o qual tenho completo até hoje, só falta o Raichu, mas não existe figurinha dele, veio com um defeito de fabricação e meu álbum não tem o Raichu, só percebi quando completei o álbum), brinquedos e as revistas da pokémon club. Comprei todas as revistas lançadas durante as duas primeiras gerações e só me livrei delas recentemente pois mudei para uma casa bem menor e não cabia tudo. Então as revistas Pokémon Clube e Herói, foram embora...

Eu lembro que eu sempre queria um N64 só por causa do Pokémon Stadium, enquanto meus amigos queriam o PS1. Só que não tive grana nem para um e nem para outro.

Lembrando aqui sobre a primeira vez em que joguei Pokémon Red, eu comecei com o Bulbasaur, que até então era meu favorito. Mas quando enfrentei o Green usando um Charizar, aí eu conheci a evo final do Charmander e assim foi o como eu sai do Team Bulbasaur para ser um dos mais fanáticos "Charizardmaníacos". Tanto que até hoje, sempre escolho primeiro o Charmander, mesmo não gostando muito dele, eu o escolho devido à sua evo final e apenas isso. O que na época ainda não havia aparecido no anime. E quando o conheci no jogo, comecei à aguardar ansiosamente para que ele evoluísse no anime também. Então imaginem quanto eu curti o eps. em que o Charmeleon evoluiu em Charizard para enfrentar aquele Aerodactyl.

Eu ainda jogo tanto aqui quanto no meu DS, assisto o anime atual (XY & Z) e leio os mangas, em grande parte pelo saudosismo dessa fase de ouro da minha infância e adolescência. Enfim, acho que já falei tudo que eu poderia dizer de nostálgico. Me prolongar mais ser comentar sobre uma época que me afastei da franquia por um tempo (3º gen - a qual tanto odiei pelo maus designs e as mudanças de regras/jogabilidade, voltei só no final da 4º gen) ou de coisas muito recentes para serem consideradas como nostálgicas e que fogem totalmente à proposta do evento. Então me despeço aqui, até a próxima.

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