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Mensagem por Artie em Sex 26 Abr - 23:52


WALLACE CUP
"Temporada 1 - Contest ESPECIAL"


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Quem diria que uma cidade perdida no meio do oceano e protegida por uma grandiosa barreira de corais poderia ter tanto movimento? Wallace era sem dúvidas um grande nome no ramo de entretenimento e se a cultura e arte Sootopolitana era famosa, era graças a ele: a última vez que a cidade de Sootopolis havia visto tanto movimento foi quando os teatros por ele mesmo. Diferente dos Contests anteriores, haviam pessoas e participantes de outras regiões ali. Desde os refugiados de Kanto e Johto, até mesmo aos mais nobres de Kalos.

O ginásio havia passado por uma ampliação recentemente, mas ainda assim o público da Wallace Cup não cabia lá dentro. Foi necessário instalar telões em pontos estratégicos da cidade para que todos pudessem acompanhar. Quando Lilian entrou no palco, animada e carismática como sempre, não foi só o ginásio que se empolgou, mas sim a cidade inteira. Era possível ouvir fogos de artifício por todos os lados. Logo ela começou a introdução do grande evento e era visível que até mesmo ela se sentia um pouco ansiosa.


- Olá, grande público de Hoenn! Olá grande público do mundo que está nos acompanhando pela televisão - Enquanto falava isso, Lillian fazia uma pose estratégica para uma câmera, revelando alguns logos de patrocinadores discretamente estampados na sua veste do dia. - Pela primeira vez em anos, a grandiosa Wallace Cup retornou para a região de Hoenn! Mais do que uma oportunidade para os coordenadores ganharem uma fita: a competição é uma chance de construir um legado como nenhum outro! Podemos esperar apresentações de nível elevadíssimo hoje. E, obviamente, não temos ninguém melhor para nos demonstrar isso do que o próprio Wallace!

Bastou dizer o nome de Wallace, o público vibrou mais uma vez. O campo permaneceu vazio por alguns instantes, permitindo que todos pudessem observar a arena em mínimos detalhes. O campo de batalha havia sido tingido com uma coloração azul clara, mas havia algo no material que fazia a luz dos refletores refletir, criando a impressão que a arena inteira era feita de cristal. Na parte superior, havia uma grande plataforma com uma belíssima cachoeira artificial, desaguando em uma grande piscina com uma plataforma central. As luzes então se apagaram e o silêncio tomou conta do ambiente.


Exemplo de apresentação - Wallace escreveu:Após alguns segundos de tensão, Wallace adentrou o campo. Seu poder, fama e influência eram visíveis com o simples fato de colocar os pés dentro do campo e ter um único holofote apontando para si. Diversos aplausos tomaram conta do ambiente e ele precisou fazer um sinal para o público se acalmar - caso contrário, as demais apresentações acabariam sendo atrasadas. Sem perder o seu sorriso enigmático, ele logo começou a apresentar sua arte.


Apresentação visual

Wallace havia adentrado no campo pela plataforma superior, próximo da cachoeira. Suas vestes possuíam três diferentes tons azulados e uma grandiosa capa branca complementava o visual, digna de um grande nobre. Todas as luzes do ginásio estavam apagadas, exceto por um holofote, que seguia perfeitamente os passos do coordenador.

Logo ele começou a caminhar tranquilamente pela plataforma até que, para a surpresa de todos, ele começou a andar por cima da água. Por alguma razão, o aprendiz de Juan não afundava e demonstrava muita delicadeza em seu desfilar. Quando começou a descer pela cachoeira, a água passou a brilhar e transparecer diversas cores, como se Wallace descesse por uma cachoeira feita de arco-íris. O segredo foi revelado assim que o top coordenador chegou na plataforma central e retirou sua capa. Ao jogar a mesma pro alto, as luzes se acenderam e seu fiel Milotic se revelou, saltando para fora da água e pegando a capa de seu líder, colocando-a delicadamente em um canto da piscina. A belíssima sereia havia sido liberada discretamente de sua pokébola nos primeiros momentos da apresentação e guiou os passos de seu treinador por baixo da água, aproveitando-se da baixa luminosidade da arena para não aparecer. Quanto a cachoeira colorida, tudo havia acontecido devido ao movimento Aqua Ring, difratando a luz e criar a ilusão de diversas cores na água.

Apresentação artística

De baixo de sua capa, Wallace havia revelado um acessório que havia trazido consigo: uma harpa simples, feita de madeira. Após trocar um olhar enigmático para uma câmera, fazendo com que todos que estavam assistindo a Cup através de telões delirassem, Wallace começou a dedilhar o instrumento musical. A melodia que ele tocava era calma e suave.

Seguindo o ritmo da melodia, Milotic começou a percorrer pela piscina utilizando uma combinação de Icy Wind e Magic Coat. Um vento gelado com diversas cores cintilantes percorria pela arena, fazendo com que a temperatura da água diminuísse e uma fina lâmina de gelo se formasse pelo campo, permitindo que Milotic conseguisse atravessar pela água apesar do gelo. Conforme Wallace começava a acelerar o ritmo de sua música na harpa, os ventos de Milotic se intensificaram.

Após a camada de gelo engrossar o suficiente, Milotic realizou um grande salto, passando por cima da cachoeira e se acomodando na plataforma superior. De lá, aplicou um Ice Beam ao redor da piscina, respeitando sempre o ritmo da harpa de Wallace. A água da parte inferior da piscina havia ficado completamente congelada e foi então que a apresentação foi encerrada de forma peculiar.

Wallace começou a tocar sua harpa em um volume cada vez mais baixo, na mesma medida em que Milotic começava a utilizar o seu Sing em perfeita harmonia. Em certo momento, Wallace não tocava mais a sua harpa e o Sing de Milotic era tudo que todos conseguiam ouvir. O ex-líder de ginásio então começou a deslizar pelo gelo, como se fosse um patinador profissional. A princípio Wallace apenas cruzava de um lado para o outro da piscina, mas logo criou coragem e começou a dar algumas piruetas, como se fosse um patinador profissional. O grand finale ficou para a última nota musical de Milotic: um belíssimo agudo, acompanhado de um arriscadíssimo salto de tripla pirueta realizado pelo treinador.   



Lilian retornou para o campo do palco de apresentações em seguida, fazendo breves comentários sobre a apresentação de Wallace e entrevistando-o brevemente. A entrevista nada mais foi que um truque para ganhar tempo enquanto descongelavam a água da piscina. Em poucos instantes a arena estava pronta e as apresentações começariam.




  • Os jogadores inscritos terão um prazo de cinco dias para postarem suas apresentações. Aqueles que não postarem suas apresentações até o dia 1 de maio serão desclassificados.
  • Para postar suas apresentações, seus personagens devem estar na cidade de Sootopolis e sem nenhuma rota ativa no momento da postagem.
  • Participantes do contest que já estão em Sootopolis não poderão sair da cidade. Caso contrário, serão eliminados por W.O.
  • Imagens, vídeos e músicas são bem-vindos para complementar, mas o foco da avaliação será a parte narrativa.
  • Itens que forem utilizados na Apresentação Visual deverão ser citados narrativamente e também em off.
  • Em caso de dúvidas, enviar MP para o organizador do Contest (Artie).
Artie
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Arquiteto

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Mensagem por Perriraz em Sab 27 Abr - 0:22

Off: usando Pokébola colorida, Fantasia de Sacerdote, livro x2 e buquê de flores.

Antes de entrar, o criador repetia mentalmente os seus passos na apresentação, incomodado por perceber que a roupa escolhida estava um pouco apertada e sentindo que o sapato não lhe caíra bem ele apenas fingia que nada acontecia, precisava se divertir na apresentação e passar isso para a plateia. Divertir-se, fazer algo sem a necessidade suprema de vencer. Isso era participar dos contests para o jovem negro.


 Com o fim das mímicas de representação de movimentos e traquejos, Klaus observava o público e a arena diante de si com uma calma tão falsa quanto uma Seviper antes de dar o bote, o criador estava com a mesma fantasia do Contest onde evoluiu sua Whismicott: um simulacro de sacerdote medieval com um colar que imitava uma Sun Stone dependurado em seu pescoço.


 Aproveitando isso, o criador inicia sua apresentação com os dois livros comprados em loja de fantasia em mãos (Thick Book). Além disso, com a esfera de Ossain na outra, após tantas dúvidas resolver ir com o que era melhor para ele. Terreno conhecido.


- Ossain, assuma o palco!


 E da esfera esverdeada surge a pequena tipo grama. Sorridente e segurando um buque de flores na mão, sem o pano que o protege e sem amarras.



- Ossain, mostre a todos a beleza emocionante dos tipo grama e como podemos ser emocionais! Fairy Wind ao seu redor.


 Obediente e louca para ser notada, a gramínea começa a ser envolvida por um vento de cor rósea, primeiro devagar e perto de seu corpo, com o tempo acelerando a afastando criando um pequeno tornado com tons rosas. O vento ao entrar em contato com a água a faz reproduzir o movimento evoluindo para um pequeno movimento de tromba d´água desassossegando a água ao redor da plataforma fixa e a fazendo similar o movimento do Fairy Wind.


 De forma cadenciada e calma o vento ganhava mais força e largura, fazendo respingos do líquido essencial a vida tocarem o corpo de Ossain, causando uma bela impressão de corpo com respingos.


- Agora, crie uma barreira e faça as pétalas dançarem!


 Com os olhos calmos, ela ergue sua cabeça e o vento se modifica, tornando-se uma barreira ao redor da pequena, vertical.


- Use as rosas e desfaça a barreira! Mostre o bailar das pétalas!


 Ossain lança o buquê de rosas para o alto e o movimento de vento a lança para fora da barreira, deixando-as na água, boiando aqui e ali e enquanto uma música começa a tocar na apresentação[DÁ O PLAY AQUI, LEITOR], Klaus sorri enquanto abre o livro atuando que havia algo nas páginas que a pequena devia fazer, iniciando a apresentação artística.


 Ela balança seu corpo no ritmo da música, acelerando enquanto a mulher fala de suas emoções e das encruzilhadas do gostar, os olhos dela fixos em Klaus como se o criador fosse o maior amor de sua vida.


- Psychic!


 A barreira de vento é dispersada como um círculo que se expande, tirando a calmaria de todo o espelho d´água do campo. Logo após, os olhos azulados da gramínea correm pelo campo, pegando cada rosa perdida na água e nas plataformas as aproximando de si criando dois anéis ao seu redor, como se ela fosse um planeta sendo protegido pelas rosas. Dona de si.


 Enquanto isso o criador olhava para o livro e fazia uma expressão de quem não entendia direito o que acontecia. Do seu lado, Whismicott começava a despedaçar as rosas com seu poder psíquico, deixando cair seus caules espinhosos ao seu redor em quanto as pétalas tomavam o controle dos anéis criados pela força psíquica da pequena.


 Os Anéis viram círculos ao seu redor que vão subindo para sua cabeça e diminuindo de largura e por fim, quando a cantora da música explode em emoção dizendo:: I get so emotional, baby // Every time I think of you // I get so emotional, baby. Os olhos de Whismicott perdem o tom azulado, as pétalas de rosas caem em seu corpo enquanto ela se mantem quieta, concentrada cabeça para baixo. As pétalas ao seu redor e algumas em seu corpo.


- Isso! Muito bem, era isso mesmo que eu queria! – Klaus lança os livros para o alto feliz pelo sucesso.


 Whismicott vendo o movimento do criador/coordenador, os envolve com sua energia psíquica e levitando eles começam a ter as páginas despedaçadas, orbitando ao redor do criador. Razão e emoção, dois pólos de uma mesma pessoa aparecem representadas pelas pétalas no corpo e no chão próximas da Pokémon de um lado e pelas páginas ao redor do criador. Um estalo de dedos e as páginas caem ao chão. 


 Sua apresentação chega ao fim, enquanto a música repete: Ain't it shocking what love can do? // Ain't it shocking what love can do? // Ain't it shocking what love can do?
Perriraz
Perriraz
Treinador - Criador

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Mensagem por Karinna em Dom 28 Abr - 15:27

Introdução!

      As longas noites de ensaio passaram voando e finalmente o dia de estréia na Wallace Cup havia chegado, o que me deixava extremamente nervosa — principalmente por ser o primeiro Contest que participaria de fato. Minha jornada havia acabado de começar, a confiança não estava das melhores, mas não pude deixar de me inscrever em um evento de tal magnitude.

     Passear pelo centro de Sootopolis sozinha era um pouco solitário, mas nada muito diferente do que sempre estive acostumada. Cheguei ao enorme estádio alguns minutos depois do planejado, mas não pude deixar de apreciar a belíssima vista que a cidade litorânea proporcionava durante todo o trajeto. O local do evento era majestoso, faixas enfeitavam todo o ambiente e diversos treinadores e seus monstros de bolso transitavam por ali, alguns comprando ingressos para assistir o espetáculo e outros apenas jogando conversa fora entre si. Me encaminhei para o camarim o mais rápido que pude, trocando minha comum roupa de jornada por um vestido longo cor-de-rosa de tecido leve com alças finas que já estava na minha mochila, retirando também meu violino de sua capa.

    Após me organizar era hora de liberar Ralts de sua Pokéball. Sei que o pequenino psíquico estava tão animado quanto eu e em breve seria nossa hora de brilhar em campo. A definição da expressão “borboletas no estômago” nunca fora tão real: assim que anunciaram que eu seria a próxima a me apresentar, comecei a suar frio e a ansiedade tomou conta do meu ser. Mochi abraçou minhas pernas com seus curtos braços e pediu colo, me abraçando na esperança de acalmar um pouco.

— Vamos dar nosso melhor! — retirei uma pelúcia que misteriosamente havia aparecido na minha mochila uns tempos atrás e dei nas mãos do meu Pokémon, posicionando também a rosa que havia comprado em Slateport atrás da minha orelha esquerda — Só fazer como treinamos!

    Comecei a andar calmamente pelo longo corredor segurando meu violino em uma mão e seu arco de madeira na outra, sendo possuída por diversos déjà-vus lembrando das apresentações que fazia quando criança em um pequeno centro comunitário na região de Johto. Mochi caminhava graciosamente ao meu lado, arrastando a pelúcia quase de seu tamanho pelo chão, parando abruptamente alguns metros atrás de mim. Sinalizei com a cabeça e dei um leve sorriso para o psíquico, que consentia.

— Mãe e vó. — fechei os olhos e levantei a cabeça, respirando fundo enquanto ultrapassava a cortina que dava ao palco — Se conseguirem me escutar daí de cima… Por favor, torçam por nós.


Apresentação Visual!

    Uma tímida salva de palmas da torcida me recebeu, sendo brevemente abafada pela minha mão esquerda que erguia o arco do instrumental musical; o falatório dentre a população presente se encerrava e todos os olhos se centravam em mim, que terminava de caminhar até o começo do enorme Hall de Sootopolis, agora reverenciando à plateia e banca de jurados.

— A todos presentes, hoje contaremos uma trágica história de amor em dois atos musicais. — apoiei meu rosto sobre a queixeira do violino — Conheçam Mochi, parte da minha brilhante equipe de psíquicos e sua amada, Lake.

    As luzes do estádio piscaram brevemente, diminuindo sua intensidade drasticamente. Alguns metros acima do centro do Hall era possível ver a materialização de Ralts, surgindo magicamente de mãos dadas com uma pelúcia feminina um pouco menor que sua estatura, ambos envoltos por uma aura cor-de-rosa.  Um leve instrumental de piano com finas notas começava a ecoar por toda acústica local; posicionei o arco de madeira sobre a escala do objeto musical e comecei a tocá-lo.

»(PLAY!) «

    Mochi descia aos poucos pelo ar dançando valsa com seu par inanimado, combinando perfeitamente com o andar e ritmo da música. Conforme o psíquico se aproximava do chão, dez clones de si mesmo saíam de seu pequeno corpo e imediatamente também eram envoltos pela aura de Confusion, formando cinco casais entre si e dançando na linha d'água a mesma coreografia que Ralts e Lake reproduziam alguns metros acima.

    A cena por si só remetia a um baile rústico de gala e assim que Mochi e sua amada alcançavam a plataforma acima da piscina, um holofote mágico de luz branca proveniente de Lucky Chant surgia para iluminar apenas ele e Lake, deixando as auras coloridas de seus clones em segundo plano mais chamativas e iluminadas, como pontos de luz secundários que repetiam os movimentos do casal principal.

   Os casais de clones circulavam o psíquico e sua pelúcia, aumentando consideravelmente de velocidade, até ficarem invisíveis a olho nu e suas auras cor-de-rosa formarem uma espécie de anel colorido em volta de ambos. Atuando, Mochi parava de dançar imediatamente quando percebia que a força centrífuga tendia a puxar ele e Lake para lados opostos, segurando com força nos braços de sua amada, porém sendo em vão: ambos voavam para lados opostos e eram pegos na grande pressão a sua volta.

    Agora imerso no anel cor-de-rosa, Mochi criava mais clones de si, aumentando significativamente a intensidade de cor, transitando entre diversos tons, saindo do prévio fúcsia e passando por lilás, violeta, púrpura e, por fim, malva. A água que era pega na força física da combinação terminava por reluzir ainda mais o brilho do movimento. Lucky Chant, que antes era focado apenas em Ralts e Lake, no momento iluminava por completo todo o anel psíquico, que combinado com os brilhos provenientes do ataque, se tornava um enorme epicentro de luz colorida.

    Após alguns segundos o grande anel ia ficando cada vez maior e começava a flutuar no ar. Caminhei no ritmo da música tocando o instrumento de cordas até a borda, chegando lá, a mesma aura de Confusion me envolvia e me colocava onde previamente estavam Mochi e Lake. A corrente de ar criada pela movimentação psíquica alguns metros acima levava meus longos cabelos para o alto e o mágico holofote penetrava pelo círculo psíquico funcionando como um refletor, projetando uma intensa iluminação violeta na área de cobertura onde, agora, eu estava presente.

    Diversos corações e um grito afetuoso abafado começaram a sair de dentro do epicentro arroxeado, que graças a grande força centrífuga subiam em espiral, formando uma espécie de tornado superficial, no final chocando-se um com os outros, fazendo com que um belíssimo brilho colorido caísse sobre todo o Hall. Era Mochi usando a força do seu amor e procurando por sua amada após terem sido separados por terceiros que não aprovavam seu relacionamento.

    Ainda com os corações de Disarming Voice em produção, o anel psíquico começava a diminuir lentamente, surpreendendo quando em um estalar de dedos no acabar da canção fechava de uma vez, causando uma explosão arroxeada que somada ao holofote e o brilho cor-de-rosa dos corações ficava quase impossível de observar o que estava acontecendo ali.

    A grande luminosidade abaixava e aos poucos podia-se ver no centro da plataforma eu e Mochi, que abraçava sua pelúcia enquanto diversos brilhos cor-de-rosa e roxos caíam sobre nós. Minha vontade era de gritar de felicidade por tudo ter dado certo, mas ainda faltava uma parte crucial da apresentação para prosseguirmos.



Apresentação Artística!

    As caixas de som davam início a um instrumental de piano diferente, porém tão lento quanto o anterior. Mochi se teletransportava para cima da minha cabeça e retirava a rosa que estava presa em minha orelha, voltando para o chão e sentando ao lado de Lake, encenando uma conversa, dando-lhe beijinhos na bochecha e colocando a rosa presa nas tranças esverdeadas da pelúcia.

— Preparem-se para os cinco estágios de luto. — exclamei com uma triste expressão enquanto Ralts me flutuava de volta ao início do Hall, começando a tocar mais uma vez o violino.

»(PLAY!) «

    As luzes do local mais uma vez piscavam e assim que retornavam a sua normalidade era possível ver Mochi da mesma maneira que antes com sua amada, porém com um de seus clones parado ao lado do psíquico, envolvido em uma aura cor-de-rosa. O falso Ralts começava a flutuar na direção dos dois, pegando nas mãos da pelúcia — ainda inanimada — e puxando-a em sua direção. Mochi levantava e fazia o mesmo, porém assim que Lake era envolta também na aura de Confusion, soltava das mãos do verdadeiro, jogando a rosa no chão e pisando em cima da belíssima flor vermelha.

    O clone de Double Team e Lake flutuavam agora na direção da entrada do Hall, desaparecendo por trás das cortinas. Ralts caía de joelhos, chorando e socando levemente o chão: lágrimas escorriam de seus olhos cor-de-rosa ocultos por sua franja esverdeada e caíam sobre o piso azul acetinado, formando uma pequenina poça. Segundos depois o psíquico começava a correr em círculos sobre a plataforma, balançando a cabeça negativamente, chutando a rosa na água e mergulhando até o fundo da piscina. Eis aqui o primeiro estágio de luto: Negação.

   A tristeza de perder a pessoa que amava após tantas dificuldades machucava seu pequeno coração como se tivesse sido atingido pelo Venoshock de um Muk. Magical Leaves começavam a surgir e dançar em volta do psíquico submerso, até que Ralts se teletransportava para alguns metros acima da plataforma e as folhas saíam d'água no mesmo ritmo, formando fileiras e seguindo o Pokémon até sua localidade.

    Sua franja molhada e colocada para trás deixava os olhos cor-de-rosa e o chifre vermelho de Ralts mais evidentes, que mesmo com sua característica fofura, se encontrava com um olhar enraivecido. As folhas agora rodeava-o formando um círculo de médio tamanho, onde o pequeno flutuava no meio. Uma poderosa onda psíquica saía de dentro da espiral de folhas, que seguidas de um grito, eram bombardeadas para todo o Hall, caindo aos poucos do teto com resquícios brilhantes e arroseados em volta delas. Evidentemente, o segundo estágio de luto: Raiva.

    Antes que a folhagem pudesse atingir o solo, cada uma delas eram envoltas na energia de Confusion, se direcionando novamente na direção do pequeno, que agora deixava de flutuar e parava na plataforma acima da piscina também envolto pela mesma aura psíquica. O pequeno ajoelhava e olhava o teto, juntando suas mãos como quem fazia uma oração, fazendo um encantamento e conjurando um feixe de luz mágico, que iluminava o psíquico, como se Arceus atendesse seu pedido. Mochi pegava uma das folhas esverdeadas e a segurava — enquanto o restante rodeava a plataforma — abraçando-a como quem jurasse que seria um Pokémon melhor daqui para frente. Barganha.

    A mesma folha que Ralts segurava com força acabava rasgando e desaparecendo após alguns segundos, assim como o restante das Magical Leaves que o circulavam, deixando em seu lugar apenas um brilho esverdeado que recaía sobre a água. O Pokémon olhava em círculos, desesperado e sem entender; as lágrimas voltavam a surgir nos olhos do psíquico, que se jogava para trás e caía novamente na piscina, acompanhado pelo Lucky Chant que iluminava a água para melhor visualização da plateia.

    Encolhido dentro da imensidão aquática Mochi não expressava qualquer emoção a não ser a de tristeza, sendo envolvido pela energia translúcida de Confusion mais uma vez, só que agora enviando ondas psíquicas pelo ambiente, que agitavam a água, formando pequenas ondas na superfície que avançavam da borda até a plataforma azulada. Mochi abria os olhos e um sorriso, utilizando das ondas psíquicas antes mencionadas para sair rapidamente da água. O penúltimo estágio de luto, Depressão, se encerrava.

    O pequeno jogava sua franja para trás mais uma vez e seu olhar agora era calmo e sereno, completamente diferente de como estava antes. As gotículas de água proveniente das ondas eram envoltas na energia do ataque psíquico e começavam se movimentar por todo o local, circulando Ralts como um finíssimo jato d'água, que por sua vez sorria em pé na plataforma, abrindo sua pequena boca o máximo que podia. Um brado encantador era ouvido e diversos corações saíam de sua boca, dançando acima da cabeça do Pokémon e se dispersando por todo o Hall como um trajeto para algo que ainda estava por vir, com o último bem próximo a mim.

   Mochi saltava bem alto e mergulhava mais uma vez, apenas para subir depois com um grande impulso causado por uma fortíssima onda psíquica dentro da piscina, só que dessa vez, o psíquico estava diferente: com seus bracinhos posicionados para frente, agora além de envolto na aura arroseada, começavam a surgir novas folhas de Magical Leaf, que o acompanhavam desde o momento que saía da linha d'água.

    Ralts, então, começava a fazer o circuito produzido por Disarming Voice, mergulhando por dentro de cada coração, envolto tanto pelas folhas quanto pela energia do ataque psíquico, com a luz branca iluminando seu percurso todo o tempo. Sempre que passava por um, o ataque de grama destruía o coração e deixava um brilho cor-de-rosa que recaía aos poucos acompanhado de algumas folhas, iluminando todo o Hall. As luzes do ambiente se apagavam mais uma vez, bem como o holofote de Lucky Chant. Um segundo se passou: ao acender, não havia nada no campo além dos brilhos cor-de-rosa e a rosa descartada por Lake, que caía aos poucos no centro da plataforma aquática, simbolizando a calmaria depois da tempestade.

    Finalmente, a aceitação.



Off:
Itens utilizados: x01 Pelúcia da Dama do Lago e x01 Rosa
Karinna
Karinna
Mestre

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Mensagem por Lhucash em Seg 29 Abr - 15:23



Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Butterfree

Apresentação visual

O treinador da Ilha de Navel chegava ali. Era o terceiro a se apresentar, e estava nem tão nervoso assim. Talvez por causa de não estar muito confiante, até por quê claramente tinha adversários superiores ali. Seus avós provavelmente estavam na plateia, mas preferiu não pensar muito nisso. Ou talvez estivesse tão nervoso que nem aparentava, em uma confusão estranha. Ele então aparecia e via o palco e as pessoas, e se impressionava. Já tendo sua vergonha e timidez esvaziado em seu tempo em Hoenn, ainda tinha um pouco dela que era significante. Ele ia mais ao centro e dizia um alto - Olá Sootopolis e o mundo - Explodindo de vergonha interior, mas logo prosseguia. - Aqui está meu parceiro de apresentação, saia Butterfree! O mesmo saía da Pokébola, e fazia o que o treinador e ele tinham combinado, saindo de forma giratória à uma direção, chegando de forma lenta ao solo da mesma forma girando, para então subir girando novamente à uma direção oposta da última, até uma altura de seu treinador.

Apresentação artística

- Muito bem, vamos lá! Comece pegando altura. Combe seus pós com o seu vento de prata!

Assim começava. Butterfree subia alto, e começava seu voo pelo campo. Ele então, começava a usar seu Poison Powder junto de seu Sleep Powder, e começava a espalha-los pelo todo campo do ginásio de Sootopolis. Ele então usava um rápido Safeguard, para não dar problema. Nesse momento, quando os pós estavam completamente no alto de todo o campo, ele usa seu Silver Wind. Com cuidado para não cair sobre o público, ele usa os ventos prateados nos pós, ao mesmo tempo que Butterfree usa o movimento rodeando pelo campo, em uma quase tempestade. O prateado combando com os pós amarelos e roxos fizeram com que uma explosão de brilho acontecesse. Os pós caíam, com uma velocidade média, fazendo uma chuva de brilho fosse até o chão do palco, cobrindo-o completamente com pós brilhosos.
Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << 1douWq9
Imagem meramente ilustrativa da forma que os pós brilhosos caíram sobre o campo.

Butterfree então, aparecia depois do fim dos brilhos nos ombros do treinador no meio do palco, com os dois agradecendo ao público. Eles então, se retiravam dali.

Lhucash
Lhucash
Treinador

Treinador

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Mensagem por Katakuri em Seg 29 Abr - 16:08

OFF: Adm safado, não tira ponto pelo meu template u.u So copiar o que ta escrito e ler depois XD

Vibravinha Barrichelo





INTRODUÇÃO


Enquanto Katakuri estava na cidade de Sootopolis esperando para o início do evento, aproveitou para conhecer o local: era muito belo, uma cidade em meio a uma cratera vulcânica! Quão surreal é isto! Suas ruas e casas pareciam um grande “teatro”, com o local da plateia como as casas e estabelecimentos que iam serpenteando, sempre subindo, a encosta rochosa, como se fossem andares do teatro. O palco principal era o mar, lindo e belo, podendo ser visto que praticamente qualquer lugar... não poderia ter um local em Hoen melhor para sediar um evento desta magnitude como Sootopolis, um verdadeiro “teatro vivo”. As ruas muito bonitas e pavimentadas, assim como as construções. Era um lugar único, com Aztlan. O jovem treinador tentou ir nas ruínas que haviam na cidade, mas lhe fora vedado: somente pessoal autorizado. Fiquei chateado, mas aceitei, afinal, tinha que me concentrar no evento mesmo.
 
Por falar nele... minha apresentação estava “emperrada” (por falta de outra palavra que pudesse descrever melhor hehehe). Queria falar do meu amor pelos dragões, a única coisa que me passava pela cabeça como tema. Aproveitei o tempo na cidade também para melhorar no voo com minha amiga Visenya, uma vibrava. Testamos várias acrobacias e movimentos... e então me veio à mente que poderia fazer algo no Contest com isso. O evento era lindo, com várias festividades para celebra-lo por toda a cidade, mas não era algo que Katakuri soubesse que fosse bom. Queria no máximo deixar sua marca lá, como participante. Anseios como “ser o grande vencedor” não lhe passavam pela cabeça... ser um mestre de dragões era seu único sonho de verdade.
 
No último dia, anterior ao evento, Katakuri ligara para seus avós, do Centro Pokemon. Contara tudo, parecia um livro aberto e fácil de ser lido. Estava empolgado em falar com seus maiores exemplos na vida..., todavia, quando mostrei minha tatuagem nova do pênis rayquaza, minha avó riu, mas dava para perceber que não tinha gostado. Meu avô por outro lado, parecia ter gostado, apesar do jeito sério dele... tinha algo diferente em seus olhos, um brilho! Ao final, disse para eles que iria para o evento e que eles podiam ver o quanto eu tinha crescido pela televisão. Eles ficaram contentes e como ajuda, me enviaram um vestido para Visenya...não era bem o que eu imaginava ela vestindo, mas agradeci e prometi usar (o que não fazemos por amor, não é mesmo?).
 
No dia, Katakuri acordava cedo, junto com a alvorada, e repetia mentalmente tudo que havia praticado. Fez muitas coisas com Visenya..., mas o tema em si, não tinha achado nada, iria falar do que viesse no coração. – Pronta, amigona? Está na hora de brilhar!
 
APRESENTAÇÃO VISUAL


 
Katakuri acompanhava atrás do palco, vendo diversas apresentações gloriosas! Tinha uma menina raquítica com um Ralts que tinha se apresentado deslumbrantemente bem... aquilo fez o jovem desanimar um pouco. Todavia, iria pela participação e não para alcançar o topo, isso poderia ficar para uma próxima vez. Tinha colocado sua melhor jaquete, que mandara lavar em dias anteriores, com um Salamence nas costas. Sua calça preta e botas punks estavam lindas e limpas também. O cabelo, bagunçado e cor de vinho, estava do jeito de sempre.


O treinador entrava, enfim, depois de respirar fundo e adentrar o recinto com “sangue” nos olhos, com a sua íris cor de vinho imponente. Pedia para o local ficar o mais iluminado possível, e depois levantou o indicador e uma música agitada começava a rodar! Katakuri queria logo animar o público, colocando músicas que ele costumava ouvir e que serviam para deixar a plateia preparada.




Iron Maiden Wasted Years

 
Durante o garoto fazia movimentos com a cabeça e com as mãos, tentando deixar o público na sua vibe. O rapaz então pegava o microfone, com a desenvoltura que aprendera parcialmente com seus pais, artistas de circo – Olá respeitável público! Chamo-me Katakuri e hoje vou tentar mostrar um pouco para vocês o meu amor pelos pokemons do tipo dragão – falava mais alto que a música, para poder ser ouvido e esbanjava gestos com os braços e mãos – Sou mono treinador do tipo e meu fascínio por eles somente cresce a cada dia. Isso que tenho para mostrar, espero que gostem! Estou vivendo a Era de Ouro com meu dragão favorito, aproveito cada segundo para ser cada vez melhor com ele! – Ao final da fala, o garoto estende o braço, com o indicador levantado uma vez mais. Visenya então sai voando, com seu vestido de dama do lago. Passa rapidamente pela plateia inteira, deixando todos fitarem sua graça e beleza, ainda mais com um vestido lindo SQN como este, um presente incrível de seus avós. Depois, a pokemon dragão girava sobre si, em uma ascendente, chegando no ar, com bastante velocidade e dispersava muita areia, combinada com a velocidade do dragão, se espalhava pelo campo todo, brilhando com os holofotes sobre elas.


 
APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA


Tudo já estava coordenado com Visenya, ela já sabia o que fazer apenas observando o movimento das mãos de seu treinador. Mas antes de começar, pedia para trocar a música, com um breve discurso – Desde que me entendo por gente, sempre gostei dos dragões, mas sempre foi difícil perseguir a carreira de tentar ser mestre destes poderosos seres. De onde venho, Opelucid City, os treinadores dragões são muito fortes, sendo complicado crescer por lá sem sofrer chacota hehehe. Mas eu nunca desisti e sempre acreditei que um dia seria um Mestre! Vim par Heon com este sonho e espero aqui conseguir realiza-lo. Com uma plateia tão linda como esta, minhas chances aumentam, tenho certeza. Este próximo ato é sobre ESPERANÇA, algo que todos temos que ter a fim de realizarmos nossos sonhos! – Então a música começava, e o treinador voltava a gesticular para seu pokemon, como um maestro regendo a orquestra.



Imagine Dragons - Beliver

 
- Cataratas do Dragão – dizia o treinador, gesticulando. Visenya logo se aproximava da linda cachoeira e desferia poderosas chamas roxas que transformavam a água em uma grande cachoeira roxa e brilhante, irradiando seu esplendor pela plateia que parecia gostar. Depois, o treinador continuava – Tornado do Deserto. Vibrava voava sobre seu eixo uma vez mais, mas dessa vez, derramava areia sobre si, enquanto girava, criando um pequeno tornado de areia que ia voando pelos céus, passando pela plateia que admirava o espetáculo.



- Dragão de Areia –Visenya, parando com o tornado, subia alto no céu e expelia muita areia. Depois usava as chamas de dragão para ir queimando os grãos pelo ar, antes de estes caíssem no chão. Criava, assim, um belo efeito visual de areias pegando fogo roxo, irradiando pela arena, parecendo estrelas no céu. Para completar o movimento, ia nas alturas uma vez mais e criava uma pedra de porte médio e ia aquecendo a mesma com sua chama de dragão, até que ela brilhasse arroxeada enquanto caia pelos céus, emanando a aura roxa pela plateia inteira, parecendo um meteoro roxo. Visenya repetia o feito mais 3 vezes, para causa a impressão de uma chuva de meteoros.


- Rayquaza – Vibrava rapidamente dava um sorriso para seu treinador, era seu movimento favorito, e logo começava a roda, como se fosse um disco em looping na vertical. Enquanto fazia isso, jogava sobre si chamas roxas de dragão, transformado a pokemon em um disco de fogo arroxeada que rodava pela plateia esbanjando toda aquela beleza roxa e aura quente que emanava. Depois passava perto da água, deixando as marcas roxas por toda a superfície líquida do local, tentando criar uma nova coloração para a água, tornando-a roxa!


 
Para esse novo movimento, o treinador assobiava e depois se dirigia até a borda da plataforma, olha para aquela água no andar inferior. Fechando os olhos, caiu, para espanto do público... até que Visenya o pegava, com Katakuri em pé sobre ela, como se estivesse surfando no pokemon. O público parecia aplaudir a ousadia e coragem da dupla. A dupla passava várias vezes pela plateia voando, com o treinador acenando para todos, com sua roupa de voo agora (havia trocado enquanto Visenya realizava o número Rayquaza). A dupla então ia cada vez mais rápida e então, como um tiro, rumava aos céus. O treinador uma vez mais se jogava, agora caindo de costas, acima da arena não-líquida do andar inferior. Entretanto, sua pokemon passava por ele e o rapaz a segurava com os braços, na cauda, enquanto a pokemon girava sobre si, como um turbilhão, fazendo o treinador realizar a mesma coisa, passando, os dois, bem perto da água. Por fim, Visenya dessa vez, perto da plataforma, deixava o treinador cair, estilo "pose de heroi" , enquanto vibrava pousava, na sua cabeça.


 
Por fim, o público aplaudia o rapaz, que aplaudia de volta, realizando breves reverências para público, curvando sua fronte. Katakuri então se despedia, mandando beijos para os presentes e muito feliz, consigo e com seu pokemon.
 
(C) Ross


OFF: Vestido da Dama do Lago

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Mensagem por Haruki em Seg 29 Abr - 18:40




Wallace Cup


Era no mínimo estranho perceber que após tantas participações em vários Contests, além de uma vitória infelizmente não tão valorizada em Pacifidlog, eu continuava nervoso antes da hora. Não era tão difícil projetar aquela sensação na magnitude da Wallace Cup, mas eu conhecia os meus próprios sentimentos e esse não era o motivo dos arrepios e do frio na barriga.

Um lampejo veio à tona. Aquela competição tinha um significado muito maior do que apenas a possibilidade de conquistar mais uma fita: seria a primeira vez que eu me apresentaria ao lado de Reina, sozinhos. O medo não era de falhar, ou ser motivo de chacota, mas de desapontar a minha Pokémon inicial, aquela que eu sempre imaginei conquistando títulos fenomenais.

O miar harmônico da felina me despertou do transe. Sua expressão era a mesma de sempre, um sorriso convencido e dois olhos firmes que enxergavam além do corpo e alcançavam a minha alma. Ela abriu ainda mais o riso, provavelmente havia acabado de ler a minha mente e tudo o que se passava dentro dela, antes de me olhar com uma ternura nunca antes demonstrada.

- Amoleceu com os ensaios docinho? – A provoquei de volta. Foi com aquele adjetivo que eu descobri a personalidade forte da gata, quando ainda morava em Santalune.

O apelido a pegou de surpresa, também havia se lembrado do nosso primeiro contato. Respondeu exatamente como fizera antes, ronronando preguiçosamente e me lançando um olhar cortante. Logo em seguida, voltou a sorrir e se aproximou de mim carinhosamente.

- Vai soar clichê. Mas, vamos dar o nosso melhor, okay? – Coloquei a minha mão entre as orelhas da felina, antes de consertar os véus do vestido descontruído e a sua tiara. – Não acredito que te convenci a usar isso... O Myrtil também não superou... Ele ainda deve estar babando de frente para o espelho.

Rimos juntos, antes de voltar para o camarim e terminar os toques finais. Pela primeira vez eu escolhi cada acessório cuidadosamente e me preocupei com a parte técnica de bônus e multiplicadores, o que eu achava entediante. Porém, na Wallace Cup todo o capricho era necessário e Reina merecia tudo o que eu podia ofertar naquela ocasião. Infelizmente faltava a pintura da Poké Ball para garantir todos os recursos dependentes exclusivamente do coordenador. Não se tratava mais de ganhar um prêmio, mas de provar que estávamos no caminho certo. Meu nome foi anunciado após bons minutos, era hora de entrar no Ginásio para fazer nossa Apresentação.  

Meus olhos percorriam o Ginásio de Sootopolis repaginado, tudo nele estava tão deslumbrante. Azul era uma das minhas cores favoritas e vê-la espalhada pelo palco apenas aumentava a minha vontade de me apresentar. O material que utilizaram para construir o piso parecia cristal e contrastava tanto com as vestes da minha parceira quanto com a surpreendente cachoeira que desembocava em uma piscina.





Apresentação Visual

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Delcatty-rs-5-art-2

{Theme}

Dei o primeiro passo para dentro do campo. A luz fraca dos holofotes, bem como eu havia combinado com os responsáveis pela iluminação, direcionava-se a mim. Silver Moon era o nome dado ao meu traje. Ele consistia em lindas vestes prateadas, um sobretudo com detalhes mais escuros que puxavam para o azul e uma bota da mesma cor, porém muito mais brilhante. De certo modo, eu também combinava com o Hall. Em minhas mãos eu levava uma delicada tulipa branca, a Lonely Flower. Coloquei-a próxima do nariz e sorri calmamente para a plateia, fazendo uma reverencia cuidadosamente ensaiada para os movimentos serem delicados.

Apesar de todo esse trabalho. Não era eu que iria prender a atenção do público por muito tempo. Pois a felina saltava por mim logo após eu terminar de me apresentar, ela já estava brilhando em um tom prateado, o que só contrastava comigo. Mas ao redor dela pequenas esferas lilases orbitavam rapidamente, ela estava prendendo o Attract para usa-lo logo em seguida. Antes disso, piscou para a plateia encantadoramente e exibiu um dos seus sorrisos misteriosos. Os véus azulados a cobriam como uma deidade, o colar e a tiara que carregavam possuíam quase o mesmo tom do próprio palco. Por fim, a sua Scarf amarela combinava com o tom creme do seu pelo e estava amarrada um pouco acima da pata esquerda dianteira.

Caminhei para o palco principal e a música, que já tinha começado a tocar no meu primeiro passo, ficava mais alta e se aproximava do primeiro refrão, com o lindo vocal da cantora. Nessa hora, Reina correu e me passou, com as suas patas anteriores brilhando em uma cor branca, deixando brilhos para trás que alcançavam as alturas. As esferas purpuras também ganhavam força e destacavam os seus acessórios, inclusive o Shiny Powder. Quando ela estava prestes a chegar na plataforma que ficava após a piscina e próxima da cachoeira, formou uma tela de luz bem sólida com o Protect, passou por ela e pulou bem alto, organizando os corações roxos que se formavam em um arranjo floral. Isso me deu o tempo necessário para alcança-la, atravessar a ponte e me ajoelhar no centro do Hall, onde estava a plataforma ilhada, esperando o que iria acontecer em seguida. A ponte se desfez em um pó luminoso poucos segundos depois, nada diferente do esperado, que caiu na água e se espalhou.

Para a surpresa do público, a Delcatty golpeou a criação com as suas patas que ainda estavam brilhando. O Fake Out modelava a criação que se projetava no ar. Uma flor maior destacava-se no centro e era envolvida por tons lilases e pequenas tulipas, que adornavam as pontas. A figura encantadora cintilava em tons azuis e púrpuros bem claros, misturando-se em alguns pontos e o seu brilho era refletido na água cristalina, deixando a cena ainda mais mágica. Partículas começavam a cair sobre mim e agora eu exibia a flor branca que estava em minhas mãos, a estendo para cima.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Purple_Tulip

A canção estava se aproximando do refrão final e as pessoas estavam tão entretidas com a combinação que não perceberam que Reina já havia aterrissado do pulo a muito tempo e estava ao meu lado. Quando a música chegou no vocal “You have a home” onde a cantora dava o máximo da sua voz, a felina a acompanhou com seu Hyper Voice, imitando a frequência e o som emitido, além de direcionar a atenção da plateia a nós mais uma vez.

O movimento Normal Type era tão poderoso que atingiu uma forma física luminosa, como um grande disparo branco e angelical para cima. Ao redor do feixe alguns anéis se formavam com notas musicais brancas e um aro que se parecia uma aureola... Ou uma coroa digna dos virtuosos. Ela alcançou a flor central e tomou a forma de uma pancárpia, um símbolo do que a felina representava na minha equipe: a liderança alternativa alcançada por mérito e virtude, não por privilégios, dinheiro e tirania.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Hyper_Voice

Aquilo podia soar como uma bela crítica aos monárquicos de Kalos, mas tinha um significado muito maior para mim. A apresentação visual alcançava seus segundos finais e Reina colocava a ponta da sua cauda, em forma de tulipa, obliquamente posicionada à Lonely Flower. Enquanto a última combinação se desfazia no ar e caia sobre nós como brilhos púrpuros, brancos e azuis. Sorri tranquilamente, recebendo uma expressão similar da gata. “Queendom” terminava de tocar, indicando a hora de prosseguir.





Apresentação Artística

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Protetores auriculares discretos estavam estrategicamente posicionados nas minhas orelhas internas para as primeiras combinações, eu estava com eles minutos antes de entrar no palco. A Delcatty atraiu a atenção do público para si com um movimento adorável, delicado e simples de corpo, seguido de um miado afinado. O Cute Charm facilitava aquele tipo de interação, apesar da personalidade da felina ser extremamente forte. Ninguém deveria subestima-la, por trás da sua aparência feminina e delicada havia uma mente astuta e poderosa, além das suas aptidões físicas que ultrapassavam mera elegância.

{Theme}

Assim que a música instrumental iniciou, a Normal Type acompanhou o ritmo com miados melodiosos, bem afinados e surpreendentemente doces. Tímidos aros rosas se materializavam da cantiga e aos poucos subiam, à medida que isso acontecia eles começavam a adquirir um tom lilás que se espalhava por toda a extensão do Ginásio. Potencializando cada vez mais o Sing, tomando cuidado para não exceder o limite que separava o apaziguante do hipnótico, notas musicais pigmentadas em bordô surgiam e se difundiam em movimentos circulares, acompanhando os aros.

Tudo estava perfeitamente calmo, mas o ritmo aumentava aos poucos e com isso a felina interrompeu a canção para andar ao redor da plataforma. Sorri levemente, trocando um olhar positivo com ela e a incentivando a seguir em frente. Sombras emanavam das suas patas e se espalhavam conforme o seu caminhar, então ela criou uma ponte para sair do palco ilhado com o Protect. Porém a energia Dark do Feint Attack continuava presente em seu corpo, fazendo a ponte se formar pausadamente, acompanhando os passos suaves da Delcatty. Após ela alcançar o outro lado a estrutura desabou sobre a água, exatamente como antes, e a deixou lilás por breves segundos. Levantei da minha posição para descansar minhas pernas, lançando um sorriso cativante para a plateia logo em seguida, voltando minha atenção para as notas musicais. Tudo estava tão lindo, eu poderia olhar aquilo por horas, talvez mudando de posição para meu pescoço não doer. Essa era a minha função por enquanto, apenas observar. Reina passou por algumas projeções formadas pelo Sing e as abateu com a sua sombra, mas encarou o aglomerado que ficava próximo da piscina e da cachoeira artificial com olhos pensativos que traçavam uma estratégia fenomenal.

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Canalizou a energia noturna mais uma vez, porém a incorporou em seu Hyper Voice e por meio dele guiou todos os efeitos, partículas e tons para dentro da cachoeira a colorindo intensamente. Graças a essa combinação a água da piscina ficava violeta. A cascata há poucos metros atrás de mim era uma verdadeira fonte mística, jorrando seu fluído e misturando os espectros coloridos com a hidrodinâmica. O instrumental tornava a cena digna de contos épicos ou sobrenaturais e o brilho causado pela destruição dos aros bordôs pairava sobre a criação da felina. A luminosidade oscilava em diferentes pontos da fonte, ela não se parecia estar simplesmente esguichando água colorida, até porque a cor era proveniente da luz, mas emanando a aura interior de Reina.

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Até então o foco estava totalmente direcionado à musa púrpura, entretanto as competições anteriores me ensinaram que eu também deveria participar ativamente da Apresentação. Coloquei a Lonely Flower em um bolso do terno, a deixando suficientemente exposta e levei minhas mãos à água ao redor da plataforma jogando as gotículas cristalinas, que continham pequenas partículas luminosas dentro de si, para cima.

Corações vermelhos vívidos flutuavam em minha direção, orbitando ao meu redor e contrastando com os detalhes da minha roupa. Meus cabelos também ganhavam chamavam atenção por conta da luminosidade proveniente das projeções do Attract. A aura violeta começava a enfraquecer e o escarlate ganhava destaque no centro do palco ilhado. A Delcatty me lançava um sorriso de incentivo, assim como eu fiz anteriormente, antes de contornar o seu lado do Ginásio. Ela seguia o ritmo da música e cantava em harmonia, sua energia bordô emanava fracamente, para não tirar a atenção da plateia.

Olhei para cima, encarando os símbolos do amor criados pelo movimento de status. Levei a minha mão ao que ficava no centro com calma e precisão, o puxando para perto do meu rosto, agora iluminado pela fraca luz vermelha. Lancei uma piscadela ao público e depositei um beijo no centro da figura cardíaca, a abraçando poucos segundos depois. Isso foi o suficiente para explodi-la e deixar os seus brilhos carmim atrelados ao Silver Moon Outfit. As figuras restantes se dissipavam, mas reproduziam o mesmo efeito tempos depois. Senti meu rosto queimar levemente, ainda bem que eu já estava vermelho, ninguém notaria minhas bochechas coradas assim.

No fim, restava a água lilás quase recuperando seu tom azulado normal e Reina me esperando do outro lado, irradiando seu resplendor solferino. Abri meus braços para ela e com isso a ponte do Protect foi criada novamente. Caminhei sobre ela com calma, ao contrário da primeira vez havia mais solidez, porém eu acabava passando um pouco do meu vermelho para sua extensão luminosa. Após eu atravessar a cena de antes se repetia, só que dessa vez a piscina ficava rosa com os rastros de energia. Com delicados passos, a Delcatty se aproximava de mim e fazia uma reverência à plateia. Retirei a Lonely Flower do bolso e a trouxe para perto do meu nariz, utilizando os movimentos da minha entrada para realizar a saída do Ginásio, não sem antes de me comunicar com a plateia.

- Palavras e ações as vezes não são suficientes para expressar nossos sentimentos. Eu e Reina apresentamos a vocês nossas energias. Sem atribuir a elas qualquer significado, na verdade não há interpretações corretas ou erradas sobre a nossa Apresentação... Cada um atribuirá o seu próprio significado e sairá daqui com sentimentos diferentes. Muito obrigado... – Curvei levemente o meu corpo para fazer a referência final e a felina cantou uma última vez, fazendo notas musicais coloridas alcançarem a plataforma no meio aquático.

Dei um passo e a gata saltou sobre mim, nossas auras provenientes do Attract e do Sing quase desapareciam completamente. Ela foi a primeira a sair e eu a alcancei segundos depois. Retirei meus protetores auriculares e escutei as notas musicais estourando... Uma por vez. Assim deveriam estar as mentes de cada espectador, borbulhando de ideias, críticas e... Sentimentos.  



Acessórios e Roupas:

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{Roupa de Contest /// Yellow Scarf /// 5 acessórios (Tiara, Necklace, Vestido, Shiny Powder, Lonely Flower)}
Haruki
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Gestor

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Mensagem por Andros em Seg 29 Abr - 18:44


Off:
Itens utilizados: Toy Sword (x1), Rigid Shield (x1) e Rose (x1).
Allan veste: Fantasia: Conquest

Ao chegar a Sootopolis, fiz uma parada no Centro Pokémon para me preparar. Estava um pouco nervoso depois de ver a quantidade de pessoas andando pela cidade para poder assistir às apresentações. Mandei mensagem aos meus pais para avisar que estariam transmitindo minha apresentação pela televisão, assim eles poderiam assistir sem problemas. Nagisa e Glace haviam conseguido um lugar bem na frente para poder assistir a apresentação, já que eram amigos de um dos participantes. Eu e Dragoon treinamos alguns movimentos para a apresentação, mas nada muito complicado já que bolamos tudo às pressas, mas esperava que fosse suficiente para uma boa pontuação. Repassamos algumas vezes e depois fomos dormir para a apresentação no dia seguinte.

No dia seguinte...

Ao chegar ao ginásio da cidade, me separei de Nagisa e Glace, os deixando seguirem aos respectivos locais na arquibancada. Fui direto para o camarim, onde me troquei, colocando a mesma roupa que usei no evento do teatro ali mesmo em Sootopolis. Peguei os itens que usaria na apresentação e a esfera de Dragoon.


Apresentação Visual


- Com vocês, Allan Leoxes! – Dizia Lilian apresentando minha entrada.

Eu entrava no palco pela passarela que os desafiantes do ginásio usavam para chegar ao campo. Deixava a esfera de Dragoon bem no inicio da passarela, para que ele se libertasse ao meu sinal. Entrei no palco atuando, como se procurasse alguma coisa eu olhava para todos os lados, ignorando completamente a plateia, eu segurava uma espada de brinquedo em minha mão direita e um escudo bem rígido em minha mão esquerda. Minha apresentação seria uma peça, sem interação com o publico no primeiro momento.

- Onde está você, serpente maldita e traiçoeira! – Eu disse em voz firme. Este era o sinal para Dragoon sair de sua esfera. E assim ele o fez.

Atrás de mim, o brilho forte do grande Gyarados se materializando causou uma grande sombra no palco. Logo em seguida Dragoon se jogou no lago artificial pelo lado direito da passarela e atravessou por baixo dela saltando por cima novamente e caindo outra vez dentro da água, ele repetiu o movimento saltando da esquerda para a direita até alcançar o palco e cair por cima dele me encarando com sua grande carranca enfurecida. Dragoon usava Toxic para criar uma baba roxa e espeça que pingava de sua boca enfurecida, com um efeito bem assustador.

- Então você está aqui! – Eu disse fazendo uma pose de luta apontando a espada para a serpente marinha e levantando o escudo para tampar parte do meu rosto.

Assim que terminei de me posicionar, Dragoon usou Leer. Eu me abaixei colocando o joelho direito no chão como se ficasse enfraquecido apenas com seu olhar. Ficamos parados por aproximadamente um segundo, encerrando a parte visual da apresentação e a musica começava a tocar.


Play aqui! (Só os primeiros 2:40)



Apresentação Artística


Eu me levantava e me preparava para começar a ação, com uma apresentação artística de dramatização. Eu dava alguns passos para trás me afastando da grande criatura que me olhava de cima com a espuma venenosa em seus lábios. Assim que me afastava o suficiente, ele novamente saltava dentro da água, e à medida que nadava ao redor do palco, ia soltando rajadas de Scald criando uma sequencia de gêiseres ao redor do palco.

- Venha me enfrentar! – Eu gritava para ele perceber minha localização e saltar para fora da água por trás de mim. Ao ouvir sua aterrisagem, eu me virava com uma velocidade ensaiada, bem no momento de parar seu Bite com o escudo. Logo em seguida, eu fazia um movimento com a espada na intenção de golpear onde deveria ser seu pescoço, mas rapidamente ele saltava para trás e se esquivava do golpe. Eu avançava em sua direção, gritando como um guerreiro medieval indo para a batalha e começávamos uma troca de golpes ensaiada. Eu movia a espada com velocidade e ele se defendia com sua cauda. Quando ele avançava com seus dentes, eu defendia com o escudo.

A musica começava a mudar um pouco e dava um clima mais de suspense à cena. Enquanto isso eu começava a apenas desviar dos golpe de Dragoon sem atacar, como se estivesse ficando encurralado. Sua cauda passava por cima de minha cabeça quase acertando, e quando a musica começava a diminuir sua velocidade, era a hora em que chegava o clímax. Minha espada era jogada para longe e com um Bite enfraquecido, Dragoon me pegava pelo tronco, levantando meu corpo como se fosse nada. E quando a musica parava, ele me colocava no chão.

Assim que tudo ficou em silencio, as luzes diminuíram deixando apenas um holofote fixado em mim. Eu continuava deitado como se estivesse morto, e deixava meu escudo cair para o lado, revelando uma única rosa em minha mão. As luzes se apagavam indicando o fim, e depois de alguns segundos se acendiam novamente, e eu estava de pé com Dragoon a meu lado. Nós nos abaixamos reverenciando a plateia em agradecimento pela oportunidade.

- Espero que tenham gostado. Obrigado! – Eu disse antes de sair do palco.


_________________


Horários de Narração:
Segunda à sexta: dia todo.
Fim de semana e feriado: ocasionalmente.


Spoiler:

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Obrigado a todos que votaram!

Andros
Andros
Mestre

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Mensagem por Matt em Seg 29 Abr - 20:12


>>TEMA PARA APRESENTAÇÃO<<

Favor, botar em Loop infinito.


Bacchus & Lys

Wallace Cup


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Apresentação Visual


- Fiquem agora com nosso próximo concorrente à Wallace Cup! – Bradara Lilian, a apresentadora, cuja voz ecoava pelas caixas de som ali instaladas. A Host apontou dramaticamente para as cortinas que se abriam, a fim de revelar o tal concorrente. E atrás das cortinas havia... Ninguém! Isso, pois, assim que as cortinas se abriram, todas as luzes do ginásio se apagaram propositalmente. A escuridão era absoluta, predominara a tudo, envolvendo a todos em um véu negro de mistério e ansiedade pelo que estava por vir. Seria uma apresentação às escuras, embalada pela sonografia que começara a tocar um ritmo empolgante. Eis que... - Faça-se a luz! – Bradou uma voz firme e amigável, e junto a ela uma repentina luz surgira à beira da piscina, chamando a atenção de todos. Com um efeito da sonografia, sempre que sua voz era dita em voz alta, a música tinha seu volume reduzido, efeito este que permaneceria até o fim de sua apresentação. Era uma luz quente e intensa, emanada por uma lamparina dourada, que até sua revelação havia sido ocultada por um tecido. As chamas a crepitar no interior da lamparina eram suficientes para revelar toda a silhueta daquele que a segurava.

Estavam diante de Lysander, cujo largo sorriso estampava a face, inclusive identificando os pontos luminosos das câmeras e acenando para estas. Vestia sua típica fantasia social de época. Contudo, havia feito algumas alterações para melhor se encaixar ao tema pretendido. Suas mãos, livres de luvas, assim como seus pés estavam livres de botas, exibia seus dedinhos ao público. Sua calça cáqui tinha as barras dobradas até sua canela; sua camisa de algodão estava com as mangas levantadas e era abotoada apenas até o penúltimo botão para parecer “despojado”, mas continuando sua pegada clássica. Por cima da camisa usava seu colete vermelho, aberto, seguindo o padrão demonstrado. Com a mão que não segurava a lamparina, manterá a cartola frente a seu peito, reverenciando a todos.

- Olá a todos! – Dizia o jovem, a desviar seu olhar para todos, muitos deles ainda a comemorar sua participação, sem se esquecer das câmeras, com quem brincava. – Olá! Obrigado a todos pelo carinho! Àqueles que ainda não me conhecem, sou Lysander Lestrange... Ou apenas Lys. – Movia-se tranquilamente pela borda da piscina, preparando o público para sua apresentação com um diálogo amigável. Interagia com o público, mantendo uma conexão. – Para a apresentação de hoje, planejei uma homenagem à minha terra natal... O Arquipélago Laranja! – Continuara ele, sorridente. – Sim, sim, o Arquipélago Laranja. É uma região tropical de uma diversidade louvável e uma beleza estonteante! Foi lá que cresci, e apesar de estar inacessível... temporariamente, eu espero... ainda nutro um carinho especial por lá... – parando, de braços abertos, em uma das mãos a lamparina e na outra a cartola, dissera:

- Preparados? – Dissera. E com a resposta calorosa, prosseguia. – É hora do show! Assuma o palco, Bacchus! –  Obedecendo sua voz, um forte lampejo vermelho intenso surgira do interior da cartola, direcionada à sua frente, e subia aos céus. - Mostre a eles um pouco do calor e do brilho de uma região tropical! – Bradara enquanto o belíssimo lampejo alcançava seu ápice e explodira em centelhas vermelhas. Por conta das luzes estarem apagadas, a intensidade e vivacidade daquelas cores pareciam surreais. Fundindo-se a estas centelhas surgia seu mais leal parceiro: Pangoro, que se divertira com as faíscas por um mínimo instante e então iniciara uma queda livre graças a seu peso.

Contudo, antes mesmo de iniciar a queda livre, seus punhos se iluminaram de uma vivacidade flamejante (FIRE PUNCH). Estava em chamas, e ao unir as mãos em frente a seu corpo, a chama crescera e iluminara a todo seu corpo de uma forma excepcional, deixando um rastro flamejante pelo ar. Finalizando a queda, Bacchus “pousara” com um de seus joelhos e seus punhos flamejantes sobre a plataforma fixa ao centro da piscina. Com a força do impacto, um poderoso estrondo ocorrera, surpreendendo a todos enquanto brasas caiam lentamente a seu redor. E esta não fora a única surpresa. Assim que seus punhos flamejantes tiveram contato com o chão, um mar de chamas surgira a seu redor, dominando a quase toda a plataforma. As chamas dançavam em torno de si, trazendo sobre este uma luz cálida e intensa, trazendo à tona todo seu poder. Por encontrarem-se próximas à piscina, as chamas eram refletidas pela cristalina superfície da água, trazendo ao público um efeito de multiplicação das brasas que iluminavam o campo, como se estendessem à água.

Pangoro, levantando-se, se divertia em meio às flamulas que dançavam ao ar. O monstrinho fazia rápidas poses cômicas, como flexionar seus bíceps e beijá-los. Lys caminhava pela borda da piscina, como se o repreendesse, mas seu sorriso deixava claro que era brincadeira. O engraçado era que, enquanto as chamas continuavam acesas, a visibilidade da apresentação continuava intacta mesmo na escuridão. Com seus punhos em brasas, e este alívio cômico, Bacchus era um perfeito contraste com a destrutividade do fogo. O ursão usava um belíssimo colar de flores tropicais, ornamentado por seu próprio treinador na noite anterior; um saiote de Hula feito com folhas de palmeiras; e ainda, partes de seu corpo, como barriga, punhos, pescoço e calcanhares haviam sido tingidos de forma a parecerem tatuagens comuns em regiões tropicais como Alola e Arquipélago Laranja. A saia de Hula, bem como o colar, revirava-se ao ar conforme movimentava-se. – Agora... O grande encontro! – Bradara o treinador, apontando-lhe a lamparina.

O urso sorriu e com um agitar de seus braços, as chamas cessaram, restando pequenas brasas a circulá-lo. Juntou as mãos diante de seu corpo, fez com que uma barreira luminosa surgisse ao redor da plataforma (PROTECT). A barreira brilhava em diversos tons, como os encontráveis no arco íris, mostrando a beleza de Bacchus em seu interior. O monstrinho, virou-se de costas, levou uma de suas mãos até o saiote e levantou parte deste revelando a base de seus glúteos. Levara a outra mão até sua face, como se estivesse envergonhado. Contudo, logo tratara de liberar um sorriso travesso e uma piscadela às câmeras. Após tal ato cômico, posicionando-se de forma séria, apoiara suas mãos na barreira, na direção de Lys, como se procurasse tocá-lo. Assim, com o contato de suas mãos, a luminosidade começou a reunir à sua frente. Quando notaram, toda aquela barreira luminosa havia se convertido em cerca de 10 placas de luz diante de si, as placas a se posicionar sobre a superfície da água, a criar uma verdadeira trilha de placas luminosas. Aproveitando-se das placas luminosas, Lys a usara para seguir até seu parceiro, saltando de uma placa a outra com um rápido aceno a todos. Quando enfim alcançara a plataforma central, todas as placas se desintegravam.

Encontrando-se, e assim marcando o fim de sua apresentação Visual, Pangoro o agarrara pela cintura e o guiara até seus ombros, onde o apoiara, sentado. A dupla era iluminada pela intensa lamparina que Lys carregava, os dois acenavam e brincavam com a plateia energeticamente.


Apresentação Artística


Poucos sabiam mas, pelo ferimento em seu braço, ainda em recuperação, tentaria ao máximo não realizar bruscos movimentos. Desta forma, Pangoro levantara suas mãos, fazendo delas uma pequena plataforma, para a qual Lys dera um saltinho, mantendo-se em pé. Fazendo suas mãos de elevador, Bacchus o levou até o nível do chão. Eis que levando um cutucão de seu grande urso, era impulsionado à frente com um largo sorriso. Lys se limitara a dar um tapinha no braço do urso e então voltou sua atenção para o público. – Gostaram do que presenciaram? E a verdadeira apresentação está apenas começando! – Dissera, animado e com um largo sorriso, apoiando a lamparina ao centro da plataforma, de forma que sua chama iluminava a dupla intensamente.

Lys caminhara à frente, a brincar com a água, jogando-a para cima com as pontas de seus pés em um ar brincalhão. As partículas de água no ar refletiam a luz da lamparina, trazendo um aspecto de brilho a seu redor. Bacchus, no entanto, virara de costas para a plateia, face à cachoeira, rebolando no ritmo da música. Seu saiote e colar a balançar energicamente. Repentinamente, como se marcassem o ritmo, Lys dera sequência de socos no ar, ato este copiado por Pangoro, que ainda fizera as chamas voltaram a crepitar com seu FIRE PUNCH. A silhueta das costas de Pangoro, tendo como plano de fundo a cachoeira iluminada por seus tons quentes, era algo simplesmente estonteante. O treinador correra até o centro da plataforma, pegando a lamparina ao mesmo tempo em que o urso circulava a plataforma com seus punhos flamejantes, como se as chamas fossem um brinquedo, deixando um rastro de brasas em toda sua circunferência até retornar ao centro da plataforma. A dupla posicionava-se de costas um para o outro, mas desta vez quem ficara frente ao público era Pangoro. As brasas liberadas caiam sobre a superfície da água, o reflexo das chamas a trazer uma vez mais o belo efeito visual antes visto. As chamas de sua mão desapareciam pacificamente.

Eis que o urso começara a bater seus pés no chão e Lysander saíra de sua posição, pondo-se um pouco à frente de Bacchus, mas a seu lado, de forma a manter a visão sobre seu parceiro. – O Haka, Ka Mate! - Seus olhos a procurar os pontos luminosos das câmeras para poder comunicar-se. – Uma típica dança de regiões tropicais... De uma região como as Ilhas laranjas! Uma dança viril e imponente, que impõe respeito... Mas também uma dança de paixão, de amor... de orgulho desta terra natal! – E com um rápido aceno, o rapaz demonstrara Pangoro, indicando que ele seria o foco ali. Como tradicionalmente era feito, o líder, dava o grito de início, e este ficara ao encargo de Lysander, que erguera sua cabeça ao alto e permitira que o som explodisse em seu peito, sua voz ao máximo.

>>LINK PARA O VÍDEO DO HAKA KA MATE<<
(Exemplo da dança. Por favor, assistam!!!)

- Coloquem as mãos contra as coxas! - Estufem o peito! - Dobrem os joelhos! - Façam o mesmo com o quadril! - Batam os pés o mais forte que puderem! - É a morte, é a morte!

- Pan, Goro!
– Urrava o urso.

- É a morte, é a morte!

- Pan, Goro!
– Urrava o urso.

- Este é o homem peludo... - ...Que fez com que o sol brilhasse novamente para mim, - Suba a escada, suba a escada! - Suba até o topo! - O sol brilha!

Cantara o jovem treinador, sua voz naturalmente ampliada pelas caixas de som que ali se faziam presentes. Por um ser músico antes do início de sua jornada, aquilo não o intimidava, pelo contrário, gostara da sensação. Bacchus reproduzia todos os passos da dança de forma excepcional, inclusive erguendo seus braços ao céu, como se realmente almejasse o sol. Bom... Precisa ser dito que aqueles versos eram de grande sinceridade para seu treinador? Lys sempre considerara Pangoro, como o seu sol, seu grande astro, a razão para levantar de sua cama. Mas o que houve de mais surpreendente fora o fim do verso... Lys terminara ajoelhado, em uma pose dramática, com a cartola frente a seu corpo. O urso, no entanto, com um forte urro e seus punhos em chamas, saltara por cima de Lys, caindo de ponta na piscina, um belo salto. As chamas evaporaram e água respingara sobre seu mestre. O rapaz levantou-se, e com a lamparina em suas mãos, tratou de apontar para a piscina, onde um novo show se iniciava, chamando a atenção de todos para aquela direção. – Em uma demonstração do que há lá nas Ilhas Laranjas? Um vasto e belo mar! – Bradara ele.

Eis que, no interior da piscina, na direção apontada pelo rapaz, revelando a localização do ursão, uma forte e intensa luz esverdeada ocorrera. Com seu DRAIN PUNCH, não apenas os seus punhos adquiriram uma aura esmeralda a mover-se, delineando perfeitamente seu corpo e revelando sua silhueta em tons revigorantes, mas também liberara diversas partículas de energia vital para toda a piscina, que se iluminava intensamente. – Natureza abundante! – Continuava ele, ao topo da plataforma, apresentando a todo aquele intenso show de luzes. Com aquele golpe, toda a piscina emanava um tom verde, como se repentinamente tivesse se tornado um campo verdejante. Era um efeito visual que trazia vida ao cenário, uma sensação de aconchego.

Eis que, sem demora para não ficar sem fôlego, Pangoro seguira ao fundo da piscina, onde usara seu fundo para pegar impulso com as pernas para emergir com um poderoso BULLET PUNCH. Com punhos metálicos, o monstrinho adquiria uma velocidade superior, emergindo como se fosse uma bala disparada. O efeito fora ainda mais impressionante, pois, utilizando a cachoeira de plano de fundo para sua execução, enquanto o urso ainda era disparado no ar, todas as partículas verdejantes também emergiam do interior da piscina, percorrendo o ar até sua direção, circulando-o e envolvendo em uma aura verde brilhante em meio ar. Aqueles tons verdejantes refletiam na cachoeira, atribuindo-lhe tal coloração. Mais uma vez a sensação de conforto e frescor que só poderia ser alcançada ao ar livre, na natureza.

Contudo, o efeito era rápido pois, com seu Bullet Punch, fora projetado para a plataforma fixa uma vez mais. Algumas partículas ainda  percorrer o ar até sua direção a trazer a aura verdejante ao redor de seu corpo.  – Mas, dentre todos, o mais importante... O brilho de um povo amigável! Vamos lá, SPARKLE SPIN! – Dissera ele, direcionando a lamparina para toda a plateia. Com seu comando, não demorou muito para Pangoro iniciar a execução de seu movimento: THUNDER PUNCH. Girando rapidamente em seus calcanhares e mantendo seus braços abertos, seus punhos começaram a liberar faíscas. As faíscas foram aos poucos se multiplicando até que o perímetro formado por seus punhos a percorrer o ar se tornassem, “visualmente” falando, um anel luminoso em tons amarelos e laranja. - Finalize! – Bradara o rapaz, e obedecendo a seu chamado Bacchus também liberava um forte urro, e com ele, o brilho do anel luminoso aumentava consideravelmente. Começara a misturar o calor de seu FIRE PUNCH à eletricidade de seu THUNDER PUNCH, para que os efeitos a seguir narrados se realizassem.

As faíscas começaram a se liberar do anel e então serem disparadas a seu redor em quantidades intensas, um show de luzes que Lysander evitara ao simples ato de se abaixar, vez que para entrar no ponto cego de tal técnica, tudo que tinha de fazer era se abaixar. Em um verdadeiro mar de faíscas, a superfície da água replicava o efeito visto com as brasas, mas de forma ainda mais intensa e bela: Era como se faíscas também estivessem saindo do interior da piscina, debaixo da plataforma, justamente para se encontrarem com as faíscas liberadas por Pangoro. E a coisa mais bela de tudo aquilo – Ao menos para Lys – era o imenso panda ao centro do anel luminoso... Ele estava com um largo sorriso em sua face, como se tudo aquilo não fosse em verdade uma competição, mas apenas uma diversão diária.

E com um rápido novo grito, como o de seu Haka, Ka Mate, Lys sinalizara o fim da apresentação. O grande urso interrompera seu movimento giratório e seus punhos elementais. Rapidamente, o brutamontes saltara e caíra de joelhos ao centro da plataforma, a beijar seus bíceps uma vez mais, flexionando-os, e a seu lado saltara um Lys sorridente, curiosamente a copiar o gesto do grande urso. Tratava de esticar seu braço, para que a lamparina pudesse iluminar a ambos. Diversas faíscas persistiam em “voar” ao redor da dupla em diversos tons de laranja e amarelo, bem como sobre a superfície da água, trazendo certo brilho a todo cenário. - Ao brilho das Ilhas Laranjas! - Bradava o rapaz, simbolizando o fim de sua demonstração.

IMAGENS ILUSTRATIVAS:

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Efeito das chamas refletidas na água

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << DEW1U3XWallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Yatxh89
Efeito das faíscas.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << GhWsYYo
Visual de Pangoro, ampliado {Original}

ITEMS UTILIZADOS!:
- Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << IKYoNBq Pangoro com Pokéball pintada de vermelho.
- Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Bag_Contest_Costume_M_Sprite - High Society Costume usada de forma despojada.
- Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Hulaskirt Hula Skirt x01
- Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Redflower Red Flower x04 - As quatro utilizadas para formar um colar de flores.
- Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Lantern Lantern x01 - Recurso narrativo. Não entrará no cálculo de multiplicadores por exceder a 5.
Matt
Matt
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Mensagem por Moon_fire em Seg 29 Abr - 20:24

off: usando Yellow Scarf, Vestido de Dama do Lago e fantasia de Mismagius
off: musica pra começar a tocar quando a Mismagius aparecer



Apresentação visual

O tempo parecia não passar. Apenas alguns momentos antes da minha apresentação começar e eu já tinha verificado minha fantasia, assim como o vestido e o Scarf da Blair tantas vezes que a fantasma provavelmente estava feliz por já estar em sua pokeball, de onde sairia apenas quando a apresentação começasse.
Depois de andar um pouco em círculos e respirar fundo algumas vezes, chegou nossa vez, então eu me posicionei para sair, liberando Mismagius discretamente. A fantasma me seguiria oculta no solo, então logo avançamos até ficarmos  no meio da plataforma mais baixa.
- E com vocês, Blair! - Falei, fazendo uma singela reverência para o publico, assim que fui anunciada pela apresentadora. Bem na minha frente, Mismagius começou a surgir vagarosamente, rodeada pelas folhas multicoloridas do Magical Leaf, controladas pelo Psychic.
Um círculo de folhas brilhantes giravam ao redor de Blair, iluminando um pouco e dando um pouco de destaque ao belo vestido azulado que ela vestia, assim como a faixa amarela, presa cuidadosamente ao redor de sua cabeça, como uma decoração para o seu "chapéu". Assim que a fantasma surgiu completamente, o brilho em seus olhos aumentou assim que ela usou seu Psychic para lançar as folhas para longe, que não foram muito longe antes de cair lentamente na água, ainda formando um círculo.

Apresentação artística

Ainda com um sorriso em seu rosto, mesmo com toda a concentração que tinha que fazer para que cada movimento fosse preciso, Mismagius começou a levitar mais alto e conforme subia, um círculo de fogo começou a surgir ao seu redor. Com uma aura de luz envolvendo as chamas (psychic), Blair fez com as chamas passassem ao seu redor e também as afastando.
Em um movimento súbito, a pokemon começou a descer em espiral, ainda trazendo as chamas, que ao poucos iam desparecendo enquanto ela passava ao meu redor. A medida que as chamas iam desaparecendo, pequenos turbilhões começaram a se formar na água, que logo começou a subir, nos envolvendo em uma grande quantidade de água.
Por dentro era difícil de ver, Mas Blair havia criado a imagem de uma bela dama de água, nossa melhor representação da dama do lago, que cintilava com o poder do Psychic. Uma breve reverência foi feita pela imagem que estávamos criando, antes dela se desfazer em milhares de pequenas partículas, que caíram ao nosso redor, encerrando nossa apresentação com nós duas fazendo uma reverência ao publico e saindo, com a "garoa cintilante" caindo sobre nós e também sobre o publico.
Moon_fire
Moon_fire
Treinador - Ranger

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Mensagem por Valentain em Seg 29 Abr - 21:03

  Valentain


Apresentação Visual


Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Bbbat_11
   
PRIMEIRO ATO (LE COND DRACULA)
   Após um tempo afastado dos contests, a minha volta seria na famosa copa Wallace, que estava realmente parando o continente, todos os coordenadores haviam se deslocado para a cidade de Sootopolis. O clima estava agradável, mas mesmo assim eu estava tremendo de nervosismo. O suor começava a brotar em minha testa no workroom, vários coordenadores aos quais eu já havia enfrentado em eventos passados estavam naquele ambiente.
  Puxei o ar e tentei me concentrar.

-Vamos Valen, você consegue, olha quantos pokemons incríveis você tem!


  Retirei as esferas do meu bolso e comecei a pensar se era uma escolha correta.
Olho por um instante e guardo minhas esferas, arrumo meu traje típico de contest, roxo, bonito e vistoso. Um sobretudo de responsa por assim dizer.

  Dou uma leve piscada no espelho para fortalecer um pouco a auto estima afinal aquele era um evento grande e eu honestamente nunca tinha visto tantos coordenadores eu estava tremendo na base por assim dizer além do fato de que o grande Wallace estaria ali para julgar as apresentações.
 
 Sou chamado para comparecer ao palco e vou caminhando com os pés leves e o coração pesado de arrependimento, algo em mim dizia que eu não deveria estar ali. Mas, assim que cheguei a entrada do campo, o lindo campo de ginásio de Sootopolis, eu apenas pensei:

  É uma batalha como qualquer outra. RE LA XE.

  Era totalmente diferente pois havia uma piscina enorme com espaços de madeira flutuante para as batalhas ocorrerem.

  Primeiro com uma reverência elegante sinalizo para que a música comece a tocar.

https://www.youtube.com/watch?v=GxIbRPgNaaw

   Volto para minha posição e com um movimento rápido pego um livro (Thick book) e o abro, dentro do mesmo um som emite um click metálico, liberando uma forte luz materializando um vulto no céu, uma sinueta abrindo suas quatro assas ofuscando o brilho dos holofotes e criando uma grande sombra sobre a plateia.

-Confuse ray.

  Digo apontando para a criatura que com a luz de seis esferas douradas demonstra sua verdadeira face, um golbat trajando um par de assas negras (black wings)  e uma red scarf em seu pescoço, cercado por pura energia dourada.

-Apresento a vocês, o anjo corrupto Golbat! Golbat sobrevoe a piscina usando absorb. Vamos mostrar para eles pra que você veio!

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Bellsprout_Absorb

  A criatura púrpura venenosa abria sua boca gigantesca e batia suas assas  passando próximo a água turva da piscina, de suas presas até a água gélida descia uma luz avermelhada iluminando toda a piscina, visualmente parecia uma gigante poça de sangue subindo para a boca da criatura arroxeada drenando toda a força vital daquele ambiente.

-Contemplem e temam esse é o anjo da noite!

 Era possível ver o olhar de pavor e de admiração da plateia diante da criatura sombria.


Apresentação Artística


SEGUNDO ATO (LE COND DRACULA)

 Para o segundo ato estalo meus dedos para que a música seja tocada, o violino começa a soar por todo o ambiente e a valsa mórbida começa a envolver a toda a plateia.

https://www.youtube.com/watch?v=YyknBTm_YyM

  Caminho girando, como quem dança uma falsa pelo campo enquanto Golbat sobrevooa como um Mandibuzz esperando por comida.

  Conforme o som subia Golbat descia em rasantes com suas assas brilhando em prateado envoltas por correntes de ar o pokemon passava próximo de seu treinador que dançava a valsa sozinho desviando das lâminas que caíam do céu e iam de encontro com a água turva da piscina, criando explosões de água no ar, o vento criado pelo seu wing attack em contato com a água produzia uma leve neblina fantasmagórica que abraçava as pernas do coordenador e a superfície da água, lembrando um pântano sombrio.

  O coordenador com sua capa roxa e suas botas de cano alto para em meio a piscina, sobre os tablados flutuantes e inicia a orquestra.

-Agora que criamos o clima, vamos dar início a peça.

  Os braços do coordenador se moviam conforme a música acelerava e desacelerava.

-Golbat, vamos usar o Confuse ray combinado com o Air cutter.

  A grande criatura arroxeada fecha seus olhos e em um movimento de asa produz cinco esferas douradas de energia que flutuam como almas recém colhidas, girando em pleno ar a criatura lança as esferas em direção aos 4 cantos do campus, porém com um piscar de olhos e mais um bater de assas lâminas de vento são lançadas na mesma direção chocando contra as esferas criando uma explosão de luz brilhante com fortes lufadas de vento agitando o cabelo da plateia e carregando a dissipando a neblina.

 Abro minha capa como o grande conde drácula um dia abriu ao tomar a vida de suas vítimas e dou o comando.

-Vamos terminar com absorb e bite Golbat.

  A criatura abria ao máximo sua boca e suas presas cresceram, e ganharam uma cor prateada brilhante, conforme a criatura descia do céu lentamente, a luz vermelha de seu absorb se fundia a água que seguia até a boca do pokemon vampiro drenando mais uma vez a vida daquelas águas. O grande conde drácula pousava sobre meu ombro pronto para agradecer a plateia e liberar o palco.

off: itens que foram usados: fantasia de griffe roxa coordenador, thick book item fantasia, black wings, item fantasia e red scarf.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << OayNDns


Valentain
Valentain
Treinador

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Mensagem por Luch em Seg 29 Abr - 22:28

OFF:
Apenas utilizaremos x01 Lantern
Wallace Cup - Sootopolis
Dance Roselia & Luch, Dance!

Introdução:


Eis que chegava um momento único e realmente inesperado em minha vida, o que deixava meu coração apertado e a tensão elevada ao máximo! Apesar de ter familiaridade com a dança e vir de uma cidade conhecida por apresentações musicais com Pokémon, eu jamais havia me imaginado participando efetivamente de um Contest. Ainda mais em um Evento tão importante e esperado como a Wallace Cup. Entretanto, conforme fui aceitando um pouco melhor essa ideia, o pavor inicial foi se transformando apenas em um remorso por não ter tido tempo de treinar mais. Meus pais e até mesmo os pais dos Macchiato estariam aqui para me assistir e eu só torcia para não ser terrível na minha apresentação...

Era bastante evidente que eu não havia um time preparado para uma apresentação deste porte. Para ser sincero, nem ao menos possuía um Pokémon preparado para tal. Eu precisaria ter bastante criatividade para trabalhar com o pouco que possuía e tentaria me agarrar a um único treinamento de dança que havia feito com meus companheiros há quase um mês atrás... Não seria muito, mas ao menos eles saberiam o básico. Aliás, foi exatamente estre treinamento que me trouxe a escolha perfeita de Pokémon para apresentar-me. Após sofrer uma guinada de 180º na vida, Roselia seria o Pokémon perfeito para tudo isto, já que nasceu triste por não saber dançar, aprendeu a trabalhar seus defeitos e suas dificuldades comigo e agora teria a chance de pôr tudo isso a prova em alto estilo ao meu lado.

Já fora da Pokébola, apesar de ainda estar nos bastidores, Buddy parecia extremamente nervoso e toda hora observava a plateia por trás da cortina que nos separava do palco, tremendo sutilmente o seu corpo pela agitação. Resolvi então abaixar-me e falar com Roselia bem baixinho para tentar acalmá-lo — Calma, amigão, vai ficar tudo bem... Só fique bem atento aos meus comandos e sinta a música, deixe ela fluir através de você... Deixe seu corpo transformar sozinho o que você sente em movimento, sem se preocupar com passos ou nada disso. Para as partes coreografadas, é só ficar atento aos meus pés e a direção que eu vou, o resto é pura diversão! — Comentei com ele, que afirmava com a cabeça a cada frase que eu dizia. Ao terminar as orientações, um membro do staff do evento veio me chamar, dizendo que era hora de subir ao palco já completamente às escuras e foi para lá que eu fui ao lado de Buddy.

Apresentação Visual:


A escuridão cobria todo o palco e, apesar da plateia e dos jurados já terem se acostumado com o breu e saberem exatamente o que existia em cada parte do palco, pretendia deixá-los ansiosos para saber de onde surgiríamos e como faríamos isso. Do meu cantinho na parte superior do “palco-piscina”, completamente imóvel, conseguia quase ver a movimentação inquieta dos olhos que buscavam alguém ou algo surgir. Segundos de apreensão eram o suficiente para deixá-los empolgados e agora precisava agir como havia combinado com Buddy. Meros gestos entre nós e acenos de cabeça eram suficiente para indicar que era o momento de começar.

Entreguei a Lanterna apagada, para que Roselia segurasse com suas pétalas, mesmo que com certa dificuldade. Em seguida, lancei-o no ar, fazendo com que traçasse um trajeto parabólico de mim até a plataforma central do palco abaixo. Enquanto estava no ar, no ponto mais alto da trajetória, o Pokémon Planta lançou um pequeno movimento Energy Ball bem para cima. A esfera brilhosa, de tamanho reduzido e “recheada” por um degrade de tons verdes, subiu verticalmente até quase o topo do local, chamando a atenção da plateia para aquele ponto e impedindo que acabassem vendo, meio que nas trevas, a movimentação de Roselia ao nível da piscina.

Quando a esfera parou de subir e começou a cair pela ação da gravidade, Buddy já estava no solo, aguardando a sua chegada. O Pokémon Planta abriu o vidro frontal da lanterna ainda apagada e ergueu o objeto acima de sua cabeça, assumindo uma pose bastante artística, com o corpo e principalmente a cabeça coroada de espinhos para trás e com os olhos cerrados. No exato momento em que a pequena esfera de energia caiu no interior daquela Lanterna, o Pokémon acendeu o objeto, fazendo todo o ambiente ser iluminado por um degrade de verde, do mais claro ao mais escuro, revelando tudo o que havia no palco, inclusive a mim, no andar superior, mais para a esquerda do público, com a cabeça um pouco baixa e o corpo meio retraído, usando meu próprio cachecol para tampar uma parte do rosto.

— Hoje estamos aqui não apenas para fazer arte, mas também mostrar um pouco de retribuição à Hoenn e todo seu esplendor natural... — Disse, depois de retirar o cachecol, falando ao microfone com um tom de voz não muito alto, mas firme e claro para ser compreendido. Ao mesmo tempo, Roselia lentamente repousava a Lanterna na plataforma e começou a girar em torno de seu próprio eixo, agitando suas pétalas e fazendo uma nuvem de Stun Spore surgir bem próximo da superfície da água, lembrando minúsculos Illumise e Volbeats e suas luzes noturnas sobre os Lagos de Hoenn, parando de emiti-los no exato instante em que eu terminava minha frase.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << F8oveEX

- CLIQUE para ouvir a melodia descrita no parágrafo abaixo: Pokémon AS/OR Opening: (De 0:04 Até 0:28)

Minha voz saia de cena, mas os pontos luminosos formados pelo pó atordoante continuavam lá, flutuando pelo ar sem rumo, ao mesmo tempo em que uma melodia ainda quase inaudível começava a surgir por todos os lados do local. Era um som suave, digno de uma canção de ninar, mas ainda assim cheio de personalidade e que davam um tom de origem, início ou qualquer coisa do tipo. Roselia, que nesse instante ocultava-se pela Lanterna central, saltou sobre ela e abriu suas pétalas bem alto. Em seguida, deu o maior pulo que conseguia e usou seu movimento Water Sport, rodopiando. Um esguicho de água então se formava para todos os lados, em 360°, fazendo chover sobre a piscina esverdeada e trazendo um complemento musical de chuva aos ouvidos dos espectadores. Essa cena se prolongou até o final da apresentação visual, quando Buddy pousou novamente sobre a lanterna e a apagou, retornando a escuridão ao palco, assim como os pontos luminosos perderam força e apagaram-se.

Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << CRI7VN8  
Inspiração para Apresentação Visual à esquerda e Exemplo da "Chuva" de Water Sport à direita


Apresentação Artística:



- Música descrita nos próximos três parágrafos: Pokémon Gold and Silver: Battle Theme Remix: (De 0:00 Até 1:20)

Aproveitei-me da escuridão para a mudança de posições. Tomei distância e impulso, saltando da parte superior do palco até a plataforma onde Roselia estava, sobre a piscina. Já o Pokémon, tomou impulso sobre mim, assim que cheguei para subir e ficar logo atrás, perto de onde eu estava anteriormente, mas no alto da cachoeira, em uma posição de destaque. Tudo foi às pressas, pois não tínhamos muito tempo para agir e foi por poucos segundos que a luz dos holofotes não nos pegou no flagra! Felizmente tudo deu certo e tanto Buddy como eu surgimos sob focos de luzes intensos com os dois braços erguidos e as pernas afastadas. Em seguida, ainda no silêncio, comecei a bater palmas ritmadas que puxavam o iniciar de uma música animada e eletrônica, semelhante àquelas de máquina de Dance Dance Revolution ou Pump it Up!.

Ainda sobre a plataforma, comecei a dançar no ritmo da música, pisando em nove posições distintas como se estivesse seguindo os passos descritos na tela pelo jogo eletrônico. Enquanto isso, atrás de mim. Roselia lançava uma saraivada de Energy Balls nas posições certas em que eu me movia, verticalmente para cima. As tonalidades verdes das esferas de energia, passando pelo fundo preto do palco, lembravam imediatamente o símbolo de “Correto” que esses joguinhos emitem para cada passo certo. Além disso, de tempos em tempos, indicando uma mudança de nível, Roselia lançava o movimento Stun Spore junto de Worry Seeds, que explodiam no ar e faziam parecer fogos de artifício de comemoração pelo bom desempenho.

Enquanto eu dançava, feixes de luzes multicoloridos cortavam o palco para todos os lados, piscando intensamente no ritmo da música e do nosso movimento. Em alguns momentos, Roselia também aplicava o movimento Mega Drain, gerando uma aura esverdeada de absorção ao redor do seu corpo, que dava o mesmo efeito de iluminação verde-neon à cascata bem abaixo dos pés do Pokémon Planta.  A dança continuou até mais ou menos um minuto e vinte, mas estaria longe de ser tudo o que tínhamos para mostrar, afinal o foco desta apresentação era Buddy e não eu. Ao alcançar esse exato tempo de música, a última nota tocada se manteve constante durante a ação que seria realizada por Roselia. O Pokémon preparou uma grande Energy Ball que obstruiu a visão de seu próprio corpo e segurando esta esfera, saltou por cima de mim, assumindo finalmente a liderança desta apresentação no palco.

- Misto entre Dança Clássica e Contemporânea: Darude - Sandstorm: (De 0:31 Até 1:27)

Havia um holofote sobre nós e foi bem visível quando ergui o braço esquerdo, fazendo uma contagem regressiva com os dedos, iniciando com três dedos levantados e abaixando um de cada vez conforme gritava os números em inglês, do três ao um. Exatamente no momento que seria o zero, o único som ouvido era o da Energy Ball estourando em diversas partículas verde-brilhantes, com o foco de luz sendo direcionado apenas para Buddy e me mantendo no escuro, enquanto uma nova música iniciava, misturada ao finalzinho da anterior. Era o momento de Roselia brilhar, misturando a dança suave e rodopiante típica de sua espécie com momentos de euforia e estremecimento do seu corpo, como se estivesse tendo seu clássico “ataque epiléptico”. Felizmente eu havia trabalhado com ele tempo suficiente para transformar um movimento tão estranho e descompassado como esse em algo verdadeiramente conceitual e com conteúdo.

Por cerca de um minuto, Roselia alternava entre um rodopio lançando um esguicho de Water Sport numa posição 180° frontal e um deslizar suave até o centro do palco, onde libertava toda sua energia interior para estremecer seu corpo num poderoso exemplo de expressão corporal, enquanto usava um contínuo e constante movimento Growth para ficar cada vez maior. Ao mesmo tempo, a iluminação do palco ficava cada vez menor e quem dominava com sua cor era o Mega Drain executado por Buddy, na região de suas costas, como um Backlight improvisado. Com aproximadamente um minuto de música rolando, a batida eletrônica praticamente cessava, dando lugar a um novo estilo...

- Fogos de Artifício (Energy Ball + Stun Spore) em cada Estouro Sonoro: Darude - Sandstorm: (De 1:27 Até 1:55)

Um som mais baixo da música ainda se mantinha, mas de forma bastante coadjuvante, enquanto a atenção principal ficava por conta de estouros fortes, daqueles que ressoam ao coração. Acompanhando cada um desses estouros, Roselia lançava uma forma modificada, oca e mais instável de seu movimento Energy Ball, mas recheado de bastante pó do Stun Spore, que era libertado para todos os lados com a explosão da esfera não muito estável, como fogos de artifício, no ritmo da música. O Pó Atordoante, mais leve que o ar, continuava suspenso e se acumulando, descendo muito devagar. Isso durou por cerca de trinta segundos, com Roselia sacudindo as pétalas lentamente nos momentos de calmaria que alternava os estouros.

- Absorção Total do Stun Spore ao Som Eletrizante: Darude - Sandstorm: (De 1:55 Até 2:30)

Após o último estouro, uma versão mais eletrizante e tensa começa a ser construída devagar e cada vez mais rápida na música. Seguindo esta mudança de tom, Roselia começa a se estremecer de acordo com as nuances “elétricas” da música, agitando o corpo todo cada vez mais e de forma mais explosiva, usando o Mega Drain para absorver as partículas de Stun Spore suspensas até se colarem totalmente no seu corpo. Isso continuou por cerca de trinta segundos de música, quando tudo voltou ao ritmo “normal” do início, com o Pokémon Planta liberando todos os esporos colados em seu corpo de uma vez só, gerando uma explosão de brilhos amarelos em que ele era o centro da explosão e das atenções, brilhando! Era o momento de voltar para coreografia expressiva de Buddy, dessa vez acompanhada por mim da melhor forma possível, sem qualquer vergonha de expressar-me. Nesse movimento, nós nos cruzávamos pelo palco, alternando de posições o tempo todo.

- Dança Conjunta Buddy e Luch + Estouro Final (Energy Ball + Stun Spore + Water Sport): Darude - Sandstorm: (De 2:30 Até 3:13)

Conforme a música ia se encaminhando para o final, eu novamente assumi a frente da apresentação, voltando com os passos de Pump it Up!. Era notável que o ritmo se acelerava e eu era o foco apenas para servir de cobertura ao Buddy, para que ele construísse o movimento final. Para ir revelando-o ao público, fui realizando os passos cada vez mais próximos do chão, até terminar praticamente agachado, mostrando que atrás de mim estava o Roselia com uma esfera gigante de Energy Ball sobre suas duas pétalas erguidas ao ar. O Pokémon então saltou sobre minhas costas e se tornou novamente o protagonista do showw, no exato instante do fim da música. Com o último estouro, a grande esfera se partiu, liberando pontos brilhantes verdes da própria esfera, amarelos do Stun Spore e brancos e brilhantes, das gotículas minúsculas de Water Sport sob a luz dos holofotes. A música havia cessado e o silêncio tomava o lugar, enquanto apenas os pequenos pontos coloridos e brilhantes iam caindo e se apagando, encerrando a apresentação com o palco novamente às escuras.


Luch
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Mensagem por Chris Ayusa em Seg 29 Abr - 22:39

ITENS UTILIZADOS:

Fantasia de grife:
Fantasia Conquest

Itens e acessórios para o Pokémon:
Vestido de Dama do Lago
Rose x03
Lonely Flower

Após ser anunciada sua vez de participar, Chris assumia o palco, entretanto, ainda não era possível vê-lo, posto que todas as luzes na arena estavam apagadas, o que fazia do ambiente um total breu.

Apresentação visual

Finalmente, após poucos segundos, uma luz pontual banhava o corpo de Chris, que encontrava-se deitado no chão, vestindo sua clássica armadura de samurai, com algumas partes faltantes. Em verdade, ele apenas estava vestindo-a da cintura para baixo, sem o peitoral e apenas com o braço direito protegido pela mesma. Levava consigo ainda a katana cenográfica que compunha o traje. Chris incorporava novamente o herói de Ignis, que no momento encontrava-se visivelmente derrotado após uma longa batalha. O ator amador levantava-se, confuso:


-Malditos sejam os guerreiros de Fountaine! Eu preciso de... Água.

Chris então rastejava até a piscina, se ajoelhando próximo a três rosas que encontravam-se jogadas na borda. Com as mãos em concha, o rapaz sorvia um pouco do precioso líquido incolor, mas após o primeiro gole, percebeu uma estranha movimentação na água, alguns círculos se formavam na água.

-Mas o que é isso?

Chris exclamava, assustado, mas o que vinha a seguir era ainda mais aterrorizante: Hel, sua Duskull, surgia de dentro das águas, com duas chamas azuis lhe circundando. Era Will-o-wisp, o fogo fátuo, e ela vestia o Vestido da Dama do Lago.

As labaredas azuis criavam um belo efeito, reluzindo juntamente com as outras tonalidades de azul, além do próprio lago. Finalmente, a fantasma disparava as bolas de fogo que queimavam instantaneamente duas das rosas que se encontravam próximas dali. Chris então empunhava a terceira rosa e assumia a posição de guarda.

Apresentação Artística

Chris empunhava sua katana apontando-a para Hel.


-Então é você! O espírito das águas de Fountaine que dizem aparecer para afundar os exaustos nas profundezas do lago? E essas flores foram deixadas aqui em sua oferenda?

Hel apenas acenava, parecia que ela se divertia enquanto encarnava o personagem da dama do lago. Chris então joga a última rosa na direção da fantasma, mas ela incova um novo Will-o-wisp e também põe a rosa em chamas, até ela afundar no fundo do “lago”.

-Então não me resta outra opção. Vamos, eu vou derrotá-la!

Chris partia em disparada com a espada em riste entretanto, a fantasminha sumia e reaparecia poucos centímetros do treinador, utilizando seu pursuit. Ela repetia o movimento, aparecendo e desaparecendo em diversos pontos da arena, e após algumas repetições, incrementava com seu Shadow Sneak, o que fazia parecer que haviam duas dela circundando a arena. Finalmente, ela parava novamente a poucos centímetros do rosto de Chris e o rapaz conseguia “cortar” a fantasma ao meio. Obviamente, sua katana era de plástico, e a fantasma apenas usou as propriedades amorfas de seu próprio corpo para fingir se desintegrar. Para finalizar, Hel ainda disparava um Night Shade para o alto. O raio negro arroxeado se desfazia em vários raios menores, similares a sinistros fogos de artifício, e a fantasminha desaparecia completamente, passando através do solo.

Finalmente, Chris, fingindo exaustão, cambaleava até o lago, mas tropeçava, caía na água, e deixava-se afundar. Alguns segundos depois, uma Lonely Flower surgia, como se tivesse crescido ali, no lago. A voz de Chris era novamente ouvida no sistema de som, mas dessa vez como o narrador daquela trágica história:


-E assim, a dama do lago fazia mais uma vítima, aquela flor branca que surgia na superfície do lago, com o passar do tempo se tingiria de vermelho, como as rosas que repousavam na margem do lago, simbolizando a morte definitiva de mais um aventureiro tragado ao fundo das águas pelos misteriosos poderes daquele espírito.

As luzes se apagam momentaneamente, e logo se acendem mais uma vez. Chris e Hel estavam no meio do palco e faziam uma curvatura com o corpo, agradecendo a plateia por assistirem seu pequeno espetáculo teatral.
Chris Ayusa
Chris Ayusa
Treinador

Treinador

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Mensagem por Tielo em Ter 30 Abr - 11:35

Spoiler:
Itens utilizados:
1 Pompom branco

Música tocada:
Ariana Grande - Moonlight
Versão Cover Masculina (Para melhor aproximação da realidade da voz do Tielo)





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Moonlight
Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << 269Dustox



Prólogo


Os bastidores de um show era um momento relativo na vida de cada artista. Alguns nervosos ao extremo, e alternava entre as nuances de sentimentos até o mais preparado e confiante. Para o bardo, era tranquilo quase ao ponto de tirar um cochilo naquele sofá num cômodo que, para ele, era improvisado para receber todo o tipo de concorrente. Afinal, o Contest estava em uma escala muito maior que a normal, então, teria muito mais participantes. A sala continha além de assentos e algumas mobílias, uma televisão para acompanhar o progresso dos outros participantes. Novamente via aquele jovem com a pele bronzeada brilhante de anteriormente, assim como outros treinadores e coordenadores, alguns famosos ou bastante visto nas competições e outros em sua estreia. Os Pokémons que ali caminhavam transpareciam seu talento em diversos estilos. Acrobacias, brilhos, movimentos, coordenação motora, sincronia.

Vindo do mundo dos espetáculos, não se intimidou. Apresentar e ser confiante era um bônus para dar certo, e ele confiava em seus méritos. Havia cantado, recitado, atuado e performado a sua vida toda. O que poderia desviar sua mente de seu foco agora, estava bem diante de seus olhos. Suas asas esverdeadas com um brilho natural e seu pequeno corpo púrpuro e roliço quase que estático. Dustox não era o símbolo de Pokémon expressivo de sua equipe, pelo contrário, ela era acostumada a enclausurar qualquer tipo de sentimento e não lidar com eles. O que era encantador para Tielo, pois ele tinha certeza que as emoções que ele sentia, ela também era conectada, porém, apenas demonstrava em momentos em que isso estava em seu ápice.

Talvez fosse o momento… Uma vez que suas patinhas vermelhas vez ou outra se remexiam ou interagia com o grande pompom branco que iria apresentar. Aquilo para ele era um sinal claro de inquietação. O normal dela seria apenas manter-se desinteressada, mas, o olhar atento à tudo e todos, dizia o contrário. O coração do musicista então apertava. Estaria colocando sua Pokémon numa situação desconfortável? Apesar de ter diversas experiências em apresentação, não queria jogar uma responsabilidade no colo dela, da qual ela não queria. Era um momento praticamente… Paterno… Tielo sentia-se indo ver o recital da escola de sua filha enquanto ela mantinha-se nervosa pré-apresentação. Levantou seu braço, movimento feito sempre que queria trazê-la para perto, no qual ela a contragosto obedeceu.

— Está tudo bem? - Perguntou com uma feição serena e um sorriso leve. - Nervosismo é natural. Você pode não me ver assim porque eu já me acostumei, mas… Talvez eu nunca tenha perguntado o que você queria… Então. Sempre há tempo de desistir, mas, fique sabendo que treinamos isso. Estamos preparados e… Eu escolhi você por um motivo. Eu confio completamente na sua capacidade. Não faça nada por mim. Faça por você ou por nós. Você não vai me desapontar se fizer algo errado ou se escolher não participar, porque… Está tudo bem! Você me orgulhará mais pelas suas decisões do que por suas ações. - Ela encarava-o seriamente enquanto ele dizia seu pequeno discurso. Mas não esboçava uma reação. Para ele, estaria claro que ela havia, do jeito dela, concordado com tudo dito. Caso ela não quisesse, com toda certeza, resmungaria e desistiria. Após isso, apenas um cafuné que duraria o tempo suficiente da dupla ser chamada ao palco. Colocar seu treinamento em prática.

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Apresentação Visual


O Staffer havia colocado ambos à poucos passos da entrada para a arena do ginásio. O jovem ajeitava o cachecol e seu chapéu. Eram os toques finais. Dustox voava inexpressiva. Apesar de ter perguntado se ela não preferiria repousar sobre seu chapéu, a decisão dela de manter-se a parte era respeitada. O que era um bom sinal. Ela tinha vontades e autonomias à serem levadas em conta. Tielo sempre enfatizava que a apresentação deveria e seria uma colaboração de ambos. E não ser apenas um cara que treinou sua Pokémon para fazer algo.

— Agora, o nosso próximo concorrente, Tielo! E sua Pokémon, Dustox! - Lilian limitou-se a essa parte, embora já estivesse entretendo o público entre uma apresentação e outra, de forma à desviar atenção dos reparos e preparação da arena ao próximo candidato.

O jovem então sorri para sua Pokémon, enquanto segurava o pompom na mão. Era uma forma de desejar boa sorte. Ele caminhou em direção às bordas do palco, enquanto Dustox permanece ali na escuridão, todo extravagante, passando pela pequena fonte que deságua em forma de cachoeira em uma imensa piscina abaixo dele.  Era inegável o belíssimo trabalho, dando suporte à diversas interações e propiciando a imaginação estar sempre em seu ápice. Atentou-se também ao peculiar da iluminação, que deixava quase que em uma penumbra. Isso, de fato, poderia trazer benefícios.

Ao aproximar-se dos limites do palco, ele em um ato natural, joga o pompom em direção ao alto, e para frente. Neste momento a Pokémon aparece voando rapidamente, usando seu Gust como impulso para ganhar velocidade, e fazendo movimentos circulares, rodopiando em espiral em direção ao pompom e agarrando-o no ar. E alterando a direção do seu voo para cima enquanto rodopiava e liberava seu Poison Powder, de maneira leve. Cada esporo saía quase que minúsculo e imperceptível, apenas revelado quando confrontados por um feixe de luz das iluminações do estádio. E iam diretamente para baixo como se fosse um rastro de seu movimento, caindo como chuva na água, em pequenos impactos, que a penumbra permitia, ser formada ali.

Ao chegar  no máximo de sua altura ensaiada, Dustox fecha e abre suas asas, liberando mais uma pequena quantidade de esporos só que dessa vez por entorno de seu corpo, em todas as direções, como o anúncio de sua chegada ao local. A pequena Pokémon tinha um sorriso singelo, talvez forçado ou por realmente estar internamente no extremo de felicidade momentânea, pois o que havia ensaiado, tinha sido executado sem problema algum

Tielo não queria pensar que aquela apresentação era pobre, e sim que, ela era limpa. Sem poluição no sentido figurado. Acreditava que a apresentação visual seria apenas uma forma de emplacar seu Pokémon na plateia, mostrando o que ela havia de melhor. Graça e leveza em seus movimentos, mesmo na contrapartida de seus movimentos brutos da velocidade. Esta era a deixa para o jovem apresentar-se verbalmente.

— Boa noite! - Disse somente agora tomando o foco para si em cima do palco. Sua intenção sempre foi ser um background para sua Pokémon. O Contest em suas apresentações, seria mais uma colaboração dele para seus parceiro, do que de igual para igual. - Sou Tielo Soul, e esta é minha Pokémon. - Levantou levemente a palma de sua mão esquerda em direção à Dustox. Preocupou-se um pouco por sua Pokémon que estava no alto, já apática olhando a platéia, então emendou novamente mais frases para que a atenção então fosse tornada a si, deixando a ranzinza ter seu momento particular. - Somos novos nesse segmento de apresentação, mas queríamos mais do que apenas apresentar algo visualmente e artisticamente. Gostaríamos de lhes proporcionar uma experiência. Distante de conceitos e preconceitos. Sem críticas, sem patamares, ou qualquer presunção. Queremos algo leve e reconfortante. Mas... A inspiração foi na beleza do amor próprio, e a companhia de si mesmo, revelando a pureza da felicidade solitária. - Terminou retirando o instrumento musical de suas costas, e equipando-o em suas mãos, enquanto a voadora devolvia o pequeno objeto branco para o jovem. Iriam iniciar sua apresentação artística.

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Apresentação Artística


Seu instrumento musical de cordas, algo bem diferente e exótico, já devidamente afinado, seria um segundo apoio para Dustox, que iria performar a música em parceria com Tielo. Claro que, já devidamente conversado com a Staff, para que os sons instrumentais e eletrônicos mais fundo fosse auxiliado na acústica do seu. Sendo um trabalho em conjunto.

A penumbra do palco iria lhe oferecer melhor tratamento para a apresentação artística do que para a visual. Respirou fundo, ajustou a altura do microfone para uma confortável, e esperou o tempo da música de olhos fechados, para concentrar-se.

Início da música! Ato I

Nos primeiros segundos, Dustox desce lentamente da sua posição mais alta até o centro da piscina, com asas cobrindo parcialmente seu corpo. Até chegar a plataforma circular no meio da água e depois flutuar pequenos passos para trás dela em direção à cachoeira.

— The sun is setting... - Tielo começa calmamente enquanto Dustox inicia usando seu Harden para iluminar seu corpo, isso ajudaria ela a ser vista pelo brilho em contato com os reflexos da água que ela quase tocava, de tão próxima. Então ela começa a dançar pela água, contornando a piscina, como se estivesse dançando acompanhada do vento. - And you're right here by my side. - Seus movimentos leves com pequenos impulsos fazia a sua própria companhia na dança mantê-la com um sorriso tímido, difícil de esconder.  - And the movie is playing. - Neste tempo, Dustox já havia percorrido um terço do entorno da piscina sobre a àgua.  - But we won't be watching tonight.

— Every look, every touch. - Neste momento Tielo deixa a parte mais intensa da música, rapidamente acompanhado por sua Pokémon. - Makes me wanna give you my heart. - Dustox deixa seus movimentos levemente agressivos enquanto acompanha o ritmo de sua música. - I been crushing on you, baby. - Então, ela finaliza mais um terço do entorno da arena fazendo movimentos na água enquanto percorre por ela. Sempre mantendo-se próxima o suficiente para água com a iluminação refletir seu brilho, assim como as pequenas ondar formada. - Stay right where you are, 'cause...

— I never knew, I never knew. - A água com a dança de Dustox acompanhava o movimento embaixo de seu corpo.  -  You could hold moonlight in your hands. - Sua dança era digna de um baile de formatura. - Till the night I held you. - As pequenas ondas de rastro já se desfaziam, devolvendo a calmaria da água. - You are my moonlight. - Por fim, ela termina a dança no ponto de partida, dando início à segunda parte da coreografia, em uma emenda rápida para acompanhar a voz de seu treinador. - Moonlight...

1:12 da música. Ato II

— I kiss his fingertips. - Dustox inicia novamente sua dança, como anteriormente no mesmo circuito e quase os mesmo movimentos dançantes, porém agora, usando seu movimento Gust para criar uma agitação na água, e retirá-la de dentro da água em forma de esfera com o Confusion. - As I'm wishing he's all mine. - Mantendo a coreografia, a pequena mariposa parte para sua dança retirando mais uma de suas esferas de água, e pairando no ar. - He's giving me Elvis. - Ela permanece fazendo isso, criando diversas bolhas de água flutuantes, de tamanhos variados, porém nunca ínfimas, e nunca de tamanhos gigantes. - With some James Dean in his eyes.

— Puts his lips on my neck. - Novamente, após um terço da arena, ela começa a rodopiar em seu baile. - Makes me wanna give him my body. - Neste momento já havia um número considerável de esferas aquáticas pairando pela arena, sempre mantendo-as firme enquanto dançava. - I been falling for you, baby. - Cada peça de sua apresentação mantinha-se ancorada no local em que Dustox a levantava. - And I just can't stop, 'cause...

— I never knew, I never knew. - Dustox parecia não estar intimidada pela expectativa. - You could hold moonlight in your hands. - Enquanto isso Tielo cantava de olhos fechados na maioria do tempo, confiando cegamente em sua Pokémon. - 'Till the night I held you. - Sua preocupação era apenas fazer a parte vocal para que Dustox pudesse tirar proveito.  - You are my moonlight. - Dustox nesse momento finalizava todas as esferas que precisava criar, tendo um número grande, incontável, devido à cada uma ter sua particularidade de tamanho. - Moonlight.

Feito isso, Dustox voa para o alto, da onde tinha finalizado sua primeira apresentação, e leva junto consigo todas suas bolhas, deixando-as espalhada pelo ar. Aproveitando a parte da música para que a água contida em cada bolha contivesse seus movimentos, e acalmassem sua agitação.

— Baby, I been falling. - Tielo então arremessa o pompom novamente para Dustox, que usa seu Confusion para pairar no ar o objeto e trazer até ela. - You're my moonlight. - Ao tocar no objeto, ela usa seu movimento Moonlight. Brilhando seu corpo e passando este brilho para o objeto consigo, e levando-o ele para a altura. Aos poucos, o pompom transforma-se na lua em sua imagem. Gradualmente, o satélite natural é representado no ar pelo movimento, deixando apenas a silhueta de Dustox em seu centro. - Moonlight.

2:22 da música. Ato III

Este é o momento em que Tielo observa a execução da parte principal. A imagem da lua reflete em todas as bolhas de água. Assim como as piscinas naturais de praias com corais, a lua em seu esplendor dava a bondade de ter sua imagem e magnitude copiada através do líquido puro. O jogo de luzes do ginásio, praticamente escuro, já era desnecessário para enfatizar os diversos luares no campo. Dustox sentia-se revigorada após tantos movimentos usados, o que dava a ela um fôlego a mais para continuar e finalizar a apresentação.

— He's so bossy, he makes me dance. - Neste momento, Dustox dança no ar levemente acompanhando as bolhas à circularem a arena junto de si. - Tryna sit in the back of his whip and just cancel my plans. - Preocupava-se sempre em manter elas leve. Dando a imagem da lua pequenas alterações naturais de reflexo em água. - Sweet like candy, but he's such a man. - A pequena movimenta as suas luas de formatos variados girando-as, até a parte final. - He knows just what it does when he’s holding me tight. - Neste momento, ela lança em sintonia com a finalização da música, ela lança seu Venoshock em todas as bolhas, agravando qualquer dano com as partículas de Poison Powder que não houvesse sido completamente diluída, fazendo cada uma explodir em partículas de água e aprimorando seu brilho devido ao luar. Até desfazer-se. - And he calls me moonlight too.

O brilho toma conta da arena enquanto Dustox faz pose de agradecimento juntamente de seu mestre, e retira o brilho do luar, juntamente com o desfecho da música, de forma gradativa, e agarrando o pompom de volta em suas patinhas. Então, eles posam em agradecimento ao final da apresentação.

Dustox voa em direção ao seu treinador, sendo urgentemente abraçada pelo mesmo. Ambos evitavam a demonstração de sentimentos. Tielo por achar um crime não exprimi-los em forma artística, e Dustox por seus motivos misteriosos. Mas ele não consegue conter um choro silencioso e claro enquanto abraça a pequena vespa. Orgulhoso. Nenhum prêmio, seria maior do que isso… Sairia do palco, inteiramente satisfeito.


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Mensagem por Shianny em Ter 30 Abr - 19:27





Introdução

Opening Theme

Há muito tempo não sentia falta de casa.

Não se recordava da última vez em que descansou por muito tempo em uma mesma cidade e, após a chegada em Sootopolis e necessária permanência para a participação de Wallace Cup, se questionou se o fato era alguma proteção inconsciente de seu cérebro para protegê-la da investida vil de um saudosismo perigoso. Observar, dia após dia, uma paisagem que se repetia: Um horizonte que não era alterado a cada alvorada, ou mesmo crepúsculo. Se dar conta, de repente, que ali existiam famílias, e que cada membro possuía sua pequena rotina que, embora se desviasse casualmente, permanecia intrínseca. Não obstante, existiam também as águas calmas que rodeavam a cidade, e traziam para si uma distante, porém ainda aconchegante, memória.

Com a fria brisa noturna, à beira da cidade, se enxergou no passado. Vislumbrou o oceano, e o assobio melodioso que as ondas baixas traziam em suas cristas ecoou pelos seus ouvidos; com uma concentração silenciosa, e o parco esforço das lembranças, sentiu o salitre das águas escuras invadirem seus pulmões - experimentou, novamente, o cheiro do lar. Cerrando as pálpebras, ou meramente permitindo a brincadeira da imaginação dançando nas luzes ainda acesas da cidade, era capaz de enxergar o brilhante Farol de Olivine e, com essa imagem, recordava também do amigável Ampharos que, com toda a complacência, agraciava habitantes e visitantes com sua iluminação cintilante que rasgava o ar noturno e guiava as pobres almas perdidas no mar.

Às águas que cercavam a cidade, segredou um lamento.

Pranteou a impossibilidade de retorno ao lar que, recentemente descobriu, fora engolido após a aparição de Kyogre. Dentre as tantas lamúrias, também existiam aquelas que sussurravam a saudade do aconchego dos braços dos pais que, entre as tantas tormentas que foi obrigada a sofrer, quase havia esquecido a sensação, além de necessidade - e, para uma das preocupações que afligiam seu âmago, não conseguiu contatar nenhum dos dois desde a tragédia que submergiu Johto. Sob o céu estrelado, naquela noite, o questionamento inquieto se deveria, de fato, ter começado aquela jornada torta, aturdia seu coração. Os tantos bons momentos se viram nublados pela tormenta que lhe sufocava o peito e, sob o véu escuro que escondia o Sol, as lágrimas quentes deslizaram pelo rosto gélido em tímido contraste. Chorou, e da mesma forma procedeu sua alma, adornando o espírito partido com vertiginosa decoração aquosa. Nos orbes acinzentados, um mundo turvo, manchado, se estampou não apenas pela cidade, como além, nas águas e nas bordas da cratera.

Na solidão noturna, ninguém ouviu seu lamento.

Provavelmente não desejavam fazê-lo.

Ou, quem sabe, talvez ninguém fosse capaz.

~x~

Ainda divagava sobre o passeio de caminhos perdidos que, infelizmente - de certa forma -, se assentou em sua noite solitária. Os dedos percorriam vagarosamente os fios ruivos, separando com paciência algumas mechas, trançando-as uma após a outra, e os olhos se perdiam em si mesmos refletidos no espelho. Era irônico pensar que, dadas todas as reflexões que a perseguiam desde que ancorou naquele lugar, não só a jovem era afligida pelo sentimento da saudade, como o próprio idealizador da competição: Ou, pelo menos, era assim que via a situação. Afinal, que outro grande motivo poderia ter para que Wallace optasse por realizar o evento em sua cidade natal?

"Não importa.", foi a resposta que ofereceu a si mesma, "Já estamos aqui. E ele ainda tem sorte de poder. De ter para onde voltar.".

Um suspiro pesado escapou de seus lábios, e os dedos deslizaram pelas madeixas uma última vez antes de servirem de cobertor ao rosto - as pontas dos dígitos se pressionaram de leve contra a pele. Respirou fundo uma, duas, três vezes, antes de desobstruir novamente o campo de visão e observar a imagem refletida no espelho. Por um breve segundo apenas, questionou-se se tinha inveja do homem. Da razão a qual levou o destino a tragar seu berço para o fundo do oceano, ainda que ambos sempre se enamorassem de tão terna maneira. E, acima de tudo, se algum dia teria a chance de vê-lo emergir outra vez.

Não conseguiu resposta para nenhuma de suas perguntas.

"...Ele não precisa de motivo para voltar. Simplesmente aproveita, já que consegue.".

Com essa conclusão, abandonou o móvel que insistentemente refletia sua própria imagem - naquele momento, não quis vê-la. Torcia ser capaz de distrair os próprios pensamentos apenas por evitá-la, nem que por um mero minuto; Existe a beleza artística na tristeza e mesmo no sofrimento, é verdade, mas não era com esse tipo de sensação que desejava macular a apresentação que tanto havia penado para tentar desenvolver.
A parte boa era que, com a experiência, soube que a decisão de seguir como treinadora ao invés de coordenadora havia sido certeira. Era fato que o mundo dos contests era exponencialmente mais esplendoroso e belo do que aquele o qual estava acostumada, mas não lhe restavam dúvidas que surtaria se precisasse se preparar daquela maneira para cada competição em que arriscasse participar.

Remexendo nos próprios pertences, encontrou a pokéball de sua companheira de, agora, palco. A convocou para fora do objeto, e se permitiu um pequeno sorriso quando o pokémon redondo apareceu diante de si. Se abaixou na frente do animal, e acariciou entre suas orelhas, que se remexeram de maneira suave.

— Você está pronta? — Questionou, observando a maneira como os olhos negros da companheira brilharam e a mesma assentiu rapidamente com a cabeça. Não era pra menos, julgou. Exibir a beleza certamente era mais confortável para a pequena que uma batalha, mesmo que acabasse participando delas quando pedia. Tudo bem. — Vai dar tudo certo. Como combinamos, ok?

Reservou, então, um tempo para ajeitar a roupa e os acessórios para a roedora. Primeiro o pequeno vestido azulado, que se moldou perfeitamente ao corpo de Marill, e as asas logo depois. Para o relógio, costurou um discreto passante na cintura do vestido e ali amarrou a fina corrente dourada que se ligava ao objeto, deixando-o pender e certificando-se de que não cairia após algumas caminhadas para lá e cá do pokémon. Por fim, um pequeno trompete, e esta foi a finalização do figurino da pequena.

A passos lentos, retornou ao espelho, e sentiu-se encarando os próprios pecados. A cabeça balançou, devagar, e o olhar recaiu para verificar o estado das próprias roupas - encontrou o pingente de concha em espiral sustentado pelo colar, e não precisou ir muito longe para se deparar com o vestido de tecido liso que cobria seu corpo. Observou a parte de cima, branca, com as curtas mangas e os quatro pequenos botões transparentes que cortavam o busto ao meio, até a altura da cintura. No fim dela, uma faixa de mesma cor dividindo a peça de roupa em duas metades, e se encontrava nas costas em um laço médio - logo abaixo, a saia volumosa azul bebê encontrava sua nascente, e morria pouco acima da altura dos joelhos. As mãos ajeitaram superficialmente uma ou outra pequena dobrinha do pano, e as pontas dos dedos roçaram devagar na ruiva trança lateral embutida feita há pouco, que agora descansava na frente do ombro. Isso foi tudo antes de retornar a companheira - que até o momento observava - para a pokéball. Depositou um beijo suave no objeto e sussurrou um Boa sorte. Com o tempo a seu favor, assim que terminou, descobriu que foi o suficiente antes que ouvisse a chamada por seu nome para o início da apresentação.

Colocando a pokéball na maleta do trompete que usaria - e pegando com a outra mão o próprio, que até o momento repousava em cima da mesa -, a fechou, pegou pela alça com a mão livre e se encaminhou para o palco.


Apresentação Visual

Theme

Quando transpassou as cortinas claras de cetim, não sabia ao certo o que esperar. Os dedos se apertavam com firmeza na alça da case do trompete, e a mão que segurava o objeto se esforçava para não fazer o mesmo e acabar destruindo o instrumento. O frio na barriga a atingiu de maneira avassaladora, junto ao silêncio intrigado da plateia; Por meio segundo, tinha se esquecido que, sim, teriam sabe-se lá quantas pessoas assistindo àquele pequeno espetáculo que tanto rogava aos céus que não se tornasse um desastre.

Em primeiro momento, evitou a piscina - e se dirigiu ao centro da arena que ainda tinha chão. Não parou em seu meio, embora não tão distante; repousou a maleta no chão e a abriu, retirando ali de dentro a esfera bicolor de sua parceira aquática. Hesitou por um, dois segundos. Com uma respiração funda e um aperto de pálpebras momentâneo, permitiu que a preocupação se dissipasse - afinal, se desse para trás àquela altura, não seria pior do que sequer fazer alguma tentativa?

Tudo bem se você não conseguir.
Você não é uma coordenadora.


— Venha, Marill! Nos dê a honra de sua presença!

E, com esse pensamento e fala, lançou a cápsula esférica no ar. O objeto girou uma, duas, três vezes antes de se partir em pleno voo, libertando um raio esbranquiçado de luz acompanhado por todo o seu comprimento por centelhas menores azuladas que faiscavam em torno do principal. O feixe se impactou sem peso contra o solo cristalizado, se moldando no formato de um pequeno bípede quase tão redondo quanto o objeto que o libertara. O pokémon reivindicou suas cores, e prontamente foi atendido quando o raio que o ligava à pokéball se afinou até dissipar, mas não desapareceu antes de estourar em faíscas cerúleas que rodearam a aquática, dona de um - agora - profundo tom azulado com detalhes esbranquiçados majoritariamente recobertos pelo vestido.

A roedora emitiu um cry animado, e balançou não só o braço em aceno, como também a cauda. Na outra pata, o trompete, e a pokémon se voltou para a treinadora com um sorriso confiante, e fez uma mesura com a cabeça como uma afirmativa para que prosseguisse. A ruiva respirou fundo mais uma vez, e respondeu ao sorriso com um igual, embora mais suave. Então, cerrou as pálpebras, sentiu os pinos do instrumento com os dedos e o levou aos lábios. Mais à frente, sem fechar os olhos, o pokémon imitava os movimentos - observou a ruiva tomar fôlego uma última vez para, só aí, assoprar e romper o silêncio do campo com o eco das notas que bailaram para fora da campânula do aerofone.

A melodia calma percorreu pelo interior do ginásio, rítmica, mas não aconteceu o mesmo do exemplar que Marill segurava: Sem sopros e se recusando a emitir sons, o animal ainda assim fazia a mímica para tal. O corpo arredondado se balançava, sem pressa e sem sair do lugar, de um lado para o outro, conduzindo-se pelo ritmo das notas que a treinadora impunha. A pata se movimentava por cima dos pinos do trompete, sem apertar, e a inferior batia com suavidade no chão. Após o primeiro conjunto de notas da música, os olhos do pokémon finalmente se fecharam, e os pés se volveram e movimentaram para se afastar mais da ruiva, imersa no trabalho com o trompete, parando poucos passos depois.

Quando a repetição do conjunto inicial se deu início, a cauda seguiu o ritmo do balanço do corpo, e os pés se erguiam em suas pontas e baixavam outra vez, de maneira casual. À medida que se aproximava da finalização, o pokémon teatralmente inclinou a saída do instrumento na direção do teto, em linha diagonal. Uma das orelhas da roedora se remexeu com suavidade quando a repetição se findou e a melodia se tornou mais aguda, em preparação para a próxima parte da canção.

Ponto de Mudança: Próximo Parágrafo

Então, apoiando-se num pé só, a bípede rodopiou em torno de seu próprio eixo, tal qual uma bailarina. De seu instrumento, finalmente alguma coisa escapou, mas não se tratavam de notas invisíveis: Para fora da campânula, pequenas bolhas claras deslizaram, flutuando acima de sua cabeça e se espalhando pelo ar à medida que a roedora girava e criava novas circunferências aquosas que rodopiavam livres no campo, a refração causada pela luz artificial sendo responsável pelos leques de cores que dançavam em suas superfícies, facilmente comparáveis com arco-íris. (Bubblebeam)

Um, dois, três, pés no chão para toque de estabilidade, quatro, cinco, seis giros. Então, ambas as patas de Marill descansaram outra vez no piso, e seus olhos se abriram para visualizar o festival de bolhas que bailavam, serenas, pelo ar - aos poucos, à medida que se afastavam, as esferas mais distantes espocavam em tímidos brilhos esbranquiçados. Com um pequeno sorriso satisfeito, a roedora repousou o trompetinho que carregava no chão, e a ponta da cauda balançou vagarosamente em suas costas - então, num movimento rápido, o fio que a ligava com o resto do corpo se esticou e induziu um movimento giratório da esfera azulada da extremidade - nela, invisíveis a olho nu, pequenas moléculas de água começaram a se acumular e orbitar e, de repente, o líquido aquoso se fez presente, inicialmente em formato de aro, envolvendo a orbe da cauda do animal. (Aqua Tail)

À medida que o movimento se mantinha contínuo, o aro se expandiu para cima, gradualmente se moldando em um redemoinho - a roedora deslocou a cauda durante o processo de um lado ao outro, e foi o necessário para que vórtice aquático que se formava alcançasse e englobasse as esferas derivadas do Bubblebeam que ainda flutuavam próximas, acoplando-as na corrente aquática e originando um redemoinho decorado por não mais que três dezenas de bolhas cintilantes. A bípede foi capaz de manter o molde por alguns segundos, porém, infelizmente, o tempo era curto - então, num deslocamento rápido para cima, o redemoinho se desfez, e consequentemente assim aconteceu com as esferas nele conectadas, resultando em uma pequena chuva artificial que recaiu sobre a pokémon de respingos e brilhos que, dependendo do ângulo de visão, se confundiam entre os esbranquiçados e os coloridos.

Com o fim do movimento, também se findou a música que a ruiva se dispôs a apresentar. Felizmente, existiam as versões reduzidas e as notas - pelo menos algumas - eram fáceis de se retirar em caso de necessidade de encurtamento, e não hesitou em fazê-lo, afinal, só poderia se prolongar um pouco mais na segunda metade do seu pequeno - se assim podia dizer - espetáculo.

Mas, como bem dito…
Aquele não era o fim.


Apresentação Artística

Ending Theme

Ao passo que a garoa produzida pela pokémon terminava de atingir o chão, a roedora inspirou profundamente, fechando os olhos e parecendo relaxar por alguns segundos. Um sorriso então se estampou em seu rosto e, ao libertar a visão outra vez, acenou para a plateia de maneira animada - porém, não levou muito tempo no ato. Ao abaixar o bracinho, desviou a atenção ao relógio dourado que pendia quase na lateral do corpo, e o segurou, olhando para os ponteiros.

Sua expressão, por um breve momento, se modificou como se houvesse levado um choque. A mão livre se guiou ao topo da cabeça de maneira teatral, e girou nos próprios calcanhares para novamente virar de frente para a treinadora - então, ergueu o relógio na altura do rosto e usou a pata livre para bater no vidro do acessório, emitindo um cry em busca de atenção. A moça, que àquela altura já havia baixado ao trompete, respondeu ao questionamento sem palavras do pokémon com um sorriso (motivado, inclusive, pela parca lembrança de um conto que envolvia um coelho sempre preocupado com o horário…) e um aceno de cabeça, se abaixou para guardar o instrumento na case - dali, retirou uma rosa, até então oculta, e se endireitou outra vez. Com o ato, a aquática pareceu se tranquilizar, e permitiu que o relógio pendesse ao lado do corpo outra vez - a corrente, em consequência, fê-lo bailar e rodopiar no ar por alguns segundos - e, sem mais perguntas, se encaminhou para a piscina.

Chase tomou fôlego. Revirando o caule da flor entre os dedos, se permitiu caminhar mais à frente na arena.

— Boa noite à todos. — Pelo canto dos olhos, pôde ver quando Marill alcançou a borda da piscina. A roedora se inclinou um pouco mais na direção da água e, com suavidade, iniciou o processo de assoprar seu Bubblebeam na superfície aquosa. — Eu venho de um lugar que, há algum tempo, foi tragado com a aparição de Kyogre. — A jovem pausou as próprias palavras por alguns milésimos, o olhar se desviando temporariamente para a flor em suas mãos, e as pontas dos dedos acariciaram as pétalas macias. — Um lugar banhado pela maresia que, depois de anos flertando com as águas, foi tragado pelo oceano. — Devagar, as luzes da arena diminuíram minimamente. — Eu costumava sentar à beira-mar, e olhar para o horizonte. Me perguntava que tipo de mistérios se escondiam além de onde podia enxergar, e que tipo de magia misteriosa se escondia entre as ondas. — Respirou fundo. — ...Eu não sei quantas coisas foram perdidas no mar. Se algum dia elas serão recuperadas, ou se serão apenas memórias que eventualmente vão desaparecer ao longo do tempo. — Após uma breve pausa, os orbes acinzentados cederam em se reerguer na direção dos jurados, da plateia. — Mas tem algo que tenho certeza, ou ao menos acredito: O mar nunca devolve a mesma coisa que tomou para si, mesmo que ela volte. — A atenção, por um breve momento, se voltou à piscina. Não precisou olhar demais para perceber que as bolhas que Marill soprava com delicadeza na superfície já terminavam de cobrir por completo a extensão da piscina, dificultando a visualização das águas. Voltou o olhar ao público. — Talvez eu não seja capaz de mostrar à vocês a grandeza do oceano. Mas espero poder apresentar essa misticidade que envolve a água, e as profundezas. — Então, com um sorriso quase inquieto, uma das mãos se separou da flor para indicar sua pokémon outra vez, embora desconfiasse que em momento algum ela realmente havia perdido a atenção da plateia. Finalmente, a roedora se afastou mais da borda da piscina agora coberta por bolhas. As esferas claras flutuavam acima do líquido vital, ondulando suavemente por conta da movimentação que a cascata ocasionava ao derramar-se no nível inferior.

Marill trocou um breve olhar com sua treinadora antes de focar-se novamente na água à sua frente. Ela puxou fôlego, devagar e, então, um pequeno pulo sem sair do lugar - e assim o fez mais duas vezes antes de, por fim, saltar. Durante a subida que o impulso a garantiu, a aquática enrolou o próprio corpo no formato de uma bola e uma aura esbranquiçada a envolveu por completo, enquanto a esfera iniciou um movimento giratório que, gradualmente, aumentou de velocidade. Foi dessa maneira, rápida e potente quanto uma bola de canhão, que seu corpo entrou em queda livre, impactando contra a piscina e nela desaparecendo. (Defense Curl + Rollout)

Uma coluna de água se ergueu em consequência à colisão do corpo da roedora durante o mergulho, e as ondas que se derivaram no processo agitaram e arremessaram as bolhas em baixo nível, iniciando uma reação em cadeia: Uma por uma, num estalar de dedos, as esferas estouraram, espalhando um brilho esbranquiçado por cima da piscina que logo desapareceu. As luzes, então, diminuíram ainda mais - não o suficiente para embarcar o campo em trevas, mas envolvendo o ginásio em algo próximo de uma penumbra tímida e obscurecendo as águas.

O puro silêncio recaiu sobre a arena. Enquanto as águas ainda se tranquilizavam após o distúrbio causado pelo mergulho de Marill, a treinadora outra vez interviu. Em passos decididos, se encaminhou até a piscina e, quando os pés alcançaram uma das rochas que contornava a área - mais precisamente a que se alinhava verticalmente tanto com a plataforma central, quanto com a cachoeira -, usou de uma mão para arremessar ao ar a planta que, até então, mantivera em mãos.

— Emerja, Blue!

Por um breve momento, um ponto luminoso se fez presente nas águas escuras. Antes que a flor atingisse seu pico de trajetória, pequenas ondas perturbaram a piscina já serena - então, de súbito, um corpo luminescente irrompeu na superfície. Ao seu encalço, uma corrente espiral de água se tornou a única conexão existente entre o pokémon e o líquido, tal qual uma fita de ginástica artística. (Aqua Tail)

O mundo, testemunha curiosa, pareceu girar em câmera lenta. Em meio ao ar, foi visível a transformação que a roedora sofria: Seu corpo, ainda arredondado quando brotou das profundezas, vagarosamente duplicou de tamanho, e suas bordas foram moldadas e modificadas para um formato oval. Suas orelhas circulares se alongaram - uma das quais, inclusive, tombou para a frente durante seu crescimento, como se não fosse capaz de sustentar o próprio peso. Seguindo o mesmo exemplo, as patas também se esticaram e uma das mãos - estendida na direção dos céus quando, como um projétil, abandonou as águas - foi capaz de alcançar o caule da flor no ápice de seu curso.

Nesse exato momento, uma aura de um azul profundo pulsou do encontro ocorrido entre a rosa e a pata do animal em metamorfose. A onda luminosa ecoou pela arena, cintilante e chamativa em decorrência à tímida iluminação provinda das luzes do ginásio, varrendo qualquer distração e colorindo a atmosfera. Infeliz ou felizmente, o efeito não perdurou muito tempo, confiando provas de sua existência à memória dos demais presentes. (Helping Hand)

Como que abandonando uma casca, a luminescência que envolvia a carcaça da aquática se rachou e estilhaçou, espalhando, por curtos segundos, vestígios luzentes na atmosfera; A corrente espiralada gerada pelo orbe de sua cauda se desfez, permitindo que respingos tombassem contra a superfície aquosa logo abaixo. A gravidade não permitiu que seu corpo fosse mais além: Então, com suavidade e na ponta dos pés, o pokémon recém-evoluído aterrissou na plataforma central que flutuava em meio à piscina, agora com a rosa em mãos - um holofote se acendeu sobre o animal que, em exibição, emitiu um poderoso cry, composto por algumas notas mais graves que o de sua forma anterior e, levando a pata livre à boca, soprou um beijo galante para o público, com uma pequena piscadela.

Treinadora e pokémon, frente a frente - a primeira sobre a pedra lisa à margem da piscina, a última na plataforma central. Uma cumprimentou a outra com uma mesura delicada, e sorriram. Não havia acabado, ainda não: E esse fato se denotou quando um novo facho de luz cortou a atmosfera, provindo de outro holofote, e iluminou também a figura da jovem. Com uma respiração profunda, Chase endireitou a coluna outra vez, e testou a rocha com a ponta da sapatilha transparente para checar se não era escorregadia em demasia - julgou estável o suficiente, porém, por precaução, afastou-se em dois passos da beira da piscina. A moça trocou um breve olhar com Azumarill e, então, acenou positivamente com a cabeça.

O pokémon puxou fôlego e inflou o peito, segurando a rosa com ambas as mãos, apoiada contra o torso. Quando abriu a boca outra vez, o interior desta se iluminou com um tom claro de azul e, inclinando o rosto para cima, soprou inúmeras bolhas que, desta vez, reluziam em um vibrante nuance de anil. As esferas seguiram um caminho de parábola, elevando-se no ar e recaindo sobre a treinadora; No primeiro orbe que descia, a moça estendeu a mão e o permitiu pousar no centro palma - e, com o ínfimo contato, a bolha estourou em tímidos brilhos azulados que logo desapareceram. (Bubblebeam)

Natalie tomou ar, e levou ambas as mãos ao peito. As pálpebras se cerraram, e permaneceu na mesma posição por dois, três segundos, enquanto sentia as bolhas gradualmente a rodeando e uma ou outra espocando em brilhos azulados ao mínimo contato. Embora não fosse capaz de ver o céu - tanto pela obstrução da estrutura, quanto pelos olhos fechados -, a face se inclinou em sua direção. Enquanto isso, sem que em momento algum a criação de bolhas se interrompesse, a cauda da coelha aquática se esticou e balançou uma, duas vezes no ar; Diminutos pontos cintilantes circundaram o orbe em sua extremidade e, em um gesto suave, estes focos luminosos foram conduzidos pelo ar e se metamorfosearam no formato de pequenas estrelas prateadas que envolveram a moça em frouxas espirais. (Tail Whip)

Sem sair do lugar, as sapatilhas trabalharam para induzir o corpo à um giro de extrema leveza. As mãos não se afastaram, mas os dedos se movimentaram para retirar os quatro botões transparentes do vestido de suas casas, um por um, revelando um tecido colorido por baixo do primeiro. Outro volteio e as mãos abriram o tecido do busto numa separação rápida, e o mesmo aconteceu com a parte dianteira da faixa abaixo deste - um movimento dos ombros e as mangas tombaram pelos braços, que se jogaram para trás e retiraram a parte superior da roupa como um colete, largando-o no chão - quando a faixa foi retirada, pequenos velcros na parte interior se descolaram, libertando também a segunda metade da vestimenta.

Então, rodopiou. A ponta superior da saia, ao perder a segurança que a faixa trazia, desdobrou-se quando o pano tombou - e o novo vestido desabrochou como as pétalas de uma flor. Apenas quando a altura do tecido quase alcançou o chão que os pés interromperam o trabalho, e Azumarill fez o mesmo, inibindo a constante produção de bolhas.

O restante das esferas aquosas estouraram acima da moça, a envolvendo em uma garoa fina de brilhos prateados e azuis, revelando enfim o novo traje que emoldurava o corpo de Chase: Em cima, um tomara-que-caia de rendas escamadas e, a partir da cintura, a saia de malha de tule que escorria em um delineado tímido por suas pernas, que convenientemente também oferecia um estilo fairy à vestimenta. A coloração azul esverdeada da peça em nada se destoava dos cintilantes brilhos anis que se espalharam em decoração por seus cabelos ruivos, principalmente entre os cruzamentos das madeixas, provenientes do estouro das bolhas de mesma cor.

Por um segundo apenas, a jovem se sentiu desconectar do mundo. Piscou uma, duas vezes - desviou os orbes para as próprias roupas, e então cruzou olhares com a pokémon. A aquática, em resposta, ofereceu um sorriso contente. Deu alguns passos na direção da beirada da plataforma e, num gesto tranquilo, lançou a rosa na direção da ruiva, que tomou a flor entre os dedos sem dificuldade.

Chase olhou para as pétalas por alguns momentos, e os dígitos as afagaram com gentileza. Então, tomou coragem, e a atenção novamente se voltou para Azumarill, antes de se desviar, enfim, para a plateia. Num ato final, ambas agradeceram ao se inclinar em uma curta, tímida reverência. Seu trabalho ali estava terminado.

Nada volta da mesma forma após desaparecer nas águas, ou ao se ver no laço destas, afinal.
Agora, a dupla era uma prova disso.

itens:

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Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << F2fMWF7 Vestido Dama do Lago
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Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Trumpet Trumpet
Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Pocketwatch Pocket Watch
Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Rose Rose

P.S: Por gentileza, atualizar evolução de Marill na Box! <3



_________________
O amanhã é efeito de seus atos. Se você se arrepender de tudo que fez hoje, como viverá o amanhã?
Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Zeu0QEE
Awards:

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Mensagem por Cedric Ross em Qua 1 Maio - 7:23





QUE TAL O MEU PERFIL, HEIN?








WALLACE CUP

Incapaz de erguer a vista, permaneço sentado mantendo meu olhar fixo em um ponto vazio no chão. Bastante inquieto, Bulbasaur morde minha calça na altura do tornozelo e sacode minha perna em um tentativa de arrancar de mim qualquer reação. Isso me parte ainda mais o coração, pois eu simplesmente não ouso olhar de novo para a tela que exibe os outros competidores se apresentando em tempo real. Como explicar ao pequeno réptil que o seu treinador já foi derrotado antes mesmo de subir ao palco? Antes mesmo de tentar.

Bulbasaur grunhe de forma aflita e eu o pego no colo, abraçando meu pequeno Pokémon. - Desculpa, amigão. Eu não sei onde eu estava com a cabeça. Não temos condições de competir com esses coordenadores... - Sussurro para o gramíneo e ele me retorna uma feição de susto ao passo em que começa a se sacudir e resmungar em protesto. - Calma, Bulbasaur! Não é culpa sua. É tudo culpa minha. Eu que me precipitei, não devia ter forçado a barra e me enganado quanto às nossas chances nessa competição. - Digo com bastante pesar e me surpreendo quando Bulbasaur salta para o chão e continua a resmungar, quase como se estivesse me dando um sermão pelo pessimismo. - Você... Você não está nervoso em competir? Não está com medo de perder? - Pergunto e o pequeno Pokémon esverdeado sacode a cabeça em negação com propriedade o suficiente para me servir como um belo choque de realidade.

Bulbasaur ainda é apenas um bebê e já mostra mais convicção do que eu mesmo. Um verdadeiro tapa na cara, mas que obriga a engolir o choro e erguer a cabeça. - Bem, uma coisa é certa: nós já chegamos até aqui. Ver você tão confiante, Bulbasaur, me obriga a no mínimo fazer minha parte como treinador e não desapontá-lo! - O réptil abre um sorriso e salta para o meu colo novamente no momento em que um assistente me avisa que eu serei o próximo a me apresentar. Abraço o pequeno esverdeado e me ponho de pé prontamente. - Acho que é isso então. Não importa o que aconteça lá no palco, vamos tentar até o fim. Combinado? - Digo e Bulbasaur assente. Logo recolho o Pokémon em sua Pokébola e me preparo para começar.


APRESENTAÇÃO VISUAL

Caminho até o centro do palco, à principio intimidado pela platéia extremamente numerosa. Olho em volta e aceno de forma de tímida. - Boa noite, Sootopolis! Me chamo Cedric Ross e este é o meu grande parceiro, Bulbasaur! - Exalto da forma mais compassada que consigo e lanço a Pokébola para o alto, liberando Bulbasaur no ar. O pequeno esverdeado realiza uma pirueta e aterrissa de frente para o público, alguns metros à minha frente. - Bulbasaur, vamos lá! - Comando, e o Pokémon começa a correr.

- Investida! - Requisito e Bulbasaur usa de bastante impulso para lançar seu corpo para frente em uma série de saltos maiores e mais efetivos. O pequeno réptil começa a ziguezaguear em suas investidas até atingir o extremo leste do palco enquanto, simultaneamente, eu corro também em movimentos de ziguezague, de braços abertos como se estivesse voado, até o extremo oeste da área de apresentação. Assim que chego no ponto desejado, giro sobre os meus calcanhares e vejo que Bulbasaur já está pronto para o novo comando.


Wallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Cwc3cnuWallace Cup - >> É AQUI Ó! ISSO MESMO! << Bulba


- Vamos lá, Bulbasaur! Investida, como combinamos! - Exclamo e começo a correr na direção do gramíneo, este, por sua vez, correndo velozmente ao meu encontro. Quando estamos a poucos metros de distância, eu comando. - Agora! - E me lanço de joelhos, deslizando pelo chão enquanto Bulbasaur inicia sua investida. Em um movimento rápido, abaixo minha cabeça e ergo meus braços, formando um arco acima dos meus ombros. Bulbasaur salta em uma investida e se lança por entre o arco que formei com meus braços. O pequeno aterrissa com uma cambalhota e continua correndo até o limite do palco. Eu tomo um pouco de distância e aceno com a cabeça ao novo comando. - Muito bom! Agora mais uma vez! - Digo e o pequeno réptil começa a correr novamente, preparando sua propulsão para mais uma investida. Ajoelho-me e formo um aro com os braços novamente. Abaixo a cabeça e Bulbasaur projeta seu corpo por entre meus braços mais uma vez, aterrissando com outra cambalhota.

Ergo-me e reverencio o público. - Muito obrigado! - Agradeço pela atenção e agarro meu Pokémon quando ele salta para o meu colo bastante extasiado. No fundo sei que não foi uma grande apresentação, mas ver Bulbasaur feliz por se apresentar já me anima bastante.


APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA

- Pessoal, esta é a minha primeiríssima apresentação em um Contest então eu devo lhes confessar duas coisas. A primeira é que eu estou muito nervoso, e por isso peço desculpas. E a segunda é que, quem vê esse pequeno aqui correndo e salto com tanta energia não deve nem suspeitar que fora do palco ele é um verdadeiro preguiçoso. E como um dos hobbies preferidos dele é dormir, eu acabei ensinando algumas cantigas de ninar para ele. Hoje, Bulbasaur vai tentar cantar uma dessas cantigas para vocês. Pronto, amigão? Então vamos lá! Pode começar como o rosnado! - Comando e deixo Bulbasaur pular para o chão tomando a frente do palco.

O pequeno começa a utilizar seus rosnados para tentar cantarolar a melodia da canção de ninar. Os ruídos parecem desafinados e guturais, mas essa é justamente a parte engraçada e fofa em questão. Ajudo o pequeno esverdeado cantarolando a melodia para acompanhá-lo, porém sem contornar a voz do pequeno Pokémon.

(LINK)

Ao final da cantiga, Bulbasaur retorna aos meus braços e eu deixo o palco acenando e agradecendo a atenção da platéia. - Muito obrigado a todos! Foi uma honra me apresentar nesse evento magnífico! - Exalto e deixo o palco indo de volta para a coxia onde me escoro em uma parede e desliso até sentar-me no chão. De um jeito ou de outro acabei tendo a minha grande estréia. ganhando ou perdendo, muito provavelmente perdendo, pude ter a certeza que meu Pokémon nasceu para esse tipo de coisa. No fim a experiência acabou sendo muito válida. - Está feliz, amigão? Obrigado por não me deixar desanimar e desistir sem ao menos tentar. Tenho certeza que seremos uma bela dupla um dia. - Digo e abraço meu Pokémon, procurando forças para me por de pé e ir aguardar o resultado das apresentações.
Cedric Ross
Cedric Ross
Treinador

Treinador

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