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A Surpresa de Delibird

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A Surpresa de Delibird Empty A Surpresa de Delibird

Mensagem por Nerkon em Seg Dez 21 2015, 23:45

A Surpresa de Delibird


No final do ano temos datas muito especiais para muita gente. Por todo o mundo, pessoas comemoram o natal pelos mais diversos motivos, mas com uma característica comum em muitas das comemorações natalinas: A confraternização que acontece entre família e amigos nessa época do ano. Mais do que em qualquer outro momento do ano é comum a troca de presentes e de bons sentimentos.

Em consideração dessa época, decidimos fazer um evento inspirado no natal no qual todos os jogadores, dos mais novos até os mais antigos, podem participar e trocar presentes.

Como funcionará o evento?

• Para participar basta apenas postar uma narração nesse tópico. A narração deve incluir uma sucinta história que envolva um Delibird que apareceu pedindo presentes ao personagem do jogador, assim como itens que o jogador deu ao Delibird.
• O jogador deve listar em Off os itens que ele deu ao Delibird, mas haverá um limite de até 3 itens que podem ser dados como presentes, sendo que todos devem estar na mochila no momento em que a história for postada.
• Ao término do prazo do evento, todos os itens doados serão sorteados e distribuídos entre os jogadores.
• Será dado a cada jogador um número de itens equivalente ao que ele doou.
• Haverão premiações extras para aqueles que escreverem boas histórias e doarem itens valiosos.

Informações importantes

• Prazo do evento: 22/12/2015 até 31/12/2015.
• Limite de itens dados como presentes: 3.
• Itens que podem ser doados: Qualquer item que não seja um "Key Item".
• Quem pode participar: Todos os jogadores.

Itens recebidos:

Spoiler:

• Lava Cookie - Doado por: Artie
• Awakening - Doado por: Artie
• Psychic Gem - Doado por: Artie
• Green Shard - Doado por: Lix Sannya
• Yellow Shard - Doado por: Lix Sannya
• Yellow Shard - Doado por: Lix Sannya
• Potion - Doado por: Arkan
• TM86 - Grass Knot - Doado por: Arkan
• Oran Berry - Doado por: Arkan
• Sharp Beak - Doado por: Tyrant
• Green Shard - Doado por: Tyrant
• MooMoo Milk - Doado por: Tyrant
• Choice Band - Doado por: Nole
• Green Shard - Doado por: Nole
• Potion - Doado por: Nole
• Green Shard - Doado por: Valentain
• Blue Apricorn - Doado por: Valentain
• Persin Berry - Doado por: Valentain
• Green Shard - Doado por: Yay
• Blue Shard - Doado por: Yay
• TM 23 - Smack Down - Doado por: Yay
• Lava Cookie - Doado por: !Bedendo
• Sitrus Berry - Doado por: !Bedendo
• TM 39 - Rock Tomb - Doado por: !Bedendo
• Thunder Stone - Doado por: Sckar
• Aspear Berry - Doado por: Sckar
• Fight Gem - Doado por: Sckar
• Normal Gem - Doado por: Noah Agron
• Super Potion - Doado por: Noah Agron
• TM 48 - Round - Doado por: Noah Agron
• Friend Ball - Doado por: Mathito
• Cell Battery - Doado por: Mathito
• TM 48 - Round - Doado por: Mathito


Última edição por Nerkon em Qui Dez 24 2015, 16:29, editado 3 vez(es)
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Mensagem por Artie em Ter Dez 22 2015, 00:12

off:
Itens entregues ao Delibird:
- 1 Lava Cookie
- 1 Awakening
- 1 Psychic Gem


Nos últimos dias, Blake estava claramente descontente com sua rotina. Por mais que a Copa Hoenn fosse um evento emocionante e gratificante em vários sentidos, a árdua rotina de treinamentos estava deixando o treinador de Slateport muito descontente. Alguns dos pokémons do rapaz, como Alicia e Faux, que não eram grandes fãs de combates, também pareciam suplicar por um dia de folga.

E assim o treinador o fez. Após vencer sua última luta na competição, decidiu que o dia posterior ao do embate seria totalmente focado a um descanso para o jovem e seus pokémons. Fez questão de trazer consigo o sexteto que mais havia participado na competição e deixou todos fora de suas pokébolas enquanto passeava por uma das praças da cidade de Aztlán.

Enquanto a maioria dos pokémons se espalhavam pelo local e relaxavam a sua maneira, Sheldon fazia questão de fazer companhia a seu treinador. Acompanhava cada passo de McBride e logo se acomodou em um banco da praça no qual o treinador sentou-se.

A tartaruga logo apoiou sua cabeça nas pernas de seu dono, que carinhosamente fez um cafuné nas orelhas do Wartortle. Enquanto fazia isso, Blake refletia que logo aquela mordomia chegaria a um fim. Assim que seu inicial evoluísse para Blastoise, dificilmente poderiam compartilhar um bom momento da mesma forma que naquele momento. Tornando-se um pokémon maior e pesado, Wartortle provavelmente jamais teria como subir novamente no colo de seu dono. Como isso em mente, o rapaz decidiu aproveitar aquele momento.

Alguns minutos se passaram e Alicia veio levitando na direção de seu dono, surrando-lhe alegremente com seus chaveiros, fazendo com que o treinador gritasse de dor e Wartortle se levantasse assustado, caindo do banco e ficando de barriga virada para cima e com dificuldades de levantar-se. Blake logo ajudou o aquático a ficar de pé e então eles correram para ver o que a Klefki dourada queria mostrar.

Uma grande multidão de crianças da região de Aztlán estava rodeando algo ou alguém. Todas gritavam e pulavam animadas, como se estivessem diante de um ídolo. Blake logo começou a se esticar para entender o que estava acontecendo, mas não demorou pois Duke aproximou-se de seu dono e o levantou, apoiando-o em seu ombro. McBride então percebeu que o responsável por aquele alarde era um pokémon que estava distribuindo doces para as crianças. Sem reconhecer aquele espécime, o rapaz se viu na obrigação de usar sua pokédex.
Delibird
Delibird


A Surpresa de Delibird 225

Seus ninhos são construídos em altos penhascos. Ele carrega alimentos dentro de sua cauda, o qual dá para seus filhotes e compartilha com pessoas que estejam perdidas em montanhas.


Blake ficou surpreso com aquele pokémon e percebeu que o mesmo ficava sorridente conforme as crianças pegavam os doces e se retiravam. Era visível que ele sentia satisfação em dar presentes para os outros.

O treinador e seus pokémons ficaram assistindo aquela cena por um bom tempo. O sol já começava a se por e as crianças iam embora aos poucos. Eventualmente os doces acabaram e o pokémon Flying e Ice acabou ficando solitário, com uma expressão triste. Blake achava injusto ver um pokémon que trouxe tanta felicidade aos outros ficar naquele estado, então decidiu intervir.

Rapidamente ele revirou sua mochila e tirou alguns itens dali. Poderiam parecer inúteis ou fúteis para ele, mas seriam de grande utilidade para outra pessoa. O jovem se encaminhou até o pássaro, entregou-lhe os itens e então disse:


- Delibird, como você trouxe tantos presentes para todos que visitaram a praça hoje, quero que fique com esses itens. Se você quiser, pode passar eles adiante. Apenas quero que saiba que admiro muito você pelo o que fez!

O pokémon então guardou os presentes em sua bolsa, abraçou McBride e se retirou da praça. Já estava tarde. Provavelmente retornaria para sua casa e se preparia para outra sessão de presentes em outro local. Blake aproveitou a lida e fez o mesmo, indo até o Centro Pokémon e tirando uma longa e merecida noite de sono.

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Mensagem por Lix Sannya em Ter Dez 22 2015, 13:54

Off:
Duas Yellow Shards, Uma Green Shard.

~ Dias Atrás ~


Depois de minha derrota para Mahiro na Copa Hoenn decidi ficar descansando por alguns dias, em parte porque meus Pokémon lutaram bastante e mereciam um descanso, porém eu ter perdido duas batalhas seguidas na competição abaixou bastante minha auto-estima. Não me levem a mal, eu sei que já entrei sabendo que não tinha chances de ganhar, porém depois de vencer Gwen e ver que minha próxima luta seria contra Blake - que já havia me eliminado antes na Copa União - eu me senti na obrigação de passar de fase, o que infelizmente não aconteceu.

Agora eu me encontrava no quarto do Centro Pokémon de Áztlan, vestia um calção e uma simples regata preta que continha uma estampa da caveira de Duskull e olhava para o teto pensando em meu próximo passo. Na mesa de cabeceira ao lado seis Pokébolas estavam jogadas em seu estado diminuto, não havia tido coragem de falar com meus monstrinhos depois daquelas derrotas.

No lado de fora o vento balança as árvores e consequentemente um galho batia em minha janela, o tédio já me consumia por dentro e como ficar parado não me ajudaria a espantá-lo peguei o controle remoto e liguei a televisão. Zapeei por alguns canais passando por um documentário sobre a interessante vida de Magikarps, notícias sobre as chuvas em Kanto e Johto e por último um show de mímica apresentado por um Mr. Mime. Diante de todas aquelas espetaculares opções decidi deixar no canal que passava "A Maldição do Drifblim", um filme de terror pelo menos me traria algum sentimento a mais que não fosse apenas a tristeza e o sentimento de ser um horrível treinador.

Tudo corria bem até que ouvi o barulho de algo se espatifando em minha janela, "certo deve ser o galho". Infelizmente o barulho não cessara e a dúvida maior era se e eu deveria olhar para o vidro ou não, por sorte a surpresa fora boa, pois quando olhei para o local do barulho vi que era um...

- Delibird!

O pássaro não parecia ter notado o que era aquilo afinal, desse modo decidi abrir a janela para pelo menos tentar explicá-lo o que era aquilo. Com a força do vento o pássaro entrou cambaleando dentro do quarto e acabou esbarrando nas Pokébolas liberando Zuko, Néftis, Mush, Sadie, Hero e Ártemis que até então estavam dormindo.

- Afinal o que um Delibird faz em Hoenn?

O pássaro era natural de Johto e mesmo com tudo que estava acontecendo no continente era totalmente improvável que ele acabasse voando até Áztlan. O pessoal que acabara sendo liberado das esferas parecia curioso em conhecer o pássaro, já este não parecia nada empolado em fazer novas amizades e subia na minha cabeça tentando mantar distância do grande grupo.

- Ei eles não vão lhe fazer mal algum.

Larguei-o em cima da cama e reparei em seu temor, ele segurava sua cauda - que mais parecia um saco - e tentava protegê-la dos outros, provavelmente guardava algo bastante precioso ali.

- O que é que você está escondendo?

Mais calmo o Pokémon voador conseguiu respirar e mostrava para mim o que havia ali, dentro do saco algumas dezenas dos mais variados itens, desde Pokébolas até TMs, passando por pedras evolutivas e todo o tipo de coisa. Delibird agora apontava para a sacola e estendia a asa esperando receber algo para colocar ali, não havia entendido se a ave era colecionadora ou o quê, porém decidi que não me custava nada ajudá-la. Fui até a mochila e tirei de lá algo que sabia que não usaria tão cedo e entreguei para o voador.

- Tome, espero que goste disso.

Entreguei duas Yellow Shards e uma Green Shard para ele, eu também não tinha muita coisa, porém acreditava que aquilo poderia deixar a ave mais alegre. O pássaro brilhava os olhos com os itens e os guardava em sua bolsa, em seguida depois de apertar minha mão várias vezes ia até a janela e se despedia de mim alçando voo e pegando seu rumo, não sabia se o veria de novo, porém ter feito a alegria da ave já me deixava um pouco mais feliz.
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Mensagem por Arkan em Ter Dez 22 2015, 21:52

Off:

Oran Berry x1
Potion x1
TM Grass Knot x1



O presente de Delibird!
-



Em algum momento no futuro.

Cansado com a rotina constante de treinamento que estava levando, Will resolveu dormir aquela tarde. O efeito do almoço já estava começando, tinha se alimentado muito bem naquele dia, saindo de sua dieta rigorosa. Como um sonífero, a comida pesada estava deixando o carateca cada vez mais sonolento... Em um gramado de um parque de LaRousse, ele se deitou sob a proteção da árvore. O dia estava agradável, um clima fresco e relaxante. Liberou os seus Pokémon de suas respectivas Pokébolas, e um a um esses se deitaram ao seu lado.

Shogun, o Nidoking, foi o primeiro a deitar preguiçosamente, ocupando boa parte da sombra da árvore. Vendo o magnífico travesseiro, Will repousou sua cabeça na barriga da criatura. Drako, o lagarto de fogo deitou-se ao lado de seu treinador, fazendo questão de deixar a sua chama longe de Will, pois não queria queimá-lo como da última vez, incidente que culminou no fim dos pelos do braço direito do faixa preta. Brutus, o Rhyhorn, também deitou-se próximo, mas antes fez questão de pisotear o gramado para amaciar a sua cama. Como um meteoro ele se deixou cair no chão, fazendo esse tremer em erupção. Will sorriu para o pesado Pokémon enquanto ele parecia se desculpar com a turma. Tank, o Poliwhirl deitou-se próximo aos pés de seu treinador, enquanto Hyperion, o Elekid, e Czar, o Eevee, brigaram por espaço no abdômen do jovem Allstar.

O grupo dormiu fácil depois de um desgastante regime de treinamento, mas um individuou em particular, não conseguia relaxar. Hyp se revirava para encontrar um bom local para dormir, mas não conseguia. Sem poder dormir, ele cutucou Czar e o chamou para brincar. Czar ainda uma criança, aceitou prontamente a diversão, logo a dupla se afastou e cada um arrumou um galho. Passaram a tarde duelando com os seus “sabres de luz”. Ambos tinham se apaixonado por um filme que tinham visto no dia anterior, e agora brincavam de Jedis. Pouco a pouco foram se afastando, adentrando o bosque até não saberem o caminho de volta. Estavam tão ligados na batalha que não notaram o quanto tinham se afastado, cruzaram rochas, riachos e árvores colossais, terminando por fim na praia, muito longe de Will e seus companheiros. Assustados tentaram voltar, mas não conseguiam, não lembravam por onde vieram, e nem conseguiam sentir o cheiro dos outros. Perdidos e chorando, a duplinha quase perdeu a esperança, mas enxugaram as lágrimas e voltaram a procurar...

Will acordava de sua longa soneca com o sol já sumindo no horizonte, todos se levantavam ao mesmo tempo, como se um despertador os tivessem alertado para o fim do dia. Ainda sonolentos, olharam ao redor e foi nesse momento que perceberam que Czar e Hyp haviam sumido. Desesperado o treinador começou a chamar pela dupla desaparecida, e nada. Determinado a encontra-los, Will e seus quatro Pokémon restantes entraram no bosque após verem a marca de pegadas deixadas por Czar e Hyp. Contudo, logo a trilha esfriou e passaram horas a procurar. Faltava pouco para a hora do lobo, o momento em que a noite era mais profunda, quando um Pokémon curioso saltou da árvore para observar os 5 desesperados.

A Surpresa de Delibird Delibird

Will estava tão atônito que não deu importância a criatura, mas essa se aproximou e deu tapinhas na perna do carateca, como se dissesse, “tenha calma, eu vou ajudá-lo!”. O Delibird se afastou voando, deixando Will em sua procura junto dos outro. Após quase uma hora o jovem Allstar chegou na mesma praia em que os seus dois Pokémon tinham estado. Já desanimado, e pensando que o pior poderia ter acontecido. Delibird surgiu da floresta em um ponto distante, e atrás dele, vinham Czar e Hyp. Que ao ver o seu treinador correram para abraçá-lo. Ambos pularam no peito de Will, que caiu sentado na areia extremamente feliz e aliviado por ter encontrado os seus dois Pokémon, eles choravam e pareciam se desculpar, já imaginando que levariam uma bronca. Mas Will apenas os apertou mais forte e lhes implorou para nunca mais andarem sozinhos. Eles concordaram com os olhos cheios de lágrimas...

Depois de toda aquela comoção, o jovem se aproximou do Delibird, se curvou e agradeceu. O Pokémon repetiu o mesmo gesto de antes, dando tapinhas em Will, e em seguida abriu a sua sacola, mostrando os incontáveis itens lá dentro. Estendeu a mão, como se esperasse algum prêmio.

- Você me trouxe os meus maiores tesouros! O mínimo que posso fazer é retribuir de alguma forma.

Will entregou ao Delibird uma Oran Berry, mas o Pokémon pareceu querer mais. Então, pegou o TM que tinha ganho na Copa Hoenn, o Grass Knot, um TM que não era útil para o treinador, mas que tinha o seu valor, apesar de nunca chegar a ser tão importante quanto Czar ou Hyp. Colocou o disco na mão do pássaro vermelho e esse girou o objeto para observá-lo, em seguida o depositou em sua bolsa. Não satisfeito, pediu por mais um item. E sem ter mais nada que pudesse dispensar, Will entregou ao pássaro um frasco de Potion. Não era muito, mas poderia ajuda-lo em caso de necessidade. O Delibird sorriu satisfeito e após acenar para a turma de Will, levantou voo e partiu. Agora com o seu time reunido novamente, o treinador de Vermilion refez os seus passos até voltar ao Centro Pokémon, rezando para que esse ainda estivesse aberto.  





Última edição por Arkan em Sex Dez 25 2015, 11:46, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Tyrant em Ter Dez 22 2015, 22:48

Off:
x1 Sharp Beak
x1 Moomoo Milk
x1 Green Shard

Um evento um tanto inusitado ocorreu enquanto estava sozinho. Sério, quem pensaria que um ser do tipo me faria entregar algo que eu pudesse utilizar assim, do nada? Não lembro quando isso ocorreu, mas foi muito próximo da data natalina daquele ano.

Estava na cidade de Aztlán, em Hoenn obviamente. Passeava sozinho pelas ruas da cidade. Talvez sozinho não era a melhor maneira de dizer isso, meus pokémons estavam comigo, apesar de estarem em suas pokébolas. Tudo ocorreu tão depressa naquele dia nublado e frio.

Sentei-me em um banco de uma das praças da cidade. Não era uma muito grande, nem tinha um grande movimento, talvez tivesse sido o local perfeito para que ele me encontrasse. Não era muito alto e veio dos céus da pacata região de Hoenn. Pousou em minha frente, não tinha muito a se dizer. Em seu bico carregava um belo envelope... destinado a mim? De quem seria?

O pequeno pássaro me entregava e eu recebia. Não havia remetente, porém o conteúdo era interessante.

Festividade Natalina escreveu:
Caro treinador,

Como realizado há anos, está sendo tomada a iniciativa de recolher ofertas caridosas de treinadores e redistribuí-las entre outros que estejam mais necessitados. Contamos com sua ajuda para que possa auxiliar no crescimento de outros treinadores. Caso colabore, pedimos para que entregue-os ao Delibird.

Delibird... Sim, eu já havia ouvido falar disso. Um pequeno pássaro voava pela regiões recolhendo presentes para distribuí-los entre os treinadores. Era algo bem interessante e poderia me ajudar a entrar no espírito natalino. Tirei minha mochila de minhas costas e peguei algumas coisas que eu poderia dar a alguém que, com certeza, utilizaria melhor do que eu.

-Aqui estão, Delibird. Entregue a alguém que faça grande proveito deles.

Sharp Beak, Green Shard e Moomoo Milk. Três bons itens para diversas situações.Assim que os recolheu, Delibird respondeu com uma expressão de agradecimento, então partiu em seu voo. Acho que não o veria tão cedo. Levantei-me e voltei a caminhar pelas ruas de Aztlán.

_________________
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Aggron's Mountain:

All who enter his mountain lair.
From their body, the skin will tear
With his claws, as strong as iron
Even grown men, will be cryin

You will not, leave this place.
Without knowing, what's beneath your face.
You will drown, in your blood.
While he stomps, you in the mud.

There is no way out of here.
Your final wish, will soon be clear.
To die real fast, and take away your fear.
The sounds are louder, he is almost near.

You cannot run, you cannot hide.
All who have come, will surely die.
If you come across his mountain path,
there is no escape from Aggron's wrath.


Tyrant
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Mensagem por Nole em Qui Dez 24 2015, 08:41

Off:
Off: Choice Band, (1) Green Shard e (1) Potion

Tudo começa em uma noite cinza com neve por todos os lados. Novak por sua vez caminhava tranquilamente pelas ruas desertas da cidade sem prestar muita atenção no que acontecia a sua volta, porém um acontecimento chama a sua atenção. Uma pequena ave despenca do alto de uma casa e se estatela em uma duna de neve.

Curioso o treinador se aproxima lentamente para ver o que estava acontecendo exatamente, ao se aproximar o jovem identifica a presença de um pequeno Delibird com uma grande sacola as suas costas, a ave lutava de todas as formas para tentar se levantar, mas a neve fofa puxava a ave para baixo juntamente com sua grandiosa sacola. Novak se aproxima da ave e estendendo a mão ajuda-la a sair da grande "duna" de neve.

- Você está bem amiguinho? A ave acena positivamente, e olha para dentro de sua sacola, logo um ataque de raiva começa a emanar do pequeno Delibird que começa a saltitar de um lado para o outro ecoando seu nome.

- Deli, deli, deli...bird, deli, del,i deli, deli, delibird!!!!! Confuso com o que estava acontecendo o treinador observava a ave que olhava para dentro da sacola e se agitava cada vez mais.

- O que houve? Posso te ajudar de alguma forma?
A ave começa a apontar para dentro da sacola e puxa três objetos quebrados de dentro, nesse momento o Novak entende o que estava acontecendo, Delibird estava distribuindo os presentes entre os cidadãos de Celadon, sem pensar duas vezes o jovem mete a mão em sua mochila e pega três itens.

- Pegue esses itens para substituir os quebrados, acho que isso deixará as crianças felizes. O nativo de Celadon abre um pequeno sorriso para a ave que enlouquecida com a generosidade do garoto começa a piar novamente e se aproxima do jovem Novak e roça sua cabeça contra a perna do garoto que coloca os três itens na sacola do pequeno Delibird.

Após todo o agradecimento Delibird ajeita sua grandiosa sacola sobre as costas e alça voo soltando um último piado de agradecimento em quanto continuava o seu caminho por entre os telhados das casa. Novak se sentia um tanto mais pobre pela boa ação, mas era Natal e isso não importava, o único pensamento que ecoava pela cabeça do garoto era "Fiz a minha parte e isso deixará três pessoas felizes ao amanhecer." Nada como o sentimento natalino para fazer as pessoas se desapegarem dos bens materiais por um bem maior.
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Mensagem por Valentain em Qui Dez 24 2015, 11:45

Off: Green shard, Blue Apricorn e uma Persin Berry.

Estava eu por minhas andanças, seguindo em busca de mais um parceiro para o meu incrível time, era uma mudança, de floresta para montanha o local, o ar se passava de úmido, devido aos pinheiros e grandes árvores, para seco e devido ao sol que assolava a cadeia montanhosa. Eu subia aquele terreno, o suor já começava a escorrer por minha pele, o som da batida que estava acontecendo na beira do lago era alta o suficiente para chegar aos meus ouvidos, era um som ritmado que faria qual quer ludicolo descer até o chão, eu continuava subindo e subindo, minha cabeça balançava enquanto o som entrava na minha cabeça, devido a esse descuido bobo minha mão escorregou e vou eu escorregando alguns metros, no máximo dois montanha a baixo, o susto foi o suficiente para o meu coração disparar, o suor agora descia gelado pelo meu rosto, sendo assim semi serrei os olhos para evitar o suor nos olhos e continuei a subir, minhas mãos já ganhavam pequenas calosidades em suas palmas e tudo que eu pensava era, -Tomara que esse bicho valha o esforço...

Mordia os lábios para segurar a dor, e o som continuava a tocar animando o ambiente, meu corpo já começava a querer a se balançar, sendo assim paro um instante e sinto algo frio percorrer minha espinha, rapidamente viro minha mão até minha nuca e percebo que está molhado, será que havia começado a chover? Em seguida um floco de neve pousa delicadamente sobre a ponta do meu nariz, e logo mais outro e outro até o local todo começar a ganhar uma segunda pele alva e fria, não fazia o menor sentindo era um ambiente seco e quente como? Como poderia estar nevando? O clima desse continente estava ficando cada vez mais insano, sendo assim lanço meu pokemon voador para treinarmos para contests.

-Saia Piper, vamos treinar, e para começo usaremos Aerial Ace voe em círculos, em seguida desça em espiral e no final siga reto com Wing attack.

A criatura começou cortando os céus como um flash de luz branca girando em espiral em direção ao chão como o início de um furação, era bonito, ainda mais como os flocos de neve se misturavam em torno de suas asas, criando uma áurea branca azulada. Mas nem tudo é perfeito, quando o pokemon pássaro iria mudar o seu movimento para Wing attack como eu havia indicado... BANG! Foi rápido, de inicio eu não entendi como aquilo acontece, eu apenas consegui ver Piper e uma coisa avermelhada girando em direção ao chão, embolados, deixando um rastro na neve por onde passavam, eu mais que depressa corri em direção ao meu pokemon, corri... ou ao menos tentei, devido a neve tudo estava extremamente escorregadio, e bem um treinador de perna quebrada não ajuda ninguém não é mesmo? Então eu segui entre escorregadas e apoios em rochas até chegar no local onde a cena se desdobrava...

Piper de um lado, olhando com um sério olhar de ódio para uma criatura deitada de barriga no chão, levemente tonta, mas antes que eu pudesse chegar muito perto para ver o que era, o pokemon avermelhado se revela, um Delibird, não um Delibird qualquer, mas sim um Delibird bastante nervoso e irado, que sacudia sua cauda/ saco de presentes de uma forma agitada e nervosa, eu entrei no meio dos dois pokemons e pedi calma sacolejando meus braços de forma enérgica, a neve agora caía de forma mais brutal, o vento vinha cortante e gélido, eu tremia de frio e Piper parecia incomodada com o frio, mas ainda sim batia suas asas contra o ar mostrando sua indignação nervosa. A primeira coisa que eu necessitava fazer era acalmar o meu pokemon, sendo assim fui em direção a Piper e abracei a mesma, sussurrando em seus ouvidos dizendo que a mesma precisava manter a calma, que foi um simples acidente, que ela não precisava ficar assim, então a grande ave conforme os minutos se passavam ela ia se acalmando... Lentamente peguei a esfera de Piper e encostei em sua cabeça lhe prometendo um descanso e que logo iríamos treinar nossa performance novamente. Agora era a vez da criatura gelada, meu nariz já estava começando a escorrer e minhas mãos a tremer, enfiei as mesmas nos bolsos e peguei meu cachecol branco e enrolei no meu pescoço, a sensação da lã de mereep contra a pele era extremamente agradável, sendo assim consegui alcançar o pokemon voador que nesse instante olhava dentro de seu saco, revirando e virando as coisas la dentro.

Com um braço estendido e um sorriso meio congelado na cara dei um oi, mas a resposta da criatura foi uma de suas asas estendidas em minha direção, ele queria o que? Que eu apertasse sua asa? Estranho, tentei... Mas, assim que soltei sua asa ela continuou lá, estendida, com um olhar sério. O que essa criatura queria? Peguei uma pokebola vazia e mostrei para ele, sua cabeça fez um movimento de direita para a esquerda mostrando negatividade. Peguei uma berry, uma Persin Berry dentro de minha bolsa e entreguei para ele, ele rapidamente enfiou a Berry dentro de sua sacola e voltou a estender sua asa, novamente enfie a mão dentro de minha sacola e tirei duas peças, uma pink e uma blue apricorn, lembranças minhas de Johto, berrys raras que serviam para fazer pokebolas especiais, a criatura olhou curiosa para as mesmas, eu guardei a pink e lhe entreguei a blue apricorn, como dizem é sempre bom ter algo que te lembre de onde você veio, para saber para aonde você vai... A criatura repetiu o processo guardou o item em sua "bolsa e novamente entendeu a asa, isso estava ficando chato já, sendo assim guardei a pink e puxei o ultimo item que eu daria, um Green shard, uma pequena peça verde, o pequeno pegou a mesma e enfiou no saco e deu um grande pulo para trás, eu com o susto caí de bunda contra as rochas o pequeno pokemon agora começava a voar, subia alto no céu e com ele, a nevasca ia embora também, essa foi uma das circunstâncias mais estranhas de toda a minha jornada... Me levantei, e segui em direção a busca do meu novo parceiro.

-Que Delibird esquisito...
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Mensagem por Yay em Qui Dez 24 2015, 19:57

Off: Darei uma Blue Shard, uma Green Shard e o TM Smack Down. A leitura do texto explica melhor o motivo do concedimento de cada item. [:

Pouco tempo após o final da participação de Timothy na copa Hoenn, o garoto estava claramente se sentindo um pouco perdido quanto ao que faria depois daquele evento. Mesmo que estivesse acompanhado, não era como se tivesse algum objetivo depois da breve frustração de ter perdido para um dos companheiros que conheceu ao longo de sua breve jornada, até o presente momento. Era como se faltasse algo para lhe provir felicidade... Ainda estava em Aztlán, então talvez pudesse encontrar algo para então matar seu tempo, até que se reencontrasse com Victoria, que havia pedido para se ausentar um pouco do jovem antes de deixar a cidade, já que passariam mais poucos dias ali. Talvez quisesse tempo para pensar? O pequeno não sabia, mas respeitava a garota, enquanto antes de sair do centro deixava seus Pokémon no lugar, talvez arejar suas ideias sozinho fosse bom. Um dos problemas era que o jovem não fazia ideia de para onde ia, após isto.

Porém, como sempre, uma agitação ocorria no reino que servia de palco para as batalhas da Copa. Sendo assim, havia uma grande agitação de gritos, passos e risadas jovens, mas... De crianças? O jovem se sentiu um pouco incomodado com a situação, pois vendo as crianças que se aglomeravam para ver algo, via que possuía praticamente a mesma altura dos que ali estavam, e ele odiava pensar que poderia ser confundido com uma criança pequena por ter uma baixa estatura. Crianças saíam segurando brinquedos, abraçando ursinhos de pelúcia, com caixas do que até então era desconhecido para elas dentro. Afinal, o que estava acontecendo ali? Pelo menos poderia desta vez aproveitar-se de sua aparência infantil e frágil para se misturar no meio daquela multidão e talvez ganhar algo... Certo..?

Quando viu, quem estava no meio era um Pokémon, até então desconhecido para o garoto. De cores alvi-rubras como uma Pokébola, parecia ter uma espécie de máscara em seu rosto, que só não cobria seu bico, revelando-se um pássaro. O contraste de cores entre sua penugem e o que parecia ser pele era bonito, pois lembrava uma figura bem familiar. Depois disso, notou a outra coisa relevante do pássaro, que era o que alegrava as crianças, além do seu animado sorriso. Ele possuía um tipo de sacola branca, de onde tirava vários presentes para as crianças. Levando em conta o tanto de guris que ali haviam, aquele saco tinha presentes infinitos? Afinal, de onde ele tirava aquilo tudo? Curioso, o garoto apontava a sua Pokédex na direção do pássaro;

Dexter escreveu:
A Surpresa de Delibird DelibirdA Surpresa de Delibird 250px-225DelibirdA Surpresa de Delibird Delibird

Delibird #225
デリバード
Delibird
Ice/Flying Type


Ele carrega comida enrolada em sua cauda. Ele tem o hábito de dividir essa comida com pessoas que se perdem em montanhas.

- Huh... Parece que hoje o que ele veio distribuir não foi comida, certo? - Murmurou baixinho para si mesmo, notando que o pequeno cada vez mais parecia se cansar e suar com o trabalho que havia resolvido fazer. Vendo a boa ação que o pequeno executava, sorriu, se aproximou dele como uma daquelas crianças, mas não pediria nada para o mesmo. O pássaro chegou até a oferecer um presente para Andrew, mas ele assentiu negativamente com um sorriso fechado, fechando em seguida os olhos levemente. Após isso, começou a falar com o pequenino. - Eh... Olá, Delibird! Eu me chamo Timothy. Eu... Eu n-não sou uma criança, então n-não precisa me dar nenhum presente! - Então, tomou levemente a caixinha da mão do pequeno, enquanto voltou a falar - Eu quero te ajudar a distribuir estes presentes. Acho que trabalhar sozinho é cansativo e chato, você não concorda? - Sorriu, rindo um pouco pela felicidade que aquele Pokémon gélido emanava. Assim o fazendo, virou-se para uma das crianças próximas, entregando-lhe o presente. - Ainda temos muitos presentes para dar, certo? - O pequenino sorriu para Timothy, e começou a também entregar os presentes para o garoto, que entregava-os para as crianças, aos poucos.

Do nada, começaram a andar pela cidade entregando os presentes, junto da legião de crianças que os acompanhavam. Não porque não haviam ganho presentes - Muitas carregavam seus novos brinquedos e outras coisas em mãos com um sorriso no rosto -, mas sorriam e acompanhavam o pássaro pela pura empatia que ganharam pelo pequenino, que demonstrava tanta bondade. Do nada, um pensamento feliz veio à cabeça de Timothy, e repentinamente começou a entoar um breve cântico, ao qual as crianças próximas escutavam e começavam a acompanhar o jovem, cantando em coro repetidamente enquanto mais presentes eram distribuídos pela dupla para crianças, adultos, senhores e quem mais fosse próximo dali. O jovem realmente se sentia feliz com a boa ação que praticava.

Quem é que surge de algum lugar lá no céu
Se movimentando rapidinho como um vaga-lume
Se algum problema você encontrar
Quem é que aparece pra ajudar?
Os ursinhos carinhosos
Estão aí pra ajudar
O Delibird
Está aí pra ajudar
Se precisar é só chamar
Não tenha medo se algo te ameaçar
O Delibird surge de algum lugar

Ao final do dia, estavam novamente naquela praça. Pais e mães se aproximavam de seus filhos com sorrisos estampados nos rostos das famílias, enquanto deixavam o local, enquanto o entardecer tornava o céu da tarde ruivo. Aos poucos as pessoas iam para as suas casas, e quando Timothy viu, apenas ele e o Delibird ali estavam. O jovem sorriu, um pouco ofegante depois do dia ajudando o pequeno, e passando a mão em sua face levemente, sorriu para o pequeno. Notava que sua sacola de presentes havia se esvaziado após tudo aquilo, então... Porque não encher aquilo com um presente para ele, pelo menos uma vezinha?

- Hmm... Parece que o dia foi cheio! Acho que você também merece algo por ter dado presentes a tantas crianças. - Retirava algumas coisas do bolso; uma pequena peça azulada, outra de cor verde e o disco marrom que havia comprado há pouco tempo, e que tinha certeza de que não usaria mais tão cedo. Sendo assim, porquê não dar um presente para o Noel daquele dia? Pegando os três, sorriu e entregou-os na mão do pequenino, que fitava atentamente seus olhos. Depois, começou a falar. - Olha... Não é muito, mas eu acho que você é bom demais para sair de mãos abanando. Essas duas coisas coloridas se chamam Shards. Elas não fazem muita coisa sozinhas, mas quando você junta bastante, elas valem muito! E isso aqui é um TM, um movimento chamado Smack Down. Eu não sei se você pode aprender, mas eu peço que você fique com ele. Você pode ajudar outros com isso, certo? Quem sabe não nos vemos em breve por aí, adoraria te ajudar de novo. - No final, abraçou levemente o pássaro, antes de deixar o local, com a devida saudação e adeus. Era quase noite, voltaria ao centro Pokémon para descansar e reencontrar-se com sua parceira. Havia sido um bom dia, afinal!
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Mensagem por Bedendo em Sex Dez 25 2015, 17:35





Off:
Darei uma Sitrus Berry, um Lava Cookie e uma tm Rock Tomb

Finalmente havia acabado a minha participação na intitulada Copa Hoenn. Não havia sido qualificada para as finais, porém havia sido uma boa experiência, sem contar na premiação que não era nada ruim, uma TM Taunt, apesar de não ver como ela poderia ser útil param mim e meus pokémons.
Adore estava pendurada em meu ombro direito não parecia estar muito animada já que acabara perdendo a batalha.

- Ei, não desanima ta garota. O oponente era realmente muito mais forte que nós, não tinha como evitar.

Ela resmungou um pouquinho, não tinha o que fazer, somente o tempo fecharia a ferida.
Não tive tempo para concluir o pensamento, já que me via despencando ao chão, havia tropeçado em alguma coisa. Adore conseguiu a tempo pular de meu ombro e pousar no chão graciosamente, como sempre, ela cutucava um ser, que mais parecia um papai noel, que se encontrava de bruços por uma das ruas pouco movimentadas de Aztlan. O senhor não se mexia.

- Me ajude a arrasta-lo para a fora do passeio Adore, outras pessoas podem cair e se machucar.

Provavelmente era um mendigo, bebeu demais e acabou dormindo em qualquer lugar, apesar de que ele era muito baixo, mais do que o normal para uma pessoa até, seria um anão?

Assim arrastamos ele para fora da calçada, e o acomodamos num pedaço de grama e foi aí que vimos que não uma pessoa e sim um pokémon, um Delibird para ser mais exato, parecia realmente cansado, vi que carregava uma sacola consigo e nela havia vários presentes, provalvelmente seriam entregues para as criancinhas merecedoras.

- Por que não? - Exclamei animada.

Procurei em minha Bolsa e logo estava com três itens em mãos, um Lava Cookie, uma Sitrus Berry e uma TM contendo Rock Tomb. Para finalizar chamei Midori e Harmony para fora.

- Midori, Harmony preciso da ajuda de vocês. - Meus olhos brilhavam, amava o natal. - Midori quero que faça três laços com sua seda, um para cada item e depois passe seu Silver Wind para deixar eles bem bonitos. Harmony quero que faça um Softboiled bem concentrado, vamos deixar isso para o Delibird.

Assim, deixamos três presentes para que Delibird pudesse dar para quem precisava e de quebra uma gemada para celebrar o espírito natalino que estava no ar.

Adore por fim abriu um pequeno sorriso de volta em meu ombro, havia sido contagiada pelo espírito natalino.


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Mensagem por Mahiro em Seg Dez 28 2015, 06:59






Você sabe muito bem que essa história de papai noel é ficção, mas não é mentira que crianças que se comportam e muitas vezes não tem condições de receber um presente acabam ganhando algo no Natal. Mesmo estando muito distante dessa data, algumas criaturas viajam pelo mundo todo, se habilitando a sair do conforto de seus habitats e procurando almas generosas a lhes auxiliar nessa causa fraterna... Logo, papai noel não existe, mas papai noéis existem?
Sempre ouvi essa história quando criança de minha vó, mas pensava que era apenas um conto de ninar natalino. Aconteceu comigo em um dia quente em minha estadia na cidade de Fortree:
Apesar de esconder isso de amigos e até mesmo Pokémons, estava chateado por não ter passado para a segunda fase da Copa. Minha estádia naquela cidade estava ficando diariamente mais deprimente. Perdi a vontade de pegar as malas e sair em rota... Perdi a vontade de até mesmo retirar meus Pokémons de suas pokébolas.
Era de tarde, poucas horas após o almoço. Em Fortree era comum encontrar-se com a vegetação e passear por entre pontes pregadas em árvores gigantes. Acabei encontrando um canto especial sem muito movimento e ali pude me sentar e olhar para baixo, deixando a mente apagada e fazendo absolutamente nada.
Não demorou, algo havia se esborrachado a minhas costas. Assustei, lógico, com o barulho feito, e olhei para trás tentando entender. A ave avermelhada com penugens brancas em seu rosto se levantava desajeitado se tentava se limpar. Entendi que estava tudo bem com ele e como treinador era difícil não perguntar a si mesmo se era alguma criatura selvagem.
Se fosse ou não, meu ânimo para tentar capturá-lo era zero. Fiquei o observando e ele me fazia o mesmo, apesar de alguns segundos nos encarando ele enfim mexia em sua cauda que era tão grande que era utilizada como uma sacola, e dela ele retirou um pãozinho caseiro embrulhado em papel toalha.
Não estava com fome, mas ao me oferecer não pude negar de aceitar... Seu cheiro era bom, e lembrava os que minha mãe faz. Agradeci o presente apesar de não comê-lo... Pensei que assim aquele Pokémon iria embora, mas ele voltava a me encarar.
Ficamos um bom tempo ali parados, até tentar me despedir gentilmente e começar a caminhar. O pokémon começou a me seguir e isso não me agradava.
Desci das árvores e voltava para o centro comercial em terra firme, porém nem assim ele parecia querer se desgrudar de mim. Por mais que conseguisse me esconder ele achava uma maneira de me achar e me observar de longe.
Passei horas fugindo dele até me cansar e parar em uma espécie de ponto de ônibus. Enquanto tentava recuperar o fôlego um cheiro não muito agradável eu podia sentir se aproximar... Era de um senhor, que também usava daquele banco para descansar.
Diferente de mim ele se recuperava do trabalho duro que era carregar alguns sacolões cheio de latinhas e garrafas plásticas. Senti pena dele e foi então que pude me lembrar que esse momento todo carregava aquele pão em minhas mãos. Eu não estava com fome, e mesmo assim aquele Pokémon me deu, sendo que havia alguém como este homem que precisava mais dele do que eu.
Ofereci ao senhor e ele aceitou de todo coração... Minha mente parecia mais clara... Meu coração mais quente. Era como tirar um peso enorme das costas.
Sai para do ponto de ônibus e não encontrava mais aquele ser avermelhado... Queria agradecê-lo, mas não surgia mais para mim. Estava entardecendo e logo seria de noite. Comecei a procurar por todos os cantos daquele pedaço da cidade até me ver no mesmo lugar que tudo aquilo se iniciou.
O pássaro estava ali, na mesma posição que eu estava antes. Ao me ver, ele parecia sorrir, como se esperasse que eu fizesse a coisa certa.
_ Delibird é o seu nome, não é? Eu quero que você leve essas coisas com você... Chegara uma data especial em que ganhamos presentes e celebramos com fartura... Mas terá aqueles que talvez ... Você me entende. Obrigado por abrir os meus olhos e me adicionar nessa história.
A ave aceitou os presentes, os colocando gentilmente em sua cauda. Ele me agradeceu em um gesto e bateu suas asas, logo sumindo entre os galhos verdes e o céu alaranjado de fim de tarde.
Enfim entendia a história que minha vó contava e era rico a informação de que um Pokémon agia de forma tão nobre. Realmente gostaria de saber se existiam mais casos como o meu e quantos Delibirds agiam nesse instante... Queria ter dado mais caso tivesse condições melhores, mas espero que meus simples presentes pudesse alegrar uma criança.

OFF:
Darei meu TM Earthquake, minha Rare Candy e minha Heavy Ball ^^

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Mensagem por Sckar em Ter Dez 29 2015, 01:05

OFF:
-1 Thunder Stone
- 1 Aspear Berry
-1 Fight Gem

Oitavas de Final, Luta G da Copa Hoenn, Arena: Inversão Extrema. Adversária: Winnie Freda. Foi assim que acabou a participação do jovem de Viridian City, Sckarshantallas Akuma na competição. Ou talvez, ainda antes, na noite anterior, quando Kamen Rocket atacou e matou uma fã que tornou-se amiga do garotinho, Kula e uma mulher que havia sido contratada por ele para emboscar o pequeno treinador, Vice. Sckar não conseguiu salvar a primeira e a segunda sacrificou-se por ele. Eram experiências muitos pesadas, que até mesmo os mais velhos dificilmente vivenciavam. O que dizer então de um garotinho de 10 anos de idade? O que ele estava passando? Sentindo? Pensando?

Não conseguiu concentrar-se na batalha, mas também sabe que mesmo se tivesse dado seu melhor, provavelmente teria perdido do mesmo jeito. Mas o que o afligia não era a derrota numa competição oficial. E sim, a derrota numa batalha de vida ou morte. Uma derrota que custou 2 vidas. Ao sair da arena após ser confortado pela garota que o vencera, ele foi ao Centro Pokémon e curou-os. Depois pesquisou na internet sobre os velórios das duas moças, olhou no relógio e pensou:


À essa hora elas já foram enterradas... Acho que irei ver o que encontro lá...

Era ateu, nunca acreditou em nada religioso, mas sentia certa obrigação em comparecer aos velórios delas. Só que não na frente de seus familiares e amigos. Portanto já havia planejado bem antes em ir apenas após o término dos rituais fúnebres. Assim, não deveria incomodar ninguém.

Com o endereço do cemitério da cidade em mãos e a rota que havia pego no mesmo site de busca em que pegara o endereço do local, ele dirigiu-se ao local gótico e mórbido. Ao chegar foi primeiro no túmulo de Vice, ou melhor, na sala onde havia sido cremada. Sua família já havia levado as cinzas e não havia mais ninguém ali. Ficou sentado por alguns minutos lá, talvez por uma ou duas horas. Jamais saberia responder. Passou todo o tempo revendo tudo que lhe acontecera naqueles dois últimos dias, principalmente o que aconteceu no dia anterior, quando Kamen atacou.

Após tanto tempo sentado num dos bancos, um zelador aproximou-se e perguntou:


- Garoto, você está esperando alguém ou se despedindo?

Era um senhor de idade, baixo, magro e careca, mas com uma enorme barba branca e olhos azuis. Sckar suspirou e disse:

- Não sei se posso dizer que esteja me despedindo... acho que estou mais é refletindo.

- Um garoto na sua idade usando tal palavra? Não sei o que me surpreende mais, o seu vocabulário ou sua atitude.

Dizia o senhor com um sorriso forçado e melancólico, como se quisesse contagiar o garotinho, que apenas olhava fixamente para a fornalha e nem olhava para o zelador.

- Você é o aquele garoto da Copa Pokémon que tá tendo, não?

- Talvez... mas não mais. Acabei de ser eliminado.

O zelador sentava-se ao lado do garoto, apoiando suas mãos na vassoura que estava usando para varrer o chão.

- Como era seu nome mesmo...? Scá... xantálah?

Sem ânimo para bater papo ou responder com maior educação, Sckar apenas respondia:

- Pode me chamar de "Sckar". Apenas "Sckar", já está bom.

- "Sckar", heim? Muito prazer, sou o zelador daqui. Me chamo Uro.

- Prazer Uro.

- Muito prazer, Sckar.

Então um silêncio tomou a sala de rituais fúnebres por alguns instantes, até que Uro voltou à puxar papo:

- Sckar... você não quer me dizer o porque está aqui sozinho?

Aquele senhor era direto, após um pouco de conversação e alguns instantes de silêncio, acabou perguntando algo que poderia ser muito pessoal. E de certo modo, era.

- Eu já disse, Sr. Uro. Estou apenas refletindo...
Agora se me dá licença... Preciso ir em outro lugar.


Incomodado com o atrevimento do estranho, o garoto tentou ser educado e evasivo, mesmo que sem muito sucesso. Então levantava-se e saia daquela sala. Lembrava que Kula havia sido enterrada na ala Unown R, então começou à caminhar para lá enquanto sussurrou para si mesmo, sem perceber que "pensava alto".

- Se você era minha inimiga... Por que escolheu morrer para me salvar? Ghrrr... *snif*...

Após rosnar, deixou uma lágrima cair e por fim, fungou com seu nariz entupido de tanto chorar. Após alguns minutos de caminhada, chegou ao túmulo de Kula, o qual encarou em silêncio por alguns minutos, apenas pensado:

Disse que era minha fã... acho que viramos amigos rapidamente... E veja só! Eu não só atrai a atenção de um psicopata para você, como não pude salvá-la. Que grande imprestável que eu sou. Também não consegui vencer Winnie Freda... ok, ela é demais. Mas eu acho que eu te devia uma vitória, para poder homenageá-la... Ou será que tô sendo egoísta? Afinal, você não teria nenhuma serventia para uma vitória minha, né? Afinal você morreu. Eu vencer e dedicar tal vitória à você, seria apenas uma desculpa egoísta para dizer à mim mesmo e aos outros que sua morte não teria me afetado em nada. Se quero fazer algo para VOCÊ... REALMENTE para VOCÊ!
...
Então DEVO capturar Kamen Rocket!
Ele nunca mais fará isso com mais ninguém!


Então abriu a boca, hesitou, não saiu nenhum som. Fechou-a novamente, fechou os punhos e seu corpo começou à tremer. Voltou à chorar mais uma vez, caiu de joelhos e desabou em lágrimas como um bebê faminto, mas socando o chão como alguém desesperado.

Sem Sckar saber, o zelador Uro, estava assistindo à cena de longe, e ouviu o garotinho gritar:


-  *BUUUUUUUUUUUUUUUAAAAHHHHHHH* POR QUÊ? POR QUÊ EU SOU INÚTIL E NÃO CONSIGO SALVAR NINGUÉM? NEM MESMO QUEM CONTA COMIGO E ME ADMIRA? *BUUUUUUUUUUAAAAAAAAAAAHHHHH* POR QUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ? *SNIF* EU NÃO QUERO VER MAIS NINGUÉM SOFRER... NÃO QUERO QUE MAIS NINGUÉM MORRAAAAAAAAAAAAA!!! *BUUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH!!!* EU TE ODEIO KAMEN ROCKEEEEEEET!!!!

O zelador suspirou, sentia que choraria, mas ele segurava, deu as costas para a cena tocante e caminhou até uma sala privada, a sala do zelador. Onde pegou uma pokébola alvirrubra e caminhou de volta até onde estava o garotinho chorando sob um túmulo.

Uro liberou o pokémon, era um pássaro alaranjado, com cabeça branca e que carregava um saco nas costas. A liberação do pokémon chamou a atenção do garoto que olhou para trás e tentando se controlar para parar de chorar e limpar o rosto de suas lágrimas e catarro com seus pulsos (com as mangas arriadas para cima), ele pegou a pokédex em seu bolso interno da jaqueta e apontou para o pássaro e ao mostrar a foto e um texto escrito embaixo desta, uma voz mecânica feminina, ditou o texto que estava abaixo da fotografia:


Delibird #225 escreveu:
A Surpresa de Delibird 225Delibird_Dream

Delibird leva seu alimento empacotado em sua cauda. Uma vez um famoso explorador conseguiu atingir o pico da montanha mais alta do mundo, graças a um destes Pokémon compartilhando sua comida.

Uro aparece de trás de um mausoléu, dizendo:

- Este é meu Delibird. Dizem que ele pode te trazer felicidade caso você mereça. Crianças boazinhas acreditam que ganham presentes trazidos pelo Delibird do Papai Noel. huhuhu...

Ele forçava uma pequena risada e logo voltava à falar:

- Sinto muito, Sckar. Mas eu ouvi o que disse na frente deste túmulo. Sinto muito mesmo...

O garoto ficava meio confuso por não saber o quanto Uro havia ouvido e meio envergonhado por ter sido "flagrado". Mas antes que pudesse responder qualquer coisa, o senhor volta à falar com o garotinho corado:

- Dizem que Dilibirds viajam o mundo trocando presentes. Esses presentes são colhidos de vários treinadores e depois ele volta à dar vários desses presentes de forma aleatória para aqueles que doaram presentes. É como uma "Corrente do Bem". Mas o mais importante não são os presente, mas sim a "boa sorte" que dizem que isso traz. Dizem que aqueles que doam bons presentes ao Delibird, recebem mais boa sorte ainda.
...
Hum... bem, quer tentar?


O garotinho finalmente levanta-se, parando de ficar de joelhos na terra do cemitério. Olha bem para o Delibird e diz:

- Obrigado senhor Uro. Eu não acredito em "superstições de boa sorte", mas...
Acredito em "Correntes do Bem". Eu não tenho feito nada de bom para ninguém. Tudo que tentei fazer de significativo... foi por água abaixo...


- "Significativo"? Nossa, tá aí uma palavra que não ouço todos os dias... e é a primeira vez que ouço na boca de alguém tão jovem.

Mas Sckar nem liga para o elogio ao seu vocabulário. Afinal tinha coisas mais importantes para se preocupar. Então apenas sorri enquanto pega sua mochila, abre-a e dali tira 3 itens. 1 Thunder Stone, 1 Aspear Berry e 1 Fight Gem. Então esticando as mãos para que o pássaro pegasse os três itens, diz:

- Duas pessoas morreram ontem, por minha causa... Esses itens tem sido meio inúteis para mim à muito tempo. E duvido que serão úteis dentre em breve... espero que possam ajudar pessoas boas e que precisem desses itens mais do que eu... Se isso ocorrer... me sentirei feliz e esta doação terá valido à pena, mesmo que eu não ganhe nada!

Pela primeira vez o garotinho sorria, ainda com os olhos vermelho e inchados de tanto chorar. Delibird pegava os itens e alçava voo e o garoto esticava a cabeça para o alto e via-o partir. Depois olhava para baixo novamente, dizendo:

- Muito obrigado, senhor U...

Mas o Senhor Uro não estava mais ali e nem ali por perto. Sckar deu de ombros e caminhou até a saída, mas antes parou na administração e foi falar com a recepcionista - que assim que o viu, teve um surto de "fã":

- UAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!! Se não é aquele garotinho fofo com nome difícil da Copa Hoenn. Que demais vê-lo pessoalmente. Me dá um autógrafo?

Ela era jovem e muito bonita. Devia ter uns 20 anos e vestia uma camisa preta com um singelo decote que valorizava seu busto, seu cabelo cumprido e de cor esmeralda, combinava com a cor de seus olhos. Sua pele era escura como se estivesse bronzeada, mas era perceptível que aquela era sua tonalidade natural. Ele ficou um pouco tímido por ter sido reconhecido e irritado por ter sido chamado de "garotinho fofo com nome difícil..." Mas tentou não transparecer. Então apenas forçou um sorriso e pegou o papel e a caneta que a moça lhe oferecia para que ele autografasse e enquanto ele fazia isso, um homem apareceu e disse:

- Hey, Carla. Pare de amolar os clientes. Isso aqui não é uma loja de shopping. Se ele está aqui, ele deve estar sofrendo.

Carla pedia desculpas e o homem aproximava-se, perguntando:

- Posso te ajudar, garoto?

Sckar olhava para o homem que vestia roupa social e fumava um cigarro que ao menos para ele, parecia mais cumprido que o de costume. Mas não tinha certeza, afinal ele não fumava e não convivia com nenhum fumante. Então ao entregar o papel com o autógrafo para Carla, ele dirige sua pergunta ao homem:

- Bem, eu estive conversando com um homem que trabalha aqui... Eu estava muito depressivo, mas acho que ele conseguiu me reanimar. Então eu só gostaria de agradecê-lo. Só que eu acho que ele já voltou para o trabalho e eu não pude agradecê-lo. Então, por favor, só digam que Sckar o agradece e graças à ajuda dele, eu acho que reencontrei meu caminho nesse momento tão difícil.

- Ok, eu digo sim. Mas quem foi o funcionário que te reconfortou?

- Ah é, eu já ia me esquecendo de dizer o nome dele. É o zelador, o Sr. Uro.

- Acho que tem algo errado... não há nenhum funcionário com o o nome "Uro", aqui. Nem mesmo temos um zelador...

Sckar ficava branco, confuso e antes que dissesse qualquer coisa, Carla dizia:

- Você tava chorando deste o começo da luta, há algumas horas atrás... É normal as pessoas terem alucinações ou até mesmo adormecerem e sonharem enquanto estão sentadas se despedindo de seus entes queridos. Muitos nem percebem que sonharam.

Pronto, estava explicado. Com aquele estresse e cansaço todo, ele havia sonhado. E isso seria provado assim que olhasse sua mochila e visse seus itens ali. Mas ao abri-la, não pôde encontrar nenhum dos três itens. Então o que haveria acontecido?

- Olha, eu dei três itens para o Delibird daquele senhor. Ele era baixo, magro, careca e com uma enorme barba.

- Não conheço ninguém assim. Nem vi andando por aqui... E você Alan?

- Também não. Sinto informá-lo. Mas acho que foi roubado.

- Oh não... era só o que me faltava... melhor eu ir embora então.

- Não quer fazer o boletim de ocorrência? Posso chamar a Oficial Jenny aqui...

- Não precisa... não perdi nada que fosse fazer falta... espero que ao menos seja mais útil para ele do que para mim e que ele não use para fazer maldades à outras pessoas ou pokémons... Eu preciso descansar e seguir em frente, não posso perder tempo com algo tão trivial. Isso me servirá como experiência para não confiar em mais ninguém MESMO!
Muito obrigado, Carla... Alan. Adeus.


Acenava com a mão direita enquanto virava-se e ia embora, voltando para o Centro Pokémon. Mas mesmo acreditando que havia sido roubado, não sentia-se com o peso ou medo de ter sido vítima, mas sim com uma leveza impressionante em seu coração, pelas palavras que trocara com seu provável ladrão. Então o garoto voltava à sorrir... estava novamente na trilha em busca da felicidade.

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Mensagem por  em Ter Dez 29 2015, 13:40

Off:
- Normal Gem
- Super Potion
- TM 48 Round

Chovera durante toda a noite na cidade de LaRousse, fazendo com que o treinador de Slateport estendesse suas horas de sono um pouco mais do que o previsto por preguiça de se levantar. Após rolar incontáveis vezes na cama do quarto do Centro Pokemon, o rapaz de olhos castanhos finalmente tomou coragem e se dirigiu até a janela, observando que o tempo já estava abrindo. O cheiro da terra e grama molhadas invadiam suas narinas, era delicioso!

- Hora de reagir, não? - Dizia voltando-se para sua Combusken que estava cochilando sentada em uma poltrona, cansada de esperar por seu treinador. - Quinn! - Chamou. - Acorde, mocinha.

A Pokémon lutadora despertou assustada e logo saltou da poltrona, se colocando ereta e fazendo uma expressão um tanto sem graça. O rapaz se aproximou e a abraçou, lhe desejando um bom dia.

- Já deve estar na hora do almoço... - Comentou enquanto terminava de vestir sua calça e pegava a chave do quarto para se dirigir até o refeitório com sua Pokémon inicial.

Lá, Noah e Quinn não puderam resistir a toda fartura que o Centro Pokémon da metrópole oferecia para os treinadores naquela refeição. Assim, após se empanturrarem eles decidiram caminhar um pouco para que, segundo Agron, "a comida descesse". Combusken ria de seu treinador, mas o seguia quase que cegamente.

Depois de caminharem algum tempo pelo centro comercial daquela localidade, namorando vitrines e apreciando paisagens, a dupla se viu em uma bela e bem cuidada praça por onde eles ainda não haviam passado. O tempo estava apenas parcialmente nublado e o sol não estava muito quente apesar do horário, logo a temperatura agradável atraía muitas pessoas para um passeio naquele ponto da cidade tecnológica.

Foi então que o rapaz notou um garotinho de cerca de oito anos brincando perto de um dos bancos da praça, ele tinha o cabelo negro e encaracolado. Foram necessários apenas alguns minutos para que o moreno de Slateport se aproximasse o suficiente para reconhecer aquele rapazinho, isso graças ao Pokémon com o qual o garoto brincava: um Grimer! Isso mesmo, aquele garotinho era o mesmo que Noah ajudara alguns dias atrás, após a evolução de sua Eevee para Umbreon. O garoto o observara e se mostrara bastante tímido e sozinho, mas acabou pedindo a ajuda de Noah para que ele capturasse um Pokémon para ele. Naquela noite, os dois saíram à procura de uma criatura e o Grimer fora a captura realizada pelo herdeiro dos Agron para o seu amiguinho solitário que não revelara seu nome.

- Ei, você! Lembra de mim? - Disse se aproximando do garoto. Ele esperava que sim, afinal, apenas alguns dias se passaram e Noah também estava acompanhado de sua inicial naquela noite. Além disso, a forma de como ele conseguiu seu primeiro Pokémon é algo especial,s não? E Noah estava diretamente envolvido nisso.

- Sim... Lembro. - Com um olhar assustado o jovem cessou a sua brincadeira com seu monstrinho venenoso por alguns segundos e encarou Noah em silêncio. Parecia ainda muito tímido, como naquela noite e estava certamente surpreso por esbarrar novamente com o treinador de Quinn. Após dizer que lembrava, manteve seu silêncio e abaixou o olhar.

- Queria que aquele dia a gente tivesse tido mais oportunidades de conversarmos melhor. Fiquei preocupado com você! Mas quando me dei conta você tinha desaparecido... - Sorria sem graça, ele realmente estava interessado em saber mais daquele jovenzinho. - Por acaso você não tem família? Você mora na rua?

Agron supunha e ia direto ao ponto, sem rodeios. Ele estava certo. Por um instante o garoto suspendia o olhar para o rosto de Noah, voltando a encarar a grama da praça em seguida, mantendo sua mudez. Aquilo parecia ser entendido com um "sim" por Noah que se agachava e estendia os braços para o garoto, como se pedisse um abraço. Se pudesse, certamente o rapaz cuidaria daquele pobre garotinho. Quão difícil não era viver uma vida como a dele?

Timidamente e lentamente o menino deixou-se ser abraçado por Agron, que o apertava firmemente, tentando fazê-lo se sentir seguro. O Grimer, que parecia ser um Pokémon alegre e já estava desenvolvendo um sentimento de companheirismo para com seu treinador de oito anos sorria ao ver a cena, estava também emocionado. E de uma forma brincalhona se aproximou de Noah e do menino e e tentou englobá-los com seu corpo amorfo e venenoso, fazendo cócegas no menino em seguida. Noah se levantou novamente e gostou de ver o garoto rir pela primeira vez, o Poison-Type parecia gostar mais ainda de ver o seu mais novo amigo gargalhar.

De repente, enquanto Noah admirava a cena sua atenção fora captada por Quinn, que puxava a sua calça tentando mostrar uma criatura estranha à sua esquerda que estava se aproximando enquanto os observava. Parecia ser um pássaro, estranho diga-se de passagem, também nunca visto pelo treinador da Combusken. Utilizando sua Pokédex ele buscou identificar a espécie:

A Surpresa de Delibird Delibird
#225 - Delibird
A Surpresa de Delibird IceA Surpresa de Delibird Flying
Delibird, o Pokémon entregador. Ele carrega comida enrolada em sua cauda, que se assemelha a um saco. Ele tem o hábito de compartilhar comida com pessoas perdidas nas montanhas.

- Um Delibird? - Sussurrou. Devia ser um Pokémon raro. - Ei, amiguinho, venha aqui! - Noah tentava captar a sua atenção e chamá-lo para perto deles. Entretanto, o voador já tinha suas intenções de se aproximar do menino anônimo.

Quando o Ice-Type o fez, ele e o garoto trocaram olhares, se encarando por alguns longos segundos. O olhar do jovem de cabelos enrolados estava trêmulo quando Delibird abriu seu saco branco e retirou alguns itens, pareciam coisas de treinador e entregou para o rapaz e para seu parceiro. Além disso, a ave caridosa também entregou comida para o Pokémon venenoso e para seu treinador. Ele realmente gostava de dividir e ajudar aqueles que passavam necessidade. O herdeiro dos Agron assistia à cena atônito, sem palavras, estava visivelmente emocionado com a atitude nobre daquele Pokémon. Por isso, ele se abaixava novamente, próximo da dupla de Pokémons e do garoto, retirando alguns coisas de sua mochila e entregando para Quinn.

- Delibird... É esse seu nome, né? Que atitude nobre! - Exclamava acariciando as penas rubras da criatura, seus olhos estavam marejados. O garotinho de rua e seu Grimer já comiam alguns dos quitutes entregues a eles. - Espero que nunca pare de ajudar aqueles que precisam e gostaria de alguma forma te ajudar com isso. Sei que você consegue sentir quem precisa, então aqui está!

Com a ajuda de Quinn, Agron entregou alguns itens que poderiam ser de ajuda para treinadores iniciantes como o seu amigo de cabelos negros. Além de alimentos que poderiam ser estocados e transportados para que Delibird compartilhasse com pessoas famintas que cruzassem seu caminho. Infelizmente Noah não tinha muito a oferecer, mas ele queria minimamente ajudar aquele Flying-Type em seu trabalho voluntário. De qualquer forma, seu apoio, admiração e torcida estariam com toda certeza voltados para Delibird em sua jornada.

O pássaro pareceu gostar da oferta do treinador e após guardar os presentes, se despediu de Grimer, Combusken e dos dois meninos com meios abraços e alçou um voo desengonçado e apressado. Era um Pokémon definitivamente especial e querendo ou não com um quê engraçado. Que sorte encontrar com aquela criatura naquela tarde! Noah esperava cruzar com ele novamente... O rapaz voltou seu olhar para baixo quando Delibird sumiu no horizonte e nesse isntante ele não encontrou o anônimo garotinho de rua ou seu Pokémon. Quinn que também estava observando o pássaro voar se mostrou tão surpresa quanto o rapaz de olhos castanhos quando notou o sumiço.

- Desaparecendo de mim pela segunda vez, hein? - Pensava alto. - Espero que fique bem, rapaz. - Finalizava seu pensamento trocando olhares com Combusken enquanto seu tom de voz se tornava mais baixo.

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Mensagem por Mathito em Ter Dez 29 2015, 21:31

Em conto para Delibird


Minha querida Johto... A terra chora em prantos! A flora está temerosa. A fauna desolada. A gente... coitada. Pobre da minha gente. O que Johto fez para Kyogre castiga-la com o maior do caos? Teria sido culpa de seu vizinho, Kanto? Teria sido culpa da própria gente? Ou o lendário, ao despertar, se enfureceu com pouco e decidiu o castigo?

Agora eu também choro. Choro por ser incapaz de ajudar. Choro por estar longe de quem amo. Choro por não ter terra para onde voltar.
Voava pelos céus de Hoenn deixando com que minhas lágrimas fossem confundidas com chuvas. Tropius, minha montaria e amiga, sentia meus pêsames, mas me permitia chorar em paz. Extravasar meus sentimentos.

Foi durante a passagem pelo sul de Fortree que a viagem ficou turbulenta. Em verdade, Tropius tinha topado em algo. Foi quase inacreditável, pois estávamos tão alto que não tinha como ser árvores ou prédios, apenas... Pokémon. Eis então que enxuguei as lágrimas e pude ver um ser caindo em alto velocidade indo de encontro do chão.

— Tropius, mergulhe! – e logo me via numa espiral descendo ao encontro da morte.

Não me perdoaria se aquele carinha morresse por uma falha minha. Tropius não conseguiria ir tão rápido. Eu teria que retardar a queda, então saltei como se mergulhasse fundo. A sensação de liberdade e adrenalina me fazia esquecer tudo. O sentimento de heroísmo me alimentava e me fazia grande. Por mais que eu não quisesse, eu gostava de ajudar. Me sentir útil! Sendo assim, fiquei a poucas palmas de distância do monstrinho e o abracei, virando de costas. Onde estava Tropius? Em segundos ela também me abraçava, impedindo nossa queda desastrosa. Bem, ao menos eu não tinha morrido, pois senti o impacto. Fomos arrastados por cerca de dez metros, tirando pequenas plantas e terra do caminho. A dinossauro gramínea me envolveu com as asas e membros e eu com braços e pernas um Delibird. Quando tudo se acalmou Tropius me soltou e foi ajeitar as asas, aproveitando para lanchar. O Voador estava desacordado e eu um pouco ralado. Mesmo assim fiz um esforço e levantei indo cuidar dos ferimentos do viajante. Minha parceira ajudava indo pegar medicamentos naturais que se encontravam pela região. Eu tinha aprendido um pouco sobre primeiros socorros com minha mãe, que era criadora. Talvez quando ele acordasse já estivesse recuperado. Tropius disse não precisar de ajuda e me deixou de momento. Me afastei um pouco. Não era todo ser que assimilava humanos com estar desacordado com boa coisa. E eu estava certo. Ele, em sobressalto, me olhou com pavor e então procurou algo. A bolsa! Ele olhou-me novamente e então foi checar os pertences. Sua reação não foi a das melhores. Ficou estático por uns segundos depois me encarou com desconfiança. Preferia o primeiro estágio. Só então ele olhou para o desastre bem ao nosso lado e deve ter ligado os seus ferimentos com os meus arranhões com algo altruísta. Então seu desespero se tornou tristeza e ele veio a chorar. Eu o encarava como se fosse um programa de TV. Era uma criaturinha bem sentimental, mas acho que não estava em condições de julgar. Por fim fui ao seu encontro e perguntei o que tinha acontecido. Ele apontou para a bolsa branca, alguns presentes amostra e fez um sinal de negação apontando para a mata aleatória.

— Você perdeu alguns presentes quando caia? - ele assentiu ainda triste.

De certa forma me sentia culpado. Eu deveria estar guiando Tropius. Os céus não eram somente meus e na escola de voo deixaram isso bem claro. Atenção constante! Suspirei e olhei para cima. Depois de um segundos revirava a mochila e sentava no chão de frente para o Gelado. Três itens. Eram o número de presentes que precisava.

— Aqui. Pegue! De coração. Eu encontrei dois destes então não me importo em dividir - lhe entregava primeiro uma das baterias que encontrei na mansão a uns dias atrás - Esta é uma esfera de captura diferente. Se chama Esfera da Amizade! É símbolo se companheirismo e um dos elos mais fortes que treinador e Pokémon podem ter. Ela representa a coisa mais importante na minha equipe. Cuida bem dela! - entreguei a esfera verde com muito decorro e por fim o último item - E este CD contém a técnica Round. Ganhei ela numa das torres mais famosas da minha cidade natal. Carrego um sentimento muito especial, sabe? Mas tenho certeza que alguém fará melhor uso dela do que eu. Só te faço um pedido: use seu melhor embrulho!

Com um sorriso terminava de falar e via brilhar os olhos daquele Pokémon. Pensava que talvez meu Delibird estivesse com vontade de sair voando por aí distribuindo presentes. Me senti um pouco triste e um pouco melhor em ter ajudado. Se tivesse acontecido isto com um Pokémon meu eu adoraria que tivessem feito o mesmo.

Tropius já aparecia me dando a deixa para ir e antes que eu pudesse montar, o Pokémon natalino fez mágica. Em segundos ele envolvia cada um dos objetos com papeis dourados e fitas brilhantes e os jogava dentro de sua trouxinha, que também parecia ser mágica, pois volume nenhum tinha. Eu, abobado bem como me encontrava, vi o Pokémon, já melhor da batida e queda, levantar voo dizendo um adeus agradecido. Estendi a mão devagar e retribuí o aceno. Sorri mais uma vez. Eu tinha acabado de ser generoso com um estranho. De bom grado e coração aberto tinha me doado, mesmo que pouco. A giganta me despertou de um transe com seu chamado. Não avistava mais o Delibird. Ele tinha sumido por entre as nuvens como um sonho. Era nossa vez de fazer o mesmo.

...
Off: TM 48 Round; Friend Ball x1; Cell Battery x1.


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Mensagem por Joul em Qua Dez 30 2015, 09:29

Itens: Moon Stone, Luminous Moss x01, Psychic Gem

Enquanto caminhava por Aztlán a procura de um lugar apropriado para que ele e seus pokémons pudessem treinar um pouco antes da próxima batalha da Copa Hoenn, Joul, que tinha suas atenções fixas na via por onde ele percorria, acabou sendo surpreendido por um som que ele certamente não esperava escutar naquele momento. Assim, depois de olhar a seu redor a procura de algum sinal do que poderia ter causado aquilo, e também para confirmar se mais alguém havia escutado o estranho barulho, o treinador de Cinnabar, que se encontrava próximo a uma espécie de beco, se deu conta que, o estreito espaço entre duas construções de altura considerável, parecia estar sendo habitado por algo ou alguma coisa que certamente não pertencia àquele lugar.Dessa forma, dotado de toda a sua coragem, que para muitos poderia até ser uma incontrolável curiosidade, Joul caminhou com passos firmes pelo interior do escuro espaço.

A escuridão do espaço não era lá tão incomodo, uma vez que, graças aos poucos raios do sol que conseguiam superar as enormes barreiras de tijolas das construções, o treinador conseguia ver perfeitamente o que existia por todo o espaço. E para a surpresa dele, depois de um novo e inesperado barulho, uma estranha criatura surgiu cambaleante do interior de uma caçamba de lixo, fato que seria até engraçado se não fosse preocupante. Contudo, para a alegria do nativo de Cinnabar, antes mesmo que ele pudesse se movimentar em prol de ajudar o ser, a criatura já coçava a cabeça, e através de um sorriso envergonhado, demonstrava que as coisas pareciam estar resolvidas.

Por alguns segundos Joul apenas observou o estranho ser, até que, ao se dar conta, o treinador apanhou a pokédex do interior de sua mochila, e após apontá-la na direção do ser, o treinador descobriu que aquele era o tão famoso Delibird, pokémon oriundo da região de Johto que tinha uma fama muito especial. Só que, enquanto lia as informações demonstradas pelo aparelho de identificação, o aspirante a mestre pokémon acabou sendo surpreendido pelo ser que, em questão de segundos, já se encontrava a apenas alguns centímetros dele puxando a barra de sua berbuda.

Então, ao fixar seus olhos no estranho comportamento, o rapaz foi novamente pego de surpresa, já que, ao se deparar com os olhos de Joul nele, o pokémon abriu o saco que trazia consigo como se quisesse mostrar algo ao jovem. A partir daí, depois de uma breve analise, o Terri se deu conta que, curiosamente, a criatura parecia estar recolhendo algumas curiosas doações, fato que poderia ser considerado uma situação muito estranha para muitos.

Com isso, com um sorriso na face, Joul, que nitidamente pensava porquê não, apanhou três itens do interior de sua mochila, e sem pensar se aquilo era uma coisa idiota de se fazer, afinal ele não tinha ideia de qual era a razão para o pokémon pedir coisas como aquela, depositou suas contribuições na espécie de saco que o pássaro carrega. Assim, enquanto sorria diante da estranha forma de agradecimento do pokémon, o Terri acariciou a cabeça do pássaro, e acreditando ter feito algo bom, colocou-se a caminhar novamente em busca do local desejado, pois, querendo ou não, ele não poderia perder mais tempo naquela inusitada situação.

Enfim, depois de alguns passos, Joul, olhando novamente para trás, avistou o sorridente pássaro alçando novamente seu voo enquanto olhava agradecidamente para o jovem. E, isso, no fim, indicava que o aspirante a mestre pokémon teria feito sim uma coisa boa.


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Mensagem por Gaulvists em Qua Dez 30 2015, 19:06



Era apenas mais um dia na cidade de LaRousse e eu caminhavam tranquilamente pelas ruas e observava com atenção os detalhes de cada prédio e as suas formas.
Depois de caminha por um tempo pelas ruas, acabo chegado em uma praça bem verde e cheios de flores e árvores e que tinha um belo chafariz no centro dado uma beleza única no local e me sento debaixo de uma árvore para relaxa um pouco.
De repente começo a escuta um barulho bem estranho, no inicio eu né liguei muito, mas aquele som não paravam e aumentavam cada vez mais, até o ponto de eu me vira e ver um pássaro bem estranho e que tinha em sua costa um saco bem grande.

- Que bicho é você?

Falavam eu com uma expressão bem duvidosa sobre aquele ser e ao mesmo tempo demostrando alguns pontos de curiosidades em o por que ele está carregando aquele grande saco.
Então pego minha pokédex e aponto para aquele pokémon.

Pokédex escreveu:

Delibird

A Surpresa de Delibird 250px-225Delibird

Delibird é um Pokémon pinguim-like vermelha com uma cauda oca branco. Seu rosto e no peito estão cobertos de penas brancas com dois, cristas de três pontas acima seus olhos. Manchas negras cercam seus olhos circulares, e tem um bico de cor amarela clara e pés. Há um único ponto branco no seu estômago. Seus pés têm dois dígitos cada.
Delibird transporta alimentos empacotados em sua cauda. Ele normalmente armazenado dá comida para seus filhotes, mas tem sido conhecida a compartilhar sua comida com os seres humanos presos em montanhas geladas. Delibird do movimento da assinatura, Present, permite que ele carregue itens especiais em sua cauda que possam causar danos ou curar o seu adversário. Delibird tende a viver em regiões montanhosas, fazendo seus ninhos sobre penhascos afiados; uma área notável do mundo é em torno de Mt. Everest.

- Nossa você faz isso tudo? Não acredito que esse pequeno pokémon é capaz de realizar trás proezas.

Assim que termino de fala, o pequeno pássaro olha para mim como se quiser-se algo.

- O que foi pequenino?

Logo aquele pokémon apontou em três direções, onde uma se dirigia a uma árvore logo a frente, outra que dava em um prédio e a última que dava para um ninho de algum pokémon e foi então que notei que havia algo de anormal naquele ninho.

- Espera ai tem alguma coisa estranha ali..., aquilo é um presente...

O Delibird balança a cabeça confirmando e foi ai que percebo que ele estava tentado recupera aqueles presentes que tinha perdido.

- Espera ai amiguinho pois vou ajuda você.

Pego na minha cintura duas pokébola e as lanços e logo meus parceiros aparece.
Navi surgem em sua bela forma para batalha com as lâminas cruzadas e quando percebe que não era nada de mais ele volta para sua posição normal e encosta em uma das árvores e já o Blue assim que sair da pokébola voa o mais rápido para admirar as flores do local.

- Pessoal preciso da ajuda de vocês para recupera os presentes que nosso amigo aqui perdeu.

Navi balança a cabeça e já blue parecia hipnotizado pelas flores.

- Muito bem Navi corte os galhos dessa árvore e cuidado para não acerta o presente.

Navi balança a cabeça e assim que chega na árvore começa a deferi centenas de golpes de forma bem rápida que acabou fazendo a árvore sumi quase literalmente dali e ele só parou quando em um dos golpes fez o presente cai e assim dado a oportunidade do nosso amigo pega antes de toca no chão.

- Muito bem Navi, mas vai com calma, agora vá até aquele prédio e ver se encontra algum presente.

Mal termino de fala e meu inseto vai a toda a velocidade e acaba passado pelas flores deixado um rasto e destruindo a beleza daquele jardim.
Blue começa a chora por causa daquilo e me colocavam em uma situação bem difícil.
Antes de eu fala, Navi já chegavam com o presente e trazia ele mordendo a fita que havia no embrulho e entrega para o Delibird.
Naquele momento estavam com medo de manda meu parceiro pega o último presente já que se encontravam em um ninho.

- Muito obrigando Navi e agora pode descaça e Blue sei que está triste, mas pode pega o presente que está naquele ninho e ajuda o nosso amigo.

Blue se aproxima do ninho e depois volta bem rápido e abre minha mochila e dela tira algumas rações e volta.
Aquilo me chamava a atenção e me colocavam para pensa e quando percebo ele descia o presente usado sua habilidade psíquica e entrega para o Delibird.

- Bem amigão acho que isso é tudo e cuidado para não perde novamente, pois acredito que alguém especial esteja esperando por ele e também gostaria de lhe entrega isso, pois pode ajuda alguém em algum lugar.


Então entregavam o  TM39 - Rock Tomb, um Antidote e uma pokébola.
Aquilo abria um sorriso no Delibird e logo pega e guarda no saco e então parte para o seu destino.

- Pessoal hoje o que fizemos não precisa ninguém saber, pois só assim podemos ver o valor dos atos que acabamos de realizar.


Então retorno meus parceiros e parto para o meu destino.
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