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Mensagem por Renzinho em Ter 24 Mar 2020, 20:21

 
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Assim que entrou, já teve o desprazer de devolver suas fadas às suas Poké Balls, como exigência por uma das freiras para entrar no recinto. Não era uma atitude que realmente agradasse o garoto, mas ele entendia, e não hesitou, acariciando seus dois pokémon antes de guardá-los. Como já comentado por Lily, as demais freiras não seriam gentis, e estas fizeram questão de provar que a outra estava correta desde o início.

As cadeiras estavam dispostas circularmente, com quem Ren deduzia ser a Madre Superior no centro, trajando preto, acompanhada das outras, agora de branco. O mono treinador conseguia sentir os olhares fulminantes a queimá-lo sob as roupas, seu ser por completo, e tentou manter-se impassivo e tranquilo, mesmo quando soube do sacrifício de Lily. É, não estavam ali de brincadeira. O momento de brilho, luzes e diversão havia acabado, por ora. E o jovem faria o máximo que conseguisse para que ele voltasse, para que o sacrifício da amiga não fosse em vão.

Bom dia, senhoras. Sou Ren Hughes, e é um prazer estar em vossa companhia. Agradeço por terem aceitado minha presença aqui, nesta reunião. — apresentou-se, realizando uma reverência perante às Madres. Estava incrivelmente calmo e tranquilo para a situação. Bem, ele sabia como lidar com as formalidades. — Pois não, cara Madre. Entretanto, creio que minha importância não chega aos pés do quão importante esta creche é, e claro, também das mantenedoras deste lugar. — respondeu para Dolores, ignorando qualquer cunho passivo-agressivo que esta pudesse ter inserido em sua fala, fazendo um inteligente apontamento. E tratou de aquietar-se assim que Madre Lestrange começou a falar, ouvindo atentamente.

Apontamentos curiosos, Madre Lestrange. Entretanto, temo que quem esteja confuso no momento seja eu. Afinal, em momento algum recordo-me de questionar vossa autoridade. Vim até aqui como um humilde servo, intercedendo por Lisia, a fim de realizar boas ações como qualquer outro bem-intencionado. Achei que usar roupas não muito luxuosas ou ostentativas ajudaria nisto. "Quanto lhe for possível, não deixe de fazer o bem a quem dele precisa.", Provérbios 3:27, corrija-me caso eu esteja enganado. — respondeu ele, ao ver que a mulher havia acabado. Ren havia estudado muito, sobre os mais variados assuntos, tinha suas armas.

Além disso, lamento por ter o desprazer de informá-la... Mas concluí meus estudos aos quatorze anos, sob a vigilância do Padre Constantine, de Petalburg. Após isso, mantive-me estudando por conta própria, com meus livros próprios, aprofundando-me mais em assuntos específicos. Veja bem, meus pais conversaram com a escola em que eu estudava e concluiu-se que não havia mais necessidade de eu continuar na escola, passando-me para estudos mais avançados com o padre. No entanto, caso a senhora ache que me falte algo, ficarei mais que feliz em reportar a situação para meus antigos educadores. — Ren havia crescido na elite, sua família tinha poder e dinheiro. O mínimo que o garoto poderia fazer era aproveitar as condições que lhe eram dadas e estudar, mesmo que com intensa rigidez. Afinal, estudar incessantemente costumava ser melhor que permanecer ao lado de seus pais, os quais o garoto constantemente tentava agradar.

Demorou um pouco até que ele percebesse que não bastaria o que ele fizesse, o quão bem realizasse suas tarefas, nunca satisfaria seus progenitores. Ao menos, agora detinha muito conhecimento geral, que lhe acabava sendo útil vez ou outra, como em situações parecidas com esta. A única área que não sabia muito era exatamente sobre os pokémon, mas agora ele estava em sua jornada, e poderia aproveitar isso.

Sei também que posso não parecer digno da confiança de Lisia e nem mesmo das senhoras, mas é para isso que vim aqui, para provar para mim mesmo, além de Lisia e todas as presentes, que consigo. Para isso, cogitei realizar algumas mudanças estéticas, que não chegariam a interferir na maneira com a qual aqui lecionam, não produziria gastos economicamente falando, e poderia atrair possíveis investimentos futuros, que ajudariam a creche a crescer, assim como a economia da cidade. Tive a aprovação informal de alguns nisso, mas é claro, o consentimento das Madres é altamente desejado. — disse então, expondo alguns fatos interessantes e convincentes assim que viu uma oportunidade para falar. De fato, não estava mentindo, e aquelas atitudes realmente poderiam desenrolar-se daquela forma.
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Mensagem por Katakuri em Qui 26 Mar 2020, 11:15

Uma fada perdida na creche!



Ren sabia que ao adentrar aquele recinto, tinha que abandonar os momentos de alegria e brincadeiras. Estava entrando no Covil dos Leões. Já de cara uma atitude autoritária, mandando seus pokemons de volta para a pokebola. Nenhuma ajuda lhe seria dada naquele momento. Haviam outras cadeiras por lá e certamente teria espaço para acomodar Mime e Floette... na porta daquele local, era melhor ter os escritos “Ao adentrar aqui, abandonai toda a esperança”, seria mais fácil de tolerar!
 
Belatrix começava ríspida e direta, enfatizando o caráter sério daquela audiência. Mesmo sabendo do sacrifício de Lily, Ren tentava se manter calmo, responde cordialmente a todas as insinuações. As respostas do rapaz faziam algumas das Madres se entreolharem e sussurrarem umas às outras, todavia, Belatrix continuava com seu semblante de fúria, enquanto Nagini permanecia séria, apenas observando.
 
A Madre gordinha que o inquiria mudava de humor de acordo com as respostas, rindo de deboche, ficando com a expressão séria, toda vermelha etc. Em sua vez de rebater, a mulher parecia um Corphish! Ren poderia jurar que ela ia soltar um Flamethrower nele quando fosse falar... infelizmente, foi pior, palavras fortes e duras... era melhor ter sido queimado vivo!
 
Quando você vem aqui e acha que pode dar pitaco em como fazemos as coisas, você questiona nossa autoridade! Quando vem aqui colocar ideias tolas e mundanas, também questiona nossa autoridade! Quando entra neste lugar sagrado de amor e disciplina, usando essas vestes, questiona nossa autoridade! Não se faça de sonso, moleque! Onde estão seus trabalhos de arte? Seus Design? Qual Instituto você já administrou? Para falar aqui, tem que ter capacidade! – nessa hora, Gogh olhava sério para a Madre!
 
Ousa usar citações bíblicas aqui? Querido... quando você nem pensava em nascer, eu já tinha lido O Livro mais vezes do que você tem de idade hoje! Lá também diz que nosso corpo é templo de Deus, por isso devemos dar o nosso melhor para ele, trajar nossas melhores vestes, aceitar nossa beleza natural e não ficar pintado o cabelo com essa cor horrível! Você suja algo que não é seu por direito! Você apenas habita este corpo, um mero passageiro! – as respostas de Belatrix eram contundentes e faziam as Madres conversarem entre si novamente.
 
Ora ora, temos um autodidata aqui! Você nem para as escolas ia, aprendia sozinho... certamente deve ter falta de algo que não se aprende sozinho: Ética e respeito para com os outros! Deve haver escassez de bastante coisa em você, pivete! Deveria voltar para a casa de seus pais e não ficar se metendo onde não é chamado.
 
Você fala muitas coisas bonitas na retórica, rapaz... “sem custos”, “atrair investimentos”, “mudanças estéticas”... tudo isso não passa de palavras, se não puder demonstrar. Nós administramos esse lugar há muito tempo, então, se quer nos ensinar como fazer melhor, apresente suas provas! – Belatrix não dava espaço para Ren, rebatendo firmemente seus pontos! Lily estava cabisbaixa vendo seu companheiro Ren ser bombardeado. Enquanto isso, Gogh ainda permanecia com raiva e seu pudesse, falaria poucas e boas para aquelas velhas!
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Mensagem por Renzinho em Dom 29 Mar 2020, 00:55

 
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As freiras não gostaram muito do que Ren dissera. Uma pena, de fato. Embora o garoto tentasse manter-se calmo, procurando comunicar-se civilizadamente, querendo apenas um diálogo saudável, as Irmãs bombardeavam-no com berros, desprezo e ironia, como verdadeiras bestas selvagens. Chegava a ser triste ver o nível que a igreja católica havia alcançado. E o jovem certamente estava começando a perder a compostura, a ser afetado pelas palavras.

Não era fácil. Ele crescera ouvindo palavras semelhantes. Ele conhecia aquela maneira de agir. Supressão e rispidez, talvez não tão surpreendente assim, mostravam-se bem comuns neste mundo. Ele estava usando toda sua força de vontade para não desabar e chorar. Precisava ser forte, por si mesmo e por todos aqueles que confiavam nele. Mas palavras machucam. Cortam. Ele havia jurado usá-las para o bem, para trazer a paz, mas outros usavam-as como arma mortal. Parecia ser o caso.

Inspirando com intensidade, ele então disse: — Recebi a aprovação, mesmo que temporária, de Lisia. Sei que ela viu em mim o que estou tentando mostrá-las, uma fagulha, um brilhar. E tenho certeza de que ela não se difere muito à mim, em modo de ser e pensar. E se ainda assim, resolver criticar o comportamento de alguém como Lisia... — o jovem não fora capaz de completar sua frase, como se não conseguisse nem mesmo imaginar a situação. A líder de ginásio era uma das melhores almas que Ren já havia conhecido, serena, sabia, crente, ainda que jovem e com suas próprias inseguranças e monstros internos. Podia não ter um laço de proximidade, mas definitivamente considerava muito aquela que poderia vir a ser suna mentora.

Além disso, aqui está sua prova. Encontrei esta jovem esperançosa em meio à rusticidade e autoridade. Não precisei criar uma fagulha, ela sempre esteve aqui. — disse, apontando para Lisia, a amiga que havia dado muito para chegar até aqui. Esperava que fosse digno de realizar os desejos da garota. — Acompanha-me também um velho amigo, há muito traído e esquecido. Não foi fácil, tampouco, mas aqui está ele, e garanto-lhes, ele tem coisas a dizer, e com certa razão. — Ren completou, ao ver Gogh irritadiço com as freiras. Não estava sendo fácil para nenhum deles. Malditas católicas extremistas que são incapazes de respeitar os senimentos e inseguranças alheias.

Ao ouvir mais das palavras de Bellatrix, o mono treinador pôde sentir uma única lágrima correndo por sua bochecha. Não era como se ele não houvesse pensando nisso. Havia. E não fora pouco. Mas não podia reprimir seu ser. Por acaso, ele escolhera ser quem era? Não era a toda-poderosa-divindade que criava todos os seres e dava-lhes um destino, um caminho a ser seguido? Então por que havia escolhido para Ren um tão doloroso, supostamente condenado por Ela mesma? Mesmo depois de fugir de casa, o aprendiz sentia resquícios das amarras que um dia haviam prendido-o. Mas não queria mais se sentir assim.

Reprimia lágrimas como tentativa de demonstração de força, mas força tinha mesmo sem demonstrar. Eram justamente estas tentativas de demonstrá-la que criavam momentos de fragilidade. Então deixou as lágrimas correrem, agora livres. As freiras já estavam julgando antes, pois então que julgassem agora. Ren Hughes não era ninguém senão a si mesmo, e nada neste mundo conseguiria mudar tal fato.
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Mensagem por Katakuri em Dom 29 Mar 2020, 02:43

Uma fada perdida na creche!



A Madre Belatrix ficava enfurecida com a ausência de respostas para os diversos apontamentos – Você não respondeu nada que eu perguntei, pivete! Como pode vir aqui questionar nossos métodos e não apresentar nada? Um moleque que se acha porque estudou em casa, se veste de forma profana... o que acha que o mundo tem para lhe oferecer se continuar assim? Que valor você terá para a socie... –as palavras sórdidas da Madre eram bruscamente interrompidas por Lily – MADRE BELATRIX! – vociferava a loira, chocando as outras presentes, que arregalavam os olhos diante de tamanha afronta.
 
Lily se colocava ao lado de Ren, séria e começava a falar – Seus questionamentos, senhora, são impertinentes! Ren apenas esta dando o seu melhor para que a Creche volte a ser um local mais vivo! Preto e Branco não representam um arco-íris! – ela colocava de leve a mão no ombro do jovem... parecia o toque de um anjo, suavizando o fardo do rapaz.
 
A irmã Tereza, abençoado seja seu nome, tinha uma passagem que ela sempre gostava de repetir, seu mantra... ouvi tantas vezes que nunca mais esqueço. Ela dizia que as palavras que pronunciava era o que a fazia levantar todos os dias para cuidas das crianças e adolescentes desta cidade sofrida “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”.
 
Aquelas palavras faziam as Madres se entreolharem... menos Dolores. Ela ficava com um sorriso no rosto – Essas eram as palavras que ela usava para aliviar o fardo daqueles que estavam se sentindo sobrecarregados. Assim como ela fez com tantos, eu farei hoje com meu colega Ren.
 
Não tem nada de errado com seu jeito de vestir, ou de pintar o cabelo ou estilo de vida. Quem somos nós para julgar? Desde quando a forma como a pessoa escolher levar a vida é sinal para nos acharmos superiores? Não importa o que o mundo tem a oferecer para este jovem e sim o que ele pode oferecer para o mundo! Pelo pouco que conheci dele, sei que tem muito a ofertar! É um jovem criativo e vívido. Cheio de alegria e esperança... valores que está creche parece ter esquecido! – Belatrix ficava mais vermelha ainda... se é que isso pode ser possível!
 
Você ia falar, algo de muito mal gosto, por sinal, qual o valor ele tinha... bom, queria dizer para a senhora que apenas ele, e só ele, pode determinar o seu valor! Ele não tem que se sentir indigno pela forma como se veste ou colore seus cabelos. A dignidade e a busca pela felicidade são valores inerentes a todos os seres humanos e nada pode tirar isto dele. De boa vontade, a pedido de Lísia, ele veio aqui oferecer sua visão de mundo muito colorida e bela para nossa Creche escura e solitária. Mostrar que era possível fazer um arco-íris aparecer novamente por aqui... tanto que convenceu até Gogh – o pokemon já estava de pé, dando as mãos para o jovem Ren, sem nem mesmo ele perceber – Se minha defesa aqui e a benção de Gogh não atestam pelas escolhas sábias deste rapaz, acho que vocês deveriam rever o que significa essa Creche em seus corações! Ser diferente não é ruim, nem errado, é apenas isto... ser diferente! O mundo é um lugar grande e cheio de oportunidades. Certamente este jovem irá sair daqui com experiências que o engradecerão, o preparando para um futuro infinito!
 
Respirando fundo, Lily se preparava para terminar sua longa defesa do jovem Ren, olhando para o lindo vitral atrás de Dolores, que tinha diversas “cores” e um coração ao centro, indicando o amor – A vida era tão linda e cheia de cor através dos olhos de Tereza... saber daquilo coloriu meu mundo para sempre. Por isso, irei sempre lutar pelo que acho melhor para este local!
 
O silêncio reinava absoluto no recinto, até os batimentos cardíacos poderiam ser ouvidos. As duas madres escolhidas para confrontar Ren estavam furiosas olhando para o trio... mas a Madre Superior tinha os olhos inchados, como se estivesse emocionada, porém, rapidamente os limpava na manga da camisa.
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Mensagem por Renzinho em Dom 29 Mar 2020, 16:57

 
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E novamente começava o agressivo bombardeio. Ren estava pronto para novamente receber as fortes palavras de Bellatrix, ou ao menos assim tentava demonstrar. Contudo, não precisara. Lily havia interrompido a Madre antes que essa continuasse com suas ações arrogantes. Aproximando-se do mono treinador, a loira abriu seu coração, tentado mostrar para todas como se sentia, e como achava que as coisas estavam erradas... Conforme ela falava, Ren foi secando as lágrimas e abrindo um sorriso. Sua amiga também sabia como brilhar e iluminar o caminho dos outros, estava fazendo isso agora mesmo.

Ela lembrou-se dos tempos em que Madre Tereza realizava suas incontáveis bondades em nome de todos, de sua grande humildade e carinho por tudo que era vivo, sua vontade de construir um mundo melhor. E mesmo já tendo partido, a amorosa Madre continuava a inspirar e ser motivo de admiração, de querer criar um mundo melhor, como Lily fazia questão de deixar explícito, sendo esta uma vontade sua também. Ela mostrou sua fé de maneira bela e honrosa, não apenas a fé em uma divindade, mas também uma fé no próprio homem. Não é algo tão fácil de se encontrar, atualmente.

Uma verdadeira aula sobre comportamento, aceitação, sobre ser uma boa pessoa com boas intenções foi o que Lily dera naquele lugar. Inspirador. Ela estava desafiando as Madres, pondo tudo que tinha em jogo, apenas para que tivesse a oportunidade de tentar salvar isso que tinha. Quando terminou de falar, olhando para detrás das Madres, para o brilhante coração que ainda ousava enfeitar aquele lugar corrompido, proclamando sobre sua vontade de trazer cor ao mundo que ela conhece, Ren abraçou-a. Ele sabia o quão difícil fora para ele ir até lá, sacrificar tudo e... falar. Sim, às vezes o simples ato de tremer suas cordas vocais em sons tão bem conhecidos era mais desafiador que qualquer outra coisa. Até o garoto não sabia o que falar em meio às belezas que a jovem freira havia dito, limitando-se a apertá-la.

Ninguém ousara dizer algo a mais. Mas a insatisfação nas faces de Bellatrix e Nagini eram mais que claras. Dolores parecia... tocada? Ren não sabia ao certo. Mas tinha certeza de que ela dura quanto as demais. O jovem então soltaria Lily, caso esta ainda não houvesse se afastado, acariciaria a pelugem de Gogh e tentaria falar algo também. — Obrigado, Lily... Posso não ter tido a honra de conhecer Madre Tereza, mas não tenho dúvidas de que tudo que ela queria era um mundo de paz e amor. Afinal, posso vê-lo claramente através de você.

Madres... Acima de tudo, vim até aqui para fazer o bem, ser o bem, viver o bem. Acho que posso dizer que todos nós sabemos que nosso tempo não é o melhor, mas tampouco é o pior. São nossas pequenas ações de empatia que nos levam até um futuro mais belo. Atitudes como as que Lily acabou de tomar, as que eu venho tentando. — acrescentou. O jovem tinha noção de que não era perfeito, mas afinal, quem poderia ser? Apesar de tudo, ele tentava todos os dias ser sua melhor versão, e mesmo que não conseguisse, cometendo alguns deslizes, ainda assim tentava. Já era mais do que muitos sequer pensavam em fazer, certo? E era isso que ele tentava dizer para as freiras.

Existem diversos caminhos diferentes que podemos tomar para resolver isso, mas acredito que o melhor deles seja como estou, com ajuda de Lily, tentando fazer. De que seríamos nós sem diálogo, a vontade de colocar-se no lugar dos outros, a dita empatia? Estou oferecendo-lhes o meu melhor para trazer cor para nosso mundo preto e branco, e tudo que peço é compreensão e apoio. — tentou mais uma vez, mas não mais sentindo medo ou algo do tipo. Tinha sua amiga loira e Gogh ao seu lado, e sabia que passariam por aquilo juntos, sucedidos ou não. — "Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado", não? Pois aqui estou, pedindo por vosso amor enquanto ofereço o meu.
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Mensagem por Katakuri em Seg 30 Mar 2020, 16:05

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O momento era de pura catarse, com Ren abraçando Lily a qual sussurrava em seu ouvido que tudo ia ficar bem... eles haviam dado seu máximo e independentemente do resultado que viria, deveriam sair de cabeça erguida – Como diz a Palavra: “Combati o bom combate, acabei a carreira... guardei a fé”.
 
As palavras finais de Ren também eram bastante pertinentes e seguia o que Lily falava, mas com suas próprias palavras. As Madres ficavam cochichando bastante umas com as outras... menos Dolores, esta ficava serena observando o trio diante dela. Pegando um pequeno martelo de madeira, batia na mesa para chamar atenção e acabar os burburinhos.
 
Senhor Ren... você deve ser alguém bastante especial para Lily lhe defender com tanto gosto e Gogh o apoiar. Sabe, eu era uma grande admiradora de Teresa também. Convivi com ela por muitos anos. Cheguei neste orfanato, uma das primeiras, órfã de pai e mãe. Ela cuidou de mim com tanto amor. A defesa amorosa de Lily, foi algo surreal... parecia que eu estava ouvindo um dos belos discursos da Madre-mor aqui ao vivo. Até fiquei emocionada. – o jeito de Dolores falar já não era o ríspido e sério de antes. Tinha compaixão e gentileza em sua abordagem.
 
Vocês realmente abriram meus olhos para como este lugar estava... com pouca vida, por assim dizer. Os anos foram duros conosco e com esta cidade... acabei me aproximando dessa dureza por tempo demais... como diz o filósofo, cuidado ao olhar para o abismo, pois ele olha de volta e quanto mais tempo passamos olhando, mais ele se apodera de nós. Como decisão final, valendo de meu Voto Sacro – as outras Madres ficaram se entreolhando e falando para Dolores que não era o certo... mas a Superior não quis saber – Dou total apoio à iniciativa de vocês, estão livres para adotarem seus métodos... podem se retirar, vou conversar com o Conselho a sós!
 
Lily ficava surpresa demais com tudo aquilo e logo pegava Ren pelo braço para saírem. Apesar de tudo ter dado certo, a moça chorava um pouco e tentava explicar para o jovem – Caro Ren... Dolores realmente depositou toda sua fé em nós... o Voto Sacro é uma medida autoritária que a Madre Superior pode usar, mas apenas uma vez, pois em seguida ela deve ser retirar do Conselho para sempre... vamos dar tudo de nós para fazer esta recepção a melhor possível!
 
Ainda com as lagrimas, Lily corria até os trabalhadores e outras ajudantes como ela, informando sobre as novidades. Todas pareciam bem felizes e logo se aprontavam. Virando-se para Ren – E ai, quer ajudar em qual parte? Eu vou ajudar na decoração da Sala Principal, Gogh vai pintar...se quiser, pode escolher uma das coisas da lista e ajudar ou pode se abster para pensar em sua apresentação! – Lily, mesmo com os olhos inchados, estava muito contente! Radiante de felicidade.
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Mensagem por Renzinho Ontem à(s) 16:48

 
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Ao final dos respectivos discursos de Lily e Ren, um cochichar começou entre as Madres. Não durou muito, logo interrompido por um pronunciamento da Madre Superior. Esta parecia sentimental e comovida, como se seu coração finalmente houvesse lembrado como era a sensação provida pela esperança e amor. E de fato estava, como viera a assumir logo em seguida. O meio influenciava o homem, neste caso, mulher, fazendo-o igual àqueles a sua volta. Provavelmente nunca fora a intenção de Dolores tornar-se quem ela era no momento, e ela enfim percebera.

E então, para a surpresa de todos, um sim. A Madre Umbridge utilizara seu Voto Sacro, incontestável e misericordioso para permitir, sem mais delongas, as mudanças que os jovens tanto insistiam em realizar. Mas por um preço. Após isso, precisaria sair imediatamente do Conselho, abrir mão de seu importante cargo. É, parece que a Madre fora capaz de emocionar Ren tanto quanto o garoto fora de emocioná-la. Mais uma vez secando as lágrimas, o mono treinador saíra da sala, acompanhado por sua amiga loira e pelo pokémon pintor.

Parecia que enfim chegara a hora da ação. Agora com a permissão oficial das Madres, poderiam começar a realizar todas as mudanças necessárias. E era bom que se apressassem, logo as crianças chegariam! Lily disse que o jovem poderia parar um pouco para pensar em sua apresentação, mas ele ainda não tinha certeza. — Depois da luta que foi para conseguirmos permissão, você acha mesmo que eu simplesmente perderia a parte divertida?! Posso ajudar-lhe um pouco, na Sala Principal? Não garanto que ficarei muito tempo, tenho uma ideia em mente, mas ficaria contente em preparar o lugar com vocês, nem que apenas um pouquinho!

Ele queria passar mais um tempo com Gogh e Lily, já que sabia que depois seria tudo muito corrido! Só que também não achava que fosse ficar lá por muito tempo, queria passar no jardim e pegar algumas coisas antes de sua apresentação no palco. Afinal, alguns preparativos adicionais seriam mais que bem-vindos, para fazer alguma diferença e trazer maior beleza ao espetáculo. O jovem já começava a pensar em alguns poucos detalhes, mas ainda não tinha certeza de tudo que faria.
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