Rote 121 - Todos contra o tempo

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Seg 5 Out - 18:05


Entrei no armazém e pedi para Hércules iluminar. Para minha surpresa haviam mais e mais garrafas. Seria tudo do pai de Marianne ou da madrasta que tanto dava forças para a menina construir laços com seus Pokémons? Eram os únicos adultos, ao que me era sabido até, que poderiam ser os donos da adega e das outras garrafas do escritório lá atrás. A não ser que mais alguém tenha morado aqui depois deles.

Olhei para os meus pequenos e ergui as sobrancelhas:

- Que coisa... mais bebidas. Pignite, gosta desses temperos? Parecem ser caros.

Fui mexer em alguns. Será que teria alguma outra passagem ou esconderijo ali dentro? Procurava também história. Algo que me desse uma direção.

Queria que Elekid continuasse a iluminar e que Pignite me ajudasse com seu faro. Ele ainda parecia bem ativo apesar do episódeo com Bannete. Eu tinha que admitir. Que Pokémon incrível era aquele... Se ele não tivesse fugido...

Balancei a cabeça e tentei me concentrar. Caso nada encontrasse leria mais duas páginas do diário e continuaria a vasculhar pela outra porta da cozinha.

off:
Desculpa a demora. Como devem saber estou sem meu Notebook :/
Ps: Nerkon seu bebúm, sabe até os nome das bebidinha cara -Q


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Ter 6 Out - 14:48

Mathito

Como não encontrou nada de especial na sala, que parecia tratar-se de um simples armazém que tinha apenas bebidas e temperos, a única coisa que restou para Mathew foi voltar a ler o diário.

Diário escreveu:
[Décima primeira página]

29/05/1998

Então... eu prometi contar minha história. Nasci em Lumiose, numa região distante chamada Kalos, e tinha uma irmã gêmea chamada Claire. Nossa mãe morreu durante o parto, devido ao que meu pai sempre disse ter sido erro dos médicos. À medida que crescemos, eu sempre fui a filha mais ativa, enquanto minha irmã era a mais fraca e frágil... como minha mãe provavelmente era antes de falecer. Meu pai nunca gostou de mim, ele sempre foi... desligado com o mundo.

Eu ainda era pequena quando nos mudamos para Hoenn, depois que meu pai comprou um terreno longe da cidade onde ele fez que construíssem nosso novo lar. Ele nunca falou muito sobre a razão, mas imagino que tenha sido porque minha irmã possuía saúde frágil e crescer longe da cidade seria o melhor para ela.

[Vários riscos e palavras apagadas obstruíam grande parte do texto]

Tudo mudou aos dezesseis anos, quando minha irmã foi diagnosticada com uma doença e teve de ser levada ao hospital. Eu não recebi muitas notícias e também não me era permitido visitar muito, foi nessa época que meu pai começou a piorar seu comportamento... ele chamava Claire pelo nome de nossa mãe e me fitava com um olhar que até hoje não sei se era de medo ou algo diferente.

Acho que já estou falando coisas que não deveria, vou me arrumar e preparar para sair. Irei guardar esse diário aqui no meu quarto, provavelmente essa terá sido minha última entrada no diário, já que agora tenho que ir falar com ele. Se alguém começar a ler isso... não me importo, sinceramente, provavelmente nunca voltarei para essa casa.

E o diário simplesmente terminou ali, uma vez que, após aquelas poucas páginas escritas por Marianne, haviam apenas folhas em branco.


Kazehaya

Com a introdução do código correto, a porta finalmente se abriu a deu acesso à nova sala. Era menor que o quarto ao lado e possuía uma enorme bagunça. Haviam restos de discos e disquetes espalhados pelo chão, além de papel triturado e outros objetos quebrados. Até mesmo uma cadeira e outros móveis estavam em pedaços ali, porém Daisuke percebeu que, num dos cantos da pequena sala, estava uma mesinha de estudo, na qual havia um compartimento com um disco em seu interior, ainda intacto.


Spoiler:

Off: Não bebo, taquei no google mesmo pra catar um nome. q
Não postei ontem porque acabei me enrolando no diário.


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Ter 6 Out - 21:21

Off:
Mals se tiver alguma coisa errada ou sem nexo, não estou no meu melhor estado ç.ç




Felizmente a senha estava correta, entrar naquele fórum de pesquisa em Braille foi a melhor opção de todas, o serviço de tradução fora ótimo, por isso me senti de certa forma aliviado de ter conseguido me dar bem em minha terceira tentativa. Adentrei a sala e notei toda a bagunça nela contida, haviam alguns disquetes, papeis amassados e todo tipo de coisa, parecia que um tornado havia passado por ali.

Em um dos únicos móveis intactos do local vi algo interessante, um disco estava em perfeitas condições ali, fui apressado até ele e o peguei, lendo sua capa e vendo se havia algo demais no objeto. Notei que Hippo e Wartortle estavam curiosos também, ambos os monstrinhos averiguavam toda a estrutura do quarto, procurando alguma coisa que pudesse nos ajudar.

- Hippo, Chi, vamos procurar por pistas aqui, ok? - Ordenei. - Caso não encontremos nada vamos voltar, blz?

Encontrar Matthew era meu próximo objetivo, talvez juntos as coisas corressem mais rapidamente e o pássaro fosse salvo.
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Ter 6 Out - 23:34


Fiquei em estado de paralisia ao ler a última frase daquele diário.

"Ótimo!" - pensei.

Logo a única coisa decifrável que consegui não tinha um final. De todas aquelas páginas eu sabia tão puco... Suspirei e dei de ombros deixando o diário de Marianne naquele cômodo, seguindo na direção da outra porta que havia na cozinha, excluindo as que eu já sabia onde dariam.

Não dava para parar de pensar nas coisas que aconteceram após a conversa com o pai dela. Eu realmente queria saber mais.


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Sex 9 Out - 0:10

Mathito

Depois de deixar o diário de Marianne para trás, Mathew dirigiu-se para a porta que restou na cozinha. Por sorte ela estava destrancada, porém assim que a abriu, o treinador descobriu estar num pequeno corredor. À direita ele encontrou uma nova porta, a qual também estava destrancada.

Uma vez na nova sala, o rapaz descobriu tratar-se de uma espécie de lavanderia. Era uma sala não tão grande, que possuía uma lavadora de roupas amassada, algumas pias sujas e estantes nas paredes, das quais algumas estavam parcialmente caídas. Havia também sabão no chão e um armário no canto nordeste da lavanderia. No lado oposto ao da porta por onde Mathew entrou estava uma nova porta.


Kazehaya

Quando leu a capa, Daisuke descobriu que o disco tratava-se de um Technical Machine, mais precisamente o de número doze, Taunt, que havia sido previamente utilizado por Sableye num dos cômodos anteriormente visitados pelo rapaz.

Depois de guardar o objeto, o treinador e seus Pokémon procuraram a sala por algo mais que pudesse ser útil, porém não encontraram nada que fosse de valor, uma vez que todos os outros discos e objetos estavam quebrados ou em condições terríveis. Definitivamente havia sido puramente pelo acaso que o TM encontrado sobreviveu pelo que aconteceu ali.


Spoiler:

Off: Foi mal pela demora, mas como já mencionei no chat: Estou meio quebrado essa semana. Retorno das aulas (Já que greve acabou) e tal, então tenho que me readaptar um pouco também.

Era pra ter postado ontem, mas andei tanto que até hoje minhas pernas tão doendo, daí ontem eu estava sem muita condição mesmo. :c Ainda não estou muito bem pra narrar, aí saiu esse post fraco mesmo.

Kaze, se tu for voltar para a primeira sala da casa, pode já narrar que foi até lá e qual caminho tu vai seguir a partir de lá. Assim adiantamos um pouco.

Mathito, adiantei um pouco a narração. -v-


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Sex 9 Out - 14:44


Tentar não pensar no que aconteceu à Marianne e sua família era absurdamente impossível, visando que eu me encontrava em sua antiga residência. Por sorte ainda tinha que ajudar Dai a procurar pelo Fletchiling. Peguei uma das penas do Voador e dei para Pignite cheirar. Talvez pudessemos estar próximos.

Estava começando a ficar com frio. Talvez por ter chegado numa espécie de lavanderia. Aquele sabão no chão me deixou um pouco preocupado. Chegava mais perto de Pignite e vasculhava o armário procurando por algo que não deveria estar ali.

Caso não houvesse nada demais, avançaria pela porta na direção contrária de onde estava.

off:
Ps.: Sempre que for assim pode adiantar.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Sex 9 Out - 20:55





Fiquei feliz ao perceber que o CD estava intacto e com um movimento totalmente novo, Taunt era um golpe que viria a fazer a diferença em alguma batalha com toda a certeza. Como Hippo e Wartortle não encontraram nada, resolvi sair daquela sala sem pensar duas vezes, pois, apesar de estarem cansados, ainda tinham um bom faro e eu podia confiar plenamente em cada um deles.

Me dirigi a saída e fui direto ao local onde Matthew e eu nos separamos, resolvi descer ao térreo e explorar a porta que estivesse mais próxima. Naquele momento, eu não pensava direito em como me virar, logo eu e Matthew estaríamos sem comunicação devido a bateria do meu celular. Hippo e Chi olhavam tudo, me senti nostálgico ao perceber que os meus dois primeiros Pokémon estavam ao meu lado...
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Sab 10 Out - 6:12

Mathito

Mesmo depois de relembrar-se do cheiro da ave e farejar aquele quarto, Pignite não pareceu conseguir encontrar por onde Fletchling havia sido levado. Já no armário onde o treinador investigou, ele encontrou um mero pano de seda, algumas camisas e calças, sabão e uma bacia de plástico vazia e rachada em sua base.

Depois de investigar o lugar, Mathew continuou sua exploração pela casa. Depois de passar pela nova porta, ele deu de cara com um novo corredor, no qual haviam três portas além da que ele tinha atravessado, sendo que uma estava ao norte, outra logo à frente do jovem e uma última ao sul. Uma investigação rápida em cada uma das três possibilidades o fez descobrir que a porta ao norte estava emperrada por algo, enquanto a que estava à frente daquela da lavanderia estava aberta e levava a um banheiro similar ao do quarto de Marianne, enquanto a do sul estava destrancada e o levaria para uma nova parte da casa.


Kazehaya

Quando Daisuke voltou até a primeira sala da casa, ele percebeu que haviam três portas as quais poderia seguir, mas acabou por seguir a que estava mais próxima da escada, no lado direito do salão principal, e que não demonstrou sinal de ter sido aberta em tempos recentes. Após chegar à nova sala, o rapaz descobriu estar numa espécie de biblioteca da casa. Haviam muitas estantes com vários livros de tipos diferentes, incluindo alguns dos livros que ele havia visto anteriormente em outra parte da casa.

Além das estantes, havia uma parte separada no lado direito da sala, onde havia uma enorme janela com uma boa vista para o exterior, além de duas mesas e algumas cadeiras logo ao lado da janela. Existia ainda uma mesa de xadrez afastada que podia ser movida. Ao norte daquela área de leitura havia uma porta, enquanto ao sul havia outra.


Spoiler:

Off: Adiantei um pouco a parte da porta, Mathito, mas se você por alguma razão tiver se interessado por algo no armário, é só narrar que pegou o objeto e prosseguir normalmente.


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Sab 10 Out - 9:24






Adentrei a porta que estava mais perto da escadaria, não me arrependi em nada ao perceber que estava entrando em uma biblioteca gigantesca, era maravilhoso perceber que haviam tantos exemplares em um só lugar. Em meu interior eu desejava trazer aquela grande biblioteca para casa, onde eu poderia entender mais sobre os Pokémon, uma paixão que tinha desde criança...

Na primeira observação resolvi ver todos os exemplares que estavam ao meu alcance, busquei principalmente algo que poderia ter haver com Reuniclus, o Pokémon que estava ligado a tudo no quarto que visitei anteriormente. Talvez o dono daquele gigante quarto fosse interessado em alguma habilidade do Pokémon célula, pois aquilo era deverás incomodo, chegando a parecer uma obsessão do individuo.

- Chi, empurre aquela mesa por favor, veja não tem nada caído pelo cômodo! - Pedi a Wartortle, que parecia brincar com seu colar. - Hippo, fareje alguma coisa pelo lugar, talvez algo relacionado ao quarto anterior, talvez consiga identificar os livros que ele mais le...

Voltei a olhar os livros até me entediar de tudo aquilo, depois fui ver o exterior através da grande janela para buscar algo de interessante. Por fim, caso Hippo e Wartortle não tivessem encontrado nada de interessante iria me dirigir a porta do sul.
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Sab 10 Out - 9:24


Peguei o pano de seda e o guardei no bolso. Talvez me fosse útil mais tarde, mas sua cor me agradava os olhos.

Enfim me distanciei daquela sala. Me encontrava num novo corredor e fui logo ver o que tinha nas outras três portas. Em uma um simples banheiro, em outra estava trancada, então pedi para Pignite arrancar a tranca e abrir a porta. Estava mesmo de olho na última porta onde uma nova parte daquela casa me seria revelado. Se não fosse pelo sendo do meu porquinho eu estaria realmente perdido.

Logo me consentrava na porta em que Pignite abria e desvendava um outro cômodo.

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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Sab 10 Out - 16:38

Mathito

Depois de recolher o pano de seda - que tinha as proporções exatas de um cachecol, na verdade -, Mathew decidiu explorar a porta ao norte, que estava emperrada. Não foi difícil para Pignite destruir a tranca, mas para abrir a porta ele precisou fazer bastante esforço. Após levar algum tempo para empurrar o que quer que tivesse bloqueado a porta, o porco de fogo conseguiu abrir uma brecha e, eventualmente, uma grande o bastante para que seu treinador pasassse.

O novo cômodo tratava-se de um novo quarto, enquanto o que havia bloqueado a porta tratava-se de uma cama e uma cômoda que estava logo acima, como se alguém tivesse tido o intuito de impedir algo ou alguém de entrar ali. Além desses dois móveis que formavam o bloqueio, o quarto possuía outra cama em sua parte à direita, além de duas janelas, as quais estavam ambas quebradas, e outro guarda-roupas que estava próximo à segunda cama. Fora isso, havia uma escrivaninha com uma máquina de escrever antiga, mas sem papéis. No geral, era um quarto estranho e vazio.


Kazehaya

Mesmo que tivesse procurado nos livros, o que Daisuke percebeu é que haviam muitos e muitos livros naquela sala, o que tornaria uma busca deveras trabalhosa. Além dessa observação, ele percebeu que a maioria deles eram velhos ou estavam empoeirados, o que também ajudaria a dificultar uma busca.

Seus Pokémon não encontraram nada de interessante nas mesas, portanto tudo o que o treinador pôde fazer foi se dirigir à porta sul. Depois de abri-la, ele descobriu o que parecia ser uma sala de chá. Haviam grandes janelas que, assim como a da biblioteca, rendiam boa vista para o exterior da mansão, enquanto um trio de mesas estavam espalhadas próximas às janelas. Na parede noroeste da sala havia um longo balcão, similar ao de uma cozinha, no qual estavam potes de biscoitos e máquinas para fazer café e chá, também havia uma mini-geladeira acima do balcão.

Já no lado esquerdo daquela sala estava outra porta, mas ela levaria de volta ao salão principal.

Spoiler:

Off:


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Sab 10 Out - 17:07





Como não havia muito o que fazer com os livros decidi ir no próximo cômodo, se tratava de uma sala de chá, era bem grande e possuía duas mesas onde as pessoas tomavam o líquido saboroso e um grande balcão onde as misturas eram feitas. Havia também um pote de biscoitos que pensei muito em pegar, no fim, peguei alguns e guardei em minha mochila.

Verifiquei bem o balcão a procura de alguma gaveta ou algo que pudesse nos dar alguma pista. E, após ver toda a sala, fui em direção a biblioteca e adentrei a segunda porta que não havia sido explorada. Eu queria saber mais sobre aquele lugar, não tinha mais medo, queria apenas explorar...
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Mathito em Sab 10 Out - 17:27


Estranhei Pignite não ter conseguido abrir a porta logo após ter "destrancado" a fechadura. Assim que ele conseguiu uma brecha dela pude ver o porquê. Alguém tinha tentado impedir a entrada de algo ou alguém. Mas o que e por quê? Não teria sentido Marianne ter ligação com isso. Ela estava tão confiante de sua jornada... Se bem que a destruição de todos os cômodos me trazia uma sensação nada boa.

- Que estranho... vamos nos apressar. Pignite, se sentir o cheiro do Fletchling me avisa.

Ignorei aquele cômodo de momento. Iria até a porta ao sul que estava para me levar a um novo espaço da mansão.


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Nerkon em Seg 12 Out - 12:27

Mathito

Decidindo por ignorar o cômodo, Mathew decidiu seguir pela porta restante. Quando entrou na mesma, descobriu uma sala de artes. Haviam quadros e esculturas distribuídos pelo local. À sua direita ele percebeu que havia uma parede com um quadro maior, mas nada demais, enquanto à direita ele descobriu que podia continuar a explorar a mansão, sendo que ao sudeste estava um trio de armaduras medievais no centro da parede esquerda da sala. De acordo com as aparências, a sala tinha formato similar a um "C" invertido. Mais importantemente, ele não parecia estar sozinho naquele lugar... mas não era uma presença hostil.


Kazehaya

Depois de recolher os biscoitos dos quais alguns, para a surpresa de Daisuke, estavam em estado comestível, o rapaz terminou de explorar o lugar, encontrando um par de recipientes com líquido dentro de uma das gavetas, então seguiu de volta para a biblioteca e passou pela porta que ainda restava explorar.

Quando entrou no cômodo, ele percebeu que se tratava duma espécie de sala de artes. À esquerda e à direita haviam quadros e algumas esculturas, a maioria das quais estavam pelo menos parcialmente intactas. O lugar estava mais limpo que o resto da casa, por alguma razão. À frente havia uma parede, ao nordeste havia um trio de armaduras medievais no centro da parede direita da sala, além de que parecia ser possível seguir caminho por lá, uma vez que, na verdade, a sala parecia ter o formato de um "C" invertido ou similar. Mais importantemente, ele não parecia estar sozinho naquele lugar... mas não era uma presença hostil.

Spoiler:

Off:


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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

Mensagem por Kaze em Seg 12 Out - 13:46




Comemorei internamente ao perceber que o biscoito e as poções eram itens de cura, Rotom e Heracross precisavam urgentemente daquilo e sem pestanejar os lancei para fora da pokébola, Heracross e Rotom estavam demasiadamente cansados, era algo de dar pena visto que ambos tinham batalhado magicamente contra Sableye. Peguei a poção e espichei em Rotom, no mesmo instante o elétrico pareceu se recompor do baque anterior e pareceu até mais agitado do que antes, Heracross comeu um dos biscoitos e pareceu se recuperar assim como Rotom.

Feito isso, me dirigi a próxima sala, parecia bem diferente da biblioteca, era grandiosa, estava limpo e era diferente, ao arredor dela pude sentir a presença de alguém, mas resolvi me focar em outra coisa, haviam algumas armaduras por ali que me chamavam a atenção, eram três armaduras, diferentes de tudo o que tinha naquela mansão, me senti até um pouco perdido, simplesmente não combinava com o local.

Estava prestes a tocar quando ouvi Rotom e Chi apontarem para uma direção, não consegui identificar direito, mas vi uma figura familiar, era Matthew!  Fui até sua direção e disse animado, estava aliviado de ver meu amigo.

- Thito. Que bom te ver! - Disse numa animação atípica, estava feliz em reencontra-lo. - Encontrou alguma coisa?

Fiz a pergunta fatídica, tinha até me esquecido qual era o verdadeiro objetivo em termos entrado naquele local...
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Re: Rote 121 - Todos contra o tempo

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