Pokémon Mythology RPG
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[Rota 1] Começa a aventura de Daisuke!

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[Rota 1] Começa a aventura de Daisuke! - Página 3 Empty Re: [Rota 1] Começa a aventura de Daisuke!

Mensagem por Daisuke em Qua 16 Jul 2014, 16:44

Off: Deve ser pura diversão estar de férias e sem net kkkkkkkkkkk


Assim que aceitei ajudar a pequena Wooper começamos a caminhar em direção aleatória e Drowzee sugeriu que fossemos procurar perto do lago já que ela era uma pokémon aquática.

- Ei, você... Eerrr... Humano? Argh, eu não sei o seu nome! Bem, o importante é que nós estamos procurando pela casa de um Pokémon aquático, então o melhor a se fazer seria ir até um lago. O que acha?”

- É, faz muito sentido, vamos até o lago.

Durante o percurso Charmander sobe em minha nuca e Wooper fica em meu colo.

"Mas que folgados..." - Eu pensava comigo.

A expressão que tinha estampada em meu rosto não condizia como meu pensamento, apesar de terem se acomodado em mim como se eu fosse um "sofá ambulante", aquilo me deixava alegre, nunca estive rodeando por tantos pokémon.
Logo percebo que os dois "folgados" que estavam sobre mim adormeceram e eu esbocei um sorriso de canto. Sem muito nexo com situação, pensava também como ainda existiam pessoas que poderiam fazer mal a criaturas assim.
Não eramos perturbados por nenhum outro pokémon, os curiosos que se aproximavam logo fugiam ao ver Drowzee e isso me mostrava duas coisas. Uma era que aquilo que o psíquico dissera era mesmo verdade e a outra era que se ninguém ousava enfrentar ele talvez seria porque o mesmo era bem forte.
Após ver que o mesmo se desanimava com aquilo resolvi confortá-lo.


- Não se preocupe. Você não está mais sozinho. - Eu dizia sem olhar para baixo com um sorriso no rosto.

Depois de alguns minutos Pidgey desce e pia algo para Drowzee e o mesmo traduz para mim.

- Maravilha, o General trouxe duas notícias, uma boa e outra má, qual você quer ouvir primeiro?

- Bem...

Antes que eu terminasse de falar Drowzee leva uma bicada de Pidgey que eu não entendi até ser traduzida pra mim.

- AI! Se não quer que eu lhe chame de General, então pare de agir como um militar! Enfim, a boa notícia é que existe um lago a cerca de vinte metros daqui, basta seguir para o norte. A má é que existe um grupo de humanos exatamente nessa direção, e não tem como prever suas intenções. O que nós fazemos agora, humano? Aaahhh, você pode me dizer o seu nome?

- Ué, porque não gosta de General? Achei um apelido muito legal... General. - Eu dizia a última palavra em um tom sarcástico.

- Agora falando sério, o lago está próximo, mas existem humanos lá, é isso? Bom... Pidgey veja o que estão fazendo, podem ser pescadores e veja quantos são. Caso sejam, esses caras são viciados em pokémons aquáticos e temos um aqui e não sei se seria uma boa ideia levá-la lá sem antes pensar em algo. Outra coisa que devemos nos preocupar, algum de vocês já teve uma experiência ruim com outros humanos? Alguns da minha raça são vingativos e qualquer mal que tenham feito á eles ou alguém próximo pode desencadear isso.
- Mas estamos vendo apenas pelo lado negativo, eles podem ser pessoas boas e talvez até viram, por um acaso, a família da Wooper.
- De toda forma faremos o seguinte. Eu acordarei Charmander e irei até eles como quem não quer nada e tentarei iniciar um diálogo pra ver quem são e o que fazem, algo assim. Drowzee quero que fique fora de vista atrás de um arbusto ou árvore junto com a Wooper. Pidgey vou te pedir três coisas, a primeira é que depois que eu acordar a pequenina aqui você ficará encarregado de explicar a situação á ela, segunda quando eu for falar com eles quero que nos observe do alto de uma árvore ou algo assim, terceira e talvez a mais difícil pra você, quero que confie no Drowzee. Entendido todos?!
- Ah! E claro, me chamo Daisuke.
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[Rota 1] Começa a aventura de Daisuke! - Página 3 Empty Re: [Rota 1] Começa a aventura de Daisuke!

Mensagem por Miki Mayoke em Sab 19 Jul 2014, 10:50

Off: É tão divertido que vou me jogar da ponte ç.ç Estou precisando usar o cabo USB para passar a Internet do celular para o computador, mas ela está tão lenta que cada guia demora quase meia hora para abrir x.x


Apesar de estar sendo usado como um “sofá ambulante”, Daisuki não estava irritado com a sua situação, muito pelo contrário. O garoto nunca estivera cercado por tantos Pokémons antes, aquele era o primeiro contato real do novato com os monstros de bolso em seu habitat natural. Agora que se tornara um treinador, situações semelhantes seriam muito frequentes. No entanto, esse tipo de interação provavelmente ocorreria apenas com seus próprios Pokémons, uma vez andar lado a lado com Pokémons selvagens em tamanha harmonia era algo raro na vida de um treinador.

Drowzee parece se animar quando Daisuki lhe diz que ele não ficaria mais sozinho, abrindo para o humano um singelo sorriso. Para psíquico parecia irônico que o mesmo ser que lhe julgara e chamara-lhe de “coisa feia” fosse agora o responsável por proporcionar a ele uma caminhada agradável em meio a um grupo de amigos, algo que antes lhe era impossível. Claro que Pidgey adoraria atacá-lo na primeira oportunidade que aparecesse, o pombo não fazia questão de esconder isso, no entanto esse era apenas um pequeno detalhe que com o tempo poderia ser contornado.

Quando o menino comenta sobre o apelido de Pidgey, dizendo que “General” era um bom nome, o pássaro piou algo em um tom desconfiado, e Drowzee logo escreve a tradução.


Drowzee escreveu:“Ele está perguntando se isso foi sarcasmo. E está dizendo que, caso tenha sido, é melhor procurar uma armadura, e bem rapidinho. De acordo com ele, você não tem armas para ganhar essa guerra. Viu só? E depois ele ainda reclama quando o chamo de General.”


O pombo parecia prestes a bicar novamente o hipnotizador, no entanto Daisuki achou aquele um excelente momento para intervir, passando instruções para os Pokémons sobre o que deveria ser feito. Ambos os monstros de bolso negaram ter qualquer vínculo com humanos, exceto por uma vez quando Drowzee se alimentara com os sonhos de um adulto, mas isso fora apenas porque o mesmo tentara atacá-lo. Felizmente, de acordo com Pidgey, todos os humanos que ele vira tinham aproximadamente a mesma idade de Daisuki.

O menino explicou detalhadamente seu plano, e este pareceu ser aprovado pelos monstrinhos. Pidgey não ficou muito feliz em ter que cooperar com Drowzee, no entanto logo fez seu apelido de General ser justificado, usando sua direita para bater continência, afirmando que seguiria as ordens. O psíquico murmurou algo em tom brincalhão, e apesar de não ter traduzido, ficou bem claro que era alguma coisa sobre o apelido que dera ao pombo, pois recebeu mais uma bicada deste.

Charmander e Wooper não pareceram gostar de terem sido despertos pelo garoto, no entanto nem mesmo tiveram tempo para lamentar, pois o lagarto foi praticamente arrastado por seu treinador até o local onde os humanos desconhecidos provavelmente estavam. Enquanto isso, Pidgey tentava colocar uma sonolenta Wooper a par da situação, o que se mostrava uma tarefa mais difícil do que o esperado, uma vez que esta estava praticamente dormindo em pé. Antes de ir, no entanto, o treinador conseguiu ler uma última mensagem, que Drowzee escrevera após o menino anunciar seu nome.


Drowzee escreveu:“Daisuki, hum? Não vou me esquecer.”


Charmander, que parecia mais um zumbi do que um Pokémon há poucos minutos, ficou completamente desperto ao saber dos detalhes do plano de Daisuki. O lagarto continuava na cabeça do mesmo, porém dessa vez usando-a como um ponto de observação. No fim, encontrar o tal grupo de humanos não foi tão difícil quanto pensaram. Os gritos e o regador ajudaram.

Mal se passaram dez minutos de caminhada quando o humano tropeçou em algo que pareceu brotar “magicamente” bem a tempo de ser atingido por seu pé. Felizmente, ele conseguiu se apoiar em uma árvore antes de cair, fato que não poderia ser dito de Charmander, que se desequilibrou e caiu no chão. Enquanto o lagarto reclamava da grande quantidade de quedas que levara em um único dia, Daisuki pôde identificar o objeto em que tropeçara. Para a surpresa do menino, tratava-se de um regador verde com detalhes dourados.


– AH NÃO, DE NOVO NÃO! – Antes mesmo que o menino pudesse ter qualquer reação diante do aparecimento do objeto que definitivamente não deveria estar ali, um grito estrondoso pareceu ecoar por toda a rota, e fez com que ele precisasse tapar os ouvidos. O berro viera de algum lugar à esquerda de Daisuki, mas este não conseguia ver quem o dera, pois um conjunto de árvores barrava a sua visão.

Charmander apontou naquela direção, indicando que o grupo de humanos que Pidgey vira provavelmente estava lá. O garoto iria verificar?
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Mensagem por Daisuke em Sab 19 Jul 2014, 21:22

Off: Meu Deus isso é tortura
Off 2: Me explica uma coisa que eu fiquei em dúvida. Esse "AH NÃO, DE NOVO NÃO!" foi o berro que eu ouvi? Não entendi direito.

Quando brinco com o apelido do Pidgey, o mesmo pia alguma coisa que logo fora traduzida por Drowzee. E sinceramente, não entendi nada, mas não tinha muita importância.
Depois de explicado o plano e muito bem entendido pelos pokémon, fui em direção aos humanos, mas antes de sair Drowzee deixou mais uma mensagem, que correspondi com um aceno de cabeça.
Não se passaram nem dez minutos e algo pareceu brotar no chão fazendo com que eu tropeçasse, porém com sorte consegui me apoiar em um árvore e não caí, mesma sorte que não estava com Charmander, pois este se desequilibrou e caiu. Ele parecia ter ficado irritado, já que esta não é a primeira vez que ele caía no dia.
Não consegui me conter e dei uma gargalhada de Charmander.


- Parece que a nossa narradora adora ver você se espatifando no chão, hein Charmander.
- Mas no que eu tropecei?

Logo me virava e identificava que o objeto era um regador verde com detalhes dourados.

- Mas que raios um regador está fazendo aqui no meio do mato?

Eu pensei em pegar o objeto para observá-lo melhor, mas antes que fizesse qualquer movimento um grito estrondoso ecoou por toda aquela área, e me fez tapar os ouvidos.
O som parecia ter vindo da minha esquerda, mas não dava pra ver nada além de árvores e mato.
Charmander depois de recuperado da queda, apontava para a mesma direção e esta também era a direção que Pidgey disse ter visto os humanos.


- Vamos pra lá Charmander, mas antes vou recolher este regador só pra ele não ficar jogado aqui no mato.


Off 3: Espero que não se importe com a brincadeirinha feita com a narradora ^^
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Mensagem por Miki Mayoke em Sab 26 Jul 2014, 21:38

Off: Desculpe a demora, mas já lhe contei os motivos. Irei acelerar sua rota, até o próximo sábado pretendo encerrá-la.
Off2: Sim, exatamente. Sinto muito se o último post tiver ficado confuso, estava realmente com pressa quando o fiz, então não tive tempo de revisar.
Off3: Não se preocupe, achei a brincadeira engraçada. E pode ter certeza de que essa não é a última queda que Charmander vai levar XD
Off4: Só para deixar claro desde o início, "Chibi Ningen" significa "pequena pessoa".
Off5: Ah, antes que me esqueça, descrição de personagens não é bem meu ponto forte, então talvez esse post também tenha ficado um pouco confuso. Se esse for o caso, me avise para que eu tente melhorá-lo.




Seguindo a direção de onde o grito viera, Daisuke logo chegou a uma clareira. Dentro desta, um grupo bem peculiar de adolescentes parecia ter parado para lanchar. O primeiro, que estava mais próximo à Daisuke, era um garoto moreno de aproximadamente treze anos. O mesmo não parecia muito preocupado com a aparência, usava roupas simples, uma camiseta branca e calças jeans, e não fazia grande esforço para ajeitar seus cabelos castanhos naturalmente desarrumados. Ele tinha um olhar incrédulo estampado no rosto, encarava um Squirtle caído aos seus pés como se não acreditasse no que seus olhos lhe mostravam.

Essa é a terceira vez que saio para buscar Chesto Berries, e quando volto todos os Pokémons que terminei de despertar estão dormindo! – Berrava, elevando as mãos ao céu como um modo de demonstrar sua frustração.

Jun, me traga mais chá. – Uma menina loira, cerca de um palmo mais baixa do que o garoto, estava sentada sobre um pano florido, quase como se estivesse em um piquenique. A mesma segurava com uma xícara dourada com a fineza de uma dama da mais alta sociedade, e à sua frente encontrava-se um bule, provavelmente vazio. Ela era bem diferente do menino, que provavelmente se chamava Jun, usando um belo vestido vermelho e tendo seus sedosos cabelos amarrados por uma fita verde-esmeralda. A garota era realmente bonita, suas feições eram delicadas como as de uma boneca, no entanto seus olhos azuis eram frios, não condiziam com sua aparência angelical.

Como raios quer que eu faça mais chá quando você já acabou com todo o nosso estoque? – Gritava Jun, apontando um dedo acusadoramente para a loura.

Francamente, que servo mais inútil você é. – Respondeu, friamente.

Como vocês podem ser tão egoístas, Shinku e Chibi Ningen? – Perguntou outra garota, esta usando um longo vestido verde e possuindo cabelos castanhos que caíam livres por seus ombros até aproximadamente a sua cintura. No entanto, o traço mais marcante nela era definitivamente seus olhos heterocromáticos, o esquerdo era lilás enquanto o direito era verde. – COMO PODEM ESTAR PREOCUPADOS COM CHÁ E POKÉMONS ADORMECIDOS QUANDO EU PERDI MEU REGADOR?

Chibi Ningen? Eu sou maior do que você, jardineira demoníaca! – Indignou-se Jun.

Chibi, chibi, chibi, chibi, chibi! – Gritava a menina de vestido verde, irritando ainda mais Jun.

Suisei Seki e Jun, será que não podem manter a paz por míseros cinco minutos? – Reclamou a quarta e última pessoa que se encontrava no local. Esta também era uma garota, e possuía cabelos castanhos semelhantes aos de Suisei Seki, com a diferença de serem curtos. Vestia uma blusa roxa de manga comprida e uma calça da mesma cor, e em seus cabelos estava uma cartola semelhante à de um mágico. No entanto, o que mais chamava a atenção nela eram seus olhos, também heterocromáticos, porém em cores invertidas aos da menina de vestido verde. Enquanto a outra possuía o olho esquerdo lilás e o direito verde, ela tinha o direito verde e o esquerdo lilás.

NÃO! – Gritaram Jun e Suisei Seki simultaneamente.

Desista, Sousei Seki, esses dois são um caso perdido. – Shinku suspirou, parecendo impressionada com a incompetência da dupla.

Sim, mas... Isso é realmente estranho... Primeiro todos os Pokémons adormecem do nada repetidas vezes, e logo em seguida o regador da minha irmã some. Não é normal. – Disse a garota da cartola, que provavelmente se chamava Sousei Seki. Olhando com mais atenção, Daisuke percebeu a presença de mais três Pokémons ao lado do Squirtle, estes eram uma Budew, uma Larvitar e uma Chikorita. Todos os quatro estavam adormecidos.

Jun, faça-me mais chá. – Shinku voltou sua atenção para seu precioso chá, parecendo considerar os estranhos acontecimentos de menor importância.

Maldito o dia em que eu aceitei esse contrato maluco! – Gritou o garoto, inconformado.

Daisuke acabara encontrando o grupo mais peculiar que já cruzara a Rota 1, mas ao menos nenhum dos humanos parecia representar uma ameaça. Do outro lado da clareira, o treinador conseguia enxergar o tão procurado lago, no entanto não havia como alcançá-lo sem passar pelas quatro pessoas, que não pareciam estar em seus melhores momentos. O rapaz ainda carregava o regador em suas mãos, e este aparentemente pertencia à garota de vestido verde, a ação mais honesta seria devolvê-lo.
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Mensagem por Daisuke em Dom 27 Jul 2014, 03:16

Off: Coitado do meu pokémon kkkkkkkkkkkkkk
Off 2: Descrição não é seu ponto forte? Acho melhor repensar isso, tenho a imagem deles todos na minha mente.


Quando chego no local de onde veio o grito, vejo quatro pessoas aparentemente lanchando. Logo atrás deles eu podia ver o rio que procurávamos, mas volto minha atenção a eles novamente.

"Que cara sortudo lanchando com três belas garotas..."
"Ei! Pare de pensar coisas indecentes e concentre-se na missão."
- Eu estava tendo um conflito mental sobre a atual situação.
"Esses caras são muito barulhentos. Espera um pouco, ele disse que os pokémon estão dormindo...não, não é possível, não pode ser o que acho que é."
"Ah, deixa isso pra lá, esse lance de pokémon dormindo fica pra depois. Analisemos a situação. As garotas de roxo e verde provavelmente são irmãs, a de vermelho parece ser uma dama e o garoto tá pagando de garçom. Todos os pokémon estão dormindo, então aparentemente nada muito perigoso. Esse regador pertence a essa Sousei ou sei lá o que, as duas tem o nome igual."
"Acho que se eu for educado e devolver o regador devo ganhar uns pontos com eles."


- Ok, vamos lá! - Eu sairia de onde estivesse e lentamente me aproximaria deles.
- Err... Com licença? Não pude deixar de ouvir a conversa, mas se entendi bem vocês estão procurando por esse regador? - Eu o estenderia de forma a entregar para o primeiro que viesse pegar.
- E parece que estão com problemas com seus pokémon, será que posso ajudá-los? - Sempre com um sorriso no rosto, tinha que manter a boa impressão.

Depois disso olharia em volta para ver se encontrava Pidgey sobrevoando o local.
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Mensagem por Miki Mayoke em Dom 27 Jul 2014, 17:04

Off: Pode ter pena kkkkkk
Off: Bem, acho que de vez em quando consigo fazer algo direito ^^ Mas ainda não estou acostumada a lidar com uma quantidade tão grande de personagens x.x




A primeira impressão que Daisuke tivera do grupo não fora das melhores, eram muito barulhentos e eram dotados de personalidades um tanto contrastantes. O fato de todos os Pokémons ali presentes estarem adormecidos chamou a atenção do jovem por alguns segundos, aquela situação lhe era bastante familiar e inicialmente o fez suspeitar de Drowzee, porém logo tirou esse pensamento da cabeça, era impossível que o psíquico tivesse causado aquilo.

Fazendo o possível para controlar o conflito de pensamentos que ocorria em sua cabeça, Daisuke tentou analisar mais detalhadamente a situação. As duas garotas de olhos heterocromáticos, Suisei Seki e Sousei Seki, aparentemente eram irmãs. Seus nomes estranhamente semelhantes também eram um indício disso. A menina de vermelho, Shinku, agia como uma verdadeira dama e parecia ter certa obsessão por chá, além de tratar o único garoto pertencente ao grupo, Jun, como um servo. Este último não passara uma impressão muito melhor, parecia viver em constante guerra com Suisei Seki.

Todos os Pokémons estavam dormindo, o que diminuía drasticamente qualquer perigo que o grupo pudesse representar. O regador provavelmente pertencia à Sousei Seki... Ou Suisei Seki, os nomes das duas eram tão semelhantes que confundiam o treinador.

Por fim, Daisuke decide devolver o objeto, talvez daquele modo ganhasse alguns pontos com eles. Saindo de seu esconderijo, o garoto tentava iniciar um diálogo pacífico, estendo o regador de modo que este ficasse visível para todos os alcances.

Meu... Meu regador! – Suisei Seki precipitou-se na direção de seu amado objeto de jardinagem e segurando-o em seus braços com a alegria de uma criança na manhã de natal, ignorando momentaneamente o aparecimento de Daisuke. No entanto, assim que se deu conta de que estava frente a frente com um garoto desconhecido, deixou escapar um grito e correu na direção da garota de cartola, escondendo-se atrás desta.

Calma, Suisei Seki, está tudo bem. – Dizia a outra dona de olhos heterocromáticos, apesar de não parecer muito preocupada. Aparentemente, mudanças de atitude repentinas eram bem comuns vindas da menina de vestido verde. Apesar disso, Daisuke percebeu algo a mais na expressão de Sousei Seki. Ela parecia pensativa, quase preocupada, como se estivesse lidando com um conflito de pensamentos.

Jardineira bipolar demoníaca... – Resmungava Jun, recebendo como resposta um olhar assassino da garota que acabara de insultar.

Qual é o seu nome? – Shinku até o momento fora a única que realmente prestara atenção em Daisuke, e questionava este sobre como se chamava. – Chamo-me Shinku Maiden. As meninas de roxo e verde são as gêmeas Suisei Seki e Sousei Seki, e o menino desleixado é meu servo, Jun Akemi.

Uma dica, se um dia uma garota de vermelho se oferecer para lhe salvar de um bando de Beedrills em troca de devoção eterna, responda não. Acredite, é melhor ficar com as Beedrills. – Jun aconselhou Daisuke, seu tom de voz era inconformado e com um toque de irritação.  – E sim, você pode nos ajudar se tiver um estoque infinito de Chesto Berries, porque eu acho que Darkrai decidiu que seria muito divertido brincar com a gente.

Jun... – Sussurrou de modo desaprovador Sousei Seki, que havia enfim conseguido acalmar sua irmã gêmea. – Desculpe por isso, ele ainda não se conformou com sua atual situação. É uma longa história...

E bota longa nisso... – Completou Suisei Seki, que já parecia recuperada de seu surto de timidez, apesar de ainda estar atrás da irmã.

Mas isso não importa no momento. Enfim, obrigada por devolver o regador da minha irmã, eu estava vendo a hora de ela virar a rota inteira de cabeça para baixo para procurá-lo... E sobre os Pokémons, ficaríamos gratos se você pudesse nos dar ao menos três Chesto Berries. Isto é, se você tiver alguma, é claro.– Respondeu a dona da cartola, pedindo educadamente por ajuda. A menina ainda parecia um pouco estranha, mas era impossível saber o que se passava por sua cabeça. – Além disso... Onde exatamente você encontrou o regador?

Jun, você esqueceu-se do meu chá. – Mesmo com a grande confusão que a cercava, Shinku continuava considerando o chá como sua maior e única prioridade.

Apesar de tudo, o grupo não parecia ser uma ameaça. Olhando para o céu, Daisuke viu que Pidgey sobrevoava a área, alerta a qualquer imprevisto que pudesse acontecer. Drowzee e Wooper não estavam em nenhum local à vista, porém provavelmente também não estavam longe dali.

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Mensagem por Daisuke em Dom 27 Jul 2014, 18:29

Logo que apareci e estendi o regador a dona do objeto o tirou rapidamente de minha mão e parecia extremamente feliz em tê-lo de volta, tanto que nem me viu, mas assim que percebeu minha presença a mesma se assustou e correu para trás de sua irmã.

"É, como eu pensei, esses caras são estranhos..."

- Qual é o seu nome? - Perguntava Shinku.
- Oh, que falta de educação a minha. Prazer em conhece-los chamo-me Daisuke Hyosashi. - Eu respondia a pergunta da garota de vestido vermelho.

- Uma dica, se um dia uma garota de vermelho se oferecer para lhe salvar de um bando de Beedrills em troca de devoção eterna, responda não. Acredite, é melhor ficar com as Beedrills. - Jun me aconselhava.
- Err...Ok Jun, não me esquecerei da sua dica.
- E sim, você pode nos ajudar se tiver um estoque infinito de Chesto Berries, porque eu acho que Darkrai decidiu que seria muito divertido brincar com a gente.
"Darkrai...?"

- Ah sinto muito, não tenho Chesto Berries aqui comigo, mas poderiam me mostrar onde encontrá-las depois? Elas seriam muito úteis para um viajante como eu. - Retrucava para a garota de roxo e o menino.

"Eu não tenho tempo para procurar Chesto Berries agora, mas depois de encontrarmos a família do Wooper talvez eu volte para achá-las."

- Além disso... Onde exatamente você encontrou o regador? - Disse Sousei Seki.
- Eu o encontrei a alguns metros daqui e aí ouvi um grito e vim ver o que era. E aqui estamos.

"Hm, aparentemente essa de roxo que é a...Sousei, né? Acho que é. Vai demorar pra mim decorar isso. Parece que ela é a mais inteligente, ou pelo menos demonstrava algo parecido."

- Ah é claro, esse carinha aqui do meu lado é o Charmander, nós estamos indo em direção ao lago. Eu sei que pode parecer estranho, mas vocês não viram Quagsires ou Woopers por aqui não né?
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Mensagem por Miki Mayoke em Dom 27 Jul 2014, 21:31


Daisuke ficava cada vez mais convencido de que encontrara os humanos mais estranhos que já existiram na face da Terra. O garoto se apresentava para o grupo, tentando ao máximo causar uma boa impressão, apesar de isso ser uma tarefa um tanto complicada considerando a atitude no mínimo peculiar de cada pessoa ali presente, principalmente de Jun e Suisei Seki. Até o momento, Sousei Seki parecera ser a mais racional de todo o grupo, questionando ao garoto o local onde ele encontrara o regador. Shinku era a mais difícil de decifrar, uma vez que sua obsessão por chá ofuscava todas as suas demais características.

Não, nós não sabemos onde tem mais. Já devemos ter acabado com metade das Chesto Berries da rota, e esses benditos Pokémons insistem em adormecer novamente! – Exclamava Jun, revoltado com sua atual situação.

Francamente, que servo mais rude fui encontrar... – Shinku suspirou, ainda mantendo o tom frio que usara desde o primeiro momento. A garota ainda não demonstrara nenhum sentimento, e era óbvio que Jun tinha sérias dúvidas se ela realmente tinha algum.

Rosa sem sentimentos... – Murmurou o garoto, referindo-se à menina de vestido vermelho pelo apelido que provavelmente já virara sua marca registrada. Shinku não respondeu, mas Daisuke poderia jurar que ela passou a apertar a aba da xícara com mais força depois disso.

Hunf, quem precisa de Chesto Berries? – Questionou Suisei Seki em tom superior, aproximando-se a passos largos do quarteto de Pokémons adormecidos. Ao ficar frente a frente com os monstrinhos, segurou a pequena Budew firmemente em suas mãos, e em seguida ergueu-a no ar. Por um momento apenas encarou a Pokémon de planta, no entanto logo começou a sacudi-la de um lado para o outro. – ACORDA, SUI DREAM, AINDA NÃO ANOITECEU!

Jardineira maluca... Agora fiquei com pena da pobre plantinha... – Lamentou-se Jun.

A alguns metros daqui? – Sousei Seki era a única que realmente prestava atenção em Daisuke, e parecia bastante interessada pelo caso do regador. – Isso é estranho, minha irmã jamais se separa de seu regador, e até onde sei objetos inanimados não são capazes de sair caminhando por conta própria.

Você parece interessada nisso, Sousei Seki. – Observou Shinku, pela primeira vez passando um minuto inteiro sem lembrar-se de seu precioso chá.

Você diz isso como se também não estivesse. – Retrucou a dona da cartola.

Agora me pegou. – Respondeu, guardando sua xícara em uma cesta que havia ao seu lado e em seguida levantando-se da toalha de piquenique. Mesmo de pé, Shinku possuía uma estatura abaixo do esperado para uma garota de sua idade, precisando erguer a cabeça para encarar Sousei Seki nos olhos.

E suponho que Pokémons também não adormecem tão profundamente sem motivo algum.

Verdade! Eu desisto, seria mais fácil acordar uma pedra! – Exclama Suisei Seki, pousando a Budew no chão com grande suavidade e carinho, o que era estranho considerando que ela mesma estivera chacoalhando a planta há poucos minutos.

Claro, pegue uma pedra agora e tente acordá-la.

Nunca ouviu falar em sentido figurado, Chibi Ningen?

Se vão começar uma guerra de novo, ao menos esperem até chegarmos à próxima cidade. – Sousei Seki interrompeu os dois antes que estes recomeçassem a discutir.

A situação de Daisuke era mais complicada do que o esperado, este se encontrava no meio de uma enorme confusão que nem mesmo tinha nada a ver consigo e isso acabava atrasando-o em sua tarefa de encontrar a família de Wooper. Lembrando-se da Pokémon Water, o jovem decidiu ir direto ao ponto e perguntar se algum dos humanos ali presentes tinha pistas sobre o paradeiro dos familiares da pequenina.

Ah é claro, esse carinha aqui do meu lado é o Charmander, nós estamos indo em direção ao lago. – Charmander, que até então permanecera escondido atrás das pernas de seu dono, colocou a cabeça para fora de seu esconderijo e murmurou um tímido “oi” em sua própria língua. – Eu sei que pode parecer estranho, mas vocês não viram Quagsires ou Woopers por aqui não né?

Sim!/Não! – Responderam Jun e Suisei Seki simultaneamente. Ambos se encararam ao perceber que deram respostas oposta, pareciam prestes a iniciar uma nova discussão, no entanto Sousei Seki novamente teve o bom senso de impedi-los.

Na verdade, vimos sim. Estavam aqui até pouco atrás, mas mergulharam no rio e não os vimos desde então. – A garota olhou para o treinador com curiosidade evidente.

Foi? Então como raios eu não os vi?

Simples, você estava muito ocupada revirando tudo ao seu redor em busca do bendito regador. – A resposta claramente não agradou a menina de olhos heterocromáticos, mas esta milagrosamente ficou em silêncio daquela vez.

Sei que esse assunto não é da nossa conta, mas poderia nos contar o motivo de querer encontrar esse grupo de Pokémons especificamente? – Shinku, assim como Sousei Seki, demonstrou interesse pelo motivo que guiara Daisuke até seu grupo. Ambas as garotas já haviam percebido que o regador não fora o único motivo pelo qual o garoto estava ali, apesar de não saberem ao certo o que ele pretendia.
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Mensagem por Daisuke em Seg 28 Jul 2014, 01:29

Quando pergunto se sabem onde eu poderia encontrar mais Chesto Berries ele respondem que que não, pois já devem ter usado tantas berries que nem sabem onde poderia ter mais. Após uma pequena intriguinha entre dama e "mordomo", a garota de verde vai em direção aos pokémon e tenta acordar Budew, aquela que provavelmente seria a sua pokémon, de modo um tanto peculiar, a chacoalhado no ar como se fosse uma caixinha de suco daquelas que dizem "agitem antes de beber".

- Err... Eu não acho que isso vai... Deixa pra lá. - Dizia eu para a menina hetecromática de cabelos longos.

- A alguns metros daqui? – Sousei Seki era a única que realmente prestava atenção no que eu dizia, e parecia bastante interessada pelo caso do regador. – Isso é estranho, minha irmã jamais se separa de seu regador, e até onde sei objetos inanimados não são capazes de sair caminhando por conta própria.
- Pois é, também estranhei muito, mas...

De repente a garota sem sentimentos que não estava nem aí para a situação se mostra curiosa também com o caso do regador, mas antes que a conversa continue Suisei e Jun novamente começam a discutir, porém Sousei os interrompe e eu aproveito a oportunidade para perguntar sobre a família de Wooper.
As respostas foram positivas, o que me deu um certo animo.


- Sei que esse assunto não é da nossa conta, mas poderia nos contar o motivo de querer encontrar esse grupo de Pokémons especificamente?
"Acho que não tem porque mentir para eles, parecem boas pessoas, apenas tem uns parafusos soltos, mas isso não significa que contarei tudo."
- Sim, lhe contarei, eu encontrei uma pequena Wooper perdida na estrada principal da rota e como coração mole que sou decidi ajudá-la a encontrar sua família. Apenas isso.
- Eu a escondi antes de vir aqui, com receio de que vocês fossem pessoas ruins e pudessem fazer mal a ela.
- Mas mudando de assunto agora, como seus pokémon ficaram assim?
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Mensagem por Miki Mayoke em Sex 01 Ago 2014, 17:33

As respostas positivas que o grupo lhe dera sobre o paradeiro dos possíveis familiares de Wooper dão certo ânimo à Daisuke, ao menos ele estava no caminho certo. Uma vez que conclui que os humanos ali presentes são boas pessoas, apesar de terem alguns parafusos frouxos, o menino decide contar a eles o motivo que o levara ali. No entanto, por mais que nenhum dos quatro representasse uma ameaça, seria imprudente revelar toda a história, principalmente por esta ser meio longa, de modo que conta apenas sobre a Wooper perdida.

Uma Wooper que se perdeu do bando? Essa situação me parece um pouco familiar... – Comentou Sousei Seki, abrindo um pequeno sorriso. – Não acha, Shinku?

Sim, não esperava me deparar com tamanha coincidência logo nessa rota. – Respondeu a menina de olhos azuis, que ao contrário da outra não sorria, apenas continuava com a mesma expressão fria com a qual permanecera desde o primeiro momento em que Daisuke a vira. No entanto, seu tom de voz continha um pouco de humor. – Seria interessante se um Drowzee também estivesse envolvido nessa história, concorda?

Claro, muito interessante. – Agora foi a vez de Jun entrar na conversa, este também exibi um leve sorriso. Suisei Seki, por outro lado, apenas olhava de um rosto a outro, parecendo tão perdida quanto Daisuke. – Principalmente se ele a estivesse perseguindo... Exatamente como acontecia com a Wooper que vimos há pouco tempo.

Hum? Desculpe, mas alguém poderia traduzir? – A menina de verde ficava cada vez mais confusa com o rumo estranho que a conversa tomava.

A culpa não é nossa que você tenha a mesma percepção do que acontece ao seu redor que uma pedra teria. – Provocou o menino, parecendo satisfeito ao ver a expressão indignada da garota.

Jun, pare de agir como uma criança. – Shinku o repreendeu. Em resposta, ele cruzou os braços e virou-se de costas para a sua “mestra”, em uma atitude completamente infantil.

Mas é a verdade! Um meteoro poderia cair aqui e ela nem mesmo perceberia! – Suisei Seki pareceu prestes a revidar, no entanto sua gêmea, que já poderia ser denominada como a conciliadora do grupo, interviu.

Preciso concordar com Shinku, não aja tão infantilmente, Jun. E Suisei Seki, você estava... Eeerr... “Distraída” com a história do regador, e terminou não percebendo. Uma Wooper, menor do que os outros que vimos, saiu do lago, provavelmente curiosa pela enorme confusão que ocorria aqui fora. Contudo, poucos segundos depois um Drowzee saiu do meio dos arbustos, tentando acertá-la com um Hypnosis. Ela conseguiu desviar, porém ele se colocou entre ela e o lago, de modo sua melhor opção foi fugir por terra. Depois disso, Drowzee a seguiu e até agora nenhum dos dois voltou. Não pudemos fazer nada, uma vez que nossos Pokémons estão incapacitados de lutar.

Sim, tivemos sorte por ele nem mesmo ter percebido nossa presença, de tão concentrado que estava na Wooper. – Jun caminhou até o lugar onde os monstrinhos de bolso dormiam, e segurou o Squirtle em seus braços. Aquele provavelmente se tratava do seu Pokémon, isso era perceptível pelo olhar preocupado do menino. – Mas, desde então, não tivemos sorte em mais nada...

Alguns segundos de silêncio se passaram, até que Shinku decidiu rompê-lo. A dama olhou fixamente para Daisuke, seus olhos pareciam poder enxergar a alma do treinador, o que o deixou um pouco desconfortável.

Respondendo sua pergunta, não sabemos ao certo o que aconteceu. Estávamos andando por essa rota já há algumas horas, e felizmente nada aparecera para interromper nosso caminho. Por fim decidimos fazer uma pausa, e consideramos essa clareira o lugar ideal... – Iniciou.

No entanto, logo após terminarmos de organizar tudo, percebemos que os Pokémons começavam a agir de modo estranho. Mal tinham tocado na ração, pareciam sonolentos e andavam cambaleando. Inicialmente, pensamos que poderia ter sido uma reação ao cansaço da caminhada, e conseguimos convencê-los a comer mais um pouco...– Sousei Seki deu prosseguimento.

Mas com isso as coisas apenas pioraram. Ao provar mais da ração, eles adormeceram de vez, e quando a verificamos conseguimos perceber que um pouco de Sleep Powder tinha sido adicionado na comida de cada um. Por sorte tínhamos algumas Chesto Berries, então não foi difícil acordá-los. Por alguns minutos, tudo pareceu voltar ao normal, os Pokémons estavam despertos e jogamos fora a ração, mas a partir daí as coisas começaram a ficar estranhas... – Suisei Seki continuou.

Ainda não sabemos como raios esse Sleep Powder foi parar nela, mas pensamos que Budew poderia ter feito isso por acidente, já que ainda não controla direito seus poderes. Todavia, bastou cerca de meia hora para que a mesma situação se repetisse. Estávamos um pouco... distraídos, por assim dizer. Você já deve ter percebido como as coisas funcionam com a gente... Quando nos demos conta, todos tinham simplesmente adormecido de novo, do nada. Aí eu fui procurar Chesto Berries, os acordei, nos distraímos por motivos bobos alguns minutos depois, e eles quando percebemos eles estavam dormindo novamente... E assim tem continuado o ciclo, que até agora não teve fim. – Concluiu Jun, ainda segurando a pequena tartaruga em seus braços.

Sim, e não sabemos mais o que fazer... – Sousei Seki suspirou. – E nem mesmo pode ter sido culpa daquele Drowzee, uma vez que a espécie não aprende o Sleep Powder. Mas você provavelmente não vai se interessar nos problemas de meros viajantes, muito azarados por sinal, já deve ter problemas o suficiente com a Wooper.

Falando nisso, tem certeza de que não viu nenhum Drowzee com ela?

Diz isso a garota que há poucos minutos nem sabia da existência da coitada...

Ninguém pediu sua opinião, Chibi Ningen!

Chibi... Quer dizer, Jun, não se esqueça de meu chá.

Seria pedir demais ter uma jornada normal com pessoas normais? – Perguntou Sousei Seki, parecendo um pouco inconformada.
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Mensagem por Daisuke em Sab 02 Ago 2014, 02:03

Logo que respondi a pergunta de Shinku, ela e Sousei pareciam saber de muita coisa sobre o caso da Wooper, Jun se juntou a conversa e da mesma forma demonstrava conhecimento sobre o ocorrido.
Eles me explicaram tudo o que sabiam e, como sempre, tiveram uma discussão antes.


"Tsc, eles sabem bastante. Parece que Drowzee teve sorte dos pokémon deles estarem dormindo. Ele pode ser forte, mas quatro contra um não teria como.

- Ah é, tinha um Drowzee a perseguindo mesmo, mas já está tudo resolvido.

Por alguns segundos todos se calaram e achei um momento meio tenso por isso, Shinku iria dizer algo, mas antes disso olhou friamente em meus olhos, o que me fez ter um certo desconforto.

"Cara, ela, igual a todos os outros aqui, não é normal. Como alguém pode ter um olhar assim?"

E logo ela iniciou a resposta para minha pergunta sobre o misterioso sono dos pokémon, então pausou e Sousei continuou, esta também parou e sua irmã deu continuidade, e como as duas anteriores Suisei pausou e Jun finalizou.

"Caramba, eles treinaram para falar sincronizadamente assim?" - Ironizei mentalmente.

- Sério isso, mas que esquisito. Não consigo pensar em nada que possa causar isso.
Mas você está certa em partes Sousei, Drowzee não poderia ter feito isso e já tenho que resolver o problema da Wooper, no entanto isso não significa que não ajudarei vocês, assim que eu terminar a "missão" com a pequenina voltarei para resolvermos esse problema. Isto é, se vocês quiserem a minha ajuda.

- E Jun, pelo amor de Deus, sirva logo o chá dessa menina.
- Estava inconformado juntamente com Sousei.
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Mensagem por Miki Mayoke em Sab 02 Ago 2014, 15:33


Apesar de não ser rude como Jun ou bipolar como Suisei Seki, Shinku era uma das que mais intrigava Daisuke dentre todo o grupo. A frieza da menina era perturbadora, e o modo como encarara o treinador há poucos minutos intimidara tanto a si quanto ao seu Pokémon. Charmander, mesmo sabendo que o olhar não era direcionado a ele, não pôde evitar recuar vários passos para trás, evitando ao máximo encarar a menina.

Conforme os quatro relatavam o que havia acontecido, Daisuke não pôde deixar de se impressionar com a sincronia do grupo, que sabiam perfeitamente o que e quando falar. Quando Jun encerrou o relato, o treinador admitiu que realmente não fazia ideia do que poderia estar por trás daqueles estranhos acontecimentos, mas afirmou que voltaria para ajudá-los após encontrar a família de Wooper.


Ficaríamos muito agradecidos. – Respondeu Sousei Seki, sorrindo para o menino.

Não é nada além de sua obrigação ajudar donzelas necessitadas. – Retrucou Shinku, com a mesma frieza de sempre.

Quem aqui você está chamando de donzela? – Jun indignou-se com o comentário de sua “mestra”.

Ora, um cavaleiro de armadura é que você não é! – Provocou Suisei Seki, rindo abertamente da raiva do garoto.

Sua jardineira demoníaca... Deixe meu Pokémon acordar para você ver o que vai te acontecer! – Ameaçou o menino, segurando seu Squirtle de modo mais firme.

Por acaso ainda não percebeu que minha Sui Dream é forte contra sua tartaruga marinha? – Revidou a dona de olhos heterocromáticos, novamente erguendo a Budew do chão, mas felizmente dessa vez não a sacudiu, apenas acomodou a plantinha em seus braços.

Como se meu Ryo pudesse ser derrotado por um broto com pés!

Retire o que disse!

Se os dois continuarem discutindo e não fizerem nada de útil, nenhum dos Pokémons vai acordar tão cedo. – Sousei Seki os interrompeu, lembrando-os de que não estavam em um bom momento para ficar discutindo.

Naquele momento, Shinku voltava a reclamar sobre a demora no preparo de seu chá, fazendo Daisuke perder a paciência a mandar Jun seguir logo as ordens da menina.

Eu não tenho como fazer mais, ela já bebeu todo o chá que tínhamos.
– Gritou o garoto, inconformado. – Nunca conheci uma pessoa tão obcecada por chá!

Jun, não é apropriado para um servo dispor de tamanha grosseria. – Com um suspiro, Shinku caminhou até Jun e encarou-o nos olhos, parecendo um pouco frustrada por precisar ficar na ponta dos pés e erguer a cabeça para isso.

Como se eu me import... – No entanto, antes mesmo que o garoto pudesse concluir a frase, Shinku chutou fortemente sua canela. O movimento fora elegante, até mesmo delicado, contudo isso não o tornava menos doloroso, Jun deixou escapar um sonoro “AI!” e caiu sentado no chão, mantendo as mãos sobre o local atingido. O pobre Squirtle, que até então estava em seus braços, teria caído no chão se Shinku não o tivesse segurado.

Pobre Pokémon, tem um mestre tão rude... – A menina de vestido vermelho acariciou a cabeça da tartaruga, quase como se não tivesse agredido o dono desta poucos segundos atrás.

Suisei Seki, é a sua vez de ir buscar gelo. – Disse Sousei Seki com naturalidade, cenas semelhantes pareciam ser bastante frequentes naquele grupo.

Não que ele mereça, mas vou fazer isso porque sou uma pessoa muito gentil. – Respondeu a menina de cabelos castanhos, recebendo um olhar descrente de todos os presentes ali.

Enquanto a “gentil” garota buscava em sua mochila algum depósito de gelo para seu “querido” companheiro, Charmander subitamente começou a se agitar ao lado de Daisuke. Olhando para o lagarto, o treinador pôde ver que este lhe dava leves cutucões com uma mão, enquanto usava a outra para apontar para os arbustos. Por um segundo, as plantas em questão pareceram se movimentar, no entanto o movimento foi tão leve que poderia ter sido apenas fruto de sua imaginação.


Charmander! – O lagarto sorria alegremente, ainda apontando na direção dos arbustos. Daisuke não sabia ao certo o motivo da felicidade de seu Pokémon, e estava prestes a questionar-lhe sobre isso, porém logo a vegetação voltou a se agitar, e dessa vez algo redondo e azul entrou no campo de visão do treinador. Daisuke identificou o “algo” como sendo a cabeça de Wooper, que abriu um sorriso animado para o menino.

A Pokémon Water logo voltou a se esconder nos arbustos, aparentemente só colocara a cabeça para fora destes para avisar o garoto sobre sua presença. Drowzee provavelmente estava com ela, mas tivera o bom-senso de não mostrar-se.

Os outros humanos estavam tão distraídos que não viram a pequena Wooper, tornando Daisuke e Charmander os únicos cientes de sua presença.


Sabe, acho que mudei de ideia... Assim que isso parar de doer tanto, vou sair pela rota procurando por chá antes que ela me mate... – Lamentou-se Jun, aceitando gratamente a compressa de gelo que Sousei Seki lhe entregava, uma vez que a outra gêmea se recusara a fazer isso.

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Mensagem por Daisuke em Sab 02 Ago 2014, 19:42

- Ficaríamos muito agradecidos. - Disse Sousei Seki após eu lhes oferecer ajudar.

- Não é nada além de sua obrigação ajudar donzelas necessitadas. - Retrucou a garota de vestido vermelho.

"Ousadinha essa garota né?!" - Pensei meio indignado com o que acabara de ouvir de uma estranha.

Logo Suisei e Jun estavam discutindo novamente, e como sempre, Sousei se intrometeu para cala-los.

- Vocês dois não param não?

Quando Shinku reclamara sobre o chá e eu disse a Jun para servi-la logo, o mesmo se irritou e gritou.

– Eu não tenho como fazer mais, ela já bebeu todo o chá que tínhamos. – Nunca conheci uma pessoa tão obcecada por chá!

– Jun, não é apropriado para um servo dispor de tamanha grosseria. - Dizia a garota da personalidade fria.

Foi nesse momento que a mesma se aproximou do garoto e deu-lhe um belo chute na canela o garoto caiu sentado no chão e o seu pokémon tartaruga que estava em seus braços antes de atingir o chão foi salvo pela causadora de sua queda.
Sousei disse para sua irmã ir buscar o gelo com a maior naturalidade, como se aquilo fosse normal.


"Eu não sei se sou muito educado para oferecer ajudar a esses seres ou muito louco..."

Enquanto todo aquele problema ocorria e eu assistia, Charmander começou a ficar agitado e apontou para um arbusto, de início não vi nada de mais ali, mas logo a planta se moveu e dela uma coisa azul saiu, essa coisa era a cabeça de Wooper que quando me viu esboçou um sorriso e logo voltou a se esconder.
Ninguém mais a viu o que eu achei uma boa coisa.


– Sabe, acho que mudei de ideia... Assim que isso parar de doer tanto, vou sair pela rota procurando por chá antes que ela me mate... - Disse o garoto moreno.

- É, acho que vou andando também, nos vemos mais tarde. E por favor não se matem antes de eu voltar.

Essa foi minha deixa para ir em direção ao arbusto e tentar sair dali com os pokémon sem que os quatro nos vissem, mas se vissem também não teria problema. Pelo menos é o que eu acredito. Provavelmente assim que me visse deixando o local Pidgey nos seguiria do alto ou desceria até nós, mas se ele não percebesse, então eu faria um sinal para ele descer.
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Mensagem por Miki Mayoke em Dom 03 Ago 2014, 16:04

Daisuke se indignava com a resposta que Shinku lhe dera, ficando levemente impressionado com a ousadia da garota. Tratar Jun daquele modo ainda era aceitável, uma vez que o garoto já parecia familiarizado com a personalidade de sua “mestra”, mas o treinador ainda era praticamente um desconhecido, e receber esse tratamento de alguém que mal conhecia era no mínimo revoltante.

Geralmente não. – Respondeu Sousei Seki quando o garoto perguntou sobre a atitude de Suisei Seki e Jun. – Quando os Pokémons estão acordados a situação é ainda pior, Suisei Seki normalmente sai encharcada e Jun coberto por esporos paralisantes.

Ao ver a cabeça sorridente de Wooper saindo dos arbustos e voltando a se ocultar logo depois, Daisuke lembrou-se de que precisava encontrar a família da pequenina, e acabaria perdendo um tempo precioso caso continuasse com aquele grupo maluco. Aproveitando a deixa que Jun inconscientemente lhe dera, o rapaz apressou-se em se despedir do grupo e escapar o mais rápido possível na direção em que Wooper estava se escondendo.

Certo, até outra hora, e boa sorte com a Wooper. – Despediu-se Sousei Seki, acenando para o menino. – Tentarei manter todos vivos até que você volte... Mas não posso prometer nada.

Jun...

Já sei, já sei, já sei, já sei! Tô indo atrás do seu bendito chá! – Exasperou-se o garoto, se erguendo e tirando o Squirtle das mãos da menina grosseiramente.

Diga “já sei” apenas uma vez. – Respondeu ela, milagrosamente ignorando a grosseria de seu servo.

Eerrr... Você vai mesmo procurar por chá no meio de um bosque? – Perguntou Sousei Seki, mas foi ignorada. Jun apenas passou por esta, agarrando a mão de sua irmã sem muita delicadeza e começando a arrastá-la consigo na direção contrária a qual Daisuke ia.

Ei! O que você pensa que está fazendo, Chibi Ningen? Solte-me! – Protestava a menina de vestido verde.

De jeito nenhum! Parte da culpa é sua por ter bebido a última xícara de chá, então agora vai ter que me ajudar! – Retrucou o menino.

Então foi você? – Perguntou Shinku, lançando um olhar assassino para a garota de olhos heterocromáticos. Suisei Seki engoliu em seco, nem mesmo ela era louca a ponto de desafiar Shinku.

Pensando bem... Vamos logo, Chibi Ningen! – Na pressa de fugir da fúria de sua companheira, a gêmea de cabelos compridos soltou sua mão com estranha facilidade e começou a correr o mais rápido que pôde para fora da clareira.

Hey, espere por mim! – Sabendo que a raiva de Shinku sobraria para ele, Jun apressou-se em seguir Suisei Seki.

Mexa-se, lesma! – Gritou a menina, que já estava a uma distância considerável do garoto.

Ela é mesmo dois segundos mais velha do que eu? – Sousei Seki perguntou para si mesma.

No meio de toda a confusão, Daisuke conseguiu escapulir para o meio dos arbustos sem ser notado. Do outro lado da vegetação, o garoto encontrou Drowzee usando seus poderes psíquicos para distrair Wooper, fazendo com que várias pedras e galhos girassem em torno de si. A Pokémon Water pulava alegremente no mesmo lugar, parecia fascinada pelas habilidades do humanoide.

Mesmo aparentando estarem bem distraídos, ambos os Pokémons logo perceberam a presença do treinador. Wooper pulou nos braços deste, que conseguiu segurá-la sem dificuldades, e ajeitou-se confortavelmente em seu colo. A pequenina parecia considerar aquele um excelente lugar para ficar. Drowzee, por outro lado, apenas sorriu e escreveu uma mensagem no chão.

Drowzee escreveu:“Juro que não sei como não vi esses humanos antes, barulhentos do jeito que são até um cego os perceberia. E quanto aos Pokémons deles... Nem olhe para mim, dessa vez não fui eu.”

O psíquico ergueu os braços de modo defensivo, como se previsse uma série de acusações.

Enquanto isso, Pidgey sobrevoava a área ao redor da clareira uma última vez após ver Daisuke deixando o local. O pássaro ainda não encontrara nada de interessante, exceto as falhas tentativas de Suisei Seki e Jun de encontrar chá em plena Rota 1. A ave suspirou, não acreditava no quanto a dupla era incompetente, e estava prestes a realizar meia-volta quando algo lhe chamou a atenção. Um fraco brilho metálico entrou em seu campo de visão, deixando-o curioso e dividido entre a vontade de verificar e voltar para onde o treinador estava. No entanto, a curiosidade logo falou mais alto, e Pidgey não pôde evitar dar uma rápida espiada na direção de onde o brilho vinha.

O treinador, que não sabia que algo chamara a atenção do pombo, sinalizava para que este descesse, porém não obteve resposta. Confuso, Daisuke novamente acenava para a ave, pensando que esta talvez não tivesse lhe visto, porém novamente Pidgey nem mesmo diminuiu a altitude.


Drowzee escreveu:“Que estranho... Por que o General não está descendo?”

Questionou Drowzee, parecendo tão intrigado quanto o garoto. Contudo, antes mesmo que pudessem ter qualquer reação, Pidgey subitamente deu meia-volta e voou o mais rápido que suas asas permitiam na direção de onde o trio se escondia. De tão apressado, o pássaro acabou tendo problemas na hora de pousar, de modo que acidentalmente colidiu com Charmander. O impacto fez ambos perderem o equilíbrio e caírem no chão, resultando em pombo sobre lagarto.

O Pokémon de fogo não pareceu nada contente em ser derrubado daquela maneira, julgava já ter levado quedas o suficiente para um único dia, no entanto o olhar de Pidgey impediu que Charmander brigasse com este. O pombo parecia um pouco abalado, nem mesmo se dera o trabalho de levantar-se do chão e evitava encarar Wooper.


Drowzee escreveu:“O que foi, General?”

Pidgey leu o que Drowzee havia escrito, porém milagrosamente apenas ignorou o uso de seu indesejado apelido. Percebendo a atitude do pássaro, o psíquico olhou de forma confusa para Daisuke.

Drowzee escreveu:“Para ele não ter me bicado, alguma coisa deve estar muito errada. O que fazemos agora, Daisuke?”
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Mensagem por Daisuke em Dom 03 Ago 2014, 18:14

Off: Ultima vez que brinco, se não estraga o post kkkkkkkk


Ao entrar no meio dos arbustos por onde Wooper estava, vejo Drowzee brincando com ela, fazendo com que galhos e pedras girassem em torno de si e a pequena pulava alegremente ao ver aquilo.
Assim que percebeu minha presença a pokémon aquática pulou e meus braços e eu a segurei sem muito esforço, e logo ela foi se ajeitando.


- Mas que coisa não... - Eu suspirava, porém interpretando aquela ação com um elogio.

Drowzee se inocentava sobre a situação dos pokémon daquele grupo.

- Não se preocupe quanto aquilo, aquele sono foi causado por Sleep Powder, mas a situação ainda é estranha. Talvez devêssemos investigar aquilo mais afundo, porém deixemos pra depois.

Pidgey ainda sobrevoava a área e demorava a descer então fiz um sinal para o mesmo vir até nós, mas parecia que ele não tinha visto e fiz o sinal novamente e mais uma vez sem resposta.
Drowzee estava tão confuso quanto eu, pelo motivo da não descida do pássaro, mas antes que pudêssemos ter qualquer reação o pokémon subitamente desceu em nossa direção e veio tão apressado que trombou com Charmander antes de pousar o derrubando mais uma vez no chão.


- Que isso cara, de novo?! Hahahahahaha, Chamander mande uma mensagem pra staff e peça a troca de narrador.

O General parecia abalado, eu e Drowzee nos preocupamos e o psíquico perguntou o que havia acontecido e o chamou pelo seu indesejado apelido, este não teve reação, o que me preocupou mais ainda.

- Ei, General! Acalme-se e nos explique o que aconteceu ou o que você viu ou seja lá o que for?
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